Cyberbullying e suicídio: como influenciam crianças e adolescentes? - Hospital Santa Mônica
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A internet chegou para transformar a forma como vivemos. Com o advento dessa tecnologia, ganhamos uma série de benefícios: praticidade para realizar tarefas diárias, mais facilidade para entrar em contato com amigos e familiares e total acesso à informação. No entanto, nem tudo são flores, e essa modernidade também trouxe algumas consequências.

Esse é o caso do cyberbullying — uma espécie de agressão moral organizada por grupos e que tem como foco atingir determinada pessoa por meio de ferramentas virtuais. Tal manifestação é tão hostil que muitos especialistas já relacionaram essa prática ao aumento considerável de suicídios entre jovens, tanto no Brasil quanto no mundo.

Preocupante, não é mesmo? Para ajudá-lo a lidar com essas perseguições, criamos este material completo com tudo o que você precisa saber sobre cyberbullying e suicídio. Acompanhe!

O que é cyberbullying?

Se você já frequentou uma escola, provavelmente se deparou com algum caso de bullying, que também pode ser chamado de intimidação ou ato de humilhar e constranger algum colega de turma.

O termo, com origem na língua inglesa, quer dizer “valentão”, e não tem uma tradução específica para o português. No mundo virtual, essa prática não é muito diferente e pode ocorrer por meio das mídias sociais, de sites, blogs ou até mesmo por mensagens de texto instantâneas, como é o caso do famoso WhatsApp. Quando praticado na internet, o bullying ganha uma nova nomenclatura: cyberbullying.

O cyberbullying, também conhecido como bullying virtual, é uma forma de assédio moral realizada por meio da internet. Tal manifestação baseia-se em ofensas frequentes a determinada pessoa. Ao longo do tempo, essas atitudes repetitivas podem causar uma série de danos emocionais ao indivíduo, como preocupações, ansiedade, sentimentos ruins e, em casos extremos, pensamentos suicidas.

Em muitos casos, o cyberbullying pode não ser praticado por pessoas próximas à vítima, mas por qualquer usuário ao redor do mundo e em qualquer situação.

Em 2015, a Intel Security realizou uma pesquisa no Brasil, entrevistando 507 crianças e adolescentes, dos 8 aos 16 anos. No levantamento, 66% relatou ter presenciado situações de agressões nas redes sociais. Outros 21% afirmaram que já vivenciaram episódios de cyberbullying.

Adriana Fóz, neuropsicóloga e Diretora Clínica da Unidade Integrativa Santa Mônica, reforça “que a adolescência é uma fase do desenvolvimento cognitivo e emocional muito vulnerável. Ao mesmo tempo que regiões  do cérebro estão no máximo de sua potencia outras ainda estão buscando regulação, necessitando de desafios saudáveis e continência afetiva. Logo o cyberbullying chega num momento muito delicado, podendo gerar muitos danos”.

Situações que podem ser consideradas cyberbullying

Para evitar que o problema se agrave, tomar as medidas adequadas ou ajudar uma vítima desse tipo de agressão, é de extrema importância identificar as situações que podem ser um cyberbullying. Abaixo, destacamos alguns exemplos:

  • ofensas e agressões verbais na internet direcionadas a crianças e adolescentes;
  • divulgação de fotos, áudios e vídeos com o objetivo de constranger uma pessoa;
  • agressões psicológicas no mundo virtual;
  • brincadeiras ofensivas, que possam se tornar um tipo de humilhação pública;
  • falar mal de uma pessoa para outras nos canais digitais;
  • tirar sarro da aparência de uma pessoa;
  • marcar usuários em fotos e publicações vergonhosas;
  • ameaçar machucar, bater, difamar ou tirar a vida de alguém;
  • invasão de contas pessoais, como e-mail ou perfil nas redes sociais;
  • fazer piadas com a sexualidade de outra pessoa, entre outros.

Cyberbullying é crime

Um dos diferenciais do cyberbullying está na vantagem do agressor se esconder por trás de perfis anônimos. Por essa razão, as denúncias de calúnias estão cada vez mais frequentes nas redes sociais, em e-mails, blogs, aplicativos e outros canais.

A boa notícia é que, mesmo havendo dificuldade para identificar o agressor durante uma denúncia, algumas tecnologias avançadas já são capazes de reconhecer o autor do crime e diminuir a situação de impunidade. Até mesmo na internet as nossas ações podem deixar rastros, e hoje já contamos com profissionais especialistas em mapear as comunicações virtuais.

Felizmente, o cyberbullying — assim como o cyberstalker (prática de perseguição online) — já é visto como crime cibernético. Os agressores virtuais podem ser acusados de praticar infrações contra a honra no mundo digital. De acordo com o Código Penal, essa infração pode ser classificada em três tipos: calúnia, difamação e injúria.

Penalidades para a prática de cyberbullying

Caso o agressor seja localizado, a legislação do país prevê uma pena de até 2 anos de detenção — podendo variar de acordo com o crime que foi praticado. As contravenções com menor teor de gravidade, como é o caso das invasões de dispositivos, podem ser punidas com detenção que varia de 3 meses a 1 ano.

Nas situações em que os crimes foram praticados por indivíduos menores de 18 anos, o cyberbullying será caracterizado como ato infracional, podendo ser punido com atividades socioeducativas, como consta no Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90). Além disso, é indicado que os jovens praticantes dessas infrações sejam inseridos em um programa escolar para combater o bullying.

Qual é a relação entre cyberbullying e suicídio?

O suicídio é um problema de saúde pública que afeta, diariamente, populações do mundo inteiro. No Brasil, os dados são preocupantes: segundo um estudo realizado em 2017 pelo Sistema de Informações de Mortalidade (SIM)c — órgão que faz parte do Ministério da Saúde —, a taxa de suicídio entre os jovens vem aumentando desde 2002. Esses dados, que apresentam um crescimento de 10% no número de mortes, mostra que o problema atinge, principalmente, indivíduos na faixa etária de 15 a 29 anos.

O termo suicídio foi mencionado pela primeira vez em 1737 por Desfontaines, e tem origem no latim, em que “sui”, significa “si mesmo” e “caederes” equivale a “ação de matar”. Nessa atitude, o indivíduo procura na morte um refúgio e alívio para sua dor e sofrimento.

Em outras palavras, para praticar o suicídio, a pessoa deve estar envolvida em uma situação muito grande e intensa de sofrimento, apresentando sentimentos como tensão exagerada, angústia e desespero. O quadro, chamado por muitos especialistas de “dor da alma”, pode surgir como consequência de uma conturbação mental, problemas afetivos, depressão e demais situações capazes de provocar o desespero, fazendo o indivíduo acreditar que não há solução para o seu problema.

Agora, o que muitos não imaginam é que o bullying e o cyberbullying podem estimular significativamente os quadros de mutilação corporal entre os jovens, e nos casos mais intensos, resultar em suicídio.

Para se ter uma ideia, em 2016 a Safernet, uma organização não governamental (ONG), recebeu diversas denúncias de crimes que ocorreram no campo virtual. Dessas acusações, 39,4 mil páginas da internet — entre sites, blogs e publicações nas redes sociais — foram denunciadas por violar os direitos humanos. Nesses conteúdos, foi possível identificar comentários racistas, intimidadores e com incitação à violência.

É exatamente aí onde mora o perigo: muitas vezes o cyberbullying passa despercebido pelos adultos. Com isso, os jovens e as vítimas desses crimes se sentem infelizes, os níveis de estresse aumentam e a violência pode acabar provocando depressão profunda. Sem saída e com dificuldades para encontrar uma solução para o problema, o indivíduo acredita que, ao tirar a própria vida, o transtorno acaba.

Como falar sobre cyberbullying e suicídio

O suicídio ainda é um tabu na nossa sociedade. Em geral, as pessoas não gostam de comentar sobre quem se matou ou tentou se matar. Por outro lado, um dos principais caminhos para combater o problema é simples: falando sobre ele.

Ao discutir sobre o assunto e procurar entender os fatores que levam a essa situação, é possível que muitas pessoas possam ser tratadas e abandonem a ideia de tirar a própria vida. Um bom exemplo para entrar nesse universo e conhecer melhor sobre o suicídio é assistir a filmes ou séries que retratam a vida de personagens que passam por situações similares.

Em 2017, um dos maiores serviços de streaming de vídeo do planeta, Netflix, lançou a série de televisão 13 Reasons Why. Baseada no livro Thirteen Reasons Why (Os 13 Porquês, em tradução para o português) e adaptado por Brian Yorkey, o enredo mostra a história da personagem Hannah Baker, uma jovem de 17 anos que sofre bullying na escola e, ao longo do tempo, ganha alguns rótulos pejorativos entre os estudantes.

Para piorar a situação, a jovem é estuprada e começa a se isolar dos seus amigos e familiares. Tudo isso acontece até que ela decide se matar, deixando 13 fitas cassetes para explicar as razões que a levaram a cometer suicídio.

O sucesso da série foi tanto que o suicídio se tornou um tema obrigatório para abordar nas escolas — principalmente porque o problema tem atingido cada vez mais os jovens. Quando falamos sobre o assunto e nos colocamos à disposição de ouvir, os indivíduos que estão vivendo essa fase conturbada entendem que não estão sozinhos e que seus sentimentos podem ser compartilhados.

Ao contrário da mensagem que a nossa sociedade propagada, é possível intervir e evitar que milhões de pessoas tirem as suas próprias vidas. Abaixo, listamos algumas maneiras de auxiliar um indivíduo que esteja passando por esse momento:

Converse

Se suspeitar que a pessoa está passando por um momento difícil na vida, invista no diálogo. Ao longo da conversa, procure ter empatia e compreensão. Pergunte como a pessoa está, o que tem feito no dia a dia e como se sente. Evite falar sobre si mesmo, desmerecer o sentimento do outro e oferecer soluções simples para o problema enfrentado.

Não julgue

Caso a pessoa tenha se aberto com você, procure não fazer julgamentos, demonstrar expressões de choque ou reprimir. Frases como “isso é pecado”, “não acredito nisso” ou “você é ingrato” não são bem-vindas.

Escute com paciência e procure compreender o que o indivíduo tem a falar. Coloque-se no lugar do outro! Se necessário, você pode fazer perguntas breves, mantendo a atenção no que a pessoa diz e sente.

Informe sobre a importância da ajuda profissional

Identificou que a pessoa está passando por um momento difícil e demonstra sinais de que pensa em cometer suicídio? Além de oferecer suporte emocional e se colocar à disposição para ajudar, você pode encaminhar o indivíduo a um profissional da área.

Há diversos serviços de saúde mental que podem prestar esse tipo de acompanhamento, como é o caso do Centro de Valorização da Vida (CVV) e hospitais especializados nessa área. Procure ainda informar a família, os amigos e as pessoas próximas sobre o que está ocorrendo.

Como identificar crianças e adolescentes que sofrem cyberbullying?

Como já mostramos, o cyberbullying pode surgir de inúmeras maneiras e carrega um único e exclusivo objetivo: constranger e inferiorizar a criança ou o adolescente. Por essa razão, o aconselhado é aprender como identificar as situações que podem ser consideradas cyberbullying e, principalmente, saber quando um jovem está sendo vítima desse tipo de agressão.

Para facilitar essa tarefa, separamos abaixo os principais comportamentos de jovens que estão passando por essa situação. Confira:

Compulsão e tristeza ao acessar o celular ou computador

Um dos primeiros indícios de que um indivíduo está sofrendo agressão virtual é a sua obsessão por acessar a internet. Na fase inicial do cyberbullying, a criança não quer sair de perto do computador ou do celular para conferir se há alguma nova ameaça, exposição ou ridicularização. Logo em seguida, é possível observar um comportamento de tristeza ou irritabilidade extrema. Caso você conheça alguém que se identifique com esse quadro, é melhor ter atenção!

Mudança de comportamento

Outra característica forte das vítimas de cyberbullying está na mudança repentina de comportamento. Sabe aquele seu amigo pra lá de ativo, que vive postando nas redes sociais? Se, de uma hora para outra, ele parar de agir normalmente e preferir o isolamento, atente-se! Quem sofre cyberbullying costuma desativar os seus perfis nas redes sociais e abandonar o mundo virtual.

Celular sempre desligado

Assim como o abandono das redes sociais, o celular desligado pode ser um forte indício de que a pessoa está vivendo um momento de cyberbullying. Isso acontece com pessoas que adoram usar seus smartphones e, de um dia para o outro, passam a deixar o aparelho desligado e não carregá-lo mais para lugar algum.

Em alguns casos, isso significa que o indivíduo está recebendo mensagens desagradáveis ou ameaças.

Publicações com mensagens depressivas

É comum, em alguns momentos da vida, compartilharmos mensagens tristes ou letras de músicas com frases de impacto nas nossas páginas das redes sociais. Que atire a primeira pedra quem nunca passou por isso! No entanto, quando essa atitude se torna frequente, é sinal de que algo não vai bem.

Vítimas de agressões virtuais tendem a publicar mensagens depressivas ou agressivas — o que, na maioria das vezes, é visto como um pedido de ajuda. Identificou um amigo ou familiar agindo dessa forma? Fique atento!

Também podemos destacar outros comportamentos muito característicos das vítimas do bullying e cyberbullying. São eles:

  • isolamento total;
  • não querer sair do quarto ou da própria casa;
  • não atender ligações em nenhuma circunstância;
  • parar de frequentar festas com os amigos ou realizar programas sociais;
  • ter uma queda significativa no rendimento escolar.

O que fazer ao se deparar com casos de cyberbullying?

A internet é um meio de comunicação livre e que facilita a conexão entre diferentes pessoas. No mundo virtual, nos deparamos com milhares de opiniões, iniciativas e, é claro, interações de cunho negativo. Aqui, a grande dúvida é: como agir em caso de agressão gratuita no mundo virtual? Se você está passando por isso ou conhece alguém que vive um momento similar, siga os passos abaixo:

Verifique a mensagem

Os agressores do cyberbullying são popularmente conhecidos como haters, ou seja, uma pessoa que tem como foco propagar o ódio em modo público. Além disso, o hater busca causar outros prejuízos para a vítima, tanto emocionais quanto físicos.

Comece analisando o conteúdo da mensagem enviada. Muitas vezes, uma mensagem negativa pode ser simplesmente uma crítica construtiva e sem ofensas ou ameaças.

Ao se deparar com esse assunto, observe com cuidado o teor da mensagem — quanto menos argumentos houver, mais chances de se tratar de cyberbullying.

Confira o perfil do usuário

Após checar o conteúdo da mensagem, é a hora de verificar o perfil do usuário, autor das agressões. Pela facilidade de anonimato que a internet proporciona, muitos indivíduos praticam ações ilegais com a certeza de que sairão impunes de qualquer acusação.

Para isso, os haters criam perfis falsos, com a exclusiva intenção de praticar ações vexatórias. É fundamental analisar bem o perfil do usuário, conferindo o nome, a foto, a rede de contatos e as publicações.

Procure saber se o internauta em questão tem amigos e conexões verdadeiras nas redes sociais e se a foto do perfil corresponde à pessoa em questão. Caso contrário, é possível que você esteja lidando com um perfil falso.

Há ainda aqueles que não se preocupam com as consequências dos seus atos e realizam práticas de cyberbullying com as suas identidades originais — esses são mais fáceis de localizar e punir.

Tente conversar

Há situações em que responder o usuário em uma conversa privada pode ajudar a entender as motivações das mensagens ou publicações ofensivas.

Em contraponto, se a pessoa apresentar uma reação agressiva, sem explicações e com xingamentos, fica claro que esse é um quadro de cyberbullying. Quando isso acontecer, o recomendado é não dar continuidade à conversa e ignorar ao máximo as manifestações do hater.

Tome as providências adequadas

Certamente o cyberbullying é um ato altamente preocupante. Sendo assim, o que fazer ao se deparar com um caso como esse? A primeira conduta a ser tomada é conversar com a vítima e tentar descobrir a identidade do possível autor do crime.

Além da internet, as crianças e os adolescentes podem sofrer agressões verbais e morais em outros meios de convivência, como a escola ou clubes. Por isso, é importante investir no diálogo e, se possível, levar o caso para a direção da escola ou de qualquer outro ambiente.

Também é fundamental guardar todas as mensagens que foram enviadas à vítima. Apesar de não ser agradável reler os conteúdos, essas informações são de extrema importância para que seja provado, perante as entidades, o que está ocorrendo.

Com os materiais em mãos, a vítima deve ir, junto a um adulto responsável, a uma delegacia de polícia que seja especializada em crimes virtuais. Também é possível criar um registro de Ata Notarial, em um Cartório de Notas, levando o conteúdo ofensivo impresso. Lembre-se: todos esses procedimentos são preliminares. O ideal é acionar um advogado para que as medidas cabíveis para identificar o agressor sejam tomadas.

Direcione a vítima ao acompanhamento psicológico

Além das ações legais que podem ser tomadas, é essencial direcionar a vítima a um acompanhamento psicológico. Usualmente, as pessoas que sofrem ataques virtuais ficam com a autoestima abalada, não conseguem manter tranquilidade e tampouco encarar a situação que estão vivendo. Muitos, inclusive, ficam traumatizados — o que acaba prejudicando vários aspectos de suas vidas.

Nas cidades, há diversas redes de proteção, com profissionais especializados no assunto, equipes multidisciplinares e até mesmo centros de assistência social. Com esse cuidado, o jovem terá mais segurança para se libertar dos traumas e seguir a vida longe das agressões. Cuidar da saúde mental é fundamental!

Aconselhe a mudança de telefone e/ou e-mail

Uma das medidas indicadas, e que é inclusive preventiva em alguns casos, é mudar o número de telefone e/ou o endereço de e-mail. Se o jovem for menor de idade, caberá aos pais ou ao adulto responsável acompanhar as trocas de mensagens no mundo virtual e ter conhecimento das pessoas que fazem parte do seu círculo social para garantir que não haja qualquer influência negativa.

Aconselhe o indivíduo a somente compartilhar as suas informações pessoais com usuários de confiança e que sejam próximos da família e dos amigos. Já nas redes sociais, é preciso adicionar somente as pessoas que realmente conhece e manter o perfil restrito aos amigos.

O cyberbullying não deve ser visto como modismo, mas como um tipo de violência que existe faz tempo e não pode continuar fazendo parte da nossa vida. Para alcançarmos uma sociedade mais humana, é preciso evitar os traumas psicológicos desde já e aprender a encarar os problemas no nosso dia a dia.

Não é fácil lidar com as inúmeras agressões morais que ocorrem na internet, mas com as ferramentas certas é possível repreender esses crimes e conscientizar a população das suas consequências.

Tenha em mente que prevenir é o melhor remédio, e sempre que possível, oriente os seus familiares e amigos sobre a divulgação correta de dados na internet. Caso você encontre uma pessoa com tendências suicidas, procure agir com humanidade, empatia e, principalmente, amor ao próximo.

Independentemente da gravidade do problema, não deixe de indicar ou procurar ajuda especializada. Em algumas situações, é possível que o indivíduo não consiga lidar sozinho com os seus traumas e receios, e talvez a internação seja uma alternativa para amenizar o sofrimento e mostrar que é possível seguir uma vida saudável.

Procure sempre por instituições respeitadas e especializadas no segmento, como é o caso do Hospital Santa Mônica de São Paulo e da Unidade Integrativa Santa Mônica — referência em saúde mental e dependência química.

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