Esquizofrenia: entenda tudo sobre esse distúrbio! - Hospital Santa Mônica
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Considerada uma doença grave, a esquizofrenia afeta cerca de 100 milhões de pessoas, o que corresponde a 1% da população mundial. No Brasil, mais de 2,5 milhões de pessoas sofrem com a doença e apresentam algum transtorno mental grave ligado à esquizofrenia.

Esse transtorno é também uma doença crônica, pois acaba por afetar seriamente o cérebro por meio de diversas desestruturações psíquicas. Com isso, a pessoa passa a apresentar comportamentos, relacionados exclusivamente com suas emoções e sentimentos, que não condizem com a realidade.

Por ser uma doença rara, muitas vezes torna-se difícil entender a sua existência. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a esquizofrenia está entre as três principais causas da perda de qualidade de vida entre jovens e adultos.

Saiba mais detalhes sobre a esquizofrenia e entenda como identificá-la. Saiba quais são seus sintomas, suas manifestações e consequências, bem como seus tratamentos e modos de prevenção.

Entenda o que é esquizofrenia

A esquizofrenia é uma doença caracterizada pela liberação excessiva de dopamina no cérebro, causando uma perda do contato com a realidade. Conhecida como um dos transtornos mentais mais antigos dentro da área de psiquiatria, sua frequência na população é de 1 caso para 100 pessoas. A proporção é a mesma para homens e mulheres. Ou seja, não é tão comum.

Geralmente, a esquizofrenia ocorre em pessoas mais jovens, sendo que ainda existe um preconceito muito grande em relação à doença (e outros transtornos mentais), que é muitas vezes associada com violência, loucura e manicômios.

Entretanto, a revolução no tratamento da doença e o surgimento contínuo de diversos novos estudos contribuem para tornar mais efetiva a procura por uma melhor qualidade de vida para as pessoas que sofrem com o distúrbio.

Estudos realizados pelo Laboratório Interdisciplinar Neurociências Clínicas (LiNC) em parceria com o Programa de Esquizofrenia (PROESQ) da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP),  indicam que a esquizofrenia é um transtorno do neurodesenvolvimento, resultante do desequilíbrio químico ou outras alterações nos circuitos cerebrais que ocorrem desde o início do desenvolvimento do sistema nervoso central.

“Em geral a doença começa na transição da adolescência para idade adulta quando grandes transformações estão acontecendo tanto no corpo quanto no cérebro. Está é a fase em que ocorre a poda neuronal (‘pruning’), etapa fundamenta para que os circuitos cerebrais amadureçam e ganhem eficiência” afirma Rodrigo Bressan, psiquiatra, professor da UNIFESP e do King’s College London.

Saiba quais são seus principais sintomas

A esquizofrenia gera sintomas que provocam a perda do contato com a realidade, prejudicando a qualidade de vida da pessoa. Esses sintomas podem ser de ordem positiva ou negativa. Os primeiros são mais fáceis de tratar, pois apresentam uma resposta melhor ao tratamento. Por outro lado, os sintomas negativos contam com uma maior resistência no trato da doença. Entenda melhor.

Sintomas positivos

Alucinações e delírios são os principais sintomas positivos da esquizofrenia. As alucinações são percepções distorcidas e que não têm a ver com a realidade, logo a pessoa ouve vozes ou vê seres que não existem. Isso ocorre com frequência e ela acredita profundamente nisso. Já os delírios são crenças que não condizem com a realidade, como acreditar que se é vigiado por extraterrestres ou que a polícia o está perseguindo, por exemplo.

Delírios

Um dos tipos de delírios mais comuns é a paranoia, onde a pessoa não consegue se convencer de que suas crenças são irreais. Muitas vezes ela ainda acredita que a própria família está tramando contra ela, o que pode gerar sérios conflitos nas relações familiares, além de sentimentos de culpa. É bastante comum o esquizofrênico se voltar contra pessoas próximas.

Alucinações

As alucinações consistem em uma percepção alterada das sensações auditivas, táteis, mentais, gustativas, visuais e olfativas. Isso quer dizer que a pessoa com o distúrbio pode sentir gostos, cheiros, toques, além de ter pensamentos e ver coisas que somente ela percebe.

As vozes podem ser extremamente perigosas, pois além de serem as mais comuns, elas geralmente induzem a pessoa a tomar uma determinada ação. Isso quer dizer que pessoas esquizofrênicas podem facilmente cometer suicídio, pois essa voz externa tem forte influência sobre ela.

A Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) esclarece com a seguinte afirmação que “os sintomas da esquizofrenia são muitos e diferem de indivíduo para indivíduo, os mais comuns são as alucinações.”

Além disso, a Classificação Internacional de Doenças (CID-10) também fala sobre o assunto: “o paciente pode ver a si próprio como o pivô de tudo o que acontece. As alucinações, especialmente auditivas, são comuns e podem influenciar o comportamento ou os pensamentos do paciente”.

Sintomas negativos

Esses tipos de sintomas podem ser mal interpretados, principalmente pela família e pelos amigos. O isolamento e a falta de motivação são conhecidos como sintomas negativos, pois influenciam na realização de atividades básicas e essenciais, como alimentação ou hábitos de higiene.

O paciente esquizofrênico apresenta uma diminuição dos impulsos e da vontade para fazer algo, além de indiferença em relação ao que ocorre em sua vida. Quando esses sentimentos se manifestam e não recebem um tratamento adequado, a doença evolui, acarretando em déficits cognitivos que trazem consequências para o raciocínio e a memória.

Sintomas cognitivos

Por serem mais sutis, esses tipos de sintomas podem ser facilmente confundidos com outras doenças. Por conta disso, são realizados testes para detectar relações com a esquizofrenia. Os sintomas cognitivos podem incluir:

  • dificuldades de aprendizado;
  • dificuldades de memória;
  • dificuldades de tomar decisões.

Para a pessoa com esquizofrenia, as atividades mais corriqueiras, como se planejar para uma viagem ou executar determinadas tarefas, tornam-se algo muito mais complicado. Muitas vezes isso acaba por causar sofrimento emocional e dificuldades para levar uma vida normal.

Conheça os tipos de esquizofrenia

Existe mais de um tipo da doença que pode englobar vários dos sintomas vistos acima. Um estudo voltado sobre os sintomas de primeira ordem na esquizofrenia mostra que, quando identificados com antecedência, esses sintomas iniciais podem ser bastante úteis, enquanto novos testes de diagnóstico não estiverem disponíveis.

São seis as variações da esquizofrenia:

  • simples;
  • paranoide;
  • desorganizada;
  • catatônica;
  • residual;
  • indiferenciada.

Simples

A mudança de personalidade é o traço mais característico da esquizofrenia simples. O paciente muitas vezes se isola e logo apresenta pouco convívio social. Relações afetivas também são deixadas de lado, bem como reações ao que acontece em sua vida.

Paranoide

Como o próprio nome sugere, nessa variação há a manifestação de aspectos paranoicos na pessoa com esquizofrenia. Além dela se manter isolada e ansiosa, desordens mentais e de fala também ocorrem. A pessoa também pode vir a acreditar que está sendo perseguida por pessoas próximas à ela.

Desorganizada ou hebefrênica

Provoca pensamentos e falas sem sentido, ausência de emoções diante dos acontecimentos diários e falta de organização do o que se pensa. O paciente apresenta comportamentos infantis, semelhantes ao de uma criança.

Catatônica

A catatonia significa uma apatia profunda, o que torna a pessoa rígida, tomada por expressões incomuns. Ela pode permanecer em uma mesma posição por muitas horas. Por conta disso, sua atividade motora é bastante reduzida.

Residual

É o tipo de esquizofrenia que apresenta alguns sintomas isolados, como alterações no convívio em sociedade, comportamento ou nas emoções. A frequência desses sintomas não é alterada e isso geralmente ocorre após o tratamento de casos gerais da doença.

Indiferenciada

A esquizofrenia indiferenciada representa uma mistura de sintomas, sem haver uma característica específica. São os pacientes que não se enquadram nos tipos acima.

Veja as principais causas e fatores de risco do distúrbio

A esquizofrenia é comumente causada por um desequilíbrio na neurotransmissão do cérebro. A dopamina é considerada um importante neurotransmissor, pois está ligada a uma sensação de prazer.

Ela ainda é uma substância responsável pela comunicação entre os neurônios. Na pessoa com esquizofrenia, ela passa a ser produzida um uma maior quantidade na região frontal do cérebro.

Com a região frontal cerebral funcionando de maneira incorreta, outras regiões passam a funcionar em desequilíbrio. É por isso que sintomas como delírios e alucinações se apresentam na pessoa esquizofrênica. Existem diversos fatores de risco que podem influenciar no desencadeamento da esquizofrenia.

Fatores de risco

Em homens, a doença pode se desenvolver um pouco mais cedo, entre 19 a 25 anos. Já nas mulheres o transtorno tem mais chances de ocorrer entre 29 a 30 anos. O componente genético tem um papel importante na ocorrência da esquizofrenia, que pode influenciar mais ou menos o seu desenvolvimento.

Por exemplo, se uma pessoa tem um parente de primeiro grau (pai, mãe ou irmãos) com o distúrbio, as chances de uma ocorrência aumentam. A pessoa que apresenta a química e estrutura cerebral alterada também pode ter mais chances de desenvolver um transtorno mental. Porém, isso não garante que a doença venha a se manifestar.

Bebês que apresentaram quadros de desnutrição antes mesmo de nascerem ou tiveram problemas durante o seu nascimento também podem ter riscos maiores de desenvolver a doença após alguns anos. Doenças autoimunes, como lúpus e doença celíaca, por exemplo, também podem ser considerados fatores de risco para a ocorrência da esquizofrenia.

Fatores biopsicossociais

Não são apenas os fatores genéticos que podem causar o aparecimento da esquizofrenia em uma pessoa. O conjunto de fatores biopsicossociais, que engloba aspectos psicológicos, sociais e biológicos, também pode ser determinante. Ou seja, o meio em que uma pessoa se encontra, bem como a sua personalidade, pode influenciar na manifestação da doença.

Segundo especialistas, existe uma somatória de fatores de risco que inclui aspectos que influenciam a vida do indivíduo, fazendo com que aumente a probabilidade dele desenvolver a esquizofrenia. Esses aspectos são os seguintes:

  • biológicos;
  • psicológicos;
  • sociais.

Juntos, eles são conhecidos como biopsicossociais. O conceito biopsicossocial se encarrega dos estudos de causas ou progressos de doenças que englobam os fatores citados acima.

Aspectos biológicos

Têm a ver com a hereditariedade, características que são transmitidas dos pais para os filhos ou com a genética.

Aspectos psicológicos

Os aspectos psicológicos envolvem dificuldades de lidar com frustrações e resolver problemas, traumas da infância, sintomas de depressão, tristeza sem motivo, quadros de ansiedade ou qualquer outro sentimento ligado ao psique.

Aspectos sociais

Já os aspectos sociais são mais abrangentes e abstratos, pois têm a ver desde com um ambiente negativo dentro de casa até ao próprio convívio em sociedade.

Todos os fatores acima podem estar diretamente ou indiretamente relacionados com a influência da esquizofrenia.

Dependência química

A dependência química pode ser um gatilho para a ocorrência de esquizofrenia em uma pessoa. Por conta do uso descontrolado de drogas, como a cocaína ou a maconha, por exemplo, crises psicóticas podem ser facilmente desencadeadas.

Isso ocorre em função das drogas psicoativas ocasionarem a liberação de uma grande quantidade de dopamina. Assim, o usuário vai liberar muito desse neurotransmissor em seu organismo, aumentando o risco do desenvolvimento dos sintomas da esquizofrenia e trazendo sérias consequências.

Ainda, um estudo publicado na Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos estimou que entre 10% a 65% das pessoas com esquizofrenia usam drogas ilícitas, como as anfetaminas. O grupo que faz uso dessas substâncias apresenta maiores taxas de hospitalização, falta de moradia, desemprego e suicídio em comparação com aqueles que sofrem de esquizofrenia mas não abusam de drogas.

Entenda quais são as consequências da esquizofrenia

Sem diagnóstico e tratamento, os sintomas psicóticos prolongados que a doença apresenta podem danificar os neurônios de forma permanente. Isso acaba por trazer consequências muito graves para a pessoa. Por isso, é necessário tratar esses sintomas para que eles não se manifestem.

Quanto mais os sintomas ocorrem, mais aumentam as chances de um paciente sofrer um tipo de recaída, que geralmente surge com mais intensidade. A memória, a concentração e a capacidade do pensamento podem ser muito prejudicados. A questão social, por exemplo, é outro fator que pode acabar por excluir o indivíduo da sociedade, por conta do preconceito que se apresenta em função das mudanças de comportamento.

Outra consequência da doença são os comportamentos suicidas ocasionados pelos sintomas de delírios e alucinações. Muitos portadores da doença têm riscos aumentados de suicidar-se. Por isso, o diagnóstico aliado a um constante tratamento faz toda a diferença para evitar esses riscos.

Saiba como é feito o diagnóstico desse transtorno mental

Realizar o diagnóstico da esquizofrenia não é uma tarefa fácil. Isso porque não há um tipo de exame específico e muitos outros são necessários para descartar diversos tipos de doenças, como depressão ou ansiedade. Muitas vezes, o diagnóstico se dá pela análise do conjunto de sintomas que já se manifestaram em uma pessoa.

Para saber se os sintomas não estão relacionados com outros transtornos mentais, como o abuso de substâncias entorpecentes ou alguma condição médica específica, alguns desses exames podem ser realizados:

  • exames e testes;
  • avaliação psiquiátrica;
  • exame físico.

Os exames e testes têm a finalidade de selecionar condições que não têm relação com sintomas de drogas ou semelhantes. Testes como tomografia computadorizada ou ressonância magnética podem ajudar no diagnóstico da esquizofrenia. Já os exames físicos podem identificar sintomas ou complicações relacionadas.

A avaliação psiquiátrica é uma das mais importantes, pois o médico vai entender todo o histórico da pessoa, bem como a frequência de sintomas relacionados ao distúrbio. Pensamentos, humor, uso de substâncias, relação com a família e comportamentos serão estudados e avaliados para então serem relacionados ou não com a ocorrência da esquizofrenia.

Alguns comportamentos como perda de interesse em relações pessoais e amizades, além da aversão a eventos sociais, são algumas mudanças de comportamento que podem servir de alerta para a ocorrência de um quadro de esquizofrenia. Por isso, buscar ajuda é sempre importante, pois o tratamento pode ser iniciado com antecedência.

Descubra as principais formas de tratamento

Não há uma cura para a doença, que é considerada crônica. Felizmente, o tratamento para a esquizofrenia existe e deve ser feito com medicamentos antipsicóticos, de forma contínua, o que é essencial para evitar uma possível recaída. Outras formas de tratamento, como o eletrochoque por exemplo, pode ser bastante eficaz para situações mais graves.

O tratamento que envolve acompanhamento psiquiátrico e medicamentos indicados facilita que os pacientes com transtornos mentais tenham uma vida normal; os surtos e recaídas deixam de ser regra e passam a ser exceções.

Medicamentos

O tratamento para a esquizofrenia sofreu diversas mudanças desde que a doença foi descoberta. As medicações são geralmente escolhidas para tratar os sintomas positivos — delírios e alucinações — e pode ajudar na parte dos sintomas negativos. Diversas substâncias, como medicamentos de primeira e segunda geração podem ser eficazes para tratar o paciente com esquizofrenia.

Os remédios de primeira geração são mais antigos e podem ocasionar efeitos colaterais bastante indesejáveis. Já os de segunda geração são mais comuns e mais atuais, porém demandam acompanhamento clínico com um nutricionista, pois podem ocasionar um ganho de peso indesejado.

Ainda, há a possibilidade de tratar o distúrbio com medicações injetáveis, conhecidas como depósito, sendo as mais indicadas para pacientes com baixa adaptação aos comprimidos orais. Existem casos em que é necessário a hospitalização e internação do paciente, a fim de evitar complicações e problemas mais graves, como comportamentos suicidas e a ocorrência de outros tipos de transtornos mentais.

Psicoterapia

A psicoterapia é essencial e faz parte do acompanhamento da pessoa com esquizofrenia. Ela ajuda a restabelecer os padrões de pensamentos, melhorar a comunicação entre as pessoas, criar rotinas no dia a dia e também a educar o paciente sobre como lidar com a doença.

Terapias alternativas, como teatro, artes, música e atividades físicas podem contribuir de forma positiva para a qualidade de vida do paciente. Muitas pessoas com esquizofrenia ou doenças mentais continuam a apresentar sintomas apesar da medicação.

É então que as terapias criativas, como a arte-terapia, podem ser úteis. A arte-terapia permite a exploração do mundo interior do paciente de uma forma não ameaçadora, por meio de uma abordagem terapêutica e do uso de materiais artísticos.

Vale lembrar que o tratamento dessa doença abrange uma equipe multidisciplinar, formada por psiquiatras, psicólogos, terapeutas ocupacionais, enfermeiros, neurologistas e outros profissionais, que fazem toda a diferença na reabilitação do paciente. Essas pessoas também auxiliam na reinserção do paciente na sociedade.

Veja como fazer a prevenção

Ainda não há uma maneira clara de saber se é possível prevenir totalmente a esquizofrenia. Porém, já se sabe que essa doença afeta principalmente o cérebro. Logo, qualquer medida que ajude esse órgão a se desenvolver de maneira saudável pode contribuir para que o transtorno não se manifeste de uma forma muito intensa.

Saúde mental

É aí que entra a importância da saúde mental, que consiste em nutrir boas relações sociais com família e amigos, ter boas horas de sono e se alimentar bem. A prática de atividades físicas é também uma excelente aliada ao bem-estar da nossa mente e fortalece o desenvolvimento cognitivo.

É o que conclui uma pesquisa sobre programas de exercícios regulares entre esse grupo de pessoas, que podem gerar efeitos saudáveis tanto na saúde física e mental como no bem-estar dos indivíduos com esquizofrenia.

Evitar o uso de drogas e substâncias nocivas é muito importante, pois trata-se de um dos principais fatores de risco. A prevenção da esquizofrenia também está ligada a uma identificação precoce dos sintomas e à busca de ajuda por parte do paciente ou da família.

Saiba como conviver com a esquizofrenia

A compreensão dos amigos e da família sobre a doença, bem como seus sintomas e todos os aspectos relacionados a sua manifestação, é essencial para obter um tratamento bem-sucedido. É necessário deixar de lado o preconceito para ajudar e dar todo o apoio para o paciente.

Estudos já mostraram que as chances de uma pessoa portadora de esquizofrenia se recuperar são muito maiores se houver o suporte de pessoas queridas. Dessa forma, a recuperação pode ser muito mais rápida e as crises podem reduzir consideravelmente.

Existem vários programas responsáveis pela reinserção do paciente na sociedade, que o ajuda a ter uma maior consciência sobre a sua condição. Tais programas também ajudam os indivíduos a levar sua vida de maneira tranquila dentro do trabalho e na vida pessoal.

É importante estar preparado em caso de crises. Manter a calma, deixar a pessoa confortável e entender o seu lado pode evitar desgastes desnecessários e ainda contribuir para o seu bem-estar. Muitas vezes, a pessoa esquizofrênica não consegue compreender a situação e se deixa levar pelos sintomas.

Cuidar da saúde como um todo, manter relações saudáveis e conhecer grupos de autoajuda podem fazer com que o paciente compreenda e aceite mais a si mesmo. Além disso, isso pode ser bastante benéfico para as famílias, que passam a ter contato com outros pontos de vista e com o compartilhamento de experiências.

Esperamos que este texto tenha lhe ajudado a compreender melhor a esquizofrenia. Prezar pela nossa saúde mental e das pessoas a nossa volta é um exercício constante e que faz toda a diferença em nossas vidas. Por isso, continue em nosso blog e entenda mais sobre a saúde mental!

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