Transtorno alimentar: conheça os diferentes tipos de distúrbios - Hospital Santa Mônica
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O excesso de exposição incentivado pelas redes sociais e o culto a padrões de beleza que se transformam, mas continuam a ser impostos às novas gerações, despertam as sensações de cobrança, inadequação e baixa autoestima na sociedade, especialmente em jovens, suscetíveis ao desenvolvimento de um transtorno alimentar.

Resultantes de uma combinação entre fatores genéticos, psicológicos, comportamentais e sociais, os distúrbios relacionados à alimentação são mais recorrentes em mulheres jovens, mas também podem ser apresentados por homens e por pessoas de diferentes faixas etárias.

Os transtornos, ao contrário do que se acredita, não são estilos de vida, mas doenças graves que, uma vez negligenciadas ou não diagnosticadas adequadamente, podem comprometer os hábitos de alimentação de um indivíduo e sua saúde mental. Saiba mais informações a seguir sobre cada distúrbio.

Anorexia nervosa

Pessoas que apresentam a doença têm a percepção afetada sobre sua imagem corporal e buscam a magreza extrema, acreditando que estão acima do peso e criando um controle obsessivo sobre o quanto comem, a fim de que emagreçam cada vez mais.

É o distúrbio mental com maiores taxas de mortalidade e atinge principalmente mulheres. De acordo com informações do Ambulatório de Bulimia e Transtornos Alimentares, AMBULIM, entre 0,5% e 4% delas apresentarão anorexia nervosa ao longo de suas vidas.

Sintomas como o medo exagerado de ganhar peso, a restrição alimentar e o hábito de pular refeições ou de evitar comer socialmente podem caracterizar quadros de anorexia, um transtorno capaz de levar um paciente à desnutrição.

Com o avanço da doença, indivíduos do sexo feminino podem desenvolver problemas menstruais e hormonais e, em ambos os sexos, são comuns também anemia, perda de massa muscular e aparecimento de lanugo, pelos finos que crescem pelo corpo como proteção térmica.

Bulimia nervosa

O transtorno se apresenta naqueles que alternam episódios em que comem compulsivamente com ações que visam a induzir a perda de peso, como provocar vômito, aderir a dietas restritivas, ingerir laxantes e praticar exercícios físicos de forma exagerada. Costumam ser pessoas com peso e aparência normais, o que tornam os casos mais silencioso para aqueles que convivem com bulímicos.

O agravamento da bulimia nervosa pode desencadear problemas gastrointestinais, sensibilidade nos dentes provocada pelos episódios constantes de vômitos e inflamações na garganta e no esôfago.

Ortorexia nervosa

Menos conhecida entre os transtornos alimentares, a ortorexia nervosa é uma condição decorrente da preocupação excessiva com a ingestão de alimentos saudáveis e do controle sobre os hábitos nutritivos, cada vez mais propagados em redes sociais.

É comum que o indivíduo com ortorexia elimine de sua rotina grupos alimentares, tenha perda de peso excessiva e evite comer socialmente, já que pode se recusar a consumir refeições que não foram preparadas de acordo com suas restrições.

Compulsão alimentar

Quem apresenta o distúrbio perde o controle sobre aquilo que se alimenta e frequentemente relaciona o ato às suas emoções. Nesses casos, o indivíduo tende a comer grandes quantidades, ainda que não esteja com fome, em períodos curtos.

Os episódios de transtorno alimentar compulsivo, ademais, costumam ser seguidos de sensações como culpa e raiva. É frequente que quem apresenta essa condição esteja acima do peso, já que não costuma tentar eliminar aquilo que comeu a partir de compensação, como quem apresenta bulimia. Não à toa, a compulsão alimentar colabora para o aumento de casos de obesidade.

Tratamento de um transtorno alimentar

Embora cada distúrbio apresente seu quadro e sintomas específicos, todos têm em comum situações de insatisfação com a imagem corporal, baixa autoestima e problemas nutricionais.

Para tratá-los, é essencial que os pacientes busquem auxílio médico, com monitoramento, e sejam acompanhados por uma equipe multidisciplinar, que reúna também um nutricionista para readequação de hábitos e psicólogo para realização de terapia de fala ou psicoterapia, a fim de tratar física e emocionalmente a origem do problema.

Acima de tudo, para que seja feita a reabilitação de uma pessoa com transtorno alimentar, é aconselhado o acompanhamento da família, a qual costuma sofrer com o paciente, a fim de que todos compreendam a gravidade da doença e a combatam unidos, a partir de diálogo com transparência e de ações que motivem o paciente a se recuperar.

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