Qual a relação da tecnologia com distúrbios mentais? - Hospital Santa Mônica
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A tecnologia está cada dia mais presente na vida da população. Seja no trabalho, em casa, para facilitar os estudos ou manter contato com a família e com os amigos. Os smartphones, por exemplo, estão quase sempre próximos a seus donos, a fim de que nenhuma notificação se perca. Essa dependência, todavia, pode ocasionar o surgimento de distúrbios mentais.

De acordo com pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, hoje há mais de 220 milhões de smartphones ativos no Brasil, um número superior ao da população. Já segundo a pesquisa Global Mobile Consumer Survey 2017, 45% dos jovens entre 18 e 24 anos checam as notificações de seus celulares até mesmo durante a madrugada, hábito que pode ser danoso ao bem-estar.

Em 2018, a Organização Mundial da Saúde (OMS) incluiu entre os distúrbios mentais o vício em games. A desordem passou a integrar a Classificação Internacional de Doenças e gera uma urgência entre especialistas para que tomem as medidas necessárias de atendimento e orientação a seus pacientes.

Para entender melhor qual é a relação da tecnologia com distúrbios mentais, continue a ler nosso artigo a seguir.

Primeiros sintomas de uso excessivo de tecnologia

Utilizar dispositivos tecnológicos no dia a dia é comum em nossa realidade, mas requer atenção quando o indivíduo, ao fazer uso demasiado de smartphones ou aparelhos de vídeo game, por exemplo, passa a apresentar sintomas como perda de sono, estresse, ansiedade e isolamento social.

O excesso de brilho nas telas, especialmente quando os aparelhos são utilizados à noite, pode causar insônia, tanto em adultos quanto em crianças, já que a luz artificial antagoniza com a produção do hormônio responsável pela qualidade do sono, a melatonina.

Já o isolamento social pode ser percebido quando a pessoa frequentemente se recusa a estar com seus grupos de convívio para permanecer conectada, enquanto assiste a séries, filmes ou joga.

Quando a relação com a tecnologia pode causar distúrbios mentais

A utilização e a dependência de plataformas e jogos online podem ter impactos negativos sobre a saúde mental. Em casos de crianças e adolescentes, por exemplo, a exposição e as possíveis práticas de cyberbullying devem ser acompanhadas pela família.

Nas mídias digitais, há um cenário favorável para prejudicar a autoestima dos usuários, já que as imagens editadas e a promoção de estilos de vida não compatíveis com a realidade geram frustração e insatisfação. Não à toa, de acordo com estudo da Associação Americana de Psicologia, o uso exagerado de tablets e smartphones potencializa os riscos de depressão e suicídio em jovens.

Com a dependência, podem também surgir quadros de ansiedade e até mesmo distúrbios relacionados à imagem corporal, já que as publicações, em muitos casos, se tornam gatilhos para comportamentos de compulsão alimentar, bulimia, anorexia e ortorexia.

Hábitos equilibrados para uso de tecnologia

A relação equilibrada com a tecnologia pode ser incentivada desde cedo no lar. Para crianças, o controle e o exemplo da família são fundamentais, o que inclui estabelecer horários a fim de incentivar que se dediquem também a outras atividades.

Para crianças e adultos, buscar novos hobbies e controlar os horários de uso também podem ajudar a restabelecer o bem-estar.

Para aqueles que sofrem com os sintomas abordados anteriormente ou que apresentam um distúrbio mental, é aconselhado recorrer à terapia e a acompanhamento médico a fim de tratar as causas que levam ao hábito e de estabelecer uma relação sadia com os dispositivos tecnológicos.

A tecnologia, enfim, pode integrar a vida cotidiana sem que precise atrapalhá-la, mas seu uso deve sempre ser equilibrado com outros aspectos da rotina, especialmente aqueles capazes de promover um convívio social sadio. Interessa-se pelo tema e quer entender melhor como tratar a ansiedade, um dos distúrbios mentais que podem ser agravados pela questão? Então leia também nosso guia de ansiedade!

 

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