Psiquiatria Transtorno Mental

Quais são os 7 tipos de esquizofrenia? Entenda a classificação atual da doença

tipos de esquizofrenia e como são classificados

Publicado em 22 de junho de 2020. Atualizado em 2026 com base no DSM-5-TR, CID-11 e evidências científicas recentes

O que é esquizofrenia?

A esquizofrenia é um transtorno psiquiátrico crônico caracterizado por alterações na percepção da realidade, no pensamento, nas emoções e no comportamento. A doença pode provocar sintomas como delírios, alucinações, pensamento desorganizado, dificuldades cognitivas e redução da expressão emocional.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, aproximadamente 23 milhões de pessoas vivem com esquizofrenia em todo o mundo, o equivalente a cerca de uma em cada 345 pessoas.

Embora seja considerada uma condição crônica, o tratamento adequado permite controle dos sintomas, redução das recaídas e melhora significativa da funcionalidade social e profissional.

Existem realmente 7 tipos de esquizofrenia?

Essa é uma das dúvidas mais pesquisadas na internet.

Historicamente, a esquizofrenia era dividida em diferentes subtipos clínicos. Dependendo da literatura consultada, são descritos seis ou sete tipos principais:

  1. Esquizofrenia paranoide
  2. Esquizofrenia catatônica
  3. Esquizofrenia desorganizada (hebefrênica)
  4. Esquizofrenia residual
  5. Esquizofrenia simples
  6. Esquizofrenia indiferenciada
  7. Esquizofrenia infantil ou de início precoce (embora não seja considerada um subtipo oficial)

Contudo, desde a publicação do DSM-5, em 2013, esses subtipos foram abandonados por apresentarem baixa estabilidade diagnóstica e pouca utilidade clínica.

Hoje, o foco está na avaliação individual dos sintomas apresentados por cada paciente.

Como a esquizofrenia é classificada atualmente?

Os especialistas avaliam diferentes dimensões sintomatológicas:

Sintomas positivos

São manifestações que surgem e se somam ao funcionamento habitual do indivíduo.

Exemplos:

  • Delírios
  • Alucinações auditivas
  • Alucinações visuais
  • Pensamento desorganizado
  • Comportamento desorganizado

Sintomas negativos

Representam perdas ou reduções de funções emocionais e sociais.

Entre eles:

  • Apatia
  • Isolamento social
  • Redução da motivação
  • Embotamento afetivo
  • Diminuição da fala

Sintomas cognitivos

Afetam habilidades mentais importantes para o dia a dia:

  • Atenção
  • Memória
  • Planejamento
  • Organização
  • Tomada de decisões

Sintomas afetivos

Podem coexistir sintomas de:

Sintomas catatônicos

Quando presentes, recebem um especificador próprio.

Podem incluir:

  • Imobilidade prolongada
  • Mutismo
  • Rigidez postural
  • Ecolalia
  • Agitação psicomotora intensa

Quais eram os antigos tipos de esquizofrenia?

1. Esquizofrenia paranoide

Era caracterizada pela predominância de delírios persecutórios, ideias de conspiração e alucinações auditivas.

Os pacientes geralmente mantinham melhor organização do pensamento e do comportamento em comparação com outros subtipos.

2. Esquizofrenia catatônica

Caracterizada por alterações marcantes da atividade motora.

Podiam ocorrer:

  • Imobilidade extrema
  • Rigidez corporal
  • Mutismo
  • Ecolalia
  • Episódios de agitação intensa

Hoje a catatonia é considerada uma síndrome que pode ocorrer em diversos transtornos psiquiátricos e condições médicas.

3. Esquizofrenia desorganizada ou hebefrênica

Predominavam:

  • Pensamento desorganizado
  • Discurso incoerente
  • Comportamentos inadequados
  • Respostas emocionais incompatíveis com o contexto

4. Esquizofrenia residual

Diagnóstico utilizado quando os sintomas psicóticos agudos diminuíam, mas permaneciam sintomas negativos importantes.

5. Esquizofrenia simples

Caracterizada por evolução lenta e progressiva, com predominância de sintomas negativos e deterioração funcional.

Esse subtipo nunca foi amplamente aceito em todos os sistemas diagnósticos.

6. Esquizofrenia indiferenciada

Aplicada quando o quadro apresentava sintomas de diferentes subtipos sem predomínio claro de um deles.

7. Esquizofrenia infantil

Não era um subtipo oficial, mas uma forma de descrever casos diagnosticados precocemente.

A esquizofrenia de início antes dos 13 anos é extremamente rara e requer avaliação especializada.

Quais são as causas da esquizofrenia?

A esquizofrenia possui origem multifatorial.

Os fatores mais estudados incluem:

Fatores genéticos

O risco é maior entre familiares de primeiro grau de pessoas com esquizofrenia.

Estudos genômicos identificaram centenas de variantes genéticas associadas à doença.

Alterações neurobiológicas

Pesquisas apontam alterações em neurotransmissores como:

  • Dopamina
  • Glutamato
  • GABA

Além de diferenças estruturais e funcionais em áreas cerebrais relacionadas ao processamento cognitivo e emocional.

Fatores ambientais

Podem aumentar o risco:

  • Complicações gestacionais
  • Infecções durante a gestação
  • Trauma infantil
  • Estresse crônico
  • Urbanização intensa
  • Exclusão social

Uso de substâncias

Existe evidência robusta de associação entre o consumo frequente de cannabis com alta concentração de THC e maior risco de transtornos psicóticos, especialmente em pessoas geneticamente vulneráveis.

Quais são os primeiros sinais de esquizofrenia?

Os sintomas iniciais podem incluir:

  • Isolamento social
  • Queda no desempenho escolar ou profissional
  • Alterações do sono
  • Suspeitas excessivas
  • Dificuldade de concentração
  • Falta de motivação
  • Mudanças bruscas de comportamento

Em muitos casos, essa fase precede o primeiro episódio psicótico.

Como é feito o diagnóstico?

Não existe exame laboratorial capaz de confirmar a esquizofrenia.

O diagnóstico é clínico e realizado por médico psiquiatra, com base em:

  • Entrevista psiquiátrica detalhada;
  • Histórico familiar;
  • Avaliação dos sintomas;
  • Exclusão de causas neurológicas, metabólicas ou relacionadas ao uso de substâncias.

Como é o tratamento da esquizofrenia?

O tratamento combina diferentes estratégias.

Medicamentos antipsicóticos

São considerados a base terapêutica e ajudam a controlar:

  • Delírios
  • Alucinações
  • Agitação psicomotora

Psicoterapia

Ajuda o paciente a:

  • Compreender a doença
  • Melhorar habilidades sociais
  • Aumentar a adesão ao tratamento

Reabilitação psicossocial

Inclui programas voltados para:

  • Reinserção social
  • Educação
  • Trabalho
  • Autonomia funcional

Internação psiquiátrica

Pode ser necessária em situações como:

  • Risco de suicídio
  • Risco de agressividade
  • Incapacidade grave de autocuidado
  • Episódios psicóticos intensos

FAQ – Perguntas frequentes sobre esquizofrenia

 

Quais são os 7 tipos de esquizofrenia?

Historicamente eram: paranoide, catatônica, desorganizada (hebefrênica), residual, simples, indiferenciada e infantil. Atualmente essa classificação não é mais utilizada pelos principais manuais diagnósticos.

A esquizofrenia tem cura?

Não existe cura definitiva, mas o tratamento adequado permite controle dos sintomas e melhora significativa da qualidade de vida.

Quem tem esquizofrenia pode trabalhar?

Sim. Muitos pacientes conseguem estudar, trabalhar e manter relacionamentos quando recebem tratamento adequado.

A esquizofrenia é hereditária?

Existe importante componente genético, mas a herança não é determinística. Fatores ambientais também influenciam o desenvolvimento da doença.

Maconha pode causar esquizofrenia?

A cannabis não é a única causa da esquizofrenia, mas pode aumentar significativamente o risco de psicose em indivíduos predispostos.

Referências científicas

World Health Organization. Schizophrenia Fact Sheet. 2025.

American Psychiatric Association. DSM-5-TR: Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders. 2022.

World Health Organization. International Classification of Diseases 11th Revision (CID-11).

Nature. Genomic insights into schizophrenia. 2024.

The Lancet Psychiatry. Schizophrenia Series. 2023–2025.

23 Comentários em “Quais são os 7 tipos de esquizofrenia? Entenda a classificação atual da doença”

  • Larycxs

    diz:

    Eu quero ajuda

    • Mônica

      diz:

      Olá, entre em contato conosco (011) 98657-4262 / (011) 99534-4287

  • Ana Maria Dias

    diz:

    Infelizmente vivo essa situação com meu irmão, que está internado há 4meses, depois de 15anos sem manifestação dos sintomas apresentados em 2003…

  • Zenildo kovalski

    diz:

    Eu: Zenildo kovalski. Tenho Escrezofenia chamada: Hebefrenica não aguento mais só tenho vontade de meatar ouço muitas vozes me mandando me Degolar me sangrar beber meu próprio (SANGUE) 24hs por dia peco ajuda ( URGENTE) SOCORRO!!!

    • Mônica

      diz:

      Olá Zenildo você está em tratamento? por favor ligue (011) 99667-7454
      (011) 99534-4287

  • GEISE DE SOUSA OLIVEIRA

    diz:

    As vezes acordo com carro vendendo alguma coisa de madrugada,tipo, carro do ovo, carro do cloro e etc no começo eu me assustava,e de vez em quando sinto cheiro de algo queimando será que pode ser um fator sobre essa doença?

    • Mônica

      diz:

      Olá Geise, infelizmente não conseguimos analisar assim, o ideal seria passar por uma consulta com um psiquiatra para entender melhor seu histórico, abraço

  • Izabela Pereira

    diz:

    Olá me chamo Izabela, tenho 15 anos. Há alguns anos minha mãe apresenta sintomas de esquizofrenia paranoide, ela acredita que há alguém que faz trabalhos de feitiçaria contra ela (somos evangélicas), e recentemente ela passou a acreditar que minhas irmãs e eu fazemos isso contra ela. Não sei o que fazer, ela acredita mesmo que há pessoas perseguindo ela, eu sei que algumas coisas são espirituais mas nesse caso eu estou desconfiada, ela já teve crises de ansiedade e até começou a se cuidar à respeito disso. Por favor, como posso ter certeza?

    • Mônica

      diz:

      Olá Izabela, não ficou claro se ela já faz tratamento e está seguindo a risca, o ideal seria passar por uma avaliação com um psiquiatra para avaliar o caso. Ficamos à disposição, abraço

    • Simone

      diz:

      Estou passando pela mesma situação mais é minha cunhada queria mais de informações.

      • Mônica

        diz:

        Olá Simone, entre em contato conosco (011) 98657-4262 / (011) 99534-4287

  • Carlos Washington Silva Vieira

    diz:

    Olá, me chamo Carlos Washington.

    Quando garoto, tive problemas com o entendimento sobre a minha existência. Me via como um personagem em um jogo de primeira pessoa, onde a minha visão mais parecia com uma tela. Era como se minha presença não existisse, mas sim um modo automático de mim, o qual somente assistia. Cheguei a pensar, em um longo tempo da minha vida, que iria me acordar, pois tudo não passava de um sonho. Usava essa “falha” como uma válvula de escape em momentos de grande ansiedade, como apresentar um trabalho, por exemplo.

    Aos meus 14-16 anos, entrei em uma fase pertubadora. Como sofria bastante bullying desde minha infância, acabei adquirindo algumas atitudes peculiares. Inconformado com tudo o que me rodiava, ficava estressado em todos os momentos, sempre tendo posturas tristes e depressivas. Nesse período, passei a machucar-me para poder punir-me e também para aliviar minha dor. Não lembro tanto desse período, mas fora sido um dos mais difíceis para mim. Ainda havia as pertubações psicológicas.

    Aos meus 17-19 anos, minha ansiedade entrou em pico pela primeira vez. Sempre tive que lidar com minhas dificuldades psicológicas, mas, naquele momento, tudo estava diferente. Passei a ser extremamente agressivo com os outros e comigo mesmo. Minha família estava preocupada com minhas posturas, diziam que não estava sendo eu mesmo nesses momentos de ansiedade. Depois que o estresse passava, me sentia extremamente mal. Vivia me batendo, dando de cabeça na parede, quebrando meus itens, surtando. Nesse período eu só pensava em tirar a minha vida, e estava pronto para isso, até o meu amigo me acolher. Minhas atitudes foram moldadas com o tempo. Passei a trabalhar mais no meu estresse por causa da minha família que estava preocupada.

    Desde os meus 20 anos – agora estou com 21 – ainda continuo com alguns sintomas. Em alguns momentos, enquanto sonolento, escuto o barulho de vozes que, bem vivas, parecem ser da minha família acordada. Passei a ter algo próximo a alucinações, minha imaginação está tão forte que as vezes não consigo distinguir da realidade ou se algo é real, fazendo-me sentir que estou ficando demente. Minha memória está falha, por mais que meu chefe me diga algo, mesmo entendendo na hora, após o término da conversa, esqueço completamente o que me disse. Isso não acontece somente quando falo com ele, mas em todas as ocasiões. Nas madrugadas, fico aterrorizado. Penso que tem alguma entidade perto de mim ou que algo irá me acontecer, passo a imaginar escutar vozes e situações trágicas que poderiam me acontecer naquele momento. Estou com problemas de concentração, não consigo manter o foco nas minhas atividades e estou passando a ter arritmia ao executá-las. Não consigo me socializar desde garoto, mas, dessa vez, sei que não se trata de timidez. Não tenho vergonha de falar com as pessoas, mas medo. Minha voz chega a mudar de tom perto delas, quando estou com muita ansiedade.

    Tem mais coisas, mas o texto está muito grande. “Mas por que você não procurou uma consulta anteriormente?”, Condição financeira. Já tentei as gratuitas, mas nunca me retornaram para efetuar o agendamento. Estou preocupado comigo, preciso de ajuda. Minha ansiedade parece que vai me matar. Hoje sei que não se trata de tempo para tudo passar, mas sim de ajuda profissional.

    Talvez eu não seja notificado quando me responderem. Poderiam me notificar pelo whatsapp? Preciso muito disso. vocês não tem noção do que se passa na cabeça de alguém que sofre com isso.

    • Mônica

      diz:

      Olá Carlos, você tentou agendar em um CAPS da região onde reside? normalmente o CAPS agenda e você pode fazer um acompanhamento com um psicólogo ou psiquiatra lá.

  • Marina

    diz:

    Olá, eu acho sempre curioso quando dizem que a esquizofrenia é incurável e requer tratamento por toda a vida. Tive alguns episódios ao longo da vida, primeiro com em 99, depois em 2008 e 2010, mas nunca fiz tratamento contínuo, so medicação para sair do surto. e vida normal depois sem remedios… sintomas sentimentos de perseguição, muito medo, alucinações muito elaboradas, simbolos que viravam gatilhos, eu ate sabia q viria um episodio ao ver algum destes “simbolos” eram como comandos e boom! torcer pra sair do quadro e voltar ao normal, tive alucinação auditivas, eu cantava num coral e nunca vi coisa igual, ouvia coisas perturbadoras, sempre dizia pra mim mesma “calma marina, estamos no mundo material, se concentra no que existe, nao no q certamente nao existe” , tbm sentia a radiação da palma das maos das pessoas, nao conseguia nem ficar perto e as vezes as pessoas estavam apenas paradas na delas, tipo com a mao pra tras e eu sentia de longe, sensação física da energia das maos… e olha q nunca fui religiosa… mas é mt louco, envolve mt coisa, dualidades, no meu caso, bem e mal , como absolutos… um dia senti algo chegar entrou no meu corpo era mt quente fervia mt meu coraçao bateu mt forte, tipo uma entidade , achei q ia morrer, nessa noite acordei gritando em outra lingua sem conseguir controlar minha fala, so lembrei de dizer NAO NAO NAO , tb tinha a sensação da minha mente estar sendo sugada as vezes, e muita energia atraves do olho…. minha familia sempre me compreendeu e nunca dependi de remedios, por isso, eu realmente tenho duvidas se é incurável… tenho um primo q foi diagnosticado tb, e meu irmao tbm teve algumas crises tipo bipolar inicio da fase adulta espero ter ajudado… foi mt louco o q rolou comigo e inexplicavel ainda para mim…. mas tem td um roteiro elaborado, nada é a toa num episodio, o desafio é achar alguem q te compreenda, vc cura na hora, sai do surto mesmo com a conversa….ou ALDOL espero ter ajudado

  • Lidiane Santos

    diz:

    tenho um irmão com Esclisofrenia Paranoide não sabemos mas o que fazer ele sofre muito faz tratamento e não adianta os remédios nunca melhora ja tentou tirar sua vida estamos sofrendo muito ?Por favor alguém nos ajuda

    • Mônica

      diz:

      Olá, ele já foi internado? Se precisar estamos à disposição para ajudar (011) 99667-7454 / (011) 99534-4287

  • Tenho esquizofrenia, já tentei suicídio 3 vezes tudo pq escuto vozes me dominando. Já bebi rispiridrona, agora estou tomando lítio e quetiapina e venlafaxina. A 10 anos descobrimos mas sempre nervosa e agressiva. Fui internada na caps. Esses dias fui tomar banho a água virou sangue, minha cabeça fica muito ruim de vdd, tenho tumor na hipótese às vezes acho q alguém colocou isso em mim, mas sei q isso é coisa da doença às vezes não sei o que é real. Sou casada e feliz mas às vezes só queria morrer. Eu trabalhava na usina de operadora estou afastada pelas crises já dei vontade matei meus colegas isso é horrível

    • Mônica

      diz:

      Olá Adriana, você já discutiu com o seu psiquiatra sobre uma internação para tirá-la deste quadro que possa estar mais agudo? Talvez este seja um caminho, se precisar entre em contato conosco (011) 99667-7454 / (011) 99534-4287

  • Interessante os depoimentos..
    Namoro um rapaz que sofre dessa doença.. mas, estou me afastando dele aos poucos para que não haja tantos danos…muito difícil lidar com suas fantasias.. eu estou muito triste, porque ele é uma pessoa muito boa e amável porém difícil de entende- lo…mas eu estou conseguindo …

    • Mônica

      diz:

      Olá Maria Aparecida, além dele estar em tratamento, muitas vezes o familiar ou namora também deveria estar fazendo análise para que possa aprender a lidar com as emoções e situações, ficamos à disposição, abraço (011) 99667-7454 / (011) 99534-4287

  • Xande

    diz:

    Tenho esquizofrenia paranoide, às X mesmo com medicação como invega, acompanhado pelo médico, falo sem parar sozinho, e sempre acho m que estão todos mentindo e me me traindo, já fui internado 8 X.
    Melhoras para nós

  • Maria do Carmo Marques

    diz:

    Tenho um filho que foi diagnosticado com Esquizofrenia residual e se nega a usar medicamentos . Ele sofre muito muito e pensa em suicídio. É muito inteligente e o maior problema é o convívio social e principalmente não consegue manter um contato com mulheres apesar de querer muito, chama de venus fobia. Não sei mas o que fazer. Preciso de ajuda

    • Mônica

      diz:

      Olá Maria do Carmo, já pensou em passar com ele por uma avaliação para ver se é caso de interná-lo? Entre em contato conosco (011) 98657-4262 / (011) 99534-4287

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