Como falar sobre suicídio? - Hospital Santa Mônica
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Nos últimos tempos, nos deparamos com diversos episódios de pessoas famosas que se suicidaram. Este é o caso de celebridades como a estilista Kate Spade e o chef de cozinha Anthony Bourdain.

Isso mostra que a depressão não escolhe classe social, gênero ou raça — ela pode se manifestar em qualquer indivíduo. Contudo, falar sobre suicídio ainda é um tabu em nossa sociedade e muitas pessoas ficam inseguras na hora de abordar o assunto.

Pensando nisso, criamos este post com tudo o que você precisa saber para conversar com os seus amigos e familiares e diminuir inúmeros sofrimentos. Acompanhe!

Entenda a importância do diálogo

A depressão está cada vez mais presente em nossas vidas. Para se ter uma ideia, de acordo com um estudo realizado pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), o número de mortes causadas por suicídio aumentou mais de 30% a partir de 1999, nos Estados Unidos.

O mais preocupante? Boa parte dessas pessoas não apresentavam nenhum indício de problemas mentais — elas não estavam em tratamento e, provavelmente, tinham dificuldades de expor as suas dores.

No Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, o número de casos aumentou 12%, entre 2011 e 2015, e já é considerada a quarta maior causa de morte no país.

Segundo a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) a cada 40 segundos um suicídio ocorre no mundo e a cada 45 minutos no Brasil.

O que aprendemos com isso? Que, muitas vezes, falar sobre suicídio é a chave para tratar casos de saúde mental, que as pessoas não querem acabar com as suas vidas, mas sim, com a dor que sentem.

Saiba quando você precisa de ajuda

Um dos grandes passos para buscar ajuda é saber analisar e reconhecer os seus sintomas. Veja abaixo os principais pontos a serem avaliados:

  • sofrimento profundo: pessoas que remoem os problemas de modo obsessivo, sem conseguir enxergar uma solução no futuro;
  • mudanças de humor: você se sente muito bem e, rapidamente, fica triste ou com raiva? Fique atento;
  • alarmes verbais: pessoas depressivas ou que estão pensando em se suicidar costumam reproduzir as seguintes frases: “não aguento mais”; “vocês vão ficar felizes sem mim”; “a minha vida não vale a pena”;
  • abuso de álcool e drogas: boa parte das pessoas que tiram a própria vida fazem uso abusivo de álcool, drogas e remédios sem o controle médico;
  • isolamento: não sente vontade de participar de atividades sociais? Esse pode ser um sintoma de depressão.

Converse com pessoas da sua confiança

Você está passando por momentos difíceis? O indicado é encontrar pessoas dispostas a ajudar. Converse com os seus amigos, familiares ou recorra ao acompanhamento médico com um psiquiatra e psicólogo.

Ao longo da conversa, não tenha medo de expor os seus sentimentos e ir direto ao ponto. Está pensando em se machucar ou tirar a própria vida? Reporte isso para alguém de sua confiança e que não cometa julgamentos. Acredite: você não está sozinho e uma conversa fará toda a diferença.

Conheça alguns recursos que ajudam

Ainda não se sente preparado para se abrir a um conhecido? Atualmente, muitas instituições oferecem serviços de assistência e aconselhamento.

Um  exemplo são os hospitais especializados no assunto e o Centro de Valorização da Vida (CVV). Nesses canais, você poderá bater um papo com pessoas capacitadas para o atendimento ou passar por um centro médico de saúde mental.

Em alguns casos, como o CVV, o atendimento pode ser feito por telefone, por meio do número 188 ou pelo site.

Considere a possibilidade de internação

Após passar por uma avaliação psiquiátrica criteriosa, também é possível recorrer à internação. Esse processo tem sido excelente para reabilitar e oferecer maior confiança aos pacientes que desejam lidar com seus traumas e angústias.

Procure uma instituição de confiança e capacitada no segmento, como o Hospital Santa Mônica, um dos únicos no país com foco em saúde mental e dependência química.

Conseguiu entender a importância de falar sobre suicídio? Não tenha medo de pedir ajuda ou de oferecer o seu apoio a quem estiver precisando — essas atitudes podem salvar vidas!

Se ainda tiver alguma dúvida sobre o assunto ou quiser expor a sua opinião, comente no post. Estamos à disposição!

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