Autismo: como identificar se o seu filho tem? - Hospital Santa Mônica
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Autismo é uma disfunção psiquiátrica que pode ser diagnosticada ainda na infância. Dificuldade de interação, falta de reação a chamados e rigidez do pensamento são as principais características.

Cada criança tem a sua personalidade. Umas mais agitadas, outras nem tanto. Contudo, há algumas manifestações do desenvolvimento infantil que, quando notadas em menor ou maior grau, podem resultar em um diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA), popularmente conhecido como autismo.

É normalmente identificado até os 3 anos de idade, e quanto antes for tratado adequadamente, melhores serão os resultados para o indivíduo. Dentre as principais alterações, podemos destacar a dificuldade de interação social, atrasos de linguagem e outras questões comportamentais.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), são mais de 70 milhões de casos em todo o mundo. Apenas no Brasil, o número de pessoas com autismo é estimado em 2 milhões.

Então, que tal aprender a observar os sinais para saber se o seu filho tem autismo? Para ajudá-lo, selecionamos os principais pontos a serem identificados. Confira!

1. Falta de sociabilidade

Para receber um diagnóstico de autismo não é preciso que a criança apresente todos os sintomas. Em geral, o transtorno possui diferentes níveis e pode variar de pessoa para pessoa. Ainda assim, um dos sinais mais comuns está relacionado ao modo de interagir com outros indivíduos.

Por exemplo: uma criança com autismo possui dificuldades de compreender e socializar com o outro — e, por essas razões, acaba se isolando. Também pode apresentar ausência ou pouco contato visual.

Como isso acontece? Há casos em que, durante a amamentação, o autista não observa a mãe, mas, sim, permanece com um olhar perdido e para o vazio. Já quando maior, surge a falta de espontaneidade, que impossibilita o indivíduo a compartilhar experiências e emoções.

2. Falta de reação a chamados verbais

Outro sintoma frequente entre quem possui autismo é a falta de reação a chamados verbais. Esse detalhe pode ser notado quando a criança não responde quando é chamada — sinal este que, frequentemente, é confundido com surdez.

Se estiver na dúvida, faça o teste: chame o seu filho pelo nome e verifique se ele atende ou ouve. Ou então, se ele ouve os barulhos na direção correta. Isso mostrará se a audição da criança está perfeita ou não.

Nos primeiros anos, ainda é possível notar uma ausência ou atraso do sorriso em resposta ao sorriso de outras pessoas. Os autistas também costumam ignorar ou não reagir ao contato físico.

Tratamento

Independentemente dos sintomas apresentados, o mais indicado é levar a criança a um especialista. Assim, juntos, vocês poderão encontrar as melhores alternativas de tratamento.

Dentre as opções mais eficazes da atualidade, está a intervenção assistida por cães, que oferece diversos benefícios, como: mais motivação e melhora da interação social. Esse tratamento pode ser encontrado em órgãos reconhecidos e capacitados, como o Hospital Santa Mônica e na sua unidade avançada, a Unidade Integrativa Santa Mônica, na Vila Nova Conceição.

3. Dificuldade em compreender metáforas e ironias

A terceira característica forte do autismo é a rigidez do pensamento. Isso significa que a criança, possivelmente, apresentará sintomas relacionados ao bloqueio de criatividade, falta de imaginação e resistência para aceitar mudanças.

Além disso, outra área bastante afetada por essa rigidez é a dificuldade de entender metáforas e linguagens simbólicas. Termos como “nadar no dinheiro” e “brincar com fogo” são compreendidos literalmente, inclusive na fase adulta.

O mesmo vale para conversas que apresentam ironia ou sarcasmo, fazendo com que essas crianças pareçam extremamente ingênuas. Após observar os sintomas, não deixe de procurar ajuda especializada no assunto. O tratamento pode ser realizado com psiquiatras, psicólogos e, até mesmo, com o próprio pediatra.

Por fim, lembre-se: para superar esses obstáculos, será preciso não somente o acompanhamento médico, como, também, muita paciência e amor de toda a família.

Gostou do nosso artigo especial sobre o autismo? Aproveite a leitura e confira também o post com tudo o que você precisa saber sobre transtorno mental!

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