Conheça como é a assistência da enfermagem na área de saúde mental - Hospital Santa Mônica
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Dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que a depressão impacta cerca de 322 milhões de pessoas no mundo. Só no Brasil, 5,8% da população é afetada com esse tipo de problema. Ainda de acordo com a mesma pesquisa, 18,6 milhões de brasileiros enfrentam problemas de ansiedade — o que representa mais de 9% da população.

Quando o assunto é dependência química, os números também chocam. Existem 29 milhões de adultos dependentes de drogas no mundo, de acordo com levantamento do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC). Neste cenário, o papel da assistência da enfermagem na saúde mental é de grande importância.

É o enfermeiro quem desenvolve uma atuação de grande importância no restabelecimento da saúde física e mental de um paciente, em parceria com toda a equipe médica. Sua presença é percebida desde o momento da internação até no cuidado com questões relacionados ao ambiente familiar. Por isso, características como zelo e tolerância são esperadas no profissional.

Mas como é, na prática, o trabalho do enfermeiro que atua com o resgate da qualidade de vida cognitiva e emocional do paciente? Explicaremos, neste post, como a assistência da enfermagem colabora para os bons resultados dos atendimentos em um hospital de saúde mental.

Saiba qual é o papel da assistência de enfermagem na saúde mental

“A enfermagem é peça fundamental no tratamento do paciente psiquiátrico”. Quem define o papel do enfermeiro na área de saúde mental é o gerente de enfermagem no Hospital Santa Mônica, Anderson Christhian Lazinho — especialista em psiquiatria.

Na área de saúde mental, o enfermeiro é o profissional que promove uma supervisão segura do paciente, bem como a administração de medicamentos e o aporte emocional.

Além disso, ele também faz a ponte entre os membros da equipe terapêutica e compartilha informações precisas de como o paciente se comporta no decorrer dos dias de internação.

Para o gerente de enfermagem, a atuação é estratégia. Afinal, é “desta forma que a equipe terapêutica consegue conduzir o tratamento”, explica.

A atuação é muito específica e direcionada, por isso se diferencia daquela praticada por um enfermeiro tradicional.

Entenda quais as diferenças de um profissional voltado à saúde mental

Ainda que todos os profissionais que atuem na enfermagem sejam extremamente importantes para o restabelecimento da saúde do paciente, o responsável pela saúde mental tem alguns diferenciais em sua forma de trabalhar.

“A enfermagem na saúde mental se diferencia pela atenção aos sinais comportamentais que o paciente apresenta antes de um surto ou piora do quadro, podendo assim tomar algumas ações preventivas”. 

Anderson Lazinho explica que o enfermeiro pode antecipar-se ao surto, demonstrando tolerância para lidar com os diversos transtornos e conflitos que um paciente possa ter e carinho no tato com o paciente. “A atuação é feita sempre ouvindo com paciência e atenção o paciente, suas queixas e apontamentos”, relata o enfermeiro especialista em psiquiatria.

Atuação voltada para um tratamento amplo e definitivo

O foco no paciente fica claro quando o assunto é saúde mental. Mas existe um cuidado que vai além do ambiente hospitalar — e é aí que também atua o enfermeiro.

A equipe de enfermagem especializada em saúde mental deve orientar para que o ambiente em que o paciente vai permanecer após a alta seja adequado. “Esse ambiente deve ser avaliado por meio de atendimento familiar em consultório. Para tal, são levantados todos os aspectos do paciente em casa, como iniciou a doença e qual a dinâmica familiar que o paciente está envolvido”, descreve Lazinho.

Para tal, a equipe de enfermagem em saúde mental promove também grupos voltados aos familiares. Assim, são feitas orientações e trocas de informações entre esses familiares com pacientes de mesma características.

Suporte orientado para todas as fases do tratamento

Outro ponto importante é a licença terapêutica, realizada com orientação da equipe terapêutica. Trata-se daquele momento da internação no qual o paciente vai para casa por curto período e retorna para internação após este período pré-determinado.

Anderson Lazinho lembra que “essa também é uma ferramenta importantíssima em um tratamento psiquiátrico” e complementa que “é por meio dos feedbacks trazidos pela família e pelo próprio paciente quando retornam de casa que a equipe terapêutica consegue avaliar se o paciente vem apresentando melhora e maior tolerância ao ambiente em que vive”. Assim torna-se possível aprender a lidar com as frustrações de uma forma funcional.

Outra atuação do enfermeiro está na facilitação da participação em terapias externas e a verificação do uso correto de medicações, sem burlar o tratamento. “De nada adianta o hospital tratar único e exclusivamente o paciente e devolvê-lo para um ambiente doente”, finaliza.

Por todas essas razões, para aqueles que querem atuar com enfermagem na saúde mental, características como dedicação, tolerância, carinho, respeito, atenção e zelo são prioritárias. Anderson Lazinho lembra que “o profissional desta área deve saber que o mínimo descuido em supervisionar um paciente, principalmente nos mais agudos, pode custar uma vida”, explica.

Em todos os casos, a saúde mental passa pela adequação do ambiente hospitalar às necessidades e peculiaridades do atendimento.

Compreenda quais as principais características de um hospital de saúde mental

No momento de escolha de um hospital voltado para a saúde mental, alguns pontos importantes devem ser avaliados. Entre eles está a escolha de uma instituição que seja capaz de dar uma atenção especial a família do paciente. “Muitas vezes a família não sabe como lidar com o transtorno ou simplesmente está tão abalada psicologicamente quanto o paciente”, explica Anderson.

É importante lembrar que um hospital psiquiátrico trata não só o indivíduo, como também o ambiente e pessoas que cercam este indivíduo. “Nenhuma instituição de saúde mental consegue sucesso no tratamento do paciente psiquiátrico se não entender e tratar seu ambiente de convívio”.

Outro ponto que diferencia um hospital geral de um psiquiátrico é que ele conta com ambientes mais fiscalizados que um hospital geral. Isso acontece porque seus pacientes apresentam muitas vezes riscos a si e a outras pessoas — “devendo todos os profissionais zelar pelo paciente”, alerta o especialista em psiquiatria.

Além disso, para melhor atenção ao paciente, alguns setores de um hospital psiquiátrico precisam ser mais fechados, minimizando assim riscos aos pacientes mais graves (aqueles que estão instáveis). Existem casos nos quais esses pacientes apresentam riscos importantes a própria vida ou a vida de terceiros, seja por agressividade excessiva, alucinações auditivas e visuais importantes ou até mesmo ideação suicida.

Conheça o Hospital Santa Mônica

O Hospital Santa Mônica é uma instituição referência, com 50 anos de história dedicada à psiquiatria e recuperação da saúde física e mental.

Com uma equipe altamente qualificada, a instituição tem como missão contribuir para a reabilitação da saúde física e mental do paciente. O atendimento é realizado é uma área de mais de 80 mil m2, com 50 mil m2 mata nativa preservada. É um ambiente que contribui para uma mudança de vida, com condições de bem-estar.

A equipe multiprofissional é orientada para um tratamento humanizado, amplamente alinhado com novidades e congressos de eventos internacionais.

Outros diferenciais do Hospital Santa Mônica são:

  • estrutura hospitalar completa;

  • equipe especializada no atendimento de pacientes infantojuvenis, adultos e idosos;

  • oferta de atividades que contribuem para a reintegração sociofamiliar;

  • ações que visam a reabilitação física e recuperação da autoestima.

No mais, a excelência do time de enfermagem na saúde mental, atuante no Hospital Santa Mônica, faz com que a instituição seja um espaço seguro para atender até os casos mais delicados. Esse é um facilitador para o relacionamento da família com o paciente e contribui para a conquista de resultados sólidos e duradouros.

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Anderson Lazinho

“A enfermagem é peça fundamental no tratamento do paciente psiquiátrico”

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