Como posso ajudar na reinserção social do dependente químico? - Hospital Santa Mônica
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A reinserção social do dependente químico é algo que demanda força emocional para superar diversos obstáculos, sobretudo o preconceito e o descrédito da sociedade. Para muitos viciados, o recomeço da convivência em sociedade abrange a volta ao mercado de trabalho, o retorno aos estudos, como também a tentativa de restabelecer vínculos com os familiares e amigos.

Conforme o Relatório Mundial sobre Drogas de 2018, a quantidade de pessoas no mundo que fez uso de entorpecentes ao menos uma vez no ano prosseguiu estável em 2016. Sem dúvidas que para amenizar esses números e o retorno ao convívio social não seja frustrante, o dependente de substâncias psicoativas precisa se submeter a um tratamento especializado, a fim de que a sua reabilitação seja eficiente e eficaz.

Dentre variados tipos de abordagens, há a internação, a qual consiste numa medida mais intensa, cujo procedimento envolve um trabalho de desintoxicação e consequente “limpeza do organismo”, com o uso de medicamentos para amenizar os efeitos da abstinência e acompanhamento de médicos e psicólogos. A internação pode ser voluntária, involuntária ou compulsória.

Neste post, falaremos a respeito do quanto a família é relevante para a retomada da vida social do paciente usuário de drogas, das dificuldades para se inserir novamente ao mercado de trabalho e das possíveis recaídas, as quais podem ser evitadas por meio do apoio adequado. Confira!

A importância da família para a reinserção social do dependente químico

Dados estatísticos do Relatório Mundial sobre Drogas de 2018 demonstram que os períodos da adolescência precoce (12 a 14 anos) e da adolescência tardia (15 a 17 anos) são de extremo risco em relação ao início do uso de substâncias psicoativas.

Ademais, os resultados das pesquisas indicaram que essa situação pode atingir o pico entre os jovens com idade entre 18 a 25 anos. Essa problemática só enfatiza o quanto os familiares e as boas relações são fundamentais, pois podem prevenir que o indivíduo use drogas ou o ajude a retomar a vida social após o tratamento contra o vício.

É fato que uma família bem estruturada emocionalmente e nas relações entre os seus componentes têm papel fundamental para que a reintegração do indivíduo à sociedade seja bem-sucedida. A reinserção é um processo complexo, o qual envolve diversos fatores, como a insegurança do dependente, a desconfiança da sociedade, a dificuldade para encontrar emprego, entre outros.

Nesse sentido, o seio familiar tem uma essencial atribuição: fazer a pessoa se sentir parte de um grupo, pelo qual ela pode ser amparada nos momentos de dificuldade. O acolhimento da família vai desencadear no indivíduo dependente químico o sentimento de pertença. Logo, saber que não está solitário nessa batalha contra o vício é condição eficaz para revitalização.

Outra função da família é a de orientar o usuário de drogas. É natural que o paciente se sinta perdido quanto às suas ações, pois se encontra em um processo de recomeço. Assim, os que estão ao seu lado o fará compreender que a reinserção social é algo lento e gradativo, que requer força de vontade para superar seus receios e estigmas.

Também é necessário distanciamento das tentações e implementação de uma rotina congruente com os objetivos do tratamento. Nesse momento, os valores éticos e morais, que foram ensinados no seio familiar desde a infância devem ser retomados, para que a pessoa os aplique como ser social e tenha o retorno esperado.

Nessa luta conjunta, os entes queridos, sobretudo os pais, precisam passar também por um acompanhamento adequado, o qual visa, além do apoio psicológico, ensiná-los a compreender as variáveis dessa retomada, a saber dialogar nos momentos de adversidade e a estabelecer uma relação de confiabilidade, pois esses são elementos indissociáveis desse trabalho de recomeço do indivíduo.

Àqueles que convivem diretamente com o dependente de substâncias psicoativas são fundamentais e aumentam consideravelmente as chances de superação do vício e reconstrução da vida em sociedade. A solidariedade é condição imprescindível, em que a compreensão e o afeto devolvem ao usuário a esperança de dias sóbrios.

Volta ao mercado de trabalho, os preconceitos e dificuldades

Certamente, o retorno à sociedade compreende a volta ao mercado de trabalho. Sentir-se útil é fundamental nesse processo, pois acarreta elevação da autoestima e da própria confiança. Entretanto, nessa ideia de reintegração surgem alguns obstáculos que devem ser superados: o preconceito e outras dificuldades.

É comum que o preconceito social se faça presente na vida do dependente químico, pois as pessoas o ligam a um histórico de problemas emocionais, nas relações familiares e em sociedade. Diante dessas questões, o preconceito surge como barreira, a qual pode ser superada por meio da demonstração de comprometimento com o tratamento e capacitação profissional constante.

A própria falta de confiança e a de terceiros são dificuldades que também fazem parte. A autoconfiança pode ser readquirida a cada vitória conquistada durante o projeto de recuperação. Por intermédio das terapias, as crises existenciais, emocionais e de abstinência são superadas, fatos que elevam a autoestima e própria credibilidade.

Quanto ao descrédito da sociedade, essa precisa compreender que o dependente químico em recuperação não representa uma ameaça. O núcleo social, principalmente no ambiente laboral, é parte imprescindível do tratamento. Assim, quando o indivíduo é aceito, apesar da sua condição, isso serve como uma aplicação extra de ânimo, a qual otimizará o seu projeto de recomeço no mercado de trabalho.

Desde o início, o ex-usuário precisa estar ciente do enfrentamento dessa problemática. Entendendo essas questões, as chances de não ocorrerem quebras de expectativas e frustrações aumentam. Assim, restam a disciplina constante para fazer dar certo o tratamento e a regular capacitação profissional, para que, gradualmente, a pessoa reconquiste o seu espaço no mercado de trabalho.

O apoio é fundamental para evitar possíveis recaídas

O dependente químico em recuperação ainda tem vulnerabilidades emocionais e fisiológicas, que precisam ser sanadas ao longo tempo. Qualquer abalo emocional, como brigas, frustrações ou descontrole comportamental pode desencadear na pessoa em reabilitação o desejo de usar drogas como forma de fuga e colocar tudo a perder.

Diante dessa realidade, medidas estratégicas de apoio devem ser aplicadas. O suporte tanto de profissionais especializados quanto de familiares e amigos é essencial para prevenir possíveis recaídas. O acompanhamento terapêutico tem como objetivo prever situações denominadas como gatilhos emocionais, a fim de que o paciente possa se preparar e aprender a lidar com as situações que podem provocar recaídas.

O dependente químico será orientado a buscar adquirir novos hábitos saudáveis, os quais serão substitutos dos velhos costumes nocivos. Atividades como práticas esportivas, hobbies, dedicação ao trabalho e estudos são instrumentos eficazes para modificar o estilo de vida e evitar recaídas.

Estar com as pessoas certas, sem dúvidas, é o caminho ideal para prevenir insucessos durante a reabilitação física e psicológica. Os entes queridos e os amigos mais próximos têm fundamental função de cautelar o ex-usuário e blindá-lo de exposições tanto a pessoas nocivas quanto a ambientes impróprios e degradantes. A reinserção social deve ser vista pela perspectiva de combate a alguma recaída. Nesse sentido, é preciso cuidado em relação a diversos fatores influenciadores negativos.

Portanto, neste post foi abordado pontos interessantes, os quais ajudam na reinserção social do dependente químico, como a importância da família nesse processo retomada, o enfrentamento do preconceito e das demais dificuldades na volta ao mercado de trabalho e o quanto o apoio adequado é peça-chave para evitar recaídas.

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