Como abordar o filho com uma necessidade de internação? - Hospital Santa Mônica
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Convencer o filho quanto à necessidade de internação é um problema que desafia muitas famílias. Ainda que os pais sempre aconselhem sobre o risco do envolvimento com drogas e álcool, infelizmente, muitos adolescentes e jovens ainda optam por esse perigoso caminho.

Nesse contexto, o objetivo deste artigo é propor soluções e ajudar as famílias que enfrentam esse problema. Um dos caminhos possíveis é um diálogo aberto a fim de que o dependente químico reconheça a sua necessidade.

Porém, caso o familiar não aceite a internação voluntária, os pais não devem esperar que a situação se resolva sozinha. Veja, então, como abordar o seu filho nesse momento delicado e quais as alternativas mais viáveis para ajudá-lo na superação do vício. Acompanhe!

O jeito certo de convencer seu filho a procurar ajuda

O ideal é conversar com o jovem em um local confortável, longe de interrupções ou de público. Ele não deve estar sob o efeito de drogas na hora da abordagem, visto que esse é um momento delicado e que exige total atenção e um diálogo consciente e tranquilo.

O intuito é se mostrar um verdadeiro porto seguro para o ente querido, demonstrando que há excelentes opções de terapias. O objetivo dessa conversa é convencer o usuário a aceitar o tratamento voluntariamente e explicar para ele que a internação pode ser o caminho mais rápido e seguro para reverter os problemas que ele está enfrentando.

Listamos algumas dicas que podem ser seguidas a fim de seu filho compreenda melhor a necessidade dele. Veja quais são e como utilizá-las!

Seja empático

Usar de empatia é colocar-se no lugar do outro e, naquele momento, visualizar uma saída que atenda as expectativas. Mas isso não é tão simples assim. Torna-se essencial ser firme, mas adotar uma postura solícita e compreensiva que demonstre interesse em ajudar o quanto for possível.

Evite críticas

Procure manter o tom da conversa mais vago do que acusatório. Isso deixará seu filho mais tranquilo e mais aberto a opiniões. Ao contrário do que muitos pensam, não existe crítica construtiva, visto que é preciso usar de palavras positivas para encorajar a pessoa que está em situação difícil.

Nesse momento, é muito importante não fazer acusações ou exigir mudanças, mas sim, estar aberto para ouvir e compreender. Logo, tente construir um diálogo baseado em palavras de apoio e de carinho. Demonstre calma e compreensão para que seu filho seja envolvido em uma atmosfera de confiança e que o convença a aceitar a internação como uma alternativa de superação do vício.

Busque ajuda de amigos e parentes próximos

Uma boa alternativa para ajudar a seu filho aceitar a internação é solicitar o apoio de amigos e de familiares próximos. Procure ajuda com os primos, tios e avós, ou escolha aqueles que tenham uma relação mais tranquila com ele. Desse modo, é possível que ele perceba o quanto as pessoas de seu convívio estão preocupadas com a saúde dele.

Vença o preconceito

Por questões culturais, muitas pessoas ainda preservam aquela antiga ideia de que o psiquiatra era um profissional que só cuidava de pessoas com diagnóstico de loucura. Hoje, o foco dessa especialidade mudou bastante e, por isso, tornou-se essencial ao controle dos distúrbios emocionais associados ao uso de drogas.

Logo, é preciso eliminar esse mito, pois o psiquiatra trata diversos tipos de distúrbios mentais, como a ansiedade e a depressão. Por isso, não se importe com a opinião alheia, pois a superação do preconceito é necessária para a promoção da qualidade de vida de muitas pessoas.

Veja os tipos de internação que o Hospital Santa Mônica oferece

No Brasil, o envolvimento com o uso de drogas está cada vez mais precoce. Segundo um estudo divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz, quase 8% dos entrevistados com idade entre 12 e 65 anos já usaram droga. Essa realidade sugere a necessidade de intervenção urgente a fim de reverter esses quadro e minimizar os danos a ele associado.

No Hospital Santa Mônica (HSM) oferecemos várias alternativas de tratamento contra a dependência química. Nossa equipe é formada por profissionais capacitados e experientes na reabilitação mental e física de quem está precisando vencer o vício e retomar as atividades.

Além do tratamento ambulatorial em que o paciente visita o hospital somente em consultas previamente agendadas e toma as medicações em casa, há dois tipos de internação. Entenda melhor cada um deles!

Internação voluntária

Esse tipo de internação é voltado para as pessoas que concordam com essa medida e aceitam ir por livre e espontânea vontade para a instituição. O tratamento envolve várias etapas, como a desintoxicação, o controle das crises de abstinência e outras terapias necessárias à recuperação da saúde do paciente.

Internação involuntária

Quando o paciente não aceita a internação ou apresenta sintomas que sugerem emergência psiquiátrica, essa alternativa deve ser imposta. Familiares ou amigos de pessoas nessa condição devem procurar o HSM para receber as devidas orientações sobre o funcionamento da internação compulsória.

Converse com o seu filho antes que seja necessária uma internação involuntária

Em alguns casos, para lidar com o vício, surge a necessidade de internação. Não é fácil indicar e incentivar esse passo para um filho com problemas com drogas. Mas ainda que isso gere uma difícil abordagem é preciso levá-lo à compreensão que a recusa pode comprometer a vida dele, já que, nesse caminho, todo o seu futuro está em jogo.

O princípio básico dessa conversa é ter o cuidado de não usar termos pejorativos e que sugiram a relação entre o uso de drogas e o crime. Ainda que muitos usuários desenvolvam más condutas, como o furto de objetos em casa, isso não deve ser citado durante a conversa.

Nessas circunstâncias, os pais ou responsáveis precisam ter habilidade para direcionar a conversa de forma clara e transparente, mas sem fazer acusações ou julgamentos de valor. Evite palavras agressivas e preze pela sensibilidade na hora de convencer seu filho sobre a necessidade de internação.

Mantenha o foco na importância da ajuda profissional para evitar que a vida pessoal, profissional e social dele seja comprometida. Incentive-o com carinho e afetividade. Conquiste a confiança dele e mostre que não há outro caminho para vencer o vício, já que é muito difícil sair dessa condição sozinho.

O que fazer se não for possível resolver com a conversa

Quando o diálogo não suficiente para convencer o filho a aceitar a internação, os pais não podem esperar que a situação evolua para quadros mais urgentes. No Brasil, as estatísticas indicam um número muito elevado de suicídios infantil e juvenil: foram 11.947 mortes por suicídio em jovens com idade entre 10 a 19 anos na última década.

Além disso, há outras situações de emergências como o surto psicótico e as alucinações, que também têm relação com tentativas de suicídio. Esses casos mais preocupantes demandam internação involuntária, a única medida capaz de evitar maiores transtornos e proteger a integridade do usuário e de seus familiares.

Antes que a situação piore, os familiares devem procurar orientação com profissionais especializados para auxiliar na escolha da melhor decisão. Por isso, é necessário encaminhar o jovem o quanto antes para a avaliação profissional a fim de que as condutas mais adequadas sejam adotadas.

No Brasil, a internação involuntária é assegurada por lei. Ela abrange situações em que há emergência psiquiátrica ou representação de risco para a sociedade. O consumo descontrolado de drogas causa, entre outras complicações, a perda do juízo de valor. Esse é um dos motivos que os pais podem interferir na vontade do filho e optar pela internação compulsória.

Logo, quando outras terapias não surtiram efeito e os pais percebem que não existe vontade de melhorar por parte de quem desenvolveu o vício, a necessidade de internação fica bem clara. Nesse caso, o tratamento em uma instituição especializada torna-se a alternativa mais segura para reabilitar a saúde e o bem-estar de seu filho.

Se você está enfrentando situação semelhante, não desanime! Entre em contato com o Hospital Santa Mônica e esclareça suas dúvidas sobre a internação involuntária!

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