Conheça o tratamento psiquiátrico do Hospital Santa Mônica - Hospital Santa Mônica
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O tratamento psiquiátrico do Hospital Santa Mônica está classificado no nível dos padrões das instituições da Europa. Além de trabalhar com uma equipe especializada, o hospital disponibiliza uma infraestrutura adequada a um atendimento de excelência. Recentemente, nosso hospital recebeu a certificação ONA, um reconhecimento pela qualidade e seriedade dos serviços prestados.

Assim, priorizar esses valores e ficar atento a esses critérios é essencial ao escolher uma instituição para tratamento especializado na recuperação da saúde mental. Contar com um hospital referência em Psiquiatria garante mais tranquilidade e segurança, além de elevar as chances de alcançar resultados mais positivos nos tratamentos.

Tendo isso em vista, a proposta deste artigo é mostrar os diferenciais que o hospital oferece, os tipos de tratamentos psiquiátricos e quais são os atributos que o tornam reconhecido e respeitado pela excelência de seus serviços. Acompanhe!

Como funciona o tratamento psiquiátrico do Hospital Santa Mônica?

Nosso hospital está estruturado tecnicamente para oferecer a máxima qualidade nos tratamentos para a reabilitação da saúde mental. Dada à interligação entre a mente e o corpo, nossos pacientes são avaliados num contexto holístico e biopsicossocial a fim de que seja restabelecida a saúde integral.

Nossa equipe multiprofissional está treinada para atender pessoas com diferentes problemas mentais. Pacientes agudos e crônicos, adultos, crianças (a partir dos 8 anos) e adolescentes, sobretudo as questões relacionadas à recuperação da dependência química têm atenção especial.

Nossa equipe é composta por médicos psiquiatras e clínicos, psicólogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, nutricionistas, assistentes sociais e enfermeiros. Nossos profissionais participam ativamente de congressos, simpósios e eventos de atualização no ramo da saúde mental, fator que assegura mais qualidade ao tratamento psiquiátrico do Hospital Santa Mônica.

O doutor Carlos Eduardo Zacharias, psiquiatra e diretor clínico do nosso hospital explica a importância dessa constante atualização profissional no êxito do tratamento: “nosso diferencial se mescla com a meta/foco, pois tentamos ser o mais efetivos possível e garantir um tratamento integral, humanizado e centrado nos conhecimentos científicos.” 

Contamos com grupos terapêuticos específicos para saúde mental e dependência química centrados em um único objetivo: a reabilitação da saúde mental e física e a reintegração do paciente ao convívio harmônico com a sociedade.

Quais as diferenças entre o tratamento interno e o externo?

O tratamento externo é aquele voltado para o âmbito ambulatorial. O paciente agenda as consultas e vai periodicamente ao hospital para receber as orientações necessárias. Esse tipo de tratamento é indicado para os problemas mais simples em que o paciente pode utilizar as medicações prescritas em seu domicílio.

O doutor Zacharias alerta para um problema muito recorrente, que é a resistência das pessoas em buscar tratamento especializado em saúde mental. Muitas vezes, essa postura é influenciada por estigmas e preconceitos em relação ao papel da Psiquiatria, pois no passado, quase todas as doenças mentais eram vistas como loucura ou possessão demoníaca.

Hoje, os resquícios dessa cultura ainda contribuem bastante para o surgimento de complicações: “as pessoas demoram muito a procurar o psiquiatra, para procurar o tratamento ambulatorial e para procurar uma internação, mesmo quando é necessária”, destaca o médico.

Por conseguinte, os casos mais simples — e que poderiam ser rapidamente tratados — evoluem para quadros de maior gravidade e que exigem internação psiquiátrica. Essa opção de tratamento é voltada para as crises recorrentes, comuns em surtos psicóticos, delírios ou alucinações, por exemplo.

O tratamento interno costuma ter rápida duração. Uma de suas vantagens é permitir o monitoramento constante da equipe especializada do hospital, o que torna a recuperação mais rápida e eficaz. Após a alta, o paciente é acompanhado pelo tratamento externo a fim de manter a continuidade do processo terapêutico em casa. 

Em quais casos o tratamento psiquiátrico é indicado?

A atenção em saúde mental não pode ser desconsiderada, visto que estatísticas recentemente divulgadas pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) reportam que, no planeta, há mais de 300 milhões de pessoas com depressão. O Ministério da Saúde tem como números projetados de pessoas com doenças/transtornos mentais algo em torno de 21% da população, sendo 3% doentes mentais graves, severos e persistentes, 6% quadros graves decorrentes do uso de álcool e outras drogas e 12%  de transtornos “menores” como depressão ansiedade suicídio etc.

No Brasil, a indisponibilidade e a falta de qualidade nos tratamentos públicos, além da ausência de políticas de saúde voltadas para essa área, expõem a nossa população às consequências desse mal. Em termos globais, se essas questões fossem adequadamente abordadas, 13,5 milhões de mortes anuais seriam evitadas. Mediante isso, listamos algumas condições que exigem avaliação e tratamento psiquiátrico. Confira!

  • distúrbios do sono: sonolência excessiva ou insônia;
  • problemas emocionais: depressão, transtornos de ansiedade, bipolaridade e traumas diversos; 
  • desequilíbrios psiquiátricos: esquizofrenia, surto psicótico, bipolaridade, síndrome do pânico;
  • ideação suicida: falas, tentativas e alusões ao ato;
  • abuso de substâncias tóxicas: drogas e álcool.

Por que escolher o Hospital Santa Mônica?

Um sistema de saúde ideal precisa disponibilizar uma rede que atenda aos doentes nos momentos mais críticos de suas vidas. Um hospital especializado em saúde mental é de suma importância, pois é nele que os pacientes em crise, em situações emergenciais e os casos mais graves, serão atendidos e tratados. 

“Um hospital especializado precisa exercer seu papel com seriedade e ter o compromisso de recuperar o paciente e de minimizar as possibilidades de piora do quadro. Por isso, no tratamento psiquiátrico do Hospital Santa Mônica adotamos uma postura responsável e condizente com a ética médica exigida pela profissão”, explica o diretor clínico. 

Somente quem dispõe de uma equipe multiprofissional completa e com psiquiatras titulados e preparados para isso pode oferecer esse padrão de tratamento. O paciente tem o atendimento psiquiátrico, clínico e o suporte da equipe multiprofissional. Oferecemos um trabalho multidisciplinar orientado e integrado às atividades terapêuticas incluídas no tratamento.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) liberou um relatório afirmando que os transtornos mentais geram mais de 30% de incapacidades em toda a América. Logo, a opção por um hospital psiquiátrico com uma infraestrutura de excelência é essencial à luta contra os impactos resultantes das doenças mentais, cuja incidência está comprovadamente maior. 

Nessa perspectiva, a proposta do tratamento psiquiátrico do Hospital Santa Mônica é proporcionar uma terapia diferenciada e completa. O objetivo é promover o ajuste psíquico e o resgate do controle emocional de crianças, adolescentes, jovens e adultos que necessitam restabelecer a saúde mental e a qualidade de vida.

O Hospital Santa Mônica tem todas as soluções em tratamento psiquiátrico! Entre em contato e conte com a gente com o que precisar.

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