Doença de Parkinson: entenda os sintomas, como ela age e o tratamento - Hospital Santa Mônica
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Dados recentes afirmam que a doença de parkinson afeta mais de 200 mil brasileiros. Mediante a necessidade de maior conscientização sobre os desafios que envolvem essa doença, o dia 04 de abril foi escolhido como o Dia Nacional do Parksoniano.

A escolha dessa data objetiva alertar a sociedade sobre a necessidade de atenção exigida por um problema que a cada dia se torna mais abrangente. Além da Doença de Parkinson, outras enfermidades ligadas ao envelhecimento comprometem tanto a saúde física como também a estabilidade emocional e psíquica de quem alcança a terceira idade.

Tendo isso em vista, o objetivo deste material é discorrer sobre o panorama atual da Doença de Parkinson. Veja as principais causas, sintomas, fatores de risco e as melhores opções de tratamento para conter o impacto dessa doença. Acompanhe!

A doença de Parkinson

Ao contrário do que muitos imaginam, a função do cérebro não se limita apenas à atividades intelectuais. Esse órgão é responsável por coordenar, praticamente, todas as funções fisiológicas do corpo humano. Nesse sentido, buscar formas de retardar o efeito da degeneração celular típica do envelhecimento é essencial à longevidade mais saudável.

Por isso, a discussão quanto à importância da prevenção da saúde mental e física na terceira idade tem sido ampliada não só no Brasil como em escala mundial. Nessa perspectiva, compreender as características da Doença de Parkinson torna-se cada vez mais relevante.

Em linhas gerais, essa doença resulta de falhas na produção de um neurotransmissor chamado dopamina. Essa substância é produzida pela área cinzenta — ou negra — do cérebro, e tem a função de assegurar as reações necessárias para o funcionamento normal dos neurônios, as células cerebrais.

A dopamina controla várias funções fisiológicas no cérebro e também em outras regiões do corpo. Uma de suas funções mais relevantes é a coordenação motora dos membros superiores (mãos e braços) e inferiores (pernas e pés).

Esse neurotransmissor exerce o controle sobre os movimentos voluntários: aqueles realizados conforme a vontade da pessoa. A movimentação das mãos, braços e pernas é um exemplo clássico desse tipo de controle. Assim, na ausência ou na redução da dopamina, a pessoa apresenta tremores nos membros, principalmente nas mãos, uma das principais características da doença de Parkinson.

Outros sinais que evidenciam esse problema é a maior lentidão de movimentos, o ato de caminhar vagarosamente e arrastando os pés, ou assumir uma postura mais inclinada para a frente. O tremor se instala porque o indivíduo perde a capacidade de controlar os movimentos.

A intensidade dos tremores pode variar de pessoa para pessoa  ou se manifestar de forma diferente de acordo com determinadas situações. São mais perceptíveis ao segurar objetos leves com as mãos, ficam mais acelerados quando a pessoa fica nervosa e desaparecem durante o sono.

Vale destacar que a doença de Parkinson tem início lento, mas vai aumentando gradativamente. De caráter degenerativo, afeta a ação dos neurônios e costuma provocar diversos distúrbios nervosos na terceira idade. Porém, por causas ainda desconhecidas, essa doença pode surgir em adultos jovens ou mesmo em adolescentes. Nesses últimos, ela é chamada de parkinsonismo juvenil.

Causas da doença de Parkinson

A doença ainda não tem causas muito bem esclarecidas. Contudo, a hipótese mais provável é a morte das células cerebrais que formam uma região conhecida como substância negra, onde ocorre a produção de dopamina.

Assim, o processo degenerativo que acompanha o avanço da idade, bem como a relação das comorbidades com outras doenças mentais típicas da senilidade influenciam bastante o surgimento da doença de Parkinson. Além da influência genética e da herança familiar, há também causas relacionadas ao estilo de vida: etilismo e tabagismo são as mais importantes.

Quando atingem o envelhecimento, todas as pessoas, mesmo as saudáveis, apresentarão morte gradual das células responsáveis pela fabricação da dopamina. Entretanto, em algumas pessoas, a perda dessas células ocorrem em um ritmo muito acelerado. Por conseguinte, nelas a manifestação dos sintomas da doença será mais precoce.

A Ciência ainda não conseguiu explicar exatamente quais os mecanismos envolvidos no desencadeamento da doença de Parkinson. No entanto, a hipótese mais provável é que o desgaste nas células produtoras de dopamina resulta da combinação de diferentes fatores genéticos, ambientais e do estilo de vida.

Principais fatores de risco

Alguns fatores elevam o risco para o desenvolvimento da doença de Parkinson. Veja quais são!

Idade avançada

Ainda que haja casos mais raros de Parkinson na adolescência e na juventude, essa doença é típica do envelhecimento. Isso se justifica devido aos mecanismos fisiológicos naturais que causam a degeneração celular nessa etapa da vida.

Assim, o fator idade é um dos mais importantes para o desenvolvimento da doença de Parkinson. Geralmente, esse problema afeta pessoas acima dos 60 anos. Quanto maior a idade, maiores serão os riscos de ser acometido pela doença.

Herança familiar

Quem tem parentes próximo com o diagnóstico confirmado de Parkinson também se torna mais suscetível à doença. Mas os riscos podem ser minimizados na ausência de outros fatores causais, já que essa doença surge pela combinação de vários fatores.

Estilo de vida

Pessoas que adotam um estilo de vida com hábitos de cigarros e de consumo de álcool em excesso estão mais expostas aos riscos da doença de Parkinson.

As substâncias presentes no cigarro aceleram o envelhecimento celular, ao passo que o alcoolismo interfere nas reações enzimáticas e altera o funcionamento normal dos órgãos do corpo.

Gênero

A doença de Parkinson é mais comum nos homens do que nas mulheres. Mas ainda não há uma explicação clara para esse fenômeno.

Sedentarismo

Praticar atividade física é essencial à saúde mental e física. O sedentarismo contribui para o mal funcionamento das células e dos tecidos. Consequentemente, há maior risco de degeneração celular, além da redução do aporte de nutrientes  — como o oxigênio — para a irrigação dos órgãos nobres do corpo humano.

Fatores genéticos

As mutações genéticas específicas e ligadas à morte celular programada podem influenciar no surgimento do Parkinson. Porém, essas situações são mais raras e estão mais ligadas aos diagnósticos de pessoas com histórico de membros da família afetados pela doença.

Questões ambientais

Pessoas expostas a determinadas toxinas ou que estão constantemente sob a ação de elementos altamente nocivos, como as herbicidas, estão mais propensas ao risco da doença de Parkinson. Mercúrio, chumbo, alumínio e gases tóxicos também influenciam bastante a morte celular dos neurônios e de outras células.

Sinais e sintomas da doença de Parkinson

O Parkinson é uma doença que tem manifestação lenta e progressiva, compromete pessoas de ambos os sexos e de todas as raças. Geralmente, os sintomas mais comuns são unilaterais, o que faz com que o paciente relate que “um lado do seu corpo não está conseguindo mais acompanhar o outro”.

Se você tem algum familiar com esse tipo de queixa, convém ficar alerta aos demais sintomas e encaminhá-lo para avaliação médica. O profissional mais habilitado para tal interpretação é o médico neurologista, mas o psiquiatra também pode avaliar. Mesmo que o Parkinson não tenha cura definitiva, o acompanhamento médico objetiva minimizar os efeitos da doença e melhorar o bem-estar do paciente.

Vale ressaltar que pode haver casos de doença de Parkinson com ausência de tremores. Do mesmo modo que nem todos os pacientes idosos que apresentam tremores nas mãos são portadores dessa doença. Dada a importância de uma avaliação diagnóstica correta, o ideal é procurar tratamento em uma instituição especializada em saúde mental.

Na ausência de tremores, o paciente percebe outros sinais característicos da doença. São mais comuns apresentar dificuldade para movimentar o membro afetado, rigidez corporal, a locomoção fica mais vagarosa e há mais lentidão nas tarefas de rotina ou nos cuidados de higiene.

A lentidão na hora de fazer determinadas tarefas ou movimentos com os membros superiores ou inferiores é um dos problemas que mais afetam o parkinsoniano. Quando não há tremores, esse sintoma nem sempre é percebido por familiares ou amigos.

Mesmos isolados ou em associação com outras doenças, convém buscar ajuda o quanto antes para minimizar o impacto desses sintomas. Os sinais mais comuns da doença de Parkinson estão listados abaixo. Confira!

Tremor em repouso

Os tremores nas extremidades das mãos e dos pés são notados mesmo se esses membros estiverem em repouso. Esses tremores provocam um movimento que deixam as mãos inquietas. No estágio mais avançado da doença, os pés também são afetados.

Anormalidades na postura corporal

A doença de Parkinson também pode provocar anormalidades na postura corporal do idoso. A mais comum é o ato de caminhar com a cabeça mais inclinada para a frente. Em alguns casos, o tronco fica mais voltado para um dos lados do corpo. A lentidão nos movimentos corporais é conhecida como bradicinesia.

Musculatura rígida

A rigidez muscular resulta em uma maior dificuldade para a execução de alguns movimentos passivos. Isso é percebido quando se tenta movimentar os braços ou as pernas do parkinsoniano. Muitos idosos com Parkinson apresentam dificuldades de locomoção, lentidão no caminhar e queixas de dores que, às vezes, é confundida com a rigidez.

Alterações comportamentais

Como o cérebro coordena todas as funções do corpo, a doença de Parkinson também altera a fisiologia de alguns órgãos. Com isso, muitos parkinsonianos apresentam mudanças no comportamento ou alterações na personalidade.

Sinais de depressão, ansiedade e irritabilidade podem estar presentes. Por isso, a orientação é buscar alternativas de tratamento — para a reabilitação mental e física — por meio de um trabalho multiprofissional. Isso possibilita um trabalho mais direcionado às necessidades individuais do idoso, em um contexto mais amplo e no sob o aspecto biopsicossocial.

Os sintomas do Parkinson variam conforme o grau da enfermidade. Na fase avançada, os sinais mais evidentes dessa doença são:

  • tendência a babar;

  • dificuldade para engolir;

  • tremores mais acelerados;

  • dores musculares generalizadas;

  • falta ou diminuição da expressão no rosto;

  • muita dificuldade para iniciar ou para continuar o movimento;

  • diminuição ou desaparecimento de movimentos automáticos, como o piscar de olhos, por exemplo;

  • redução ou perda da motricidade fina, que leva ao comprometimento de movimento delicados como escrever, por exemplo.

Possíveis complicações da Doença de Parkinson

A doença de Parkinson apresenta algumas peculiaridades que exigem mais atenção dos profissionais de saúde. Embora na idade avançada possam surgir doenças consideradas comuns a essa fase da vida, alguns pacientes são mais propensos a comorbidades. Assim, priorizar o controle de doenças crônicas é fundamental para tornar o envelhecimento mais ativo e saudável.

Mediante isso, observe os problemas adicionais relacionados ao Parkinson:

  • insônia;

  • irritabilidade;

  • prisão de ventre;

  • fadiga excessiva;

  • disfunção sexual;

  • problemas de olfato;

  • ansiedade excessiva;

  • alterações emocionais;

  • dificuldades de raciocínio;

  • demências generalizadas;

  • alterações da pressão arterial;

  • surgimento de problemas cognitivos;

  • diminuição ou dificuldade de memória;

  • maior tendência a crises de depressão.

Diagnóstico e prevenção

Assim como acontece em todas as doenças caracterizadas como neurológicas degenerativas, o Parkinson aparece de forma leve, insidiosa e vai se agravando com o passar do tempo. Por isso, quanto mais precoce o diagnóstico, maiores serão as chances de sucesso nas intervenções terapêuticas.

Procurar ajuda profissional assim que os primeiros sinais são percebidos é fundamental para conter a progressão do quadro e evitar o surgimento de complicações típicas dessa enfermidade.

Às vezes, o diagnóstico para confirmação de Parkinson exige tempo. Isso porque na idade avançada existem outras doenças com sintomas semelhantes. Assim, recomenda-se manter consultas para avaliação periódica e  acompanhamento regular com especialistas em saúde mental no envelhecimento.

Como o Parkinson não aparece em exames de laboratório, de imagem ou em testes de marcadores biológicos, é necessário uma análise criteriosa dos sintomas antes de confirmar a doença. Logo, o histórico comportamental do paciente é a base que será usada pelo neurologista para avaliação.

Atualmente, as medidas de educação preventiva que objetivam a preservação da saúde do idoso está focada em alternativas diferenciadas. No entanto, o ideal é estimular a adoção de um estilo de vida mais saudável ao longo da vida. Desse modo, é possível colher bons frutos mais tarde.

Tendo isso em vista, observe algumas sugestões que podem ajudar a retardar os efeitos do envelhecimento:

  • procure um médico tão logo perceba episódios constantes de redução de memória;

  • pratique atividade física regularmente para preservar a qualidade dos movimentos;

  • acompanhe jornais, noticiários e mantenha sua mente ativa e desperta;

  • leia sempre e ative seu cérebro com jogos ou desafios de memória;

  • pense positivamente e encare a vida com alegria;

  • mantenha a atividade intelectual mais intensa;

  • mantenha uma alimentação saudável;

  • evite álcool, fumo e uso de drogas;

  • cuide de sua saúde emocional;

Tratamentos disponíveis

Para minimizar os impactos dessa doença, o médico poderá sugerir ao paciente a adequação a um novo estilo de vida. Tal proposta objetiva melhorar o bem-estar e o senso de equilíbrio durante a execução das tarefas do cotidiano.

Nesse sentido, confira as melhores opções de tratamento para combater os sintomas e retardar o progresso da doença de Parkinson. Acompanhe!

Medicamentos

Infelizmente, ainda não se conhece nenhuma droga disponível no mercado que possa curar definitivamente a doença de Parkinson. Também não é possível evitar, efetivamente, a progressão da degeneração celular que provoca a doença.

No entanto, os médicos costumam prescrever medicamentos para repor parcialmente a dopamina que está faltando no cérebro. Esse tipo de intervenção melhora os sintomas da doença, já que a falta dessa substância é uma das possíveis causas do Parkinson.

Entretanto, esses remédios deverão ser utilizados por toda a vida. Juntos com esses medicamentos, recomenda-se também outras terapias complementares para aumentar a eficiência do tratamento e reduzir a gravidade dos sintomas.

Fisioterapia

Investir em fisioterapia ajuda na recuperação dos movimentos em todas as fases da doença. Porém, nos estágios mais avançados, o ideal é aumentar o número de seções para evitar a progressão da rigidez muscular ou a atrofia dos membros.

O tratamento com fisioterapia também é importante para recuperar a força muscular, ativar a coordenação motora, melhorar o equilíbrio corporal e ajudar nas caminhadas. Indivíduos acometidos pela Doença de Parkinson podem desenvolver problemas ligados à musculatura respiratória. Isso aumenta o risco de desenvolver várias doenças infecciosas respiratórias, principalmente pneumonia e comprometimento dos brônquios.

Fonoaudiologia

O acompanhamento com a fonoaudiologia é relevante, pois funciona como uma medida preventiva de diversas complicações. Essa intervenção influencia a adequação na administração dos alimentos, já que o parkinsoniano apresenta muita dificuldade de deglutição.

Logo, o tratamento com um fonoaudiólogo ajuda a evitar prejuízos musculares da função do tudo digestivo, o que diminui as chances de ocorrências de episódios como engasgos, por exemplo.

Além disso, a terapia complementar com a fonoaudiologia também possibilita trabalhar os distúrbios da fala do paciente, principalmente nos casos mais avançados em que a comunicação fica comprometida e prejudica o tratamento.

Terapia Ocupacional

O tratamento da Terapia Ocupacional propõe diversas alternativas de ação. Uma delas é a participação do paciente em atividades complementares para promover momentos de lazer e de interação com outras pessoas. Para o parkinsoniano de grau leve, a atividade física no tratamento geriátrico adquire um caráter lúdico, mas com função terapêutica de ativar a memória e a concentração.

Neuromodulação

A neuromodulação é uma técnica que possibilita uma série de benefícios para a recuperação das funções do sistema nervoso. Por meio dela, pode-se, por exemplo, aplicar diferentes pulsos magnéticos que ultrapassam o crânio e alcançam o córtex cerebral.

Contudo, em alguns casos, pode nem ser preciso o uso de um estímulo elétrico. Isso pode ser feito injetando um agente químico diretamente no local ou somente na medula espinhal. Essa técnica é usada para modular uma função.

Um dos benefícios da neuromodulação é atingir um local específico e modificar a estrutura química de uma determinada região. Essa técnica possibilita a redução dos sintomas de um paciente, e ainda tem a vantagem de não causar efeitos colaterais como uma medicação convencional.

Assim, por meio do estímulo elétrico de uma determinada área cerebral pode-se induzir, por exemplo, a produção de importantes neurotransmissores como a dopamina. Na atualidade, essas vantagens tornam essa modalidade de tratamento uma opção a ser considerada pela psiquiatria.

Psicoterapia

O suporte multidisciplinar incluindo profissionais da Psicologia é fundamental ao contexto de um tratamento integral e que prima pela promoção de qualidade de vida e do bem-estar do indivíduo. Portadores de Parkinson apresentam, em geral, diversos transtornos emocionais e que exigem um acompanhamento contínuo de um psicólogo.

Entre as questões mais desafiadoras estão os quadros depressivos. Se não adequadamente tratados, eles podem comprometer a dinâmica de toda a intervenção terapêutica. A depressão em pacientes com instabilidade psíquica ainda pode evoluir para situações mais graves e preocupantes como o suicídio.

Intervenção cirúrgica  

A intervenção cirúrgica pode ser feita de duas formas: pela remoção ou destruição de uma região do cérebro relacionada às funções de movimento (técnica conhecida como palidotomia) ou pela estimulação cerebral profunda.

A estimulação cerebral profunda é realizada por meio de eletrodos de alta frequência, que simulam a função de um marcapasso. Nesse método, são realizadas descargas elétricas de intensidade variável em algumas regiões cerebrais.

O objetivo é reativar áreas sem resposta e melhorar o funcionamento dos circuitos neuronais responsáveis pelo controle dos movimentos.

Ambas as técnicas possibilitam melhora importante e possibilita a redução das complicações, sobretudo em situações em que não houve sucesso com outros tipos de tratamento. São, portanto, procedimentos que exigem bastante cuidado e uma avaliação criteriosa, mas que podem trazer resultados benéficos ao paciente.

Importância de uma instituição especializada no tratamento

O Hospital Santa Mônica oferece uma infraestrutura especializada para a reabilitação da saúde mental. Para isso, há uma equipe multiprofissional formada por geriatras, psiquiatras, psicólogos, terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas e outros colaboradores prontos para auxiliar na superação dos desafios impostos pelas doenças do envelhecimento.

Diante de adversidades que surgem normalmente e que geram incertezas quanto a continuidade da vida, o apoio aos familiares é essencial na hora de procurar um profissional. Assim, nosso hospital abre as portas para que as famílias também participem, mais ativamente, desse processo de recuperação de seus entes queridos.

Oferecemos um tratamento completo, diferenciado e com cuidados abrangentes a fim de que alcancemos resultados satisfatórios, tanto para a doença de Parkinson quanto para outros problemas mentais. Essa missão objetiva auxiliar os pacientes e suas respectivas famílias na promoção do bem-estar, da qualidade de vida e na recuperação da saúde integral.

Gostou deste artigo? Então, não perca tempo: aproveite a visita ao nosso site e veja como os profissionais do Hospital Santa Mônica podem ajudar a superar os desafios da doença de Parkinson.

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