Conheça as principais drogas recreativas e seus efeitos - Hospital Santa Mônica
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Existem diferentes razões pelas quais as pessoas procuram as drogas recreativas. Umas buscam relaxar, outras querem dar uma animada na balada e há quem use para se sentir aceito em determinados grupos. Muita gente também se envolve com drogas e psicoativos na tentativa de fugir da realidade e dos problemas da vida, mesmo que momentaneamente.

No entanto, o prazer proporcionado por essas substâncias pode custar muito caro à saúde e à vida social do usuário. Com certeza, você conhece alguém que já teve algum desses prejuízos, como a perda de emprego ou o afastamento de pessoas queridas, além dos graves problemas de saúde.

Neste post, vamos falar sobre as principais drogas recreativas e mostrar como elas agem no corpo. Acompanhe!

Entenda os riscos do uso contínuo de drogas recreativas

Drogas recreativas é um termo usado para descrever substâncias legais e ilegais que são usadas sem a supervisão de um profissional de saúde. No entanto, a expressão pode passar a imagem de que o uso delas pode ser divertido e seguro, o que não é verdade — todas essas substâncias são perigosas e oferecem algum risco a quem as consome.

Elas são, geralmente, usadas em situações sociais, como festas, shows, baladas e encontros de amigos. O fácil acesso a essas substâncias facilita o vício, já que o novo usuário pode voltar a consumir a droga quando passam os efeitos dela no organismo. Mas não se engane: elas alteram a percepção da realidade e diminuem a capacidade analítica, além de criar dependência física e psicológica.

O uso contínuo de drogas recreativas pode levar ao vício e gerar consequências mais graves, como danos neurológicos, desenvolvimento de doenças mentais, perda dos dentes e problemas reprodutivos, principalmente, nos homens.

Conheça as principais drogas recreativas e seus efeitos no corpo

Algumas drogas são mais perigosas do que outras — segundo a Global Drug Survey. A pesquisa realizada em 2017 aponta que a metanfetamina é a responsável pelo maior número de casos atendidos em hospitais. Os pacientes apresentam diferentes perfis, gênero e idade, o que sugere mais atenção a esse problema que atinge cada vez mais pessoas.

Contudo, todas oferecem riscos, inclusive, as que parecem mais brandas. Os prejuízos são incontáveis, já que o uso de drogas no trabalho, na escola ou em casa afeta a vida profissional, acadêmica, as relações familiares e outros aspectos importantes da vida.

Por isso, o tratamento para dependentes químicos pode ser a solução mais eficaz para vencer o vício. Devido à complexidade desse tema, listamos as principais drogas recreativas e os efeitos de cada uma no organismo. Confira!

Sintéticas

As drogas sintéticas são aquelas produzidas artificialmente. O ecstasy é a mais consumida entre as drogas recreativas inseridas nessa classificação. Um dos riscos do consumo desse tipo de entorpecentes é que a maioria dessas substâncias são produzidas clandestinamente.

Desse modo, não há nenhuma forma de controle sobre os produtos que são adicionados em sua composição. Além da sua toxicidade comum, os usuários inalam ou consomem substâncias adulteradas com elementos altamente prejudiciais à saúde.

Óleo diesel, soda cáustica e plástico derretido são alguns dos componentes usados na fabricação das drogas. Conheça os efeitos delas no organismo!

Ecstasy

O ecstasy, também conhecido como MDMA, traz o sentimento de euforia e faz tudo parecer melhor, mas a lista de sensações positivas termina por aí. A droga causa desidratação e eleva a temperatura do corpo.

Essas duas condições podem levar a derrames cerebrais, principalmente, em festas, onde é comumente usada enquanto as pessoas estão praticando atividades que movimentam o corpo.

Essa droga recreativa também eleva a pressão sanguínea, causa náuseas e sensação de cansaço. O ecstasy ainda pode causar surtos psicóticos em algumas pessoas, principalmente, naquelas que têm histórico familiar de doença mental.

Perturbadoras

Esse tipo de droga causa efeitos que levam à distorção das atividades cerebrais. Por conseguinte, o usuário tem perturbações quanto à noção de espaço, tempo, além de problemas comportamentais que podem gerar alucinações. Conheça as mais comuns!

Maconha

A maconha é mais usada entre as drogas recreativas. Até hoje, não há registro de mortes por overdose dessa substância, mas isso não quer dizer que ela não ofereça perigos. Justamente por saber desse dado, algumas pessoas abusam da droga, pensando que não sofrerão graves consequências, e acabam viciadas.

Estudos indicam que a maconha causa transtornos psicóticos, doenças pulmonares e danos neurológicos permanentes, que podem causar perda da memória e da capacidade analítica.

Crack

O crack é um derivado da cocaína e a sua formulação contém produtos químicos, como o bicarbonato de sódio ou o hidróxido de sódio. A droga é mais usada por moradores de rua devido ao baixo preço, que facilita o seu acesso. Porém, entre todas as drogas recreativas, ela tem um alto poder viciante.

Causadora de efeitos semelhantes aos da cocaína, o uso recreativo do crack pode levar ao vício em pouco tempo. Os principais prejuízos ao organismo são os danos aos rins, ao fígado e ao cérebro. A droga causa confusão mental, alucinação, paranoia e surtos com características de esquizofrenia.

Alucinantes

Enumeramos algumas das principais drogas recreativas alucinantes. Veja quais são!

Cogumelos alucinógenos

A psilocibina, substância presente nos cogumelos, é uma droga que leva o usuário a enxergar a realidade de forma distorcida. Seus efeitos alucinógenos causam euforia e distorções sensoriais.

Ela age na mesma região do cérebro que costuma ser ativada quando se sonha. Por isso, muitos usuários relatam que se vêem dentro de um sonho quando estão usando a droga. No entanto, essa sensação não deve ser encarada como algo positivo.

Elas podem levar o usuário a ter experiências muito ruins durante as alucinações e até a casos permanentes de perturbação mental. Além disso, os cogumelos também podem causar problemas de visão, perda do senso de realidade, episódios psicóticos e traumas psicológicos.

Um estudo feito por cientistas da Imperial College, em Londres, afirma que os cogumelos podem enfraquecer o fluxo sanguíneo e diminuir a oxigenação e a atividade cerebral.

 LSD (Ácido lisérgico)

O LSD, iniciais da substância química dietilamida do ácido lisérgico, é um dos entorpecentes alucinógenos mais viciantes e poderosos. O LSD se popularizou como droga recreativa nas décadas passadas, quando era muito consumido por celebridades, como os Beatles e outros nomes famosos.

Junto à heroína, o LSD é muito usado em shows, principalmente de rock, pois esse ácido tem potencial para aumentar a sensação visual e os estímulos sonoros do consumidor. Com isso, os estímulos físicos e psicológicos são alterados e levam o indivíduo à paranoia, confusão mental ou crises de pânico.

No entanto, como os compassos (como se fossem as “batidas”) da música rock mimetizam os batimentos cardíacos, sob efeito dessas drogas, há um alto risco de o usuário sofrer parada cardíaca. À medida que o ritmo musical é acelerado, o coração “entende” que é preciso aumentar os seus batimentos, razão pela qual acontecem tantos desmaios durante esses eventos.

Estimulantes

Nessa categoria, estão incluídas substâncias como cafeína, anfetaminas, metanfetamina e a popular nicotina, presente no cigarro. A metanfetamina é a mais utilizada entre as drogas recreativas ilícitas. Veja mais sobre ela!

Metanfetamina

A metanfetamina é um entorpecente muito procurado por que proporciona sensação de muita energia, atenção e foco aos usuários. Junto a isso, ela traz grandes riscos à saúde, como a possibilidade de derrames e infartos, já que eleva a pressão sanguínea e os batimentos cardíacos.

Ela também causa dificuldades para dormir e déficits cognitivos, e pode, em casos mais extremos, causar surtos psicóticos, segundo pesquisa divulgada pela Universidade de Columbia.

Cafeína

O café é uma das bebidas mais consumidas pelos brasileiros. Afinal, quem não recorre a um cafezinho para renovar o ânimo necessário para começar bem o dia? A cafeína é um estimulante natural que, inclusive, está presente na fórmula de vários medicamentos. Contudo, culturalmente, ela não é considerada uma droga.

Euforizantes

Nessa categoria, a mais conhecida é a cocaína. Confira os danos que ela causa ao organismo!

Cocaína

A cocaína pode trazer efeitos irreversíveis para o corpo do dependente químico. Ela pode causar infartos, derrames, surtos psicóticos, comportamentos violentos e até a queda dos dentes. A cocaína também interage muito mal com outras drogas, como o álcool — a mistura pode causar ataques cardíacos.

Na ausência da droga, o dependente químico experimenta sensações típicas de apatia, crises depressivas, desorientação espacial, ansiedade e delírio. Nas superdosagens, os riscos são mais intensos e podem resultar em desmaios, taquicardia e parada respiratória.

Depressoras

As drogas que pertencem a esse grupo são bem conhecidas e usadas como drogas recreativas: as bebidas alcoólicas e os inalantes, também chamados de solventes.

Álcool

Há uma intensa relação entre a ansiedade e o consumo de álcool, pois ela estimula o vício. Fatores como idade, condição nutricional, peso corporal e nível de tolerância individual influenciam os efeitos da bebida sobre o organismo.

Os sintomas mais comuns do alcoolismo são mudanças comportamentais, euforia, redução do julgamento e prejuízos da coordenação motora.

Inalantes

Os solventes são os tipos de drogas inalantes mais conhecidos. A facilidade de acesso popularizou o seu uso, sobretudo, entre menores em situação de risco social. Essas substâncias são facilmente encontradas em lojas de equipamentos, supermercados e em mercearias de bairros periféricos.

Solventes como cola de sapato, benzina, aerossóis, acetona e removedores de esmaltes são de baixo custo e provocam sensações alucinógenas semelhantes às de outras drogas mais caras. Os prejuízos ao organismo são imensos e o indivíduo perde o juízo de valor e o controle sobre o comportamento e suas ações.

Aprenda o que é a política de redução de danos

Entende-se por redução de danos a política de saúde criada no Brasil durante os anos 80, cuja proposta era garantir os direitos dos indivíduos com hábitos de consumo de substâncias ilícitas. A base desse documento são os princípios do SUS, que defendem os conceitos de universalização, integralidade e equidade a todos os cidadãos.

O trabalho de quem atua focado nos princípios redutores de danos é promover o estímulo ao autocuidado e à reflexão sobre as consequências do uso de drogas sobre a saúde mental e física. Devido à relação entre a depressão e o uso de drogas, o suporte profissional de qualidade é necessário para ajudar na superação do vício.

Logo, a redução de danos propõe o melhor controle dos problemas resultantes pela dependência química. A base desses serviços é a oferta de uma assistência mais humanizada, inclusive, para aqueles usuários que não conseguem superar o vício.

Nesse contexto, a meta é tratar dependência química com um novo olhar e buscar soluções mais eficazes para os problemas que as drogas representam. Principalmente nesse momento de luta pelo controle da COVID-19, é necessário adotar medidas que possam proteger o dependente químico na pandemia.

Ainda que o indivíduo não tenha interesse ou força suficiente para interromper o uso dessas substâncias, oferecer um suporte adequado é essencial para minimizar situações de maior risco. Desse modo, pode ser possível viabilizar a aproximação dele com as instituições de saúde que oferecem apoio.

Saiba mais sobre a necessidade do tratamento

Como você pode ver, o uso de drogas recreativas traz grandes perigos à saúde, inclusive, com danos irreversíveis. Para diminuir esses riscos, a melhor opção é buscar ajuda profissional enquanto ainda é possível reverter pelo menos alguns desses efeitos.

A escolha de uma boa instituição é de extrema importância em um momento como esses. Além de médicos psiquiatras e clínicos, que avaliam os danos físicos e mentais causados pelas drogas, a equipe multidisciplinar é formada por psicólogos e terapeutas ocupacionais. Essa rede de apoio ajuda na recuperação e na reinserção social do paciente.

A estrutura do Hospital Santa Mônica garante todo o suporte de que o paciente necessita para superar o vício e evitar danos permanentes ao seu corpo e mente. O ambiente é propício para grandes mudanças de comportamento e desenvolvimento de valores, que serão importantes para a superação dos desafios que surgem durante o tratamento.

Como você viu, os efeitos das drogas recreativas podem permanecer no organismo por longa data. Nesse sentido, o ideal é buscar ajuda profissional para a realização de um tratamento completo que, inclusive, exige medidas de prevenção de recaídas. Cuidar da saúde mental e física possibilita a recuperação do bem-estar e da qualidade de vida de quem está na luta contra o poder das drogas.

E você, precisa de ajuda nesse sentido? Entre em contato com o Hospital Santa Mônica e conheça nossos tratamentos especializados!

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