O estresse no trabalho pode levar ao uso de drogas? Entenda! - Hospital Santa Mônica
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O trabalho é uma das formas de desenvolvimento do indivíduo, tanto financeira quanto social e pessoalmente. Diante de tantos benefícios trazidos por essa atividade, é comum que as pessoas sintam-se pressionadas a ser bem-sucedidas na vida profissional.

Contudo, apesar de ser fonte de prazer e reconhecimento, o trabalho pode acabar se transformando em um fator que contribui para o adoecimento físico e mental. Reuniões extensivas, alto volume de trabalho e responsabilidade, atrelado as metas arrojadas de performance, alta rotatividade de pessoas e grandes cargas horárias elevam o número de prescrições de antidepressivos e ansiolíticos, segundo estudos.

Por isso, é preciso estar alerta com relação ao estresse no trabalho — que pode ser o pontapé inicial para o uso de drogas. Neste artigo, vamos falar sobre a relação do trabalho e do abuso de substâncias, mostrar quais são os pontos de atenção e trazer algumas dicas para um tratamento efetivo. Acompanhe a leitura!

Qual é a relação entre o estresse no trabalho e o uso de drogas?

Como falamos acima, o trabalho, por ser muito valorizado socialmente, pode suscitar no indivíduo um senso de obrigação e sofrimento emocional. Geralmente, o adoecimento mental está relacionado à alienação no trabalho, que ocorre quando as atividades de uma pessoa não são valorizadas, e ao estresse laboral — causado por condições de trabalho aversivas, como instalações precárias, patrões abusivos, salários injustos, insegurança no cargo e conflitos com colegas.

Pessoas sujeitas a situações de estresse no trabalho naturalmente vão procurar formas de atenuar esse sofrimento. Algumas aprendem a lidar com a situação de maneira saudável, praticando atividades físicas, por exemplo. No entanto, o que funciona para uns não necessariamente funciona para outros.

É por isso que muita gente que sofre com o estresse no trabalho acaba se envolvendo com drogas. A relação entre o ambiente corporativo e o abuso de substâncias não é nova e já pode ser considerada um problema de saúde pública. O que acontece é que, por não saberem lidar com situações difíceis, muitos trabalhadores buscam no álcool uma forma de relaxamento ou se automedicam, usando antidepressivos ou ansiolíticos para conseguir algum alívio.

Estresse no trabalho e abuso de álcool 

Segundo a literatura, as causas para o consumo abusivo de álcool podem ser orgânicas ou psicossociais. No segundo caso, elas estão diretamente relacionadas a situações de estresse. O álcool é socialmente conhecido por aliviar tensões e melhorar o humor positivo, sendo tido como uma boa opção nos momentos de sofrimento emocional. 

Outro fator que aumenta o consumo de álcool no meio corporativo é o paradigma de que, para ser socialmente aceito pelos colegas de trabalho, ter visibilidade e reconhecimento, o indivíduo precisa se integrar — o que, geralmente, acontece em situações que envolvem bebidas alcoólicas, em happy hours. 

Nesse contexto, o álcool é visto como uma consequência agradável, já que traz o benefício da socialização e, ainda, do relaxamento, mas essa sensação pode ser perigosa, afinal, o que começou apenas como um momento de prazer pode se tornar um vício.

Estresse no trabalho e uso de drogas ilícitas

Assim como o álcool, outras drogas, como a maconha, podem ser usadas para relaxamento e fuga do sofrimento emocional. Também é comum o abuso de antidepressivos e outras substâncias, como medicamentos para relaxar, dormir ou se manter alerta para conseguir manter o ritmo de trabalho, como é o caso da cocaína

No entanto, justamente por surtir o efeito desejado, o uso de drogas vicia e pode se tornar um grande problema tanto na vida pessoal quanto na profissional. 

Consequências do uso de drogas no ambiente de trabalho

Além de todas as consequências que o uso de drogas traz para a vida pessoal do indivíduo e para a sua saúde, o vício também prejudica a vida profissional. Ao trabalhar sob o efeito de substâncias psicoativas, as chances de erro e queda na produtividade são aumentadas, o que pode implicar em perdas significativas nos negócios.

A depender do trabalho que o paciente realiza, ele pode colocar em risco a sua própria vida e a dos colegas. Caso o fato chegue à liderança da empresa, o funcionário pode receber advertências e até ser demitido por justa causa.

Os dados assustam: uma pesquisa indica que 24% dos trabalhadores afirmam já ter consumido bebida alcoólica no período de trabalho e 20% acreditam que o consumo de álcool por colegas coloca em risco a sua segurança. Ainda, pessoas que bebem têm quase três vezes mais chances de cometer um erro que cause danos físicos do que os trabalhadores que não consomem álcool.

Quais são os sinais de alerta?

Pessoas com problemas ligados ao uso de drogas costumam apresentar comportamentos característicos, que podem prejudicar sua vida pessoal e profissional. Se você desconfia de si mesmo ou acha que algum colega está enfrentando esse tipo de situação, preste atenção aos sinais. Preparamos uma lista com alguns comportamentos que podem indicar que a pessoa precisa de tratamento:

  • beber ou usar drogas para lidar com praticamente qualquer tipo de situação;
  • beber muito e com muita frequência;
  • beber sozinho, longe de situações sociais;
  • aumentar a quantidade de álcool ou droga consumidos a cada dia;
  • perder produtividade;
  • faltar ao trabalho;
  • ficar irritado ou agressivo com facilidade;
  • tornar-se desleixado com a aparência;
  • mudar hábitos;
  • parecer sempre cansado.

Qual é o tratamento ideal para o uso de drogas?

Depois de identificada a dependência química, o primeiro passo é o reconhecimento da situação pelo paciente. Essa consciência é fundamental para o sucesso do tratamento, e quanto mais cedo isso acontecer, melhor, já que os efeitos das drogas tendem a se agravar à medida que o consumo aumenta. 

O segundo passo é a desintoxicação, que deve ser sempre acompanhada por uma equipe multiprofissional especializada. O consumo deve ser reduzido gradualmente até a limpeza do organismo, porque, a depender do quadro, a falta da droga também faz mal ao paciente. 

Em casos clínicos mais graves, a internação pode ser necessária. Isso acontece porque, em um hospital especializado, o indivíduo pode ser acompanhado durante e depois de todo o processo de desintoxicação.

No Hospital Santa Mônica, dispomos de programas de tratamento para pacientes ambulatoriais ou internados que incluem desintoxicação, terapia, acompanhamento médico e aconselhamento, tanto para o dependente químico quanto para a família — além de infraestrutura completa. 

Se você conhece alguém que sofre com estresse no trabalho e uso de drogas ou se precisa de ajuda, entre em contato conosco e saiba o que podemos fazer!

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