Consequências das drogas: entenda o real perigo do uso de drogas - Hospital Santa Mônica
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Entender os riscos e as consequências das drogas sobre a saúde mental e física é um dos aspectos mais importantes para conter os efeitos negativos desse problema. Além dos danos ao organismo do usuário, o uso de substâncias ilícitas gera impactos sociais e econômicos em larga escala.

Nesse contexto, apresentaremos um breve panorama sobre o uso de drogas no Brasil. Destacamos os efeitos que essas substâncias provocam no corpo e por que essa problemática exige intervenções urgentes.

Vamos mostrar também como o vício em entorpecentes coloca em risco a vida de quem demora a procurar ajuda. Continue a leitura e veja o caminho mais seguro para reduzir os efeitos das drogas no organismo, superar o vício e mudar de vida!

Um panorama sobre o uso de drogas no Brasil

As drogas mais consumidas pelos brasileiros são: maconha, ecstasy e cocaína, principalmente nas regiões sul e sudeste, que lideram essa prática ilícita.

A fácil disponibilidade dessas substâncias contribui para elevar o consumo e, com isso, novos adeptos — sobretudos adolescentes e jovens — se inserem no complicado submundo das drogas.

Atualmente, o Brasil está trabalhando medidas de combate ao narcotráfico. Há várias emendas tramitando no Congresso. Mas essas políticas sofrem interferências de outros países latino-americanos, cuja economia depende basicamente do comércio dessas substâncias ilegais. 

A localização geográfica do Brasil favorece o mercado devido a fronteira com a Colômbia e a Bolívia, que são grandes produtores de cocaína e ópio. Com isso, nosso país tornou-se um centro distribuidor desses produtos, o que faz elevar o consumo na América Latina.

Segundo o relatório do Monitor de Políticas de Drogas das Américas (MPDA), em 2018, a produção e o consumo global de drogas bateram recorde. O Brasil figura na lista dos maiores consumidores do continente sul-americano.

Tipos de drogas 

O uso e o tráfico de drogas são um dos principais problemas presentes na sociedade contemporânea. A cada vez mais, os fabricantes reformulam a composição das drogas e sintetizam novas substâncias ainda mais prejudiciais à saúde. Tendo isso em vista, apresentaremos os tipos de drogas mais comuns. Veja quais são:

Maconha

De acordo com a conclusão do Relatório Mundial sobre Drogas, recentemente divulgado pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODOC), a maconha foi a droga mais consumida no mundo em 2016. 

Em nosso país, dados amplamente divulgados na mídia confirmam que mais de 1,5 milhões de brasileiros consomem maconha diariamente. Os principais grupos expostos aos efeitos do uso da maconha são adolescentes e jovens, os maiores usuários.

Cocaína

Segundo dados do Observatório Brasileiro de Informações sobre Drogas (OBID), 5% dos óbitos relacionadas às drogas ocorreram pelo uso de cocaína. Entre os efeitos mais graves da cocaína destacam-se as lesões cerebrais, a perda da sensibilidade das mucosas nasais e a destruição dos dentes.

Quando essa droga é esfregada nos dentes ou nas gengivas ocorre uma reação química entre a cocaína e a saliva. Há, então, a formação de um ácido que destrói o esmalte dos dentes deixando-os enfraquecidos e quebradiços.

Ecstasy

Essa substância é muito utilizada em festas raves ou em encontros de universitários. Ela faz parte do grupo de drogas sintéticas, cujo uso ocorre de modo oral. Provoca alterações cerebrais em poucos minutos. Seu efeito causa uma falsa sensação de felicidade, de euforia e aumenta a libido.

Heroína

Essa droga é derivada do ópio e pode ser sintetizada a partir da morfina. Sua forma de uso é injetável e seus efeitos são imediatos, já que é rapidamente absorvida pelo cérebro.

As drogas opiáceas alteram o funcionamento do sistema digestório e do sistema nervoso central. Além disso, provocam tonturas, náuseas e alucinações intensas. 

Crack

Essa é uma das drogas que viciam muito rapidamente. Durante o uso, a fumaça chega facilmente aos pulmões e dali para o cérebro. Ao alcançar as regiões cerebrais, o crack provoca a destruição dos neurônios, o que pode resultar em graves lesões.

Segundo uma pesquisa da Universidade Federal de São Paulo, o Brasil ocupa o 1º lugar no ranking de consumo de crack no mundo. O crack é uma droga de grande aceitação devido ao baixo preço.  Devido à sua fácil disponibilidade, ela é bastante comum entre moradores de ruas e por adolescentes e jovens.

Álcool

Os efeitos do álcool sobre o organismo pode causar graves sequelas ou lesões irreversíveis, principalmente no fígado e nas áreas cerebrais responsáveis pelo controle da motricidade.  O vício em álcool também afeta a memória, a capacidade de raciocínio e de concentração.

Dados recentes alertam para o envolvimento cada vez mais precoce com o alcoolismo. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de 50% dos estudantes do 9º ano já ingeriram bebida alcoólica. Destes, 21,4% afirmaram que já se embriagaram alguma vez na vida.

Drogas ilícitas: o acesso fácil dificulta o controle

Estatísticas divulgadas pelo Relatório Mundial sobre Drogas do ano passado alertam sobre a dificuldade que as autoridades têm de controlar o tráfico. Um dos fatores que mais impedem o controle é a facilidade do acesso a essas substâncias.

Segundo os especialistas, há uma expansão potencial que resulta da impulsão pela oferta desses produtos no mercado. Assim como a produção de drogas sintéticas, a fabricação do ópio e da cocaína está em um nível cada vez mais elevado.

A difusão do consumo está ampliando o mercado de cocaína, de anfetaminas e de metanfetaminas para além das regiões comumente exploradas. Além disso, o tráfico de drogas utiliza as facilidades do mercado darknet para promover o consumo por meio das vendas online.

Esse relatório destaca ainda o impacto das consequências das drogas sobre as camadas populares e mais vulneráveis ​​da sociedade. Assim como ocorre nos países desenvolvimentos, no terceiro mundo, as pessoas mais pobres são as que sofrem os piores efeitos do consumo das substâncias psicoativas.

Os dados desse relatório evidenciam que o uso de drogas é maior entre jovens de 18 a 25 anos. Para aqueles que ainda estão em fase de crescimento, o impacto é mais prejudicial, já que o lobo frontal, área responsável pelo comportamento, ainda não está totalmente formada.

Fatores de risco

Para melhorar a compreensão do assunto é necessário estar a par das condições que representam fatores de risco para o uso de drogas. Veja quais são!

Traumas e adversidades na infância (abuso e negligência)

Um dos fatores que mais influenciam os adolescentes e jovens e os tornam mais propensos ao consumo de substâncias ilícitas é o histórico de traumas ou de abuso na infância.

Crianças que sofreram maus tratos, foram negligenciadas pelos pais ou tiveram uma vida muito difícil têm uma forte tendência a alimentar esses traumas e a se tornarem revoltadas.

Alguns desses indivíduos tornam-se reclusas em si mesmo, não conseguem expor os sentimentos e, à medida que alcançam mais idade, a situação piora ainda mais. Por isso, essas adversidades podem ser consideradas o pilar para o envolvimento precoce com o vício.

Distúrbios mentais

A instabilidade psíquica é um dos problemas que motivam as pessoas à procura de drogas. Sobretudo, os indivíduos em condição social mais vulnerável, como os moradores de rua, tendem a buscar nessas substâncias o alívio para o sofrimento.

Porém, mesmo entre as classes mais privilegiadas há pessoas com doenças mentais ou emocionais que levam ao abuso de entorpecentes. O maior perigo é que a associação entre drogas e doenças mentais gera um ciclo vicioso: a doença é vista como causa e também como consequência das drogas na vida desses sujeitos.

Pobreza

O livre acesso às drogas ocorre em todos os lugares e expõe a sociedade ao risco dos impactos negativos resultantes desse problema. Entretanto, nas regiões habitadas por pessoas menos favorecidas, a disseminação desse hábito é bem maior.

Outras questões de ordem estrutural — como a fome, o desemprego e a falta de estrutura familiar — também contribuem para piorar a situação. O desequilíbrio emocional também estimula a adesão ao vício, condição que pode gerar quadros de violência e de agressividade.

Uso por colegas

Além da disponibilidade de drogas, outro fator de motivação ao consumo é a convivência com pessoas ou com grupos de usuários. Jovens e adultos que moram nas proximidades dos locais de acesso aos entorpecentes ou convivem com pessoas viciadas tornam-se mais vulneráveis ao vício.

Filhos de usuários de drogas

Crianças afetadas pelo uso de substâncias ilícitas pelos pais têm a forte tendência de exibir níveis mais elevados de tensão emocional e de outros sintomas relacionados a essa questão. Muitas delas acabam se envolvendo precocemente com os tóxicos.

A maior parte dos filhos de usuários de drogas apresenta comprometimento cognitivo e no desenvolvimento motor e físico. Também são mais susceptíveis a doenças respiratórias — como asma e bronquite —, além de reações alérgicas ou quadros de intolerância alimentar.

Mergulhados no submundo das drogas, muitos pais negligenciam o cuidado e a educação dos filhos. Isso resulta em inúmeros problemas ao longo da vida de quem cresceu nesses ambientes hostis. 

Na infância, eles apresentam irritabilidade, agressividade e déficit de atenção. Também são mais propensos aos desvios de comportamento e têm muita dificuldade de aprendizado. 

Na adolescência, o transtorno de hiperatividade e alguns aspectos característicos da personalidade antissocial costumam ser comuns. Quando adultos, a instabilidade emocional cursa com doenças como a depressão, a síndrome do pânico e a esquizofrenia.

O perigo do uso: consequências das drogas

Os agravos sobre a saúde, os prejuízos na economia e as questões sociais são as vertentes mais preocupantes em relação ao abuso de drogas. Confira!

Saúde

Diversos são os efeitos do consumo de tóxicos sobre a saúde do dependente químico. O vício em entorpecentes concorre para prejuízos à saúde mental, emocional e física. Alguns desses danos podem ser irreversíveis ou fatais.

Em nosso país, os gastos com as drogas oneram os cofres públicos e geram um grande prejuízo com tratamentos para a recuperação do vício ou com a comorbidades associadas à dependência. Dados recentes afirmam que os gastos do SUS com usuários de drogas já ultrapassaram 9 bilhões de reais.

Social

Para a sociedade, as consequências das drogas geram impactos negativos em variados contextos e contribuem para acentuar os problemas sociais já presentes em nosso cotidiano. A violência e a intrínseca relação com o crime são questões que desafiam bastante as entidades governamentais.

Para o usuário, o consumo desenfreado dessas substâncias causa o comprometimento da capacidade crítica, reduz o juízo de valor e o torna refém da marginalidade e da exclusão social.

Tais consequências reafirmam a gravidade desse problema e reforçam a importância de buscar alternativas que possam, urgentemente, atenuar os seus impactos.

Economia

Informações recentemente divulgadas pela BBC afirmam que, em termos globais, o tráfico de drogas movimenta valores tão elevados que influenciam até o Produto Interno Bruto (PIB). Tecnicamente, esse indicador é usado para avaliar o crescimento ou a desaceleração da economia de um país.

O que chama a atenção nessa notícia é o grande impacto do uso de drogas em todo o planeta. Mesmo nos países desenvolvidos, o controle sobre o comércio ilegal de entorpecentes também não é efetivo.

Ou seja, em escala mundial, crianças, adolescentes e jovens estão expostos aos riscos decorrentes desse problema. Essa realidade deixa clara a necessidade de buscar alternativas de intervenção o quanto antes.

Com a expansão global do uso de tóxicos, a orientação profissional e a intervenção adequada — como a internação para dependentes químicos — são medidas que podem conter as consequências das drogas e minimizar os riscos à saúde do usuário.

Ação das drogas no organismo jovem

Mesmo quando são consumidas quantidades menores, a maioria das drogas ilícitas surte um efeito muito potente em todas as funções orgânicas. Independentemente do tipo em que são usadas, os danos ocorrem de imediato e comprometem a estabilidade do organismo.

Em um organismo jovem, essa rápida trajetória provoca consequências ainda piores. Os adolescentes são mais vulneráveis porque muitos órgãos do corpo deles ainda não alcançaram o desenvolvimento pleno.

As drogas que são inaladas — como a cocaína, por exemplo — são absorvidas com muita rapidez pelas células. Como a função do aparelho circulatório é distribuir os elementos captados pelos vasos sanguíneos, essas substâncias tóxicas logo alcançam as regiões cerebrais.

O ecstasy e as drogas injetáveis, como a heroína e o LSD causam impactos muito semelhantes no cérebro. Por isso, é preciso estar atento ao efeito das drogas no organismo  devido ao comprometimento das áreas cerebrais e o risco de desenvolvimento de lesões neurológicas.

O uso continuado dessas substâncias expõe o organismo jovem ao desenvolvimento de diversas enfermidades mentais e físicas. Doenças de ordem psíquicas, como a esquizofrenia, o surto psicótico e a síndrome do pânico são as mais preocupantes.

Outro fator agravante é a intrínseca relação dessas desordens mentais — resultantes do consumo de drogas — com o risco de suicídio. Muitos usuários alimentam ideias suicidas, pois veem nessa possibilidade a falsa ilusão de solucionar seus problemas.

Porém, esses desequilíbrios quando afetam indivíduos muito jovens tornam-se o pilar para os desajustes da vida pessoal e das relações familiares. Esse afastamento da família também contribui para agravar o quadro e tornar o usuário jovem ainda mais vulnerável.

Além do mais, o consumo de substâncias ilícitas durante a juventude contribui para o surgimento de inúmeras doenças metabólicas. Em parte, isso ocorre devido à influência da toxicidade no funcionamento das glândulas secretoras de hormônios.

Assim, os distúrbios mentais resultantes desse hábito colocam em xeque a própria integridade física e a de quem faz parte do círculo social do dependente químico.

Emergências psiquiátricas relacionadas ao uso de drogas

Algumas situações emergenciais requerem intervenções profissionais imediatas para salvar o usuário do risco de morte. Veja quais são as situações mais comuns na rotina de quem está dominado pelo vício.

Overdose

A overdose é uma das piores consequências das drogas, já que a maior parte dos casos resultam em danos cerebrais irreversíveis ou até em óbito. Isso torna essa condição uma emergência psiquiátrica, já que nesse estado de gravidade, o indivíduo precisa ser socorrido com urgência.

Psicose

Esse transtorno psíquico pode ocorrer como efeito de qualquer tipo de droga. No entanto, recentes pesquisas associam a psicose ao uso desenfreado de maconha. A cannabis tem um alto potencial de desregular as funções cerebrais e de provocar alucinações e delírios.

Por isso, esse tipo de surto requer o encaminhamento para um socorro emergencial. Uma avaliação médica detalhada é fundamental para direcionar os profissionais para a conduta mais acertada.

Crise de abstinência

As crises de abstinências decorrem da interrupção do uso da substância tóxica. O próprio organismo “exige” o consumo da droga e, com isso, o indivíduo entra em um estado de torpor mental de difícil controle.

Geralmente, esses sintomas fazem parte do processo de desintoxicação. Assim que o indivíduo inicia um tratamento para desintoxicar o organismo, a renúncia ao uso da droga provoca graves perturbações. Isso decorre do fato de o organismo perceber a ausência da droga.

Nessas circunstâncias, a ajuda profissional e o suporte dos amigos e familiares podem reduzir os reflexos negativos desse problema e direcionar para condutas mais adequadas.

Tentativa de suicídio

Os dados recentes sobre o suicídio são alarmantes: a OMS afirma que, em todo o mundo, mais de 800 mil pessoas tiram a própria vida a cada ano. Além do ato concretizado, muitos indivíduos tentam suicídio, mas conseguem escapar com vida.

Especialistas em reabilitação da saúde mental defendem que o suicídio é considerado um fenômeno multifatorial. O ato é fruto de uma interação complexa resultante de múltiplas questões. Uma delas é o abuso de drogas.

Além das drogas, fatores sociais, ambientais, genéticos, emocionais e biológicos são os que provocam a somatização que contribui para as ideações suicidas. Os números dessas tragédias são alarmantes: o Brasil está em 8º lugar no planeta em relação ao número de mortes por suicídio.

Ainda que seja um enorme desafio para a Saúde Pública, há possíveis formas de evitar os suicídios em tempo oportuno. O uso de estratégias de prevenção e a devida assistência aos grupos de risco podem minimizar o impacto dessa questão tão preocupante.

A importância de buscar ajuda

Como vimos, as drogas representam inúmeros prejuízos à saúde. Ainda que o grupo mais afetado seja composto por adolescentes e jovens, os danos à saúde podem ser irreversíveis em qualquer idade.

No entanto, dada à complexidade que envolve esse tema, o maior risco do uso de drogas é não buscar ajuda enquanto é tempo. Considerando que os efeitos dos entorpecentes podem variar de acordo com o organismo do indivíduo, os danos são imprevisíveis.

Sob essa ótica, os males associados ao uso de drogas sempre colocam em risco a integridade do usuário e ameaçam as pessoas de seu convívio. Além dos danos à saúde, a ideação suicida tem sido apontada como um dos sintomas mais presentes entre os dependentes químicos.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) afirma que a cada 40 segundos uma pessoa se suicida em algum lugar do mundo. O que torna essa realidade ainda mais cruel é saber que muitos se vão sem ao menos permitir a intervenção da família ou dos amigos.

Dada à influência do efeito das drogas sobre a decisão de atentar contra a própria vida, a ajuda profissional não pode ser negligenciada. Uma conversa amiga pode sensibilizar o dependente químico quanto aos riscos que ele está sujeito.

Nessas circunstâncias, encaminhá-lo ao tratamento especializado é fundamental à superação do vício, além viabilizar medidas para a prevenção do suicídio e possibilitar a reabilitação da saúde.

Como um hospital especializado pode ajudar

Nos últimos anos, quase 150 mil pessoas foram internadas por consequência das drogas, conforme divulgado pelo OBID. Isso demonstra a importância da internação em uma instituição especializada para a reabilitação da saúde do dependente químico.

A estrutura de um hospital especializado garante todo o suporte que o paciente necessita para conseguir superar o vício e os sintomas resultantes da dependência química.

O apoio de uma equipe multidisciplinar composta por médicos clínicos, psiquiatras, psicólogos, terapeutas ocupacionais e outros é fundamental à qualidade do tratamento.

A equipe de profissionais do Hospital Santa Mônica oferece uma rede de apoio para estimular o paciente a se manter firme no caminho da recuperação. O ambiente é propício ao desenvolvimento de valores, mudanças de comportamento e adequação a filosofias de vida essenciais à superação dos desafios ali propostos.

Logo, para quem está dominado pelo vício, a melhor hora é agora para mudar de vida. Como vimos, as consequências das drogas trazem prejuízos irreversíveis ou mesmo fatais. Mediante isso, procurar uma instituição especializada nessa área pode fazer diferença em relação às expectativas futuras quanto à recuperação da saúde mental e física.

Agora que já sabe quais as principais consequências das drogas sobre o organismo entre em contato com o Hospital Santa Mônica e saiba como solucionar esse problema!

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