Ansiedade: o que é, quais são as causas e principais consequências? - Hospital Santa Mônica
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Sentir ansiedade, em algumas situações, é perfeitamente normal. Ao contrário do que se imagina, quando não patológica, ela é inclusive benéfica. Sem a ansiedade, o ser humano não conseguiria escapar de situações de perigo e nem mesmo realizar um planejamento mínimo com relação ao seu futuro.

No entanto, quando esse sentimento deixa de ser administrável e passa a causar sofrimento intenso, afetando a qualidade de vida e bem-estar, é possível que ele tenha se transformado em um quadro de transtorno de ansiedade.

O problema é mais comum do que parece. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o país com o maior percentual de pessoas com transtornos de ansiedade no mundo.

Estima-se que atualmente 29,3% dos brasileiros, aproximadamente 60 milhões de pessoas, sofrem com o problema, que afeta pessoas de todas as idades e classes sociais.

Para que você possa entender melhor o distúrbio, preparamos este post. Nele, você vai entender o que é ansiedade, quais são os tipos mais comuns de transtornos de ansiedade, seus fatores de risco, seus sintomas, seus tratamentos e suas consequências. Preparado? Então acompanhe a leitura!

O que é ansiedade?

Como explicamos, a ansiedade é uma resposta normal do ser humano a uma série de situações ou eventos. No entanto, quando essa preocupação torna-se excessiva e afeta a qualidade de vida, o bem-estar e os relacionamentos pessoais ou profissionais, ela se torna um transtorno e exige tratamento.

O transtorno de ansiedade é caracterizado por uma preocupação constante e incontrolável, que acontece na maior parte dos dias por um período de no mínimo 6 meses.

Para que você possa entender melhor a situação, vamos usar um exemplo. Em tempos de crise, é normal ficar preocupado em ser demitido. Afinal de contas, ninguém quer se ver de uma hora para outra sem emprego, e consequentemente, sem renda, não é mesmo?

No entanto, se a sua empresa não está passando por nenhuma dificuldade financeira ou previsão de corte, você tem realizado seu trabalho corretamente e não tem recebido nenhum feedback negativo dos seus superiores, essa não é uma preocupação que povoe a sua mente dia e noite, correto?

Quem sofre de um distúrbio de ansiedade provavelmente vê a situação de um outro modo. Pode ser que a preocupação em ficar sem emprego seja tão intensa que acabe afetando a produtividade de modo real.

Ou ainda que um encontro casual com o chefe no corredor sem receber um caloroso bom dia — possivelmente porque ele tinha outras preocupações — desencadeie uma série de pensamentos catastróficos sobre a iminência da demissão e suas consequências, ocasionado sintomas como dores de cabeça, sudorese e hiperventilação.

Em outras palavras, o ansioso enxerga uma potencial catástrofe a cada esquina, o que traz consequências não só psíquicas, como físicas.

Quais são os tipos de ansiedade?

Embora o exemplo acima represente um quadro de ansiedade, o problema pode se manifestar de diversas maneiras. Conheça agora alguns dos tipos mais comuns de ansiedade e saiba quais são as suas características principais:

Transtorno de ansiedade generalizada

Trata-se de um quadro de ansiedade permanente e de alta intensidade, que costuma interferir na realização das atividades cotidianas.

Pessoas que apresentam transtorno de ansiedade generalizada mostram-se excessivamente preocupadas com situações rotineiras, e costumam analisá-las minuciosamente.

Em muitos casos, o problema acaba trazendo reflexos para a saúde física do ansioso, como dores de cabeça, musculares e dificuldade para dormir.

Transtorno obsessivo compulsivo (TOC)

Como o próprio nome diz, o problema é caracterizado por pensamentos obsessivos e medos irracionais que levam a atitudes compulsivas.

Atividades cotidianas, como trancar a porta antes de sair ou fechar a chave do gás, são repetidas à exaustão, causando sofrimento e interferindo na vida diária.

Também é comum que a pessoa com TOC apresente a necessidade de organizar objetos de acordo com uma lógica própria ou manifeste uma preocupação incomum com a contaminação por germes e bactérias.

Os sintomas costumam surgir de maneira gradual e podem variar ao longo do tempo, causando uma queda brusca na qualidade de vida.

Fobia social

Também conhecido como transtorno de ansiedade social, o quadro é caracterizado por altos níveis de preocupação e medo com situações sociais corriqueiras. O problema pode surgir na infância, atravessar a adolescência e, se não tratado, prosseguir por toda a vida adulta.

Em casos leves, o portador de fobia social evita situações em que possa ser observado realizando tarefas corriqueiras, como digitando algo no celular, almoçando ou preenchendo um documento.

Nos casos mais graves, o ansioso evita completamente interações sociais como festas, encontros amorosos e, até mesmo, entrevistas de emprego, porque sente vergonha ou medo de ser julgado ou visto negativamente pelos demais.

O problema pode causar prejuízos severos nas suas relações pessoais e profissionais e causar, até mesmo, o isolamento social total do indivíduo.

Síndrome do pânico

O transtorno é caracterizado por crises de ansiedade intensas, que provocam forte sensação de medo e mal-estar generalizado. Geralmente, aparecem de maneira brusca, sem qualquer aviso prévio, e atingem sua intensidade máxima após cerca de 5 minutos.

As crises provocam principalmente medo de enlouquecimento ou morte persistente sem qualquer perigo iminente. Os ataques são acompanhados de sintomas físicos, como dores no peito, aumento da frequência cardíaca e respiratória, e ressecamento da boca.

Muitas vezes, justamente por esses sintomas físicos, a pessoa tem a sensação de que está prestes a morrer vítima de um ataque cardíaco. O problema costuma se manifestar mais em mulheres do que em homens, principalmente na juventude.

Em grande parte dos casos, a primeira crise aparece entre os 15 e 20 anos e surge sem nenhum motivo aparente. Ao longo da vida, elas reaparecem de maneira aleatória.

Essa sensação de que não é possível prever quando um novo ataque vai acontecer novamente e que ele pode surgir em uma situação em que não é possível se locomover, como durante uma viagem de avião ou dentro de um elevador, pode causar no ansioso um problema chamado de ansiedade antecipatória.

Caso a pessoa passe a evitar esses lugares, desenvolve uma segunda doença, a agorafobia.

Agorafobia

Quem sofre com o problema tem medo de situações ou lugares em que possam causar sentimentos de impotência, constrangimento ou aprisionamento.

Normalmente, o problema se desenvolve após alguns casos de ataque de pânico, o que leva as pessoas que possuem esse tipo de ansiedade a evitarem lugares e situações que provocam esse tipo de sentimento na tentativa de evitar novos ataques.

É comum que pessoas com agorafobia desenvolvam com relativa rapidez algumas limitações, como condicionarem-se a só ir ao trabalho ou a casa de algum familiar se puderem percorrer um determinado caminho ou pegarem algum tipo de transporte específico.

Em casos graves, a agorafobia pode fazer com que o ansioso evite, até mesmo, sair de casa, ficando preso à sua residência e impedido de realizar suas atividades pessoais e profissionais.

Mutismo seletivo

Mais comum em crianças, o mutismo seletivo é um tipo de ansiedade caracterizado pela incapacidade de se expressar em determinadas situações, como na escola ou diante de familiares, ainda que seja totalmente capaz de fazê-lo em outras.

Ainda que não apresentem nenhum problema de aprendizagem ou desenvolvimento cognitivo, essas crianças privam-se de participar de atividades ou conviver em determinados grupos, o que pode trazer prejuízos à sua vida social.

É importante ressaltar que o mutismo seletivo não é caracterizado por uma dificuldade de expressão como um todo: há casos de crianças que falam normalmente com os pais em casa, por exemplo, mas ficam completamente caladas na presença de médicos, professores, dentistas ou outros adultos.

Fobias específicas

Trata-se de um medo irracional e intenso de algo que muitas vezes traz um perigo leve ou mesmo inexistente, como uma barata, um palhaço ou mesmo simplesmente olhar pela janela fechada de um edifício alto.

Além das citadas, entre as fobias comuns estão as que envolvem estar em locais fechados, como túneis e elevadores, sangue, animais e viagens de avião.

Normalmente, quando não conseguem evitar o objeto ou a situação que provocam a fobia, as pessoas com esse transtorno de ansiedade apresentam sintomas como palpitações, dificuldades para respirar, sensação de pânico, tremores e vontade intensa de escapar do local.

Estresse pós-traumático

É um distúrbio de ansiedade caracterizado pela recordação de um evento traumático de grande impacto, como abuso sexual, sequestros, assaltos, desastres naturais, perdas repentinas, acidentes, atos terroristas ou guerras.

Os sintomas podem levar meses ou anos após o fato para aparecer e, quando isso acontece, a pessoa sente a mesma sensação de sofrimento e ansiedade provocada pelo agente estressor, desencadeando reações físicas e emocionais.

Além das lembranças, que reaparecem em pesadelos ou flashbacks, outros sintomas comuns são reações exageradas a estímulos, hiperventilação e fuga de qualquer tipo de situação que possa reavivar as recordações do trauma vivido.

Ansiedade de separação

O quadro é caracterizado pela ansiedade intensa e inadequada ao nível de desenvolvimento da criança quando separada de seus pais ou familiares próximos.

Diferente do apego comum das crianças aos pais, os quadros de ansiedade de separação persistem por um período não inferior a quatro semanas e provocam sofrimento intenso, trazendo prejuízos consideráveis ao bem-estar da criança.

Entre os sintomas mais comuns, está a sensação de que, se afastarem-se de seus cuidadores, algo de terrível, como uma doença, assalto ou assassinato, acontecerá a eles, afastando-os definitivamente.

Por isso, é comum que crianças com esse quadro apresentem problemas para dormir e resistam a realizar atividades cotidianas, como ir à escola e visitar colegas e outros familiares dos quais gostam. A ansiedade de separação também pode vir acompanhada de sintomas físicos, como náuseas, dores de cabeça, palpitações e vômitos.

Quais são os fatores de risco da ansiedade?

Assim como acontece como muitas outras enfermidades, as causas exatas do transtorno de ansiedade ainda não são totalmente conhecidas. No entanto, alguns fatores de risco são conhecidos, tais como:

  • questões genéticas: o transtorno de ansiedade pode aparecer em pessoas que possuem familiares com o problema. No entanto, não é possível determinar porque algumas desenvolvem o quadro e outras não;
  • questões comportamentais: pessoas tímidas, com comportamento negativo, naturalmente ansiosas ou com maior dificuldade em gerenciar o estresse, têm maior probabilidade de desenvolver distúrbios de ansiedade;
  • questões externas: eventos traumáticos ocorridos na infância, adolescência ou mesmo na vida adulta, como doenças graves, violência ou mesmo acúmulo de estresse familiar ou ambiental, podem acabar provocando quadros de ansiedade;
  • álcool e drogas: o abuso desse tipo de substância pode desencadear quadros de ansiedade;
  • condições médicas: distúrbios de ansiedade também podem surgir como efeitos colaterais de alguns remédios ou ainda estar atrelado à condições como o hipotireoidismo, que torna a resposta do corpo mais excitável, e algumas doenças crônicas.

Quais os sintomas da ansiedade?

Como você já sabe, em geral, as pessoas com transtornos de ansiedade respondem com preocupação exagerada às situações, mesmo quando não há uma razão aparente.

Também é comum que pessoas que enfrentam esse problema sintam-se frequentemente apreensivos com relação à saúde ou segurança sua e das pessoas próximas ou ainda experimentem uma sensação frequente de que algo ruim está por acontecer.

Conheça alguns dos sintomas mais comuns:

  • resposta inadequada ou exagerada diante de uma situação cotidiana;
  • nervosismo, inquietude ou tensão frequentes;
  • dificuldade em lidar com incertezas;
  • incapacidade em controlar pensamentos constantes sobre uma preocupação, ainda que trate-se de uma questão cotidiana;
  • tendência ao pessimismo ao imaginar um desfecho para essas preocupações;
  • dificuldade em tomar decisões;
  • dificuldade em concentrar-se nas tarefas cotidianas, acompanhada da sensação de que a sua mente fica “em branco”.

Em geral, esses sintomas são acompanhados de sintomas físicos. Conheça os mais comuns:

  • sensação de fraqueza ou cansaço constantes;
  • distúrbios do sono;
  • tensão ou dores musculares;
  • hiperventilação, condição em que a pessoa começa a respirar muito rápida e descompassadamente;
  • sudorese;
  • tremores;
  • assusta-se facilmente;
  • dores de cabeça;
  • problemas gastrointestinais, como diarreias ou náuseas.

É importante salientar que apresentar apenas um ou mais sintomas não necessariamente caracteriza um quadro de ansiedade, muito embora possa ser um indicativo.

A melhor maneira de identificar um quadro de ansiedade é procurando um psiquiatra. Ele é o profissional indicado para realizar o diagnóstico correto e, se for o caso, indicar o tratamento mais adequado.

Por isso, se você se identificar com os sintomas ou perceber que alguém da sua família pode estar enfrentando o problema, o ideal é procurar ajuda médica o quanto antes.

Como identificar sintomas de ansiedade em crianças e adolescentes?

Se você chegou até aqui, pode estar se perguntando: mas afinal, como identificar sintomas de ansiedade em crianças e adolescentes, que muitas vezes não têm a maturidade e o repertório necessário para expressar adequadamente suas preocupações e anseios aos pais e cuidadores?

Nesses casos, além dos sintomas relatados acima, é importante ficar atento a alguns outros, tais como:

  • apreensão constante com desempenho escolar ou em atividades esportivas e extracurriculares que deveriam trazer prazer, como aulas de balé, de violão, etc;
  • preocupação excessiva com a pontualidade;
  • perguntas frequentes sobre as possibilidades de terremotos, catástrofes, desastres naturais ou guerras;
  • perfeccionismo extremo;
  • necessidade extrema ou preocupação excessiva em integrar-se ao meio social;
  • a criança ou adolescente perde muito tempo refazendo as tarefas escolares por não considerá-las perfeitas;
  • falta de autoconfiança.

Como tratar a ansiedade?

É importante deixar claro que a ansiedade não tem cura. No entanto, se receber o tratamento adequado, o ansioso pode controlar o problema totalmente e levar uma vida perfeitamente normal.

O tratamento da ansiedade deve ser realizado em três frentes, preferencialmente associadas:

Farmacológico

O tratamento medicamentoso pode ser dividido em duas categorias:

  • ansiolíticos, que são medicamentos psicotrópicos que atuam no sistema nervoso central, ajudando a relaxar e combatendo a insônia. Nessa categoria, se enquadram os benzodiazepínicos, como lorazepam, lexotam ou valium;
  • antidepressivos, como fluoxetina, paroxetina, e citalopram, que atuam auxiliando a aumentar os níveis de serotonina, neurotransmissor que atua estabilizando funções como sono e o humor.

É importante salientar que somente um profissional capacitado poderá dizer qual o tratamento mais adequado para o seu caso em todos os aspectos, como medicamento, dosagem, duração e associação com psicoterapia. Por isso, siga fielmente as instruções prescritas por ele e jamais interrompa o uso de qualquer medicamento sem informá-lo.

Psicoterápico

Por meio do tratamento psicoterápico, é possível investigar a origem dos medos e preocupações excessivas. A partir daí, o profissional vai poder ajudar você a elaborá-los de maneira mais adequada, aumentando suas habilidades de enfrentamento.

Entre os tipos de tratamentos psicoterápicos mais comuns está a psicoterapia cognitiva comportamental, que ajuda o ansioso a se conscientizar dos pensamentos distorcidos e, consequentemente, a se libertar do medo. Além disso, a psicoterapia pode ajudar o ansioso a rever escolhas que podem ter ajudado a desencadear o problema e estabelecer novos limites.

Comportamental

Aliar o tratamento à prática de atividades físicas pode auxiliar o tratamento psicoterápico e farmacológico e atuar de maneira complementar no processo de controle da ansiedade.

Dê preferência a uma atividade que lhe traga prazer e procure realizá-la no mínimo três vezes por semana e trinta minutos a cada sessão. A prática de exercícios físicos constantes regula a produção de endorfina, neuro-hormônio responsável pela sensação de bem-estar.

Além disso, exercitar-se também tem um papel na regulação da noradrenalina e da serotonina.

Se você foi diagnosticado com transtorno de ansiedade, também é importante evitar substâncias estimulantes, como o café, e procurar ajuda para abandonar definitivamente hábitos extremamente nocivos à sua saúde, como fumar, usar drogas ou álcool.

O que a falta de tratamento pode ocasionar?

Receber o diagnóstico de transtorno de ansiedade e não tratá-lo adequadamente pode comprometer seriamente a qualidade de vida e bem-estar do paciente e de todos que estão à sua volta.

Além de trazer prejudicar as suas relações pessoais e profissionais, já que fica muito mais difícil se concentrar para realizar suas tarefas cotidianas, quadros de transtorno de ansiedade sem tratamento podem levar a outras complicações. Saiba mais sobre elas:

  • abuso de drogas e álcool: assim como o uso dessas substâncias é fator de risco para a condição, o inverso também pode ocorrer. De acordo com um estudo realizado pela Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, metade dos 1,3 mil pacientes com dependência química analisados apresentaram doenças psíquicas associadas, como depressão, bipolaridade e transtorno obsessivo compulsivo;
  • depressão: na prática clínica, é comum receber pacientes ansiosos com quadros depressivos associados, ainda que não tenha sido possível até o momento estabelecer uma relação inequívoca entre os dois problemas;
  • problemas para dormir: a insônia por ansiedade compromete a qualidade do sono, dificulta a fixação das informações recebidas ao longo do dia e diminuem o rendimento diurno, já que causa irritabilidade e afeta a capacidade de concentração;
  • problemas para a saúde cardíaca: a sensação de angústia permanente provocada pelo problema e os picos de ansiedade aumentam a produção de cortisol e adrenalina, hormônios que contraem as artérias, o que pode levar a um infarto ou a um acidente vascular cerebral (AVC);
  • problemas digestivos ou intestinais: a ansiedade excessiva pode alterar as funções gastrointestinais e, ao longo do tempo, causar problemas mais graves, como gastrites, úlceras e síndrome do intestino irritável;
  • dores de cabeça: é bastante comum que picos de ansiedade sejam interpretados pelo cérebro como um problema físico, provocando uma somatização, que nada mais é do que uma resposta do corpo a um sofrimento psicológico extremo. Em pacientes que apresentam quadros de ansiedade, cefaleias intensas são uma das somatizações mais comuns.

Como você pode perceber, a ansiedade é uma doença comum, que afeta muitos brasileiros, especialmente os que vivem nas grandes cidades.

Ela é caracterizada principalmente pela preocupação excessiva, continuada e incontrolável, que provoca sofrimento intenso e afeta as relações pessoais, profissionais do ansioso e de todos que estão à sua volta.

O primeiro passo para mudar essa situação é reconhecer o problema e buscar ajuda médica. Com o auxílio de uma equipe especializada, é possível chegar a um diagnóstico preciso e, tal como acontece com qualquer outra doença, realizar o tratamento adequado, para que o ansioso ganhe muito mais bem-estar e qualidade de vida.

E então, gostou de entender melhor o que é ansiedade e quais são os seus principais sintomas e consequências? Se você quiser saber mais sobre o assunto e conhecer algumas dicas para lidar com a condição no dia a dia, confira agora mesmo este outro post!

2 respostas para “Ansiedade: o que é, quais são as causas e principais consequências?”

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