Jovens estão mais inclinados a usar drogas no verão, diz novo estudo - Hospital Santa Mônica
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A maior tendência ao uso de drogas no verão tem sido tema de diversos estudos, já que essa hipótese se justifica por diversas razões. O verão é uma estação bonita, alegre, de dias longos e quentes e noites curtas, o que faz a juventude ativar a adrenalina e buscar lazer e diversão mais intensos.

Nesse contexto, a proposta deste artigo é abordar o perigo que o verão representa, principalmente quanto ao uso de drogas na juventude. Nesse período, os jovens se tornam mais vulneráveis a práticas nocivas à saúde, como o ato de experimentar drogas pela primeira vez.

Veja, também, as melhores alternativas para reduzir o impacto desse problema e proteger a saúde de seus entes queridos. Acompanhe!

O que as pesquisas indicam sobre o uso de drogas no verão?

Um médico e pesquisador da Universidade de Medicina de Nova Iorque, nos EUA, realizou um estudo com 385 jovens acima de 12 anos. Nessa pesquisa, mais de 30% dos participantes afirmaram que experimentaram drogas pela primeira vez no verão. As substâncias mais consumidas foram cocaína, LSD e maconha.

Boa parte dos envolvidos na pesquisa atribuíram essa primeira experiência com drogas às próprias características da estação, como a participação em shows, eventos e festivais de verão. Nesse período, há uma tendência maior para frequentar locais diferentes, fazer novas amizades e, consequentemente, acaba despertando o interesse por novidades também.

Assim como nos EUA, o calor da estação potencializa os perigos associados ao uso de drogas, no verão brasileiro. Diante disso, é preciso considerar os riscos à saúde que o período de verão representa e orientar a juventude sobre o impacto desse problema, sobre a família e a sociedade.

Por isso, a probabilidade de os jovens experimentarem drogas no decorrer desses eventos é bem maior. Isso sugere a necessidade de implementar medidas de educação preventiva que possam reduzir a incidência de um problema que, a cada vez mais, desafia as autoridades civis e sanitárias.

Quais os principais perigos desta época? 

Geralmente, as pessoas preferem tirar férias do trabalho durante o verão para coincidir com as férias escolares e, assim, facilitar o planejamento de viagens, passeios e aproveitar a temporada de sol e calor. 

Entretanto, nessa época do ano, há mais facilidade de acesso às drogas em festas, festivais de música, baladas, passeios turísticos em grupos e viagens com amigos. O fato de o jovem ficar mais tempo longe dos pais também favorece o primeiro contato com as drogas. Um estudo publicado pela Universidade Aberta do SUS (UNASUS), destacou que o ambiente é um dos fatores que mais influenciam o uso precoce de drogas por adolescentes e jovens.

Principalmente nas grandes cidades ou em regiões de grande potencial turístico, os riscos para o envolvimento com substâncias ilícitas é bem maior. Nessas ocasiões, os distribuidores de drogas se aproveitam da aglomeração de moradores locais e de turistas para aumentar a oferta de tóxicos, principalmente de drogas recreativas.

Essas características da estação contribuem para estimular os jovens à busca de novas sensações. Assim, há o potencial risco de muitos deles experimentarem novidades como drogas ilícitas e bebidas alcoólicas pela primeira vez. 

Logo, essa tendência representa um enorme prejuízo para a saúde do jovem, visto que o uso de tóxicos durante a fase de crescimento pode resultar em sérios danos ao desenvolvimento cerebral. A toxicidade dessas substâncias afetam as funções dos neurônios (as células do cérebro) e comprometem a capacidade de memória e de concentração, por exemplo.

Além disso, o ato de experimentar drogas no verão pode levar ao vício e afetar a vida pessoal, escolar e profissional. Mesmo quando a experiência ocorre com drogas recreativas, os danos podem ser irreversíveis. Os efeitos dessas substâncias em um corpo ainda em formação comprometem as funções de órgãos nobres e resultam em graves problemas de ordem mental e física.

Como um hospital especializado pode ajudar?

Diante da complexidade que envolve o uso de drogas no verão, é preciso buscar alternativas para controlar os efeitos desses entorpecentes no organismo. Buscar ajuda em uma instituição especializada é uma forma segura de evitar que o jovem se torne um dependente químico.

Porém, é preciso procurar uma instituição — como o Hospital Santa Mônica —, que oferece toda estrutura necessária ao tratamento contra a dependência química. Em nosso hospital, as terapias são oferecidas em caráter multidisciplinar: temos uma equipe composta por profissionais da psiquiatria, psicologia, clínica médica, fisioterapia e terapeuta ocupacional. 

Como atividade complementar ao tratamento, temos um espaço físico adequado para lazer e recreação dos jovens internados. Nossos monitores organizam atividades recreativas especiais a fim de que a estada em nossa instituição seja uma experiência benéfica e agradável. Além de vencer a ociosidade, essas opções de lazer favorecem a integração com outros pacientes que estão em busca de objetivos comuns.

Quais os tratamentos oferecidos contra a dependência química?

Em nosso hospital, há várias opções de terapia para a reabilitação no caso de dependência química. Além do tratamento ambulatorial, uma das melhores alternativas de tratamento para conter os efeitos dos problemas resultantes do uso de drogas no verão é a internação nas férias. Veja, então, quais são as modalidades de tratamento oferecidas em nossa instituição.

Tratamento ambulatorial

É destinado aos usuários de substâncias químicas que apresentam um grau leve de dependência. Nesse tipo de tratamento, o jovem toma as medicações em casa e vai ao hospital periodicamente, de acordo com o cronograma de consultas e exames proposto pelo profissional que o acompanha.

Internação

Para os casos mais graves, a internação pode ser necessária, já que essa é uma maneira de assegurar que o paciente seguirá todas as indicações e orientações da equipe multidisciplinar responsável pelo tratamento. A internação pode ser voluntária, quando o indivíduo admite a necessidade desse tipo de intervenção, ou involuntária, quando o paciente não aceita ajuda e precisa ser internado contra a sua vontade.

Logo, se você percebe que o seu familiar está envolvido no uso de substâncias entorpecentes, não deixe para depois. Busque ajuda o quanto antes e evite que a situação evolua para quadros mais graves. Nosso hospital pode ajudá-lo a superar os impactos causados pelo uso de drogas no verão e promover a reabilitação da saúde, do bem-estar e da qualidade de vida de seu ente querido.

Agora é com você: caso suspeite que seu filho ou filha esteja envolvido com o uso de substâncias perigosas, entre em contato com o Hospital Santa Mônica e conheça nossas soluções!

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