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Como lidar com o excesso de álcool no fim de ano?

Excesso álcool final do ano

O mês de dezembro sinaliza o início de um período de festas em que as pessoas se reúnem com suas famílias, amigos e colegas de trabalho ou de estudos para celebrar o encerramento de mais um ano. Durante a época, contudo, em tantas reuniões, é comum que haja consumo em excesso de álcool, e o hábito requer cuidado.

Segundo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), a ingestão alcoólica crítica é responsável por cerca de 5% de todas as doenças globais. Em 2016, mais de três milhões de pessoas faleceram por causas relacionados ao uso nocivo de álcool.

Não é à toa, a substância tem forte efeito sobre o organismo e pode afetar funções cerebrais, o que leva a casos de dependentes químicos. Continue a ler nossa publicação a seguir e entenda por que e como não exagerar no próximo fim de ano, além de saber de que forma lidar se houver excesso de álcool consumido.

Sintomas de abuso do álcool

Você chega a mais um Natal em família e começa a beber socialmente para acompanhar parentes queridos que há muito não encontrava. Aos poucos, de uma inocente cerveja passam a uma taça de vinho e começam a somar outras bebidas.

Rapidamente, a confusão mental e as alterações na voz e no equilíbrio são experimentadas. Identificou-se com essa situação? Pois saiba que ela é bem comum e caracteriza um momento típico em que os primeiros sintomas de excesso de álcool se apresentam.

Ao lado deles, destacam-se sensações como enjoo, confusão mental, sonolência, convulsões, diminuição da frequência cardíaca e comprometimento do equilíbrio, o que leva a uma total ausência de reflexos. Além do enjoo, é comum que muitas pessoas, embriagadas, vomitam e sintam forte mal-estar digestivo, causado pelos compostos do álcool.

Riscos de excesso de álcool em festas

O abuso do consumo alcoólico é prejudicial em quaisquer momentos da vida, mas durante as festas de fim de ano ele requer ainda mais atenção: tanto por ser comum quanto por ter potencial de causar problemas como discussões e até emergências psiquiátricas, em casos de pacientes que já têm histórico de dependência química ou transtornos mentais.

Ao abusar, o cansaço e disfunção cognitiva podem impedir que confraternize do modo com que gostaria com quem você ama, já que tem a capacidade de se comunicar limitada e pode até exagerar ao expor alguma opinião.

Outros problemas, como blecaute alcoólico, também conhecido como amnésia alcoólica, ocasionam perda de memória após algumas doses de bebida e deixam o indivíduo em situação de vulnerabilidade contra ele e contra todos que estiverem a seu redor. Favorecem-se, assim, reações violentas e impulsivas, pouco saudáveis ao ambiente de confraternização do fim de ano.

Dependentes químicos e as festas de fim de ano

Quem já apresenta um quadro anterior de dependência química requer atenção e ainda mais cuidado, já que nas reuniões é difícil controlar o acesso a álcool. Ademais, o período do final do ano, por si, pode gerar melancolia e sensações que tornem um copo de destilado ainda mais tentador a quem sente angústia pela situação.

É importante, nesses casos, que familiares e amigos fiquem ao lado de quem tem dependência do álcool e conversem com a pessoa, a fim de mantê-la mais calma diante da situação.

Caso ainda assim haja uma crise, com reações violentas, como surtos, automutilação e tentativas de suicídio, a remoção conduzida pela equipe de um hospital psiquiátrico é capaz de auxiliar.

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