Depressão Masculina - Hospital Santa Mônica
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A depressão atinge cerca de 350 milhões de pessoas no mundo inteiro. Segundo a OMS, até 2020, a depressão será a segunda maior causa de mortes mundiais. Homens não ficam de fora dessa estatística, por isso é necessário tomar os devidos cuidados.

A depressão masculina é um problema sério, principalmente porque muitos casos não recebem tratamento adequado. Cerca de 10% a 17% dos homens sofrerão de depressão em algum ponto de suas vidas, mas apenas uma fração deles buscará tratamento. [1] Isto acontece, em grande parte, porque os homens são conhecidos por mascararem a depressão.

Se você estiver procurando pelos sinais clássicos de depressão, provavelmente não vai encontrá-los. Ao invés disso, eles demonstram sua tristeza ficando com raiva, irritados, ou tomando atitudes imprudentes. Neste artigo, vamos discutir os sintomas da depressão, as diferenças entre homens e mulheres, e como você pode ajudar um homem querido.

Esse problema de saúde, que afeta cerca de 350 milhões de pessoas no mundo inteiropode incluir uma série de sintomas emocionais, como tristeza extrema, perda de motivação e do prazer em atividades costumeiras, além de efeitos físicos, como mudanças no apetite, dores de cabeça e problemas digestivos.

Mas a depressão vai muito além desses sintomas – especialmente para os homens. Alguns dos sinais de alerta podem não ser tão óbvios.

Estima-se que cerca de 6 milhões de homens americanos lidem com depressão em um ano típico.

Mas os especialistas afirmam que muitos homens podem nem sequer reconhecer ou admitir que sofrem da doença, seja por medo de serem julgados ou por acreditar que os sintomas estejam relacionados a outras doenças ou simplesmente estresse.

Para marcar o Movember, a dedicação do mês de novembro à saúde masculina, listamos algumas das maneiras como a doença pode se manifestar entre eles.

A depressão pode parecer raiva.

Melancolia ou tristeza excessiva são marcas registradas da depressão e podem ser prevalentes entre os homens. Eles também têm maior propensão a sentir aumento na frustração, raiva e irritabilidade.

Isso provavelmente é reação ao aumento das emoções negativas, afirma o Health.com.

Os homens tendem a ficar calados.

Pesquisa indicam os homens são mais avessos à busca de ajuda profissional e relutam em falar sobre depressão.

Eles também tendem a minimizar seus sintomas.

Muitas vezes, isso acontece por causa do medo de ser julgado ou de passar vergonha. O estigma da saúde mental muitas vezes impede que as pessoas recebam tratamento.

Eles sentem mais cansaço.

A depressão pode causar um desejo esmagador de ficar na cama o dia inteiro. Isso é particularmente verdadeiro para os homens, de acordo com psicólogos, e é provavelmente um dos sintomas mais prevalentes.

Eles têm menos probabilidade de receber diagnóstico de depressão de um médico.

As evidências científicas indicam que há um viés de gênero quando se trata de problemas de saúde mental. Os médicos são mais propensos a diagnosticar depressão entre mulheres do que entre homens, mesmo quando os caras apresentam sintomas semelhantes ou têm avaliação igual à das mulheres em medições padronizadas.

A depressão diminui o desejo sexual.

Embora não seja uma característica importante ou sinal de depressão, pode haver redução na intimidade sexual. Isso ocorre porque o cérebro e o corpo estão inextricavelmente conectados.

A depressão pode alterar a libido e causar disfunção erétil, de acordo com especialistas.

Os homens são mais propensos a morrer por suicídio.

Quando não tratados, problemas de saúde mental como a depressão são um fator importante no suicídio.

Um relatório de 2015 indica que os homens são mais propensos a ficar em silêncio quando pensam em se automutilar ou se matar. Homens de meia-idade também têm apresentado o maior crescimento nas taxas de suicídio nos últimos 15 anos.

Em última análise, os especialistas dizem que é importante que os homens se abram sobre qualquer dificuldade emocional. Isso pode salvar vidas.

“Os homens têm mais dificuldade em reconhecer, descrever ou admitir [doenças mentais] do que as mulheres”, disse John Greden, diretor-executivo do Centro de Depressão da Universidade de Michigan, em entrevista prévia ao The Huffington Post. “Os homens precisam reconhecer que isso não é algo que vai se curar de uma hora para a outra e que certamente não é sinal de fraqueza. ”

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