Tipos de dependência: quais são as mais comuns em jovens? - Hospital Santa Mônica
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A adolescência se caracteriza como uma fase de profundas mudanças, que levam ao amadurecimento, e como um período em que os jovens são expostos a novas experiências, especialmente aquelas que envolvem o convívio social e a pressão resultante dele. Não à toa, os problemas vivenciados e o acesso facilitado a substâncias podem ser fatores de risco para o desenvolvimento de diferentes tipos de dependência.

Seja por falta de diálogo em casa, influência exercida por colegas, desejo de agradar o parceiro ou exposição a anúncios publicitários, a vontade de experimentar bebidas e outros tipos de drogas é intensificada nessa faixa etária.

De acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar, PeNSE, divulgada em 2016 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 55,5% dos jovens concluintes do 9° ano do Ensino Fundamental já experimentaram álcool, enquanto 9% fizeram uso de drogas ilícitas.

Neste post, conheça mais sobre os tipos de dependências comuns em jovens e entenda como auxiliar no combate a elas.

Dependência de drogas lícitas

O álcool, devido a seu alto grau de aceitação social, é a droga cuja dependência é mais comum. A facilidade de acesso, a falta de rigor nas políticas públicas de controle à venda de bebidas a menores de idade e sua presença comum em ambientes familiares colaboram a favor dela.

Segundo relatório World Health Statistics 2017, realizado pela Organização Mundial da Saúde, OMS, a população mundial consumiu, em 2016, 6,4 litros de álcool por pessoa com 15 anos ou mais.

Sua utilização abusiva, decorrente da necessidade de aceitação, pressão social, problemas estruturais na família e em grupos de convívio ou por curiosidade e prazer, pode comprometer o desenvolvimento cerebral e desencadear comportamentos agressivos.

A partir disso, o jovem começa a apresentar desempenho ruim nos estudos e a ter problemas em seus relacionamentos. Em alguns casos, o quadro pode, inclusive, contribuir para o desenvolvimento de transtornos como anorexia alcoólica.

Em patamar semelhante, encontra-se o tabagismo. No Brasil, ainda segundo a pesquisa PeNSE, 1,8 milhão de adolescentes entre 12 e 17 anos fumou um cigarro ao menos uma vez. Ou seja, mais de 18% da população dessa idade.

Responsável pela causa de problemas respiratórios, que podem se agravar e resultar em um câncer do pulmão, infertilidade e riscos cardiovasculares, o fumante pode buscar aliviar a ansiedade na dependência e ser influenciado pelo grupo social.

Dependência de drogas ilícitas

Menos acessíveis à população, as drogas ilícitas, entretanto, chegam clandestinamente aos jovens. Populares em espaços de festas e ambientes universitários, por exemplo, afetam diretamente o sistema nervoso central e são classificadas como estimulantes, depressoras, perturbadoras ou de efeito misto.

A ação alucinógena, somada aos estímulos excessivos, faz com que o usuário precise sempre de mais doses e agrava sintomas como ansiedade, insônia e paranoia.

Entre as drogas ilícitas mais consumidas pelos jovens, encontram-se a maconha, ecstasy, LSD, cocaína, heroína, crack e inalantes em geral. Em todos os casos, quanto mais são absorvidos, mais nocivos os seus efeitos no organismo.

Dependências emocional e tecnológica

Além daquelas relacionadas a substâncias, outras dependências comuns em jovens, com a difusão da utilização de dispositivos móveis e a presença digital, são a emocional e a tecnológica.

No primeiro caso, o adolescente, com baixa autoestima fixa na figura de outrem e assume posturas controladoras ou submissas, as quais fazem com que se anule em detrimento de alguém com quem se relaciona.

Já a dependência tecnológica, podendo estar relacionada a jogos ou a redes sociais, decorre da falta de controle que o indivíduo tem sobre a utilização que faz dessas plataformas. Assim, desenvolve problemas psicológicos e pode apresentar, entre os sintomas, queda no rendimento escolar, conflitos com família e amigos, agressividade e isolamento social.

Tratamento de dependências

Todas as dependências podem ser tratadas e prevenidas, desde que haja diálogo sobre os vícios e que não sejam banalizados, tanto na esfera familiar quanto escolar.

Dar ao jovem as informações necessárias sobre o tema e apontar a ele caminhos saudáveis para seu desenvolvimento são formas de orientá-lo. Quando algum tipo dependência é constatado, todavia, recomenda-se o tratamento psicoterápico e acompanhamento médico. Assim, o adolescente pode reverter o quadro e amadurecer como um adulto sadio.

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