Quais as principais doenças psiquiátricas? Entenda como tratá-las - Hospital Santa Mônica
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Também chamadas de transtornos mentais, as doenças psiquiátricas são caracterizadas como o comprometimento das funções cognitivas. Elas são desencadeadas por múltiplos fatores e podem surgir em qualquer indivíduo e em qualquer fase da vida.

A maioria desses desequilíbrios que afetam a estabilidade da mente estão amplamente associados a doenças emocionais crônicas como crises depressivas, ansiedade patológica e distúrbios de personalidade.

Se você gostaria de saber quais são as principais doenças psiquiátricas e quais os tratamentos disponíveis, este artigo pode ajudá-lo. Aqui você entenderá por que o estresse e a ansiedade influenciam tanto o surgimento desses transtornos. Saberá, ainda, como um tratamento em um hospital especializado em saúde mental pode conter o impacto desses problemas. Acompanhe!

O que são doenças psiquiátricas?

As doenças psiquiátricas são conceituadas como uma condição de anormalidade na ordem psíquica, mental ou cognitiva, e podem ter causas determinadas ou não. Além de provocar comorbidades em diversos órgãos do corpo — devido à redução da defesa imunológica — elas também afetam a vida pessoal, profissional e social.

Geralmente, esses transtornos psiquiátricos estão vinculados a questões de herança genética, alterações bioquímicas da produção de neurotransmissores cerebrais e problemas hormonais.

As doenças psiquiátricas também podem surgir por causas diversas. Algumas são desencadeadas em decorrência do abuso de substâncias tóxicas ou relacionadas ao desajuste emocional influenciado pelo estilo de vida.

Quais são as principais doenças psiquiátricas?

Listamos as doenças mentais mais comuns. Confira!

Transtorno bipolar

Essa é das doenças mentais mais comuns na sociedade moderna. Esse desequilíbrio provoca oscilações imprevisíveis no estado emocional, afeta o humor e tem relação muito próxima com a depressão. Suas principais características são a instabilidade psicológica, que se revela pela alternância de um estado de angústia e desânimo com impulsividade e extroversão.

Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC)

Assim como o próprio nome sugere, esse transtorno provoca sentimentos e pensamentos obsessivos e compulsivos que comprometem o equilíbrio emocional do indivíduo e afeta a execução de suas tarefas de rotina.

O paciente com TOC apresenta comportamentos exagerados em relação a coisas simples do cotidiano. A maioria dessas pessoas tem mania de limpeza, tanto da casa como em relação aos hábitos de higiene pessoal.

Elas desenvolvem, por exemplo, obsessão pela lavagem das mãos e se justificam pelo medo descontrolado de contrair doenças. Outras são adeptas ao hábito de colecionar objetos ou de agir impulsivamente, de forma muito ansiosa ou extremamente eufórica.

Distúrbios alimentares

Uma das doenças ligadas ao desequilíbrio psiquiátrico é a Anorexia Nervosa: um problema caracterizado pelo emagrecimento intencional resultante da recusa aos alimentos. Alguns fatores típicos da Anorexia é a visão distorcida da própria imagem no espelho, que é sustentada pelo medo excessivo de engordar.

Contrário a isso, há a Bulimia: o hábito de ingerir grandes quantidades de alimentos para, imediatamente induzir o vômito com a finalidade de eliminar as calorias que foram ingeridas.

Além da indução do vômito, existem outras práticas que também caracterizam a Bulimia. O uso contínuo de laxantes, a adoção de jejuns prolongados e a prática de exercícios físicos muito intensos, mesmo sob o risco de prejudicar-se.

Transtornos de Ansiedade

Também conhecido como Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG), esses desequilíbrios afetam um contingente cada vez maior de pessoas. São caracterizados pelo medo sem causa aparente e geram preocupação excessiva com o que ainda não aconteceu — e que talvez nunca acontecerá.

Provoca, ainda, uma exagerada sensação de desconforto, mau pressentimento e tensão emocional bastante desagradáveis. Além disso, os dados epidemiológicos são muito preocupantes, pois a TAG está acentuando cada vez os índices de afastamento do trabalho, segundo um estudo realizado pela Universidade Federal do Piauí.

A TAG se expressa de diferentes formas. No entanto, as mais comuns são a ansiedade patológica, os distúrbios somatoformes, as fobias e a síndrome do pânico. Os sintomas dessa doença são muito prejudiciais porque afetam vários aspectos da vida emocional, profissional e social do indivíduo.

O transtorno também desencadeia mecanismos que provocam sintomas físicos muito desconfortáveis e  de difícil controle. Os mais evidentes são sudorese, tremores dos membros inferiores e superiores, palpitação, dores torácicas, sensação de sufocamento e de formigamentos nas mãos e nas costas.

Esquizofrenia

A Saúde Pública classifica a Esquizofrenia como um dos principais transtornos psicóticos, e que tem relação com inúmeras enfermidades de cunho psiquiátrico. Isso porque essa doença pode, tanto elevar a gravidade de problemas mentais preexistentes como surgir em decorrência destes.

Os sinais mais evidentes desse mal são os distúrbios da linguagem e a desorganização do pensamento. No grau mais avançado, ela também afeta a percepção da realidade e altera a expressão do pensamento.

Algumas doenças psiquiátricas ocorrem por associação e, com isso, podem agravar diferentes quadros clínicos, ainda que seja de forma insidiosa. Nesse sentido, a avaliação diagnóstica precoce é extremamente relevante para prevenir a evolução dos níveis de morbidade e de comprometimento mental.

Somatização

A somatização é definido como um distúrbio psiquiátrico em que o paciente apresenta variadas queixas físicas devido às dores em diversos órgãos ou membros do corpo. Porém, essas sensações não são diagnosticadas em exames e nem facilmente explicadas pelos médicos, já que não apresentam nenhuma alteração clínica perceptível.

Geralmente, as pessoas com esse tipo de transtorno de somatização sofrem com ansiedade excessiva e apresentam constantes alterações do humor. A impulsividade também costuma estar presente e é um dos fatores de agravamento do quadro de somatização.

Qual a relação entre estresse, ansiedade e doenças psiquiátricas?

Na realidade, os problemas de ordem social estão relacionados às doenças psiquiátricas — quando agravadas pelo estresse e depressão — impõem uma situação que, em termos de causa e efeito, tornam-se gatilhos para acentuar esse quadro clínico.

O Doutor Carlos Eduardo Zacharias, diretor clínico do nosso hospital, explicou detalhadamente porque existe essa ligação: “é devido ao paciente ter uma doença, ou seja, um transtorno que causa, para ele, uma série de problemas na esfera social, problemas de relacionamentos, questões ligadas à justiça e outros.”

Logo, nem sempre é o social que determina a doença, mas na maioria das vezes, é a doença que vai gerar o problema social como consequência. O resultado dessa interação é que faz o doente entrar de novo em um ciclo negativo.

Nessas condições, o paciente pensa o seguinte: “eu estou doente, eu tenho problemas no meu emprego, com a minha família, e em todos os lugares esses agravos me acompanham.” Logo, isso gera mais ansiedade, mais angústia, o que faz piorar a doença novamente.

Mediante isso, o doutor Zacharias defende a necessidade de mais atenção à saúde mental, principalmente por meio de medidas de educação preventiva mais eficazes: “em relação à depressão ou ansiedade, a primeira ação de prevenção é conter os gatilhos”.

Considerado pelo SUS como um dos principais fatores causais de diversas comorbidades, o estresse pode ocorrer em níveis diferenciados: leve, moderado ou crônico. No entanto, a redução da capacidade de controle emocional e o modo de enfrentamento dos problemas ocorrem em todos os níveis, o que eleva a probabilidade do surgimento de doenças.

Mediante isso, enumeramos 5 doenças mais comuns causadas pelo estresse. Confira!

Problemas dermatológicos

Pessoas que sofrem de estresse crônico e que duram por períodos muito longos tendem a desenvolver algumas dermatites. As mais comuns são acne, processos alérgicos e manchas escuras.

Nos casos mais graves podem surgir o vitiligo e a psoríase, que também têm relação com a autoimunidade. O estresse crônico altera a produção de substâncias cerebrais específicas e que são responsáveis pelo controle emocional, o que acentua as chances de desencadear essas enfermidades.

Doenças cardiovasculares

Como consequência de influências hormonais, o estresse excessivo pode provocar  o fechamento — ou o mau funcionamento — das artérias e veias mais importantes do coração. Isso gera complicações generalizadas porque reduz o aporte sanguíneo para as células e tecidos.

Com um fluxo sanguíneo menor, o trabalho do coração é forçado. Por conseguinte, os batimentos cardíacos aumentam e causam alterações nos níveis da pressão arterial. Entre outros danos, essa condição pode resultar em Acidente Vascular Cerebral (AVC) e em Infarto.

Envelhecimento precoce

Os hormônios são substâncias comumente liberadas pelas glândulas endócrinas e têm a função de controlar as reações metabólicas. Além do mais, eles também influenciam o estado emocional. Assim, quando o organismo se encontra sob pressão psicológica muito forte, há um desequilíbrio que provoca uma descarga maior de substâncias prejudiciais à saúde.

Um desses efeitos é a produção de radicais  livres, que provocam o envelhecimento da pele e compromete a função dos tecidos. Isso ajuda a entender a intrínseca relação entre estresse crônico, hábitos alimentares e envelhecimento precoce.

Insônia

Além das questões de cunho pessoal, profissional e social, as mudanças no padrão hormonal das substâncias que coordenam o sono podem gerar interrupções que comprometem a qualidade do descanso.

Para reduzir os efeitos negativos desse quadro, cultivar hábitos como tomar um copo de leite morno antes de se deitar pode trazer benefícios. Convém, ainda, evitar o consumo de alimentos como chá preto, café e chocolate, já que eles contêm potentes estimulantes como a cafeína.

Depressão

Considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como o Mal do Século, a depressão é um dos problemas mais comuns na sociedade moderna. Existe uma relação muito próxima entre o estresse crônico e o surgimento da depressão.

Essa relação é sustentada pelo desequilíbrio bioquímico do cortisol provocado pelos altos níveis de estresse. Quando o cortisol aumenta, há a queda muito acentuada da dopamina e da serotonina, os hormônios que controlam a depressão.

É possível controlar o estresse e a ansiedade?

Sim! Ambas as doenças são passíveis de controle, pois há alternativas que podem representar bons resultados para atenuar os efeitos desses males. Veja quais são!

Vença o sedentarismo

A maneira mais simples — e segura — de minimizar os impactos do estresse e da ansiedade sobre a saúde mental e física praticando exercícios. Durante a realização das atividades físicas há a produção de neurotransmissores, como a serotonina, que eleva a sensação de prazer e reduz o cansaço e a ansiedade excessiva.

Assim, tentar vencer o sedentarismo e incluir algum exercício na agenda semanal pode ajudar bastante a reequilibrar as emoções e tornar o cotidiano mais leve e tranquilo. Mas lembre-se: antes de iniciar qualquer plano de exercícios, o ideal é passar por uma avaliação médica.

Evite ser dominado pelo estresse

Indivíduos mais propensos ao estresse e à ansiedade precisam buscar formas de reduzir, ao máximo, o seu estresse diário. Em índices elevados, os hormônios que desencadeiam o estresse aumentam também a ansiedade. Outras sensações negativas e prejudiciais como a irritabilidade, a impulsividade e a agressividade também resultam dessa combinação de elementos estressantes.

Pense positivamente

Mediante situações de ansiedade exagerada e que se estende por muito tempo, a orientação é evitar os pensamentos negativos, desgastantes ou catastróficos. Procure avaliar calmamente a gravidade do problema e busque alternativas de resolução, mas que te permita estar no controle de suas emoções.

Dedique tempo a si mesmo

Na correria imposta pelos compromissos e responsabilidades da vida moderna, convém repensar ações, atitudes e parar um pouquinho para respirar. Por isso, procure reservar alguns minutinhos do dia para refletir e tente ouvir o seu íntimo: reavalie as suas reais necessidades.

Dedicar algum tempo a si mesmo pode contribuir diretamente para controlar o estresse que gera ou aumenta a ansiedade. Saber olhar para dentro de si e perceber o que realmente precisa ser mudado é essencial para facilitar o alcance dos objetivos e ter uma vida mais plena e feliz.

Seja leve

Uma das melhores alternativas para reduzir o efeito da ansiedade e do estresse crônico é evitar ações ou situações que levam a agitação, raiva ou ao desgaste emocional desnecessário. Aqui, vale repensar em um clichê que circula bastante nas redes sociais: “seja leve, e releve!”

Às vezes, você pode está valorizando algo que, na verdade, nem tem tanto valor assim. Ou, se você analisar bem, nem é tão importante quanto parece. Ou talvez, não depende de você para resolver.

Logo, convém evitar esses desgastes, ou, pelo menos, passar a olhar para os problemas por um ângulo mais positivo e menos prejudicial. Na verdade, isso nem sempre é fácil. Mas é possível: o primeiro passo é tentar.

Quais são os melhores tratamentos para as doenças da mente?

Nas últimas décadas, os avanços nos tratamento das doenças psiquiátricas foram extraordinários. A compreensão da dinâmica das doenças e dos fatores que se sobrepõem gerando esses transtornos é essencial ao direcionamento das condutas médicas.

A maioria das intervenções para tratar essas enfermidades se subdividem entre os métodos somáticos e psicoterapêuticos. Os classificados como somáticos incluem medicações e terapias estimulantes das funções cerebrais. As psicoterapêuticas promovem a modulação comportamental.

Diante disso, confira os tratamentos disponíveis para reduzir os sintomas das doenças psiquiátricas.

Medicamentos

Os psiquiatras costumam apostar em medicamentos da classe dos psicoativos para controlar — ou reverter — os efeitos negativos provocados pelos desajustes cerebrais típicos do desequilíbrio mental. Principalmente para evitar agravos clínicos que podem evoluir para emergência psiquiátrica.

Esses métodos são largamente utilizados tanto em tratamentos ambulatoriais como nas internações, e têm se mostrado bastante eficazes na reabilitação do paciente.

Terapia cognitiva

A terapia cognitiva é usada para estimular o indivíduo à compreensão de que as distorções do seu pensamento são os pilares que sustentam a maioria dos problemas que surgem na vida dele. Com essa metodologia, é possível motivar a pessoa a aprender a pensar de um modo totalmente diferente em relação às experiências, o que traz significativa melhora em seu comportamento.

Terapia comportamental

Essa metodologia é comumente usada em associação com a terapia cognitiva, modalidade conhecida como terapia cognitivo-comportamental. Os especialistas afirmam que elas se complementam e, como resultado dessa combinação o paciente experimenta a redução dos sintomas em curto prazo.

A base dessa terapia têm como objetivo auxiliar o indivíduo a desaprender alguns comportamentos inadequados e prejudiciais. Essa modulação comportamental atenua a ansiedade e o estresse e é capaz de devolver a segurança sobre o controle emocional em situações adversas e delicadas.

Terapia de manutenção

Essa intervenção é a mais comumente usada pelos psicoterapeutas. O foco é a promoção de uma interação empática e de manutenção de uma relação de confiança entre o doente e o terapeuta. O paciente estimula a expressão do que sente e revela o que mais o incomoda. Por usa vez, o terapeuta dá suporte e propõe a solução dos problemas.

Por que escolher tratamento em hospital psiquiátrico?

Até a pouco tempo, a sociedade mantinha uma ideia totalmente equivocada do papel de um hospital psiquiátrico. Por uma imposição cultural, ou até mesmo por influência de uma visão preconceituosa, a maioria das pessoas pensavam que essas instituições eram exclusivamente para loucos.

Felizmente, essas impressões estereotipadas já foram desfeitas e, hoje, a procura pelos hospitais especializados em saúde mental já é bastante comum. Isso porque a abrangência dos tratamentos, assim como os benefícios ao paciente, é cada vez maior.

Essa visão mais positiva quanto à importância da submissão ao tratamento em hospital psiquiátrico se deve a diferentes fatores e estratégias diferenciadas de terapias. O doutor Zacharias justifica a relevância dessa escolha: “o paciente tem o atendimento psiquiátrico, clínico e toda a equipe multiprofissional para assegurar o suporte necessário.”

Quanto ao tempo de tratamento, ele explica: “ nós tentamos, no menor tempo possível, restabelecer esse paciente para que ele possa sair do hospital e continuar o tratamento no ambulatório. Isso é fundamental para ele porque se o paciente não tiver esse local no momento de crise, algo mais grave poderá acontecer.”

Logo, optar pelo tratamento em hospitais especializados ajuda a superar o estigma de que o doente mental é violento e agressivo. Porém, ele não é violento e agressivo quando está bem tratado e tem o apoio que necessita. Sem tratamento adequado, alguns poderão, realmente, tornar-se um risco tanto para si quanto para a sociedade.

Há, portanto, mais fatores que justificam a escolha de uma instituição especializada para tratamento em saúde mental. Veja:

  • suporte psicoterapêutico dos profissionais dessa área;
  • terapia integrada com vários especialistas;
  • possibilidade de participação da família;
  • apoio de uma equipe multiprofissional;
  • ambiente favorável ao tratamento;
  • infraestrutura adequada.

Qual o impacto de um bom tratamento em hospital psiquiátrico?

Geralmente, a reabilitação da saúde mental exige um tratamento longo. Nenhuma desordem emocional ou síndrome psiquiátrica — quer seja depressão, transtorno de ansiedade ou um quadro psicótico — é resolvida em um curto período de tempo.

O problema é que muitas pessoas procuram um tratamento e, assim que apresentam um sinal de melhora. já abandonam o tratamento. Porém, se os sintomas voltarem  a incomodar, elas se lembram do psiquiatra novamente.

Um dos grandes desafios da saúde mental é fazer com que os pacientes entendam  a importância da continuidade do tratamento. A maioria das doenças psiquiátricas demandam muito tempo para a recuperação e, na maioria dos casos, vai necessitar tratamento a vida toda.

Por isso, quando o paciente é submetido à internação hospitalar, o impacto sobre a recuperação dele atinge outro patamar. O tratamento é mais completo, duradouro e traz vantagens substanciais.

Listamos alguns desses benefícios. Confira:

  • processo de desintoxicação eficiente, no caso de tratamento de dependência química;
  • fortalece as emoções positivas e auxilia a superar as doenças psicossomáticas;
  • segurança da integridade física, nos casos de síndrome do pânico ou de psicoses;
  • conscientização sobre a importância da continuidade do tratamento;
  • eleva a autoconfiança e melhora a autoestima.

Qual a importância de uma equipe multiprofissional na saúde mental?

“A equipe multiprofissional precisa atuar exatamente porque ninguém consegue fazer tudo sozinho para resolver o problema de um paciente”, destaca doutor Zacharias. De forma incisiva, ele fala sobre a importância de cada componente executar a sua parte com precisão: “cada um deve fazer a sua parte, se reunir e tentar ver dentro das características de cada paciente aquilo que é melhor para ele, pois isso é fundamental.”

A equipe de enfermagem, não só os enfermeiros, têm um papel fundamental, porque são eles que ficam 24 horas por dia, 7 dias por semana com os pacientes. A equipe de psicoterapia é fundamental durante a internação para que o paciente seja atendido e compreenda o que tem e o porquê de estar sendo internado.

O serviço social é acionado sempre que há necessidade de se fazer um contato ou uma ponte entre os familiares e o paciente internado. Isso ajuda no restabelecimento dos laços afetivos, visto que, geralmente, essa relação já está muito desgastada.

Para assegurar uma reabilitação mais completa, a terapia ocupacional vai oferecer alguma coisa para o paciente fazer. Ou seja, ele não vai ficar internado tomando remédio, apenas. É preciso otimizar o tempo com coisas úteis e saudáveis.

Por isso, todas essas atividades têm que ser mensuradas de acordo com a possibilidade e o estado de saúde de cada interno. Nesse contexto, contar com o apoio de uma equipe multiprofissional, como a do Hospital Santa Mônica, é essencial para assegurar maior qualidade ao tratamento das doenças psiquiátricas e restabelecer a saúde do indivíduo.

Aprendeu com nosso conteúdo? Agora que já conhece as principais doenças psiquiátricas, veja também como é a estrutura de um hospital referência em psiquiatria.

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