Crises de abstinência: como lidar com essa situação? - Hospital Santa Mônica
Hospita Santa Mônica

Olá, bem-vindo. Escolha um setor para falar conosco.

As crises de abstinência surgem por associação de vários fatores. Geralmente, elas são impulsionados por características emocionais, herança genética, padrões de gênero, estilo de vida e aspectos comportamentais e sociais.

Mediante isso, não se pode ignorar os impactos dessa síndrome sobre a saúde mental e física do indivíduo e nem adotar uma posição limitada. Os efeitos da abstinência exercem influência no âmbito biológico, social, moral e psicológico e, nesse contexto, exigem soluções urgentes.

Logo, o objetivo deste material é fazer uma abordagem mais ampla sobre as crises de abstinência. Veja, então, o que é essa síndrome, quais são os sintomas, como proceder frente as crises e como direcionar o tratamento para o caminho da recuperação, mesmo que seja necessária a internação involuntária. Boa leitura!

Como as drogas agem no organismo?

Ainda que sejam usadas em pequenas quantidades, a maioria das drogas tem efeito muito potente sobre o funcionamento geral do organismo. As substâncias que são inaladas são rapidamente absorvidas pelas células pulmonares e, em fração de segundos, alcançam a corrente sanguínea e chegam ao cérebro.

Por meio dessa rápida trajetória, essas substâncias geram uma grande — e falsa — sensação de bem-estar e de prazer. Isso ajuda a entender o que leva os usuários ao vício, pois quando passa esse efeito, eles querem sempre usar mais drogas para manter essa condição de leveza e de aparente “felicidade”.

As drogas de uso oral, como o ecstasy, ou as injetáveis como o ácido lisérgico (LSD) e a heroína também costumam causar impactos bem parecidos no cérebro. Isso porque o efeito das drogas no organismo são bem semelhantes, principalmente nas áreas cerebrais.

O uso constante desses entorpecentes eleva os riscos para o desenvolvimento de várias enfermidades mentais e físicas. No âmbito psíquico, destacam-se a síndrome do pânico, as psicoses e as crises maníaco-depressivas. Conforme o nível de gravidade, esses desequilíbrios podem evoluir até mesmo para a ideação suicida.

Já em relação aos danos causados sobre a função dos órgãos nobres do corpo, o derrame cerebral, o comprometimento das funções respiratórias e as doenças cardiovasculares — como o infarto e a doença vascular periférica — são os mais evidentes.

O consumo de substâncias tóxicas por um longo período, leva ao comprometimento das funções psicomotoras também. O usuário torna-se mais propenso a quedas, perde a capacidade de discernir ações boas das ruins, o que acentua os riscos à própria integridade física e a das pessoas de seu círculo social.

Se não freados a tempo, o efeito prejudicial dos entorpecentes compromete a vitalidade e abre as portas para o desenvolvimento de inúmeras complicações. Conforme o estado geral do dependente químico, algumas comorbidades podem se tornar irreversíveis, ou evoluir para o risco de suicídio.

Na atualidade, o impacto negativo das drogas sobre a sociedade tornou-se uma das questões mais preocupantes para a Saúde Pública. Além de causar a redução da capacidade crítica, reflexiva e danos em diferentes áreas da vida do usuário, o vício o expõe à vulnerabilidade marginal e à exclusão social.

No Brasil e no mundo, a questão das drogas onera os cofres públicos e causa um enorme prejuízo econômico e social. Pesquisas indicam que os gastos do SUS com dependentes químicos já ultrapassaram 9 bilhões de reais. Essas estatísticas comprovam a gravidade do problema e reforçam a importância de atenuar os seus impactos.

Como é o tratamento para dependentes químicos?

Quanto ao tratamento para dependentes químicos, um dos pontos mais importante a ser considerados é o diagnóstico precoce. Assim como ocorre em todas as doenças, a avaliação precoce é essencial para direcionar o tratamento antes da piora do quadro.

Vale lembrar também que não existe um único tratamento: para alcançar melhores resultados, o ideal é mesclar diferentes terapias. Assim, qualquer problema enfrentado pelo dependente químico precisa ser tratado concomitantemente por uma equipe de especialistas de diferentes áreas, mas com foco na reabilitação da saúde integral.

Médico psiquiatra, psicólogo, clínico geral, terapeuta ocupacional e enfermeiro são alguns dos profissionais que devem compor a equipe multidisciplinar. O trabalho conjunto desses especialistas proporciona mais eficácia ao tratamento para controle das crises de abstinência.

Outro detalhe importante é adotar condutas personalizadas e em conformidade com as necessidades ou o com o grau de comprometimento de quem não consegue vencer esse desafio sozinho. A atenção a esse fator é essencial para assegurar que essas intervenções terapêuticas individualizadas facilitem a avaliação periódica dos resultados do tratamento.

Já na primeira consulta, o estado geral do paciente é avaliado criteriosamente a fim de que sejam traçadas estratégias básicas que conduzirão as intervenções terapêuticas. Em linhas gerais, o tratamento é baseado em acompanhamento psicoterapêutico e no processo de desintoxicação.

Para entender melhor essa proposta, confira os tipos de tratamentos disponíveis para a superação dos males causados pelas drogas no organismo.

Medicações

A maioria dos medicamentos usados no controle e no tratamento para dependência química foi desenvolvido há poucas décadas. No entanto, vale ressaltar que não há remédios milagrosos, mas que a adoção de certas substâncias têm o poder de limitar o efeito nocivo da dependência.

Por isso, os remédios são escolhidos de acordo com o nível de dependência psíquica e do estado de toxicidade do organismo do usuário. Porém, as medicações não são prescritas isoladamente, visto que elas devem ser administradas paralelamente com outras terapias.

Há dois tipos de medicações, cujos efeitos variam de acordo com o quadro clínico do usuário de drogas. Logo, essas medicações podem agir de diferentes formas. Confira:

  • medicação aversiva: quando administrada com a droga provoca mal-estar geral para que o indivíduo perca o interesse pelas substâncias tóxicas;

  • medicação substitutiva: esse medicamento age diretamente no Sistema Nervoso Central e seu princípio ativo mimetiza o efeito da droga.

Psicoterapia

Os tratamentos psicoterápicos podem auxiliar bastante na recuperação da saúde mental dos dependentes químicos. Essas intervenções são utilizadas como tratamento complementar às medicações a fim de que o indivíduo consiga restabelecer o equilíbrio emocional necessário para conseguir vencer o vício.

Enumeramos algumas terapias que asseguram melhores resultados. Veja quais são!

Terapia cognitivo — comportamental

O propósito desse tipo de terapia é proporcionar condições propícias à mudança de pensamentos por meio das alterações cognitivas. O terapeuta utiliza métodos que estimulam a modulação do comportamento do usuário em relação ao hábito de consumir drogas.

A base da ação dessa terapia comportamental considera que a opção pelas substâncias entorpecentes resulta de um comportamento aprendido. Assim sendo, há possibilidades de o indivíduo “desaprender” ou de se desinteressar pelos tóxicos.

Porém, essa mudança comportamental exige a adoção de uma postura firme e a decisão de se manter longe dos estímulos ao uso de drogas. Os mais importantes e que precisam ser vencidos é ter a consciência da necessidade de mudar as ações e o comportamento frentes ao problema.

Para tanto, o dependente deverá enfrentar de vez os momentos de “fissura”, afastar-se de outros usuários e procurar preencher o tempo e os pensamentos com alternativas saudáveis.  A opção por jogos interativos, atividades recreativas, prática de esportes ou o aprendizado de algum trabalho novo ajuda nesse processo.

Terapia de grupo

A participação em atividades interativas com outras pessoas que tenham objetivos e propósitos semelhantes ajuda muito na recuperação dos usuários de entorpecentes.

Além disso, essas  terapias são monitoradas por profissionais com experiência e habilidade para discutir aspectos relacionados à importância de superar os sintomas da dependência química.

O envolvimento auxilia também na integração social, evita o isolamento e fortalece emocionalmente o paciente durante o tratamento. Nos grupos, os usuários trocam depoimentos e falam de suas expectativas futuras. Isso é importante para que o indivíduo perceba que não está sozinho nessa investida.

Terapia familiar

Segundo o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), uma entidade ligada à ONU, 29 milhões de pessoas adultas são usuárias de drogas e entorpecentes. Familiares, amigos e profissionais de saúde não podem desconsiderar essa situação, já que esses dados sugerem a necessidade de intervenções urgentes.

Muitas famílias não conseguem — ou não sabem lidar com um integrante com problemas de dependência química. Em nossa cultura, o uso de droga tem sempre um viés repressivo quando, na verdade, deveria ser visto sob um contexto multifatorial e que exige tratamento.

Logo, a opção pela terapia familiar é uma das condutas mais assertivas para minimizar os conflitos resultantes dessas questões. Isso evita que o usuário seja exposto a mais sofrimento que o leve ao isolamento da família ou resultar em problemas mais graves como agressividade e violência.

Como é o processo de desintoxicação?

A dependência química resulta de mecanismos psicológicos induzidos por diferentes questões. Esses pilares são sustentados pela busca do prazer e, ao mesmo tempo, pela fuga dos problemas que incomodam, provocam dor e que, aparentemente, não têm solução.

Assim, muitas pessoas veem nas drogas a opção para resolver esses embates e, por isso, acabam mergulhando em um ciclo vicioso que compromete, além da estabilidade fisiológica, suas relações pessoais, sociais e profissionais.

Um dos pontos mais cruciais para superar as crises de abstinência é restabelecer o equilíbrio psíquico para que as regiões cerebrais, já acostumadas com as drogas, consigam desempenhar as funções sem esse estímulo nocivo.

Assim, o processo de desintoxicação exige um trabalho conjunto com o uso de medicações e de terapias psicológicas. Isso permite que o indivíduo tenha mais condições de recuperar a força mental exigida para controlar a falta da droga no organismo.

No entanto, o ideal é que o processo de desintoxicação seja realizado em um hospital com estrutura para oferecer todo o suporte necessário ao paciente.

Muitos dependentes químicos podem ter reações inesperadas e que exigem socorro emergencial. Nessa perspectiva, a escolha de uma instituição que tenha uma equipe multidisciplinar capacitada garante resultados mais eficazes.

O que são e por que ocorrem as crises de abstinência?

As crises de abstinências são caracterizadas por um conjunto de sinais e sintomas decorrentes das reações provocadas pela ausência da droga. Esses eventos são parte natural do processo de desintoxicação, ou seja, ocorrem quando o organismo percebe a falta da substância geradora da dependência.

Essa síndrome resulta de reações orgânicas, que podem ser de caráter físico ou psíquico, em razão da interrupção brusca do uso de entorpecentes.

Tão logo o indivíduo inicia um tratamento de desintoxicação, a renúncia ao consumo da droga pode gerar graves perturbações pelo fato de o organismo já está acostumado às substâncias.

Por isso, podem surgir alterações comportamentais imprevisíveis devido à falta desse estímulo tóxico para a realização das atividades mentais do indivíduo. O primeiro sinal é a “fissura” pela droga.  

Entende-se por “fissura” a ocorrência de um desejo muito forte de utilizar a droga. Essa vontade é quase incontrolável e, às vezes, pode provocar reações enérgicas como agressividade e perda do equilíbrio psíquico.

As crises de abstinência são um dos fatores que mais contribuem para a dependência crônica.  Por isso, muitos usuários apresentam grande dificuldade de abandonar o vício sozinhos e precisam se submeter a um processo de desintoxicação.

O uso prolongado de entorpecentes os tornam em viciados crônicos porque quando tentam interromper o uso, há uma forte sensação de que necessitam da substância para aliviar sintomas causados pelas crises de abstinência.

Quais são os principais sintomas das crises de abstinência?

Os sintomas das crises de abstinência nem sempre obedecem a um padrão fixo. Eles variam conforme o estado de saúde do usuário. Outro aspecto que também influência é o uso associado de drogas concomitantes.

Alguns tipos de entorpecentes provocam sintomas leves, enquanto as substâncias mais potentes geram uma tensão psicoativa mais forte. Na verdade, ambas as situações são extremamente perigosas, já que há o risco de surtos psicóticos condizentes com emergências psiquiátricas de difícil controle.

Listamos os sintomas mais evidentes provocados pela síndrome da abstinência. Observe:

  • apatia;

  • delírios;

  • irritabilidade;

  • agressividade;

  • confusão mental;

  • alterações no sono;

  • aumento do apetite;

  • problemas de memória;

  • disfunção psicomotora;

  • transtornos de ansiedade;

  • comportamentos compulsivos.

  • hipersensibilidade ao estresse;

  • tendências a ideações suicidas.

O que fazer quando passar por uma crise?

As crises de abstinências podem provocar reações imprevisíveis e extremamente perigosas. Por isso, a orientação dos profissionais especialistas nessa área é que, se a pessoa estiver sozinha, ele deve buscar socorro imediato.

Contar com a ajuda e o apoio psicológico dos amigos, pais ou familiares pode minimizar os reflexos negativos desse problema e direcionar para viabilidade de soluções. Se a crise surgir de repente, o ideal é buscar apoio profissional ou entrar em contato imediatamente com um hospital.

Como saber o que gerou a crise de abstinência?

A síndrome de abstinência pode resultar de uma multiplicidade de fatores. No entanto, ela costuma ser desencadeada pelo estresse descontrolado ao entrar em contato com outros usuários de drogas. Nessas circunstâncias, o indivíduo torna-se mais vulnerável ao uso, já que o próprio organismo “exige” a substância.

Como prevenir as crises de abstinência?

O abuso de drogas lícitas e ilícitas pela Humanidade não é tão recente. Sabe-se que o homem sempre utilizou substâncias alucinógenas para os mais variados fins: como analgésicos, remédios e até mesmo em rituais sagrados.

Porém, o uso recreativo das drogas é bem mais recente e, hoje, muitos dos malefícios associados à toxicidade provocada por elas aumentam os riscos de doenças concomitantes ou preexistentes.

A boa notícia é que existem alternativas de prevenção, e que podem minimizar os efeitos nocivos das crises de abstinência decorrentes do abuso de drogas. Veja, então, quais são as medidas mais relevantes para prevenir esse problema!

Praticar exercícios físicos

O exercício físico regular ajuda na liberação das substâncias responsáveis pela sensação de prazer e de bem-estar geral. As mais importantes são a serotonina e a endorfina, dois neurotransmissores que são produzidos durante a prática de exercícios.

Para maior tranquilidade, vale ressaltar a importância de recorrer à avaliação médica antes de iniciar quaisquer tipos de atividade física.

Fugir de ambientes com usuário de drogas

Igualmente importante é priorizar a integração e a seletividade dos amigos. Evitar o contato com pessoas ou a frequência a ambientes com usuários ajuda no processo de recuperação e de prevenção das crises. Manter-se ocupado e envolvido com atividades prazerosas que possam substituir a droga é essencial para evitar novos consumos.

Priorizar uma alimentação saudável

Tomar muita água e priorizar uma alimentação saudável, rica em vegetais e frutas é um dos pontos mais importantes para aumentar a defesa do organismo e promover a desintoxicação. Opte por alimentos menos calóricos: cereais e grãos contêm importantes minerais, fortalecem as funções cerebrais e acentuam a disposição física e mental.

O que é a internação psiquiátrica e como saber se preciso dela?

De certo modo, o crescimento do uso indiscriminado de tóxicos está associado ao estilo de vida contemporâneo, resultado da mudança de costumes e de valores da atual sociedade.

Por questões de ordem cultural, a ênfase dada ao problema das drogas em nosso país é de caráter puramente repressivo. Dada à complexidade inerente a essa questão, a maioria dos dependentes químicos é considerada criminosa ou vista com maus olhos.

Assim, faz-se necessário a criação de programas de educação preventiva que priorizem a informação e o estímulo ao conhecimento sobre a importância de tratar as drogas como uma doença.

Igualmente relevante é estimular a formação de profissionais especializados nesse campo a fim de impulsionar a criação de serviços voltados ao tratamento e à prevenção desse problema cada vez mais preocupante.

Grande parte da população não sabe que há vários níveis de tratamento contra a dependência química. Existem casos considerados como emergência psiquiátrica em que o indivíduo precisa de um acompanhamento intensivo.

Dependendo da gravidade do quadro, é preciso recorrer à internação psiquiátrica. Se houver o risco de afetar a própria integridade física ou se o usuário se tornar uma ameaça para os outros, o ideal é a internação psiquiátrica. Nesse nível de comprometimento mental, por questões de segurança, o tratamento já não pode ser feito em domicílio.

Como um hospital especializado pode ajudar?

Para os profissionais de saúde, o problema da dependência de drogas é considerado uma doença. Isso tem estimulado ações mais positivas no intuito de entender melhor essa questão cada vez mais preocupante.  Por isso, é fundamental manter um olhar diferenciado sobre a importância da intervenção adequada e da adoção de métodos de prevenção.

Ainda que a completa restauração da saúde mental do usuário de drogas seja difícil, a escolha de uma instituição especializada em reabilitação da saúde mental eleva consideravelmente as possibilidades de sucesso na terapia.

Em um hospital especializado, o dependente químico terá todo o suporte que necessita para manter firme o propósito de superar esses problemas e assim, poder voltar a ter uma vida digna e plena.

É importante destacar que o primeiro passo para ser beneficiado com o tratamento é reconhecer a necessidade de ajuda para mudar o comportamento e o estilo de vida. Igualmente relevante é orientar a família e o próprio viciado para que eles se conscientizem de que essa decisão não depende apenas da escolha de quem está dominado por esse problema.

Como as crises de abstinência geram sintomas que podem culminar em recaídas, a opção pelo tratamento intensivo em um hospital psiquiátrico faz toda a diferença. Diante disso, contar com o trabalho multiprofissional é imprescindível para reavaliar as estratégias de tratamento e, por conseguinte, adotar condutas mais adequadas.

Quando o paciente está abstinente já há alguns dias, semanas ou meses, o risco de apresentar outros desajustes mentais é bem maior. Essas comorbidades surgem, geralmente, sob a forma de crises depressivas, alucinações, psicoses, ansiedades, convulsões e outras questões ligadas ao aspecto psiquiátrico.

Algumas comorbidades têm fundo meramente emocional, mas requerem atenção especial e cuidados intensivos. Cada uma dessas complicações exige a avaliação médica e o uso de medicação específica. Quando não tratadas adequadamente, a tendência é a evolução para quadros mais graves e irreversíveis.

Percebe-se, por fim, que o trabalho multiprofissional pode representar soluções viáveis e a possibilidade de retorno do dependente químico à sociedade. Isso, de forma mais rápida e segura.

Nesse sentido, um hospital referência em Psiquiatria, como o Hospital Santa Mônica, torna-se uma excelente alternativa para ajudar tanto o indivíduo como também os familiares na luta contra as recaídas associadas às crises de abstinência.

Se você gostou deste material e gostaria de saber mais sobre os riscos provocados pelo uso de drogas, que tal ver também sobre os perigos da dependência cruzada?

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *



Planos de Saúde

SBC Saúde
Amil
Interclinicas do Brasil
Vale Saúde
Unimed Intercâmbio
Unimed CT Nacional
Unimed ABC
Transmontano
SulAmérica
Sompo
Sinpeem
Sepaco
Saúde Caixa
Santa Amália
Sabesprev
Prodesp (GAMA)
Prime Saúde
Prevent Sênior
Plan-Assiste (MP FEDERAL)
Panamed Saúde
Omint
NotreDame Intermédica
Nipomed
Metrus
Mediservice
Master Line
Mapfre Saúde
Life Empresarial
Intermédica
Green Line
Gama Saúde
EMBRATEL
Economus
Correios / Postal Saúde
Caixa Econômica Federal
Bradesco Saúde
Banco Central
APCEF/SP
AMAFRESP
Alvorecer Saúde
ABRASA
Ver todos