Suicídio entre jovens no Brasil: um panorama sobre a questão - Hospital Santa Mônica
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A fase de transição e amadurecimento vivida pela juventude, além de novas experiências prazerosas, pode trazer dor e confusão. Por isso, um problema como o suicídio entre jovens no Brasil requer atenção e não deve ser tratado como tabu.

Atualmente, o suicídio representa a segunda causa de morte entre indivíduos de 15 a 29 anos no mundo, segundo dados da Organização Mundial da Saúde. No Brasil, é a quarta, de acordo com o Boletim Epidemiológico “Suicídio”, divulgado pelo Ministério da Saúde. Dados do Mapa da Violência apontam, ainda, que entre os anos 2000 e 2012 houve crescimento de 33,3% no número de suicídios no Brasil.

Em muitos casos, é possível evitar o suicídio, ao dar atenção e abrir o diálogo com o adolescente que enfrenta uma situação difícil, a fim de que ele consiga externar a dor que sente.

Neste artigo, você vai conhecer mais sobre as causas, sintomas, métodos de tratamento dos males causadores e formas de prevenção desse problema. Vale a pena se informar!

Causas que podem levar ao suicídio

Há uma série de fatores que podem estar relacionados a casos de suicídio entre jovens no Brasil, como o histórico de transtornos mentais, depressão, alcoolismo, esquizofrenia, transtorno bipolar e vício em drogas.

Também os jovens que enfrentam bullying, problemas familiares, dificuldades ao descobrir e assumir a sexualidade, abusos de qualquer natureza, excesso de cobrança e proteção da família ou do ambiente escolar e universitário requerem atenção especial.

Vivendo sob pressão, em um período de suas vidas no qual estão definindo os traços de sua identidade, fazendo escolhas e desenvolvendo relacionamentos, é comum que sejam mais impulsivos e recorram a soluções imediatistas para as dificuldades encontradas.

Hoje, além disso, a internet exerce influência negativa, pois a utilização excessiva de redes sociais ajuda a promover baixa autoestima decorrente de comparações de suas vidas com outras que parecem perfeitas nos ambientes digitais.

Sinais de atenção para o suicídio

Quem comete um ato suicida frequentemente está enfrentando problemas mentais que alteram sua percepção. Para essa pessoa, não se trata de uma ação egoísta, indiferente às pessoas que ama, mas uma forma desesperada de se libertar da dor que sente.

Dentre os sintomas mais comuns que podem apontar pensamentos suicidas estão introspecção, agressividade, insônia ou períodos de sono muito longos, os quais mostram uma necessidade de isolamento.

Tratamento e prevenção do suicídio

É fundamental que a família acompanhe o jovem de perto, mas sem desrespeitar o seu espaço, de modo que possa detectar os sintomas atípicos ao início de um problema que possa desencadear suicídio.

Antes de tirar a própria vida, é comum que o indivíduo em sofrimento passe pelos estágios de pensamento suicida, de planejamento e, somente ao fim, pela tentativa. Dar apoio psicológico e falar abertamente sobre o tema ajuda a aliviar a tensão. Às vezes, aquilo de que o jovem mais necessita é alguém que o ouça sem julgamento.

Ao perceber comportamentos e sintomas como os descritos, é importante buscar apoio de um psicólogo e, em casos agravados, acompanhamento psiquiátrico. Com a psicoterapia, o jovem poderá falar sobre as dores que enfrenta a fim de compreendê-las e enfrentá-las. Já o tratamento psiquiátrico poderá envolver a utilização de medicamentos antidepressivos, que aos poucos colaborarão para eliminar as sensações ruins e os desejos autodestrutivos.

Para a prevenção, o mais recomendado é manter um bom diálogo com o jovem, incentivá-lo a cultivar sua autoestima e oferecer a ele um padrão de vida saudável, que incluem convívio social, bons hábitos alimentares e a prática regular de atividades físicas, grande apoio na luta contra depressões e na manutenção do bem-estar.

Enfrentar o tabu e falar abertamente sobre a questão é o principal desafio para reduzir os índices de suicídio entre jovens no Brasil, sem romantizá-lo nem tampouco agir como se ele não existisse. A mesma postura é determinante no tratamento das causas dessas mortes, das quais se destaca a depressão.

Para saber mais a respeito do tema, leia nosso artigo e entenda os principais fatores de risco para o distúrbio.

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