Entenda as diferentes abordagens no tratamento para dependentes químicos - Hospital Santa Mônica
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Certamente, o consumo de drogas é um problema de saúde pública mundial, o qual é responsável por gerar danos tanto à saúde quanto ao convívio social e familiar do indivíduo. Com o crescimento dessa problemática, a medicina especializada busca constantemente intensificar os estudos a fim de encontrar as melhores formas de tratamento para dependentes químicos de acordo com as suas particularidades.

O poder público também faz a sua parte, mobilizando-se em relação ao enfrentamento desse mal social, desenvolvendo ações de combate e prevenção às drogas, as quais envolvem conter o crime organizado, como também a realização de políticas de educação e conscientização.

A família, vale destacar, sempre será o fator principal e basilar para a prevenção do consumo de drogas por crianças e adolescentes, pois ela tem a incumbência de proporcionar a melhor educação e também desenvolver o indivíduo para ser um cidadão constituído de valores morais e éticos.

No entanto, apesar dos aspectos que englobam a medicina, as políticas públicas e a família, muitas pessoas ainda sucumbem à tentação e passam a fazer uso de tais substâncias prejudiciais. Diante disso, neste artigo abordaremos as diversas maneiras de tratamento para cada caso e o quanto o núcleo familiar é relevante para a recuperação do usuário de drogas lícitas e/ou ilícitas. Confira!

Importância da família na prevenção contra as drogas

O meio familiar exerce grande influência sobre o indivíduo, sendo fator primordial para o seu desenvolvimento como pessoa. Considerada como a base estrutural, a família tem a responsabilidade de desenvolver e formar o cidadão, e isso pode ser decisivo para a conduta do ser humano enquanto ser social e para a prevenção contra o uso de substâncias psicoativas.

As experiências familiares podem desencadear uma série de atributos comportamentais. É evidente que um ambiente equilibrado tende a desenvolver uma pessoa com atitudes devidamente aceitas socialmente. Em contrapartida, a criança é propensa a ser um adulto problemático quando cresce num lugar desestruturado no tocante a valores morais, éticos e educacionais, tornando a droga uma espécie de refúgio para suprir lacunas emocionais e afetivas.

A infância e a adolescência são fases da vida em que a pessoa está mais sujeita a vulnerabilidades, o que pode ser uma abertura para a ação das más influências. Por isso, é fundamental que os parentes, sobretudo os pais, priorizem sempre o fortalecimento do vínculo com o filho.

Essa aproximação gera confiança para que ele consiga absorver melhor os ensinamentos, os quais refletirão na conduta do jovem como ser social. Ser bem direcionado é substancial para que o indivíduo tenha uma boa educação e, consequentemente, ter êxito tanto na vida pessoal quanto na profissional.

Por meio do diálogo, os membros da família terão a oportunidade de compartilhar experiências e guiar o jovem a seguir caminhos que garantam uma vida distante da possibilidade de ter contato direto com as drogas. Por outro lado, a falta de comunicação entre os componentes do seio familiar pode acarretar conflitos e a sensação de distanciamento, o que pode conduzir o adolescente a ambientes nocivos e obscuros.

Geralmente, a adolescência é o período em que o jovem fica suscetível a determinadas interferências e predisposto à experiências, o que pode levá-lo a certos comportamentos apenas com o intuito de ser aceito pelos grupos de amizades que surgem durante a vida. É nesse momento que é lançado mão todos os ensinamentos passados pelos pais e parentes mais próximos.

Por isso que é tão importante a presença das figuras paterna e materna no cotidiano do filho, para que ele se sinta protegido e entenda que os problemas, quando surgirem, serão solucionados em grupo. A sensação de ter com quem contar nas horas difíceis é crucial para a otimização e fortalecimento sentimental e psicoemocional.

O estabelecimento de regras, a orientação do que é certo e errado e o exemplo comportamental dos parentes próximos são fatores que refletem no desenvolvimento da conduta do sujeito. Como o núcleo familiar é um elo entre as demais esferas da sociedade, ele tem papel importante na prevenção contra a dependência química, assim assegurando que o jovem tenha uma vida de acordo com a dignidade humana.

Dados sobre a dependência química no Brasil

De acordo com o relatório apresentado em meados de 2016, por intermédio do Escritório das Nações Unidas sobre drogas e crimes (UNODC), ocorreu, entre 2013 e 2014, um aumento de 27 milhões para 29 milhões de dependentes químicos. Outro dado alarmante é que, em 2014, 250 milhões de pessoas utilizaram algum tipo de droga.

Ademais, segundo recente Pesquisa Nacional de Saúde Escolar (PENSE), revelada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), houve uma crescente no consumo de drogas por jovens no Brasil. A análise estatística demonstrou que 236,8 mil jovens já teve contato com drogas ilícitas, um aumento de 6 mil em relação à pesquisa feita em 2012.

Além disso, no Brasil, cerca de 6,1% das meninas e 7,5% dos meninos de escolas privadas já consumiram algum tipo de droga. Enquanto isso, nas escolas públicas há um significativo aumento, isto é, 8,9% das meninas e 9,8% dos meninos relataram que já experimentaram substâncias químicas nas escolas. São números preocupantes e que tendem a aumentar dado a falta de estrutura familiar e o crescimento do tráfico de drogas em ambiente escolar.

Esses dados demonstram uma triste realidade: embora haja um grande esforço das autoridades públicas, dos profissionais de educação e das organizações de saúde no sentido de trabalhar em prol de políticas de conscientização para o não uso de drogas, os jovens estão tendo cada vez mais contato com tais substâncias nocivas.

Diversos motivos podem estar por trás desse aumento no consumo de drogas tão precoce. Um deles é a ausência dos pais. Como já vimos, a família é responsável diretamente pela educação e pelo desenvolvimento e fortalecimento emocional e psíquico do indivíduo, os quais são elementos fundamentais para que o adolescente não se deixe levar por más influências, curiosidades sem sentido e tentações prejudiciais.

Simultaneamente à disfunção familiar, há a constante progressão dos meios digitais de comunicação e a globalização, fatores que oferecem um bombardeio de informações tanto positivas quanto negativas.

Um jovem vulnerável tende a ter acesso a conteúdos que podem levá-lo a querer sentir prazeres temporários e destrutivos e pensar que experimentar drogas é ostentação, aspectos que o impulsionam ao abuso de substâncias psicoativas.

É fato que essas circunstâncias desencadeiam fragilidades emocionais ou doenças mentais, como depressão e ansiedade, fazendo com que a pessoa seja menos resistente à frustrações.

Consequentemente, quando se encontra diante das dificuldades, a busca de auxílio familiar é substituída pelo uso de drogas como refúgio e preenchedor de vazios sentimentais e afetivos.

O preocupante é que quanto mais cedo for adquirido o mau hábito de consumir substâncias químicas, maior é a possibilidade de durabilidade do vício, o que acarreta uma situação que pode dificultar o tratamento do dependente químico. Trata-se de uma condição diretamente proporcional.

Seguramente, a dependência química é um mau que se alastrou mundialmente, e, consequentemente, gerou a intensificação e aprofundamento dos estudos realizados por profissionais da área de saúde no sentido de desenvolver e aprimorar diferentes modalidades de tratamento para cada caso e grau de vício.

Entenda as diferentes abordagens no tratamento para dependentes químicos

A definição de qual tipo de tratamento é o mais eficiente e eficaz não é tarefa simples. Faz-se necessário muito estudo e análise do caso para chegar ao melhor método terapêutico possível. A dependência química é uma doença difícil de ser tratada.

A complexidade é tão alta que, às vezes, há circunstâncias em que uma simples orientação é suficiente para a recuperação, enquanto que em outros casos é preciso a internação.

Isso é um demonstrativo da dificuldade inerente à essas situações que envolvem a utilização de entorpecentes. O fato é que o viciado necessita ter todos os recursos à disposição para a sua recuperação.

Em seguida, falaremos acerca da variedade existente de espécies de tratamento para dependentes químicos, como funcionam e qual é a mais indicada considerando as peculiaridades de cada caso. Continue a leitura!

Ambulatorial

Trata-se de um tipo de tratamento sem a necessidade de internação, o qual visa cuidar do aspecto cognitivo comportamental, lançando mão de um tratamento multidisciplinar, variando de acordo com a intensidade dos problemas apresentados pelo dependente.

Essa forma de abordagem funciona da seguinte forma: prioriza-se a permanência do indivíduo no seio familiar e social. Junto a isso, ele será acompanhado por uma equipe de profissionais qualificados.

A partir desse acompanhamento, a pessoa acometida pela dependência química passará por terapias que tratarão dos fatores comportamentais, emocionais, neuropsicológicos, fazendo uso de medicamentos e participando de terapia individual ou em grupo.

A abordagem ambulatorial é recomendada quando o nível de intensidade do vício é classificado como leve ou moderado, ou seja, quando a pessoa consegue vencer o desafio da abstinência por intermédio desse tratamento, não sendo preciso se submeter a terapias mais intensas e nem ficar internado. É voltado também para pessoas que têm empregos ou apoios sociais extensivos.

Desintoxicação feita em hospital especializado

Em regra, a desintoxicação é considerada como a primeira etapa do tratamento do dependente químico. Basicamente, essa modalidade é definida como um processo pelo qual o corpo se libera das drogas em um ambiente adequado.

É indicada tanto para viciados mais leves quanto para os casos mais graves. Obviamente que, para pessoas cujo o vício é considerado mais elevado e que já fazem uso dessas substâncias nocivas por um tempo considerável, faz-se necessário uma desintoxicação mais estruturada.

Em virtude da complexidade que está ligada ao processo de desintoxicação, é preciso que ele seja realizado em um hospital especializado, o qual tem à disposição uma equipe de profissionais capacitados para atender da melhor forma, farmácia e farmacêuticos 24 horas, laboratório para a realização de exames, carinho de parada, caso seja necessário.

O monitoramento do paciente feito pelo corpo multiprofissional deve ser constante, por causa da imprevisibilidade das reações provenientes dos remédios ministrados, o que pode colocá-lo em risco.

Logo, estando o dependente químico sob os cuidados de um hospital bem estruturado, haverá menos chances de possíveis complicações, haja vista o pronto atendimento e as execuções de medidas adequadas ao caso.

Os programas de desintoxicação são ótimos para os que têm diferentes tipos de dependência de substâncias, como álcool, benzodiazepínicos e vícios de opioides.

É programada para administrar de maneira eficaz a retirada das substâncias químicas consumidas, objetivando amenizar ao máximo os efeitos fisiológicos intensos e perigosos decorrentes da abstinência.

A intenção é realizar a desintoxicação de uma forma mais confortável e segura de acordo com a realidade do paciente e facilitar o processo de transição para outros tratamentos contínuos da dependência, os quais buscam evitar recaídas.

Uma das formas para superar tais consequências funcionais do corpo é por meio do uso de medicamentos substitutos que gerenciam os efeitos da retirada das drogas, os quais são administrados por um médico, seja em um ambiente hospitalar ou ambulatorial. É o que intitulam como desintoxicação médica. 

É necessário destacar que a desintoxicação deve ser aplicada em paralelo com outros tipos de abordagem, porque ela sozinha não é capaz de superar, por exemplo, os problemas psicológicos, sociais e comportamentais provocados pelo abuso de drogas.

Como sabemos, a recuperação eficaz deve passar não apenas pela “limpeza do organismo”, mas também pelos aspectos emocionais, de conduta e que envolvem mudanças de hábitos. Nesse sentido, há a figura da desintoxicação social, a qual consiste em oferecer suporte emocional e psicológico.

Comunidades terapêuticas

São entidades privadas, as quais não objetivam lucro. De acordo com informações do Ministério da Justiça, na atualidade há aproximadamente mais de 1.800 comunidades terapêuticas no Brasil.

Algumas tem vínculo contratual com o Governo Federal, mediante a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (SENAD). Tais serviços são gratuitos, caso a pessoa utilize de uma das vagas financiadas pela SENAD, vale destacar.

Trata-se de um ambiente para acolhimento de dependentes químicos, os quais precisam estar em um lugar no qual receberão apoio visando a recuperação e reinclusão social do indivíduo.

A convivência é a principal ferramenta terapêutica, isto é, interação entre pessoas com condições semelhantes e que compartilham do mesmo objetivo: livrar-se do vício. O tratamento também é planejado no intuito de criar na mente do interno uma consciência voltada para a responsabilidade pessoal e social, bem como para uma vida socialmente produtiva, desconstruindo padrões destrutivos de comportamento.

Sabemos que os viciados em drogas perdem a credibilidade, o que dificulta a sua condição como cidadão no meio social. Essa é uma triste realidade. Então, essa abordagem é importante para a recolocação do sujeito na sociedade e para afastá-lo dos influenciadores negativos, como outros viciados e ambientes degradantes. 

No entanto, o Conselho Federal de Medicina (CFM), prescreve o Parecer nº 9/2015, em que médicos só devem indicar internação de pacientes com problemas de drogadição ou doenças mentais, concomitantes ou não, para estabelecimentos assistenciais que ofereçam assistência médica e que disponham de plantonistas, equipes de enfermagem, salas de observação e contensão, carrinho de parada e referenciamento para hospital de apoio, nunca para as comunidades terapêuticas nos casos de internação involuntárias ou compulsórias.  

Moradia assistida

A moradia assistida é uma abordagem terapêutica que objetiva amenizar o isolamento social e proporcionar um ambiente que tem a liberdade como ponto chave da continuidade do tratamento.

Essa espécie de método terapêutico busca inserir o dependente químico em um lugar o mais semelhante possível à uma casa, no qual os pacientes possam conviver com os seus semelhantes nos moldes de uma família, conhecendo uns aos outros e frequentando o meio social normalmente, como ir ao trabalho ou estudar.

É um tipo de retaguarda profissional que o dependente em recuperação tem, que fica sempre em prontidão na ocasião em que surgirem situações causadoras de frustração diante da quebra das expectativas ou responsabilidades não cumpridas.

Os pacientes ou moradores são assistidos por profissionais, os quais têm a missão de prevenir recaídas e recuperar a dignidade do ser humano. Essa equipe, em geral, é formada por assistente social, terapeutas ocupacionais, psicólogos, enfermeiros e médicos. A formação dos profissionais varia de acordo com o programa adotado.

É importante destacar que tais ambientes são constituídos por regras e deveres repassados claramente para os que ali moram. É uma forma de desenvolver nos pacientes a consciência de responsabilidade e noção de convivência coletiva. A premissa é viver em família e cumprir os encargos.

Importância do acompanhamento familiar no processo de reabilitação do dependente

Tradicionalmente, a família é definida como o conjunto de pessoas, as quais possuem variados graus de parentesco, como também vínculo biológico e/ou afetivo. Contudo, sabemos que essa instituição vai muito além da consanguinidade. O sangue faz das pessoas parentes, mas o verdadeiro laço é o que estabelece o real conceito de família.

É no ambiente familiar que o ser humano tem as suas primeiras experiências como indivíduo e como ser social. É dentro de casa que aprendemos o que é o respeito ao próximo, a importância de cumprir regras e de assumir responsabilidades.

É o lugar onde também desenvolvemos as nossas habilidades, o intelecto, as emoções e os valores como cidadão. E tudo isso em meio a um fator imprescindível: o sentimento de pertença, de proteção e de segurança.

Partindo dessa sensação de certeza de pertencer a um grupo familiar é que podemos começar a tratar do quão relevante é o acompanhamento familiar durante o tratamento do dependente químico, pois esse receberá todo o cuidado e afeto necessários.

A solidão, não rara as vezes, é o gatilho propulsor que leva o sujeito a sucumbir perante as drogas. Diante disso, a família é peça chave para trazer de volta a dignidade daquele que quer reconstruir a sua identidade e restabelecer a sua condição de cidadão.

Geralmente, é algum membro da família o primeiro a perceber comportamentos incongruentes na pessoa acometida pela dependência. Logo, ao investigar, descobre o problema. De início é impactante.

É necessário retomar o equilíbrio e seguir para o próximo desafio: convencer a pessoa a dar início a algum tratamento adequado. Existem circunstâncias nas quais acontece também do próprio doente, enfim, reconhecer o problema e pedir auxílio aos parentes. Isso é um grande avanço.

Não podemos deixar de considerar o fato de que quando há um dependente químico no seio familiar, esse problema não afeta apenas o doente, mas também a todos os parentes e amigos próximos. É uma problemática que acomete os aspectos físico, psicológico, social e financeiro. Logo, é um infortúnio coletivo e generalizado.

Apesar dessa adversidade profunda, aqueles que compõem o núcleo familiar, em algum momento, devem compreender que serão fundamentais no processo de controle da doença e resgate fisiológico, emocional e social, buscar forças e concentrá-las em prol da recuperação do seu ente querido.

Sendo a dependência química uma doença considerada familiar, em virtude da devastação psicológica conjunta, os familiares necessitam de acompanhamento e orientação de profissionais especializados, no sentido de ensiná-los a como lidar com o paciente, o que deve ou não ser dito, saber detectar desvios de comportamento prejudiciais ao tratamento, evitar conflitos, dentre outras questões.

Não resta dúvidas que a família é um dos instrumentos auxiliares do tratamento dos dependentes químicos. Partindo dessa premissa, ela terá a atribuição de, primeiramente, acolher o usuário em tratamento. Por meio do acolhimento, o indivíduo percebe a sua importância no âmbito familiar, pois não acredita que foi desagregado.

Em consequência, os familiares devem participar junto com o paciente das reuniões terapêuticas, fazendo-o sentir que não está sozinho nessa jornada árdua que é controlar a compulsão por substâncias psicoativas. A família em coesão, nessa luta, funciona como motivação para o indivíduo continuar o tratamento.

Contudo, a questão familiar pode ser um tanto mais complexa. Resta claro que o ambiente familiar é um forte influenciador da pessoa, tanto de forma positiva como negativa. Levando em consideração essa ideia, é tarefa dos profissionais investigar se há problemas no seio familiar, os quais podem ter provocado no sujeito o desejo de buscar as drogas como fuga.

Se dessa análise profissional detectarem que a família, de certa forma, desencadeou o vício, ela também precisa passar por um processo de mudança. Tais fatores podem envolver: relações precárias, falta de conexão entre os membros, falta de regras e limites, entre outros.

Então, se for o caso, é preciso resolver essas questões para que a família possa ser uma das ferramentas úteis para o tratamento do usuário, reajustando elementos como a qualidade dos vínculos familiares, estabelecimento de regras, expressões de afeto, diálogo aberto e sincero, envolvimento positivo e acolhimento.

Enfim, pudemos compreender as diversificadas abordagens no tratamento para dependentes químicos, o quanto o consumo de drogas ainda é um problema crescente e que deve ser enfrentado e a relevância da família tanto na prevenção quanto no processo de reabilitação do dependente.

Gostou deste artigo? Então, aproveite para complementar a leitura e entender a respeito da dependência química!

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