O que é a Síndrome do Alcoolismo Fetal? - Hospital Santa Mônica
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A Síndrome do Alcoolismo Fetal engloba uma série de defeitos inatos à criança, que ocorre quando a mãe consome álcool durante a gestação. Essa condição pode causar danos cerebrais e problemas de crescimento que não podem ser revertidos.

Não existe quantidade de álcool segura para o bebê durante gravidez. O consumo de qualquer bebida alcoólica pela mãe durante a gestação coloca a criança em risco de ter a síndrome e precisar lidar com as suas consequências durante toda a vida.

Neste artigo, você saberá mais sobre a Síndrome do Alcoolismo Fetal, seus sintomas e como evitá-la. Continue lendo!

O que é Síndrome do Alcoolismo Fetal?

Quando estão grávidas ou planejando engravidar, as mulheres não devem consumir álcool. A substância entra na corrente sanguínea do adulto e acaba chegando ao útero, o que interfere na oxigenação e nutrição do feto. A exposição ao álcool antes do nascimento é prejudicial ao bebê e pode danificar órgãos e tecidos, além de causar danos cerebrais permanentes.

Quanto mais bebidas alcoólicas uma grávida consumir, maiores são os riscos para o bebê. Entretanto, qualquer quantidade já é arriscada, inclusive nos primeiros dias de gestação, quado a mãe pode ainda não saber sobre a gravidez. No primeiro trimestre, o feto está desenvolvendo a sua face, coração, ossos, sistema nervoso central e outros órgãos importantes para o funcionamento do corpo e que podem ser prejudicados pelo álcool.

A Síndrome do Alcoolismo Fetal é uma doença de difícil diagnóstico e, por isso, não há dados oficiais seguros sobre a quantidade de crianças que nascem com essa condição. Um estudo do Centro de Dependência e Saúde Mental do Canadá estima que nasçam 119 bebês por ano com a síndrome. Já a Sociedade Brasileira de Pediatria indica que, a cada mil bebês que nascem com vida, de dois a sete apresentam sintomas.

Além da Síndrome do Alcoolismo Fetal, que afeta a criança, o consumo de álcool durante a gravidez também pode provocar o aborto ou o nascimento prematuro.

Quais são os principais sintomas?

A intensidade dos sintomas da Síndrome do Alcoolismo Fetal varia de acordo com cada paciente. Algumas crianças podem apresentar traços leves, enquanto outras desenvolverão graus mais altos da doença. De acordo com um artigo divulgado pela Mayo Clinic, os sintomas podem incluir uma série de defeitos físicos, intelectual e cognitivos, além de falhas funcionais que podem atrapalhar a rotina do indivíduo. A publicação divide os sintomas em três classificações:

Defeitos físicos:

  • deformidades na face: lábio superior fino, olhos pequenos, nariz curto, indefinição na região entre o nariz e a boca;
  • cabeça e cérebro pequenos;
  • deformidades nos dedos e juntas;
  • crescimento lento;
  • problemas de visão e audição;
  • defeitos nos rins, coração e ossos.

Problemas cerebrais e no sistema nervoso central:

  • falta de coordenação motora;
  • falta de equilíbrio;
  • problemas de aprendizagem;
  • dificuldade para entender e solucionar problemas;
  • problemas de memória;
  • dificuldades para se concentrar e processar informações;
  • baixa capacidade de entender as consequências das suas escolhas.

Problemas comportamentais e sociais:

  • dificuldades na escola;
  • problemas de relacionamento com outras pessoas;
  • impulsividade;
  • dificuldades para planejar e trabalhar para atingir metas.

Além disso, ao longo da vida, esses indivíduos podem desenvolver outros problemas comportamentais secundários, que não são necessariamente um sintoma da Síndrome do Alcoolismo Fetal, mas são comuns aos pacientes:

  • deficit de atenção e hiperatividade;
  • agressividade;
  • tendência a desobedecer normais e leis;
  • abuso de álcool e outras drogas;
  • depressão, ansiedade e distúrbios alimentares;
  • dificuldades para arranjar e manter-se nos empregos;
  • comportamento sexual inadequado;
  • morte precoce por acidente ou suicídio.

Quando é necessário procurar um médico?

A única forma de prevenir a Síndrome do Alcoolismo Fetal é cortar o consumo de álcool durante a gestação. Nos casos de gravidez planejada, a mulher deve parar de beber com antecedência, assim que começar a tentar engravidar.

Mulheres que convivem com o alcoolismo e desejam ser mães devem buscar ajuda médica antes da gravidez, para que sejam tratadas antes da gestação e evitem o aparecimento da Síndrome do Alcoolismo Fetal no bebê.

A mesma conduta é indicada para aquelas que já estão grávidas e continuam consumindo álcool e para aquelas que beberam por não saberem que estavam grávidas. Esses fatos precisam ser informados ao obstetra responsável pela paciente, para que ele tome as providências devidas. Quanto mais cedo a síndrome for identificada, maiores são as chances de conseguir amenizar os sintomas de longo prazo e melhorar a qualidade de vida da criança.

Como o Hospital Santa Mônica pode ajudar?

O Hospital Santa Mônica conta com profissionais altamente qualificados e especializados e tem mais de 50 anos de experiência no tratamento de transtornos mentais e dependência química.

Aqui, a paciente poderá ser diagnosticada adequadamente e fazer a desintoxicação de álcool. As ações a serem adotadas dependem de cada caso, mas, em geral, incluem a administração de medicamentos que reduzem a compulsão e terapias, que podem ser feitas individualmente ou em grupo.

Essas medidas costumam ser suficientes para resolver casos mais simples. Entretanto, quando o problema é mais grave, a internação pode se fazer necessária. Isso acontece quando a paciente já está em um estágio avançado do problema e perde a capacidade de julgamento, tornando-se um risco para si mesma e para o bebê. A internação é uma maneira de proporcionar à alcoólatra todas as condições necessárias para que o comportamento de risco seja reduzido e garantir o acompanhamento adequado para a sua recuperação.

O Hospital Santa Mônica tem uma infraestrutura completa para garantir o conforto e todo o cuidado necessário às pacientes durante o período de internação. A nossa equipe conta com médicos, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, psicólogos e outros profissionais da saúde que formam uma equipe multidisciplinar especializada no tratamento contra o alcoolismo.

Buscar ajuda médica especializada é a melhor maneira de evitar a Síndrome do Alcoolismo Fetal em situações em que a mãe não consegue parar de beber por conta própria.

Se você conhece alguma mulher que está passando por esse tipo de situação ou se vai ser mãe e não consegue controlar o impulso de beber, entre em contato conosco e saiba como podemos ajudar!

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