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Conheça 7 ações no dia a dia para evitar o Burnout no trabalho

Em um mercado que valoriza o alto desempenho, é comum encontrar profissionais assumindo cada vez mais compromissos. Quando esse hábito se estende por longos períodos, pode levar a uma condição conhecida como Burnout no trabalho.

Trata-se de uma síndrome que gera sintomas de exaustão física e emocional, comprometendo tanto a saúde do indivíduo quanto o seu rendimento no exercício de diferentes atividades. É por isso que o combate ao problema deve ser constantemente discutido, mesmo no cenário de pandemia.

As pessoas precisam aprender a identificar os sintomas para reverter o quadro e reduzir possíveis danos. Inclusive, uma data interessante para estimular esse tipo de reflexão é o Dia Mundial do Trabalho, comemorado anualmente em 1º de maio.

Que tal aproveitar para fazer a sua parte desde já? Prossiga com a leitura e veja 7 ações importantes para reduzir os casos de Burnout e manter a qualidade de vida no trabalho.

1. Dê atenção aos sinais de alerta

Nosso corpo sempre encontra um jeito de informar que algo não está bem. Essa mensagem pode ser discreta, por isso, é crucial prestar atenção a qualquer mudança. No caso da síndrome de Burnout, os sintomas mais comuns envolvem:

  • insônia — mesmo sentindo cansaço extremo, o indivíduo não consegue relaxar e ter boas noites de sono;
  • memória ruim — esquecimentos passam a ser comuns na rotina e resultam do esgotamento mental;
  • baixa imunidade — o corpo enfraquecido tem suas defesas reduzidas e fica mais vulnerável a diversos tipos de doenças;
  • fadiga persistente — a sensação de desânimo e o cansaço físico duram vários dias, semanas ou até meses;
  • irritabilidade — a raiva ou falta de paciência para executar tarefas passa a ser constante e causar discussões/desentendimentos;
  • ansiedade — preocupação, nervosismo e procrastinação;
  • depressão — tristeza, apatia e falta de esperança.

2. Entenda que a comunicação é fundamental

Quem enfrenta a síndrome de Burnout no trabalho passa a lidar com o estresse crônico. Por conta dos sintomas, a pessoa não consegue mais desenvolver suas tarefas normalmente e pode até sentir que seu esforço nunca será suficiente. A produtividade cai e os resultados ficam abaixo do esperado.

Muitas vezes, o problema surge porque o profissional acumula afazeres e não pede ajuda quando encontra dificuldades. Na tentativa de provar que dá conta, acaba guardando as angústias para si. Nesses momentos, o melhor é sempre expor a situação e solicitar auxílio a um colega. Com boa comunicação, a qualidade de vida no trabalho aumenta para todos.

3. Estabeleça e organize suas prioridades

Planejamento é essencial para quem deseja ficar livre de preocupações. E se o excesso de compromissos é uma das grandes causas do Burnout no trabalho, vale a pena definir limites em relação ao número de tarefas diárias. Um problema comum durante a pandemia vem sendo o acúmulo de funções, por exemplo. Ainda mais quando os cuidados com a casa e os filhos entrem nessa relação.

Não assuma compromissos sem avaliar sua agenda e disponibilidade. Se surgirem várias atividades para cumprir, categorize-as conforme a urgência e o nível de importância. Resolva os trabalhos prioritários e, aos poucos, vá abraçando as próximas tarefas. Isso vai evitar o acúmulo de responsabilidades e os efeitos indesejados das jornadas exaustivas, como a crise de ansiedade.

4. Compreenda os gatilhos de estresse

Algumas situações colaboram para o agravamento da síndrome e devem ser evitadas ao máximo. Como o estresse tem papel fundamental no quadro, é importante reconhecer os cenários ou as ações que causam sentimentos negativos.

Cobranças excessivas, competição intensa e falta de intervalos são exemplos de condições que geram estresse no ambiente de trabalho. É importante pensar em formas de melhorar as relações nas empresas e em outros espaços dedicados ao exercício profissional.

Sempre que possível, faça pausas entre uma atividade e outra, respire fundo e recupere o foco. Também evite entrar em discussões levianas e aja com sinceridade quando perceber que algo está prejudicando seu bem-estar.

5. Tenha uma rede de apoio

É muito mais fácil cuidar da saúde física e mental quando estamos rodeados de pessoas queridas. Pode ser um familiar, um amigo ou, até mesmo, um colega de trabalho. O importante é que você pense em grupos com os quais poderá contar em momentos difíceis.

Se verificou que a qualidade de vida no trabalho não anda mais tão boa, relate a situação a alguém em quem confia. Essa pessoa vai ouvir e, a partir das informações apresentadas, propor soluções que você talvez nunca considerasse. Dependendo do caso, o simples acolhimento de um terceiro será suficiente para evitar o desânimo e a desistência.

6. Limite seu tempo de trabalho

Baixo desempenho compromete a produtividade em qualquer tipo de negócio. Isso significa que a síndrome de Burnout no trabalho é prejudicial tanto para os profissionais quanto para as empresas onde eles desempenham suas atividades.

Quando o problema atinge equipes inteiras, poucos recursos dão conta de reverter os danos. Nem mesmo o uso de smart drugs ou a substituição de funcionários resolve. Nesse sentido, é crucial que as organizações e seus colaboradores compreendam a importância de limitar as horas dedicadas ao trabalho.

Só assim cada parte poderá desempenhar seu papel com eficácia e constância. Definir tempo adequado para diferentes necessidades também aumenta a satisfação com o emprego e evita o absenteísmo.

7. Aprenda a dizer não

Essa prática deve ser exercitada diariamente, não importando o cargo que você ocupe. Muitas vezes, sentimos que devemos resolver todas as atividades que chegam sem emitir nenhuma opinião. Dessa forma, vamos acumulando tarefas que, lá na frente, podem demandar muito mais tempo e esforço do que imaginávamos.

Uma boa maneira de prevenir a ansiedade ou o estresse é dizer não. Vale desde negar um compromisso complexo até solicitar alterações no prazo de entrega de um serviço, por exemplo. Entenda que, ao agir dessa maneira, você não estará fugindo de suas obrigações, mas evitando atrasos e outros problemas resultantes do excesso.

Perceba que o Burnout no trabalho tem grande relação com o aumento da jornada, portanto, demanda alterações no modo como desempenhamos diferentes funções. Cabe destacar que o Hospital Santa Mônica tem estrutura adequada para oferecer apoio às pessoas que sofrem desse problema, viabilizando saúde mental aos seus pacientes.

Se você quer saber mais sobre as formas de cuidado e como obter ajuda, entre em contato com a nossa equipe agora!

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