Entenda como ocorre o tratamento para dependentes químicos - Hospital Santa Mônica
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A crescente vulnerabilidade ao uso de drogas entre sujeitos de diferentes perfis gera a necessidade de conhecer melhor o tratamento para dependentes químicos.

A superação desse problema cada vez mais preocupante exige diferentes abordagens. Nesse contexto, o processo de desintoxicação e o acompanhamento terapêutico são fases essenciais ao tratamento.

Nesse sentido, conheça as melhores alternativas para auxiliar o dependente químico na luta contra os entorpecentes e as dicas que o Dr. Claudio Duarte, psiquiatra do Hospital Santa Mônica e Diretor Clínico da Unidade Integrativa Santa Mônica, preparou para você. Confira!

Como funciona o processo de desintoxicação?

A desintoxicação é um processo necessário à reestruturação das funções metabólicas, assim como da estabilidade emocional do usuário de drogas. O tempo de recuperação do organismo varia conforme o nível de toxicidade, as características das substâncias utilizadas e a postura do indivíduo em relação ao tratamento.

Essa parte inicial do tratamento auxilia também na redução dos sintomas da abstinência e da fissura mais proeminente no início. Isso contribui bastante para a reabilitação física e psicológica necessária para que o paciente permaneça firme em seu propósito.

Para alcançar bons resultados, a equipe multidisciplinar deve avaliar minuciosamente o estado clínico e psíquico do usuário. Essa análise possibilita adotar uma terapia personalizada a fim de desintoxicar o organismo e, de modo seguro, controlar o problema e enfrentar os passos seguintes.

Quais as etapas mais importantes desse processo?

Todas as etapas são igualmente importantes. Contudo, alguns passos merecem atenção especial para que a desintoxicação seja bem-sucedida. Veja quais são.

Uso de medicações

As medicações devem ser personalizadas e monitoradas durante 24 horas por dia. Esse cuidado evita que o usuário de drogas fique dependente dos medicamentos, já que a fisiologia natural de um organismo intoxicado requer alguma substituição ao que lhe foi retirado. Igualmente importante é o controle de possíveis complicações do uso e da síndrome de abstinência.

Convém avaliar também a necessidade de prescrever outras substâncias complementares. Se for o caso, o médico poderá incluir medicações para aliviar dores no corpo ou controlar as emoções, por exemplo.

À medida que a concentração de tóxicos diminui no organismo, os remédios ansiolíticos e antidepressivos poderão ser essenciais. Por isso, esse acompanhamento multidisciplinar é tão importante ao processo de recuperação.

Apoio psicológico constante durante a abstinência

O apoio e a presença eventual da família são indispensáveis ao tratamento para dependentes químicos. No entanto, para que o usuário supere a fase de abstinência, o acompanhamento psicológico ou psiquiátrico é de extrema importância.

Esse olhar profissional permite, de modo seguro, perceber a evolução da terapia e amenizar os principais impactos da abstinência. Contar com a disponibilidade dos especialistas aumenta consideravelmente as chances de reabilitação.

Ansiedade e depressão são alguns dos distúrbios emocionais de difícil controle no período de abstinência. Assim, o trabalho multidisciplinar ajuda o paciente a ultrapassar barreiras, como o risco para recaídas.

Incentivo à mudança de comportamento

Estabelecer condições para que o paciente consiga mudar de comportamento é uma das metas que devem ser trabalhadas seriamente. Mediante isso, convém evitar quaisquer formas de contato com amigos que usam drogas ou outros fatores desencadeadores do transtorno.

Como parte do tratamento, os familiares devem ser orientados a impedir, de forma incisiva, qualquer aproximação do paciente com locais suspeitos de consumo de tóxicos.

Além disso, deve-se evitar também o uso de bebidas alcoólicas: o álcool entorpece as faculdades mentais, atrapalha a desintoxicação e aumenta o risco de recaída. Isso quando o paciente não está em tratamento por dependência alcoólica.

Logo, nessa fase, é muito importante manter um diálogo aberto com o paciente e insistir para que ele não desista do tratamento. Os profissionais envolvidos devem salientar como o “não ao entorpecimento” traz novos significados à vida e sinaliza maiores expectativas quanto ao futuro.

Como acontece o acompanhamento psicoterapêutico?

A ação psicoterapêutica consiste na combinação de remédios e terapia. São diversos estágios determinados por importantes linhas metodológicas. Assim, a tarefa da equipe multiprofissional — médicos, psicólogos, enfermeiros e terapeutas ocupacionais — fornecerá todo o suporte necessário ao tratamento.

Dessa forma, o trabalho fica concentrado em medidas com vistas à desintoxicação e ao empoderamento exigido ao abandono definitivo do vício.

Como medidas de prevenção contra as recaídas, é preciso que os profissionais façam sucessivas avaliações da proposta terapêutica. Essa conduta favorece a percepção da necessidade de ajustes que tornem as intervenções mais eficientes.

Quais os melhores tratamentos para dependentes químicos?

Confira as melhores opções de tratamento para a reabilitação mental e física dos usuários de drogas.

Tratamento interno

A internação garante que o usuário receba cuidados e apoio de uma equipe multiprofissional. O tempo necessário ao processo de internação varia conforme a necessidade e a condição de saúde do paciente.

Além de afastar o usuário de pessoas ou de locais com consumo de drogas, em um hospital especializado, o trabalho de ressocialização é essencial ao retorno do paciente ao convívio com a sociedade.

Tratamento externo

Essa modalidade permite que o paciente durma em casa e retorne ao hospital ou consultório dos profissionais conforme o agendamento. Essa terapia é indicada para os casos mais simples e de menor risco, nos quais o usuário se submete ao tratamento integrado ao apoio psicológico, mas não necessita de internação.

Tratamento com internação parcial

A internação parcial é a combinação entre os tratamentos interno e externo. Sendo assim, o indivíduo recebe toda a atenção necessária durante o dia e, ao final da tarde, retorna para casa.

Tratamento hospitalar

Quando o dependente químico representa uma ameaça a si e aos outros é indicada a internação hospitalar mais restritiva. Nesses casos, a gravidade do problema exige um monitoramento contínuo pela equipe multidisciplinar.

Nessa modalidade de tratamento, o acompanhamento dos familiares, apenas de forma monitorada, é solicitada conforme a necessidade.

Quais as vantagens do tratamento para dependentes químicos em um hospital?

Há algumas décadas, a dependência química era vista com certa resistência, ou até mesmo sob um viés preconceituoso. Muitos a consideravam desvio de caráter ou consequência de alguma desordem psiquiátrica. Porém, agora tudo mudou.

Nessa nova abordagem, as instituições expandiram os serviços destinados à reabilitação da saúde de quem não consegue vencer sozinho essa luta. Desse modo, o vício em entorpecentes é tratado dentro do contexto biopsicossocial do ser humano.

O tratamento nos hospitais especializados proporciona benefícios incontáveis. Além do afastamento de ambientes prejudiciais à recuperação, a interação com outros pacientes favorece a troca de experiências e fortalece os ânimos na luta contra as drogas.

Logo, a família se sente mais encorajada a buscar ajuda, pois os hospitais têm uma metodologia centrada na restauração da vida, da dignidade humana e no bem-estar do indivíduo.

Em quais aspectos o tratamento pode auxiliar o paciente e sua família?

A dependência de substâncias psicoativas impacta profundamente em várias nuances sociais, profissionais, biológicas, familiares, psíquicas e comportamentais. Assim, um tratamento adequado faz muita diferença na vida dessas pessoas e de suas famílias, pois trazem a esperança de que necessitam.

A dependência química compromete a qualidade de vida tanto do usuário como daqueles de seu convívio familiar ou social. Essa realidade gera muito sofrimento devido à exposição constante aos riscos à integridade moral e física.

O apoio da equipe multidisciplinar também é importante para garantir o suporte emocional aos familiares que acompanham, de perto, essa investida.

Nessa conjectura, a busca de auxílio profissional representa chances reais de superação desse problema. Dada a sua complexidade, a falta de tratamento adequado resulta em graves danos à integridade física, emocional, social e à vida profissional, já que mantém o indivíduo refém dessas substâncias.

O uso de drogas entre jovens no Brasil tem aumentado bastante. Essa prática está associada a questões cujas vertentes não se limitam apenas aos prejuízos individuais. Causam, ainda, graves transtornos à ordem social também.

Percebe-se, por fim, que a família não pode hesitar em buscar soluções imediatas para o tratamento de dependentes químicos. Esse é o caminho mais seguro para construir uma sociedade mais harmônica e renovar a esperança em dias melhores.

Se você conhece alguém que necessita de tratamento contra as drogas, não perca tempo: entre em contato com o Hospital Santa Mônica e conheça nossas soluções!

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