Internação de adolescentes: um guia completo para os pais - Hospital Santa Mônica
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A internação de adolescentes é uma excelente opção para preservar a integridade afetada pelos distúrbios mentais. Essa medida também é aconselhada quando o indivíduo encontra-se dominado pelo vício em entorpecentes ou perde a capacidade de conviver em harmonia com a sociedade.

Dada à relevância desse tema, discutiremos importantes informações sobre o funcionamento da internação para adolescentes. Mostraremos em quais casos ela é necessária, como vencer a angústia de ter que internar um filho e quais são os impactos dessa decisão. Abordaremos ainda a importância de escolher um hospital com uma infraestrutura adequada para a reabilitação dos adolescentes.

Se na sua família há alguém que necessita de internação, confira os benefícios dessa alternativa e veja como ajudar ao seu ente querido nessa fase tão delicada da vida! Boa leitura!

Por que a internação de adolescentes pode ser a melhor solução? 

A Organização Mundial de Saúde (OMS) afirma que um a cada seis adolescentes entre 10 e 19 anos apresenta algum tipo de transtorno mental. No entanto, além de tantas questões psiquiátricas que afetam a adolescência, os maiores problemas nessa faixa etária resultam do consumo de drogas.

O uso de drogas na juventude desestabiliza bastante a estrutura familiar e gera constantes desavenças. Nesse contexto, nem sempre a família está apta para lidar com as consequências da dependência química de um ente querido.

Porém, devido à complexidade desse problema, o indivíduo que está dominado pelo vício dificilmente conseguirá se libertar das drogas sozinho. Com o crescimento do mercado dessas substâncias e a popularização de novos entorpecentes, o jovem fica cada vez mais exposto aos malefícios dos tóxicos.

Reféns do vício, esses indivíduos perdem o controle sobre suas emoções, têm o juízo de valor comprometido e passam a viver marginalizados, mesmo quando ainda vivem sob o teto de seus pais.

No mundo pós-moderno, novos tipos de drogas estão surgindo e a disponibilidade desses produtos facilita o acesso e o consumo. Ainda que o álcool e a maconha sejam os mais consumidos, a reformulação das substâncias já existentes e a fabricação sintética de novas drogas contribuem para piorar a realidade dessa questão.

Isso porque a disseminação e a oferta dessas substâncias ilícitas favorecem a adesão de novos usuários devido ao fácil acesso e à redução dos preços das drogas. Assim, o número de usuários é cada vez mais maior entre adolescentes e jovens. Nesse sentido, a internação de adolescente possibilita um tratamento mais adequado e favorece o alcance de resultados mais positivos no processo de reabilitação da saúde.

Vale ressaltar que a internação impacta toda a família do adolescente. Afinal, a partir do momento que o jovem começa a receber o tratamento, os familiares logo perceberão o impacto positivo das intervenções. Outro aspecto relevante é que, ao internar o filho, os pais conseguirão relaxar mentalmente e se recuperar do desgaste dos períodos que antecederam essa decisão.

Logo, investir nessa alternativa é permitir que o paciente tenha novas oportunidades de reconstruir a vida e de seguir em frente com os seus sonhos e projetos futuros.

Em quais casos pode ser necessária a internação do adolescente?

Além da dependência química, há outras situações em que pode ser necessário internar o adolescente. Veja quais são! 

Abuso do álcool

Quando o adolescente perde o controle do uso da bebida, começa a se embriagar com frequência ou a chegar em casa alcoolizado, os pais devem buscar ajuda profissional imediatamente. A ingestão excessiva de bebida alcoólica compromete a função de órgãos nobres como o coração, cérebro e fígado. Isso torna o alcoolismo na adolescência um fator de preocupação para os pais e a sociedade.

Automutilação

Em muitos casos, o jovem se sente tão dominado pela frustração e angústia que desenvolve o hábito da autopunição. Por isso, nessa fase da vida, alguns podem cometer práticas como a automutilação. 

Nessas circunstâncias, os pais e os responsáveis pelos adolescentes precisam ficar atentos a esses comportamentos para impedir que esses hábitos evoluam para quadros de maior gravidade.

Vale ressaltar também a influência da mídia e da tecnologia sobre os adolescentes que se automutilam por qualquer motivo. Muitos jovens se rendem aos “encantos” dessas práticas nocivas quando se envolvem em jogos eletrônicos ou em desafios online que estimulam comportamentos irresponsáveis. Recentemente, o jogo  “Baleia Azul” teve uma ampla repercussão na internet ao incentivar crianças e adolescentes à mutilação e até ao suicídio.

Tendo isso em vista, os pais ou responsáveis pelos adolescentes precisam priorizar ações de prevenção para assegurar a estabilidade mental nesse grupo. Tal medida não deve ser ignorada, pois mediante as influências do estilo de vida moderno, a atenção e o cuidado com os filhos não pode ser negligenciada.

Casos de depressão 

O Brasil é um dos países com maior índice de depressão da América latina: 5,8% da população sofre com a doença. Os dados divulgados pela OMS são preocupantes: a depressão é a maior causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos. Ainda que esse mal afete pessoas de todas as idades, gêneros e classe socioeconômica, o consumo de drogas é um dos fatores que mais influenciam o surgimento desse transtorno em indivíduos jovens. 

Ideação suicida

Segundo estatísticas amplamente divulgadas pela mídia, a cada 46 minutos ocorre um suicídio no Brasil. Há uma forte relação entre o uso de droga e o suicídio na adolescência. Muitos dependentes químicos cometem esse ato durante a fase de noia, na qual estão completamente dominados pelo efeito dos tóxicos.

Quais os benefícios da internação para superar a dependência química?

Dependendo da estabilidade emocional do sujeito, a juventude pode se tornar uma fase muito conturbada. Mudanças físicas e emocionais, novas responsabilidades, primeiro emprego ou o início da faculdade podem gerar variados conflitos.

Por isso, uma das principais preocupações dos pais é em relação ao envolvimento dos filhos com drogas ilícitas nesse período tão delicado da vida. Infelizmente, por diversas razões, muitos jovens se rendem ao vício e, por fim, a piora do quadro exige a necessidade de internação.

Essa alternativa representa diversos benefícios para a reabilitação do dependente químico. Veja quais são!

Reduzir os riscos de evolução para quadros mais graves

Uma das propostas da internação é focar a prevenção das doenças psiquiátricas que podem surgir devido ao abuso de entorpecentes. O estado mental do usuário pode atingir um nível crítico e desenvolver surtos psicóticos, esquizofrenia, alucinações e o comportamento suicida.

Nessa conjectura, internar o adolescente é considerado um mecanismo de proteção à saúde integral, além de proporcionar mais chances de reverter a gravidade desses quadros.

Muitos usuários de drogas perdem a capacidade crítica, desconfiguram a função cognitiva e comprometem o julgamento de valor. Por isso, necessitam de uma abordagem profissional integralizada e multidisciplinar oferecida em instituições especializadas nessa área.

Evitar o contato com usuários ou locais de uso de droga

Para que o jovem siga firme em seu propósito de abandonar as drogas, recuperar a saúde e se manter limpo, é necessário evitar antigas companhias. Por isso, deve-se afastar o indivíduo de locais ou de ambientes onde há o consumo de drogas ilícitas.

Ter um ambiente favorável à recuperação

Escolher uma instituição que atenda os requisitos necessários para a reabilitação do  dependente químico é essencial ao sucesso das metodologias utilizadas para a intervenção. Nesse sentido, contar com uma boa infraestrutura e um suporte adequado faz toda a diferença no resultado do tratamento contra a dependência química.

Motivar a participação da família

Durante a internação, a fase de adaptação exige bastante carinho e atenção tanto dos profissionais como dos familiares. Manter um diálogo aberto, saber ouvir e compreender o jovem é de extrema importância na adaptação inicial ao tratamento. Logo, a presença da família é fundamental nesse processo.

Quais os sinais que indicam a necessidade de internação do adolescente? 

Enumeramos alguns sinais que sugerem a necessidade de internação do adolescente. Confira!

Muita dificuldade para cumprir os compromissos

Geralmente, as pessoas estão acostumadas a cumprir uma rotina e a se preocupar com a execução de suas obrigações diárias. Isso é uma questão de responsabilidade e de compromisso consigo mesmas ou com a sociedade.

Entretanto, indivíduos dominados pelas drogas têm extrema dificuldade para cumprir horários, compromissos ou executar suas tarefas com dedicação e eficiência. 

O usuário de substâncias ilícitas perde o interesse em atividades que antes eram prazerosas. A maioria não consegue mais desenvolver suas atividades pessoais ou profissionais, o que aumenta os riscos para quadros de ansiedade e de depressão.

Uso descontrolado de tóxicos

O uso descontrolado de substâncias tóxicas pode resultar em enormes prejuízos à saúde mental e física. Por isso, o alcoolismo, o tabagismo na adolescência ou o uso de drogas em excesso podem indicar a necessidade de intervenção. Indivíduos que vivem constantemente drogados ou embriagados precisam de internação e de tratamento urgente.

Isolamento social

Muitos usuários de drogas optam pelo afastamento da família ou dos amigos para evitar julgamentos, condenações ou críticas referidas a um problema que já fugiu do autocontrole. 

Por isso, o usuário abandona as relações sociais e prefere evitar o contato com a família, a interação com amigos ou quaisquer tipos de relação que lhes incomode ou que represente a possibilidade de cobranças ou de questionamentos. Esse é um momento em que a família deve intervir e orientar o ente querido para uma solução viável.

Depressão ou tristeza profunda

Além de abandonar o convívio social, o indivíduo se isola. Ao passar muito tempo sozinho ou recluso, tal situação abre as portas para a instabilidade emocional e surgimento da depressão na adolescência.

Assim, a opção pela internação possibilita reinserir o indivíduo na sociedade e contribuir para o resgate da saúde emocional, do bem-estar e da qualidade de vida.

Agressividade extrema

A droga atinge diretamente as faculdades mentais, desorganiza o equilíbrio emocional e gera diferentes transtornos como a agressividade e o comportamento violento. Tanto para o dependente químico como para as pessoas de seu convívio familiar e social, esse desajuste psíquico representa riscos em potencial.

Hábito de pequenos furtos

O uso de substâncias químicas pode resultar em graves desvios de conduta. Um dos casos mais comuns é o desenvolvimento do hábito de pequenos furtos domésticos. Não raro, a família começa a perceber o sumiço de dinheiro, joias ou outros objetos de valor.

Quando atinge esse patamar, o ideal é procurar a internação para possibilitar a reabilitação de seu familiar que atingiu esse estágio crítico de consumo de drogas ilícitas.

Como falar com o seu filho sobre a internação?

Quando o diálogo e as outras intervenções não convencem o dependente a abandonar o vício, naturalmente, os pais ou os responsáveis cogitam a possibilidade de buscar alternativas como a internação para tratamentos mais ostensivos.

A opção por essas medidas representam viabilidade de solução quando o indivíduo perde a capacidade  de conviver com a coletividade ou passa a oferecer algum risco para sua própria integridade ou a das pessoas que estão ao redor dele.

Vale destacar que o vício não é um problema isolado, mas vem acompanhado de múltiplas questões associadas a estigmas de preconceito, instabilidade emocional, baixa autoestima, paranoias diversas e transtornos mentais

Ou seja, nesse quadro de intensa fragilidade, uma palavra de apoio do pai ou da mãe pode assumir um significado muito especial e estimular a confiança necessária para o jovem mudar de vida. Por isso, manter um diálogo honesto, com palavras de apoio e de carinho é o melhor caminho para restabelecer a harmonia familiar e direcionar as decisões para soluções mais adequadas.

Como funciona a internação de adolescentes para o tratamento contra as drogas?

Independentemente do nível de gravidade do envolvimento com as drogas e o tipo de intervenção escolhida, oferecer apoio ao adolescente  é a principal medida a ser tomada. Isso faz com que ele se sinta acolhido e mais motivado para seguir com o tratamento.

Há dois tipos de internação para tratamento contra a dependência química. Analise as duas possibilidades e veja qual é a mais adequada para ajudar ao seu ente querido.

Internação voluntária

Essa modalidade de internação é a realizada com o consentimento do indivíduo. Para proceder a internação, ele deverá assinar uma declaração confirmando que esse procedimento é de sua livre e espontânea vontade. A internação voluntária acontece mediante uma solicitação formal do paciente ou por sugestão da equipe médica responsável pelo acompanhamento e tratamento.

Internação involuntária

Quando a comunicação com o usuário de drogas não funciona mais, a família deve se manter firme na decisão de ajudá-lo e buscar alternativas mais viáveis. Mesmo nos momentos de conflitos, a função do familiar é acreditar que sempre terá um caminho favorável à recuperação da pessoa.

Quando o quadro clínico do paciente evolui para situações mais graves e ele passa a representar um risco para si mesmo e para a sociedade, a opção mais adequada é forçar uma internação. No Brasil, já foi sancionada uma Lei que permite esse tipo de conduta

Nesses casos, internação involuntária torna-se uma forma de evitar os danos à saúde, além de significar também medidas protetivas tanto para o paciente quanto para a família dele. Na internação involuntária, o paciente não pode abandonar o tratamento e nem deixar o hospital por decisão própria.

Como vencer a angústia de internar um filho? 

Quando os pais ou responsáveis optam pela internação, essa decisão é voltada para o bem-estar do adolescente. Tal medida trará bastantes benefícios e, em longo prazo, fará com que a pessoa tenha chances reais de se superar e de voltar ao convívio social de modo pleno e harmônico.

Mediante os problemas que o uso de drogas representa, o risco de não tomar essa decisão em tempo pode oferecer diversos outros perigos à saúde e à vida do jovem.

Outro ponto relevante é a compreensão de que a culpa nunca deverá ser atribuída a ninguém. Não se deve responsabilizar o filho e nem a família pelo problema, já que o vício ocorre por uma multiplicidade de fatores e não apenas por um único e exclusivo motivo.

Não é fácil enfrentar essas situações. Por isso, é preciso ter habilidade para lidar com essas questões para que a internação seja algo positivo e não se transforme em uma frustração ou angústia para os envolvidos.

Ao escolher uma instituição com experiência e excelência no tratamento para jovens com problemas psiquiátricos, a família poderá acompanhar o tratamento. A presença e a participação dos familiares é fundamental ao processo de recuperação. Geralmente, a equipe multidisciplinar oferece todo o apoio necessário e propõe um calendário de visitação personalizado.

A opção pela internação deve ser encarada como uma decisão adequada e positiva para reverter o quadro clínico do jovem. Saber que seu filho está sendo cuidado por uma equipe multidisciplinar especializada — e que pode oferecer um suporte adequado à reabilitação — é um dos motivos que estimulam essa decisão.

Logo, para vencer as adversidades que surgem nesses momentos delicados, os pais precisam pensar positivamente e enfrentar os desafios com coragem para que o filho seja revestido de energia positiva. Ter habilidade e inteligência emocional é essencial para motivar o filho à continuidade do tratamento para a reabilitação mental.

No entanto, a internação para vencer a dependência química tem três fases distintas. Todas são igualmente importantes e complementares entre si. Acompanhe, então, as características de cada uma delas.

Desintoxicação

A avaliação inicial para o tratamento para dependência química vai indicar se o paciente teve algum comprometimento de seus órgãos. Durante essa fase de análise geral, o paciente será assistido pelo psiquiatra e por toda a equipe de suporte.

Mediante os resultados dos exames laboratoriais, o médico começará o processo medicamentoso para acelerar a desintoxicação do organismo e atenuar os efeitos da abstinência. Essa etapa exige um acompanhamento psicoterapêutico constante. 

Conscientização

Nessa fase, o paciente é estimulado a restaurar seus valores que foram comprometidos pelo envolvimento com as substâncias químicas. A equipe multiprofissional estabelecerá condições para que o interno alcance bons resultados na superação desses desafios.

Assim, esse apoio da equipe técnica é essencial para que o adolescente consiga desenvolver todas as habilidades necessárias e adotar um comportamento que o conduza a  uma nova maneira de pensar e de viver.

Readaptação social 

Na última etapa do tratamento, a equipe trabalhará com o paciente as dificuldades de ressocialização que ele apresentou durante todo o processo. O jovem será preparado antecipadamente por meio da plena conscientização da importância de retornar à sociedade de um modo bem saudável.

Nesse momento, contar com o apoio dos familiares e amigos é fundamental para fortalecer os ideais do jovem e assegurar sucesso em seu retorno ao convívio social.

Como escolher o melhor hospital para internação do adolescente?

O Hospital Santa Mônica tem vasta experiência em tratamentos para a reabilitação da saúde mental. São mais de 50 anos dedicados a essa área. Por isso, nossa equipe compreende a dificuldade e a extrema delicadeza que envolve essa situação.

Diante disso, nosso objetivo é auxiliar o adolescente e seus familiares ao alcance dessa meta tão importante. Assim, para assegurar a qualidade nos procedimentos e o êxito no tratamento psiquiátrico, escolha uma instituição composta por profissionais especializados nesse ramo.

Ter esses cuidados na escolha do hospital é uma das formas mais seguras de garantir que toda a dinâmica que envolve a internação do adolescente seja realizada com a devida atenção e cuidado. Além disso, um ambiente adequado e uma equipe de confiança estimula o próprio indivíduo a se dedicar ao tratamento com maior motivação. 

Optar pelo tratamento em um hospital psiquiátrico com uma infraestrutura de qualidade é essencial à luta contra o vício. O trabalho multidisciplinar integrado às atividades terapêuticas e recreativas oferecidas pelo hospital tornam- se em um importante diferencial na reabilitação da saúde integral.

Assim, a nossa proposta é garantir um tratamento diferenciado e que promova o ajuste psíquico e o controle das questões emocionais na vida dos jovens que necessitam de apoio profissional para abandonar o vício. 

Nesse sentido, conhecer a metodologia de trabalho proposta pelo Hospital Santa Mônica é o primeiro e importante passo para assegurar sucesso na recuperação da saúde mental e física. Priorizar um ambiente acolhedor, um atendimento humanizado e uma equipe capacitada é fundamental na hora de decidir pela internação de adolescentes.

E você, gostaria de auxiliar a seu filho a recuperar a saúde? A hora é agora: fale com o Hospital Santa Mônica e busque ajuda o mais rápido possível!

 

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