Transtorno bipolar pode levar à dependência química - Hospital Santa Mônica
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O transtorno afetivo bipolar e a dependência química são dificuldades que geram muitas dúvidas pertinentes. De acordo com o levantamento feito pela Secretaria Estadual de São Paulo, 51% dos dependentes químicos apresentam doença psiquiátricas, mas pacientes bipolares apresentam tendência mais expressiva à dependência, em vez de apenas o uso nocivo de substâncias.

Isso porque determinadas situações provocam maior taxa de resistência ao tratamento e, além disso, pode ocorrer interação entre os medicamentos utilizados no tratamento do transtorno bipolar e no vício em drogas. Desse modo, quanto antes é feito o diagnóstico de transtorno bipolar entre os usuários de álcool e vice-versa, menores são as complicações futuras para ambos os quadros. 

Por esse motivo, preparamos este post com informações fundamentais sobre a relação entre o transtorno bipolar e dependência química. Então, continue a leitura e confira!

O que é o transtorno bipolar?

Trata-se de uma doença em que se observa uma frequente variação nos níveis de humor e atividade do indivíduo. Essas alterações ocorrem em determinadas situações e são caracterizadas pela hipomania e depressão. A primeira consiste na elevação do humor e diminuição da energia, já na segunda, ocorre o inverso.

As causas desse problema ainda não foram identificadas, porém, acredita-se que fatores como hereditariedade, mudanças em algumas áreas do cérebro, nas taxas de certos neurotransmissores e até a oscilação de hormônios favorecem o desenvolvimento do transtorno.

Quais os sintomas do transtorno bipolar?

Os sintomas do transtorno bipolar variam de acordo com sua fase. A seguir, veja alguns dos principais sinais!

Animação abundante (fase maníaca)

O indivíduo não percebe nada de errado em sua volta. Seu ânimo fica inabalável e há uma intensa sensação de bem-estar.

Ausência de medo (fase maníaca)

A pessoa pode se submeter a situações de perigo pela falta de medo, pois não existe uma noção de ameaça.

Tristeza intensa (fase depressiva)

O desânimo independente da situação, predomina. Além disso, devido à tristeza, pode ocorrer falta de apetite, presença do sentimento de culpa e perda do interesse em atividades cotidianas. 

Pensamentos suicidas (fase depressiva)

O transtorno bipolar também leva ao desejo de tirar a própria vida e pode provocar automutilação.

Qual a relação entre o transtorno bipolar e dependência química?

Geralmente, a dependência química está associada à influência de grupos, consumo precoce de álcool, problemas na vida pessoal e profissional etc. Entretanto, deve-se considerar também a existência de uma doença psiquiátrica, como o transtorno bipolar, que gera um quadro muito mais complexo de vício em drogas.

Quando um indivíduo sofre com a bipolaridade, convive diariamente com uma série de sintomas que pode deixá-lo mais propenso ao uso de substâncias ilícitas, uma vez que isso modifica o seu estado “normal” e suas atitudes. De acordo com Estudo sobre Área de Captação Epidemiológica de Saúde mental  (ECA Epidemiological Catchment Area) e a Pesquisa Nacional de Comorbidades (National Comorbidity Survey), feita pela Universidade de Harvard, 32% das pessoas com transtorno de humor tem envolvimento com álcool e drogas.

Esse número revela que a relação entre ambos os problemas é real, mas não é possível dizer exatamente porque isso ocorre. Por isso, o paciente precisa ser tratado individualmente, com uma análise detalhada da realidade em que ele está inserido.

Qual o papel da família no diagnóstico e tratamento do transtorno bipolar e dependência química?

Durante as fases de intoxicação, abstinência de álcool e outras substâncias psicoativas, o indivíduo pode ter sintomas semelhantes ao quadro bipolar, e por isso, um diagnóstico do transtorno bipolar depende de dados coletados a partir familiares e amigos. Todos os envolvidos devem ajudar o paciente nesse processo, principalmente quando se trata de mantê-lo no tratamento oferecido, evitando que as medidas terapêuticas utilizadas para da solucionar a dependência química entrem em conflito com aquelas voltadas para a doença psiquiátrica.

Onde é melhor tratar um indivíduo com transtorno bipolar e dependência química?

Em um local especializado na reabilitação de dependentes químicos, os sintomas afetivos podem impedir a adesão ou inclusão no tratamento, enquanto nos locais com foco na saúde mental de não dependentes, quando é exigido um período de abstinência, corre-se o risco de inviabilizar o tratamento. Portanto, diante de pacientes com morbidade de transtorno bipolar e dependência química, o mais adequado é procurar ajuda em um hospital.

Os benefícios oferecidos são maiores se comparados às clínicas e comunidades terapêuticas, pois existe um suporte maior nesse ambiente, o que favorece uma evolução positiva do tratamento.. 

Por que procurar ajuda é fundamental?

Deve-se compreender que quando não há aplicação de uma conduta terapêutica adequada, o quadro do paciente se agrava e gera sérias consequências à sua saúde. Dessa forma, o ideal é procurar uma unidade hospitalar o mais cedo possível para iniciar um tratamento, com o auxílio constante de profissionais bem preparados, o que possibilita uma evolução em menos tempo. 

O Hospital Santa Mônica, por exemplo, tem experiência de 50 anos de atuação, acompanhamento médico 24 horas, farmácia completa e modelos de tratamentos que são referência na área de Psiquiatria. 

Agora que você já entendeu qual a relação entre o transtorno bipolar e dependência química, sabe que é muito importante dar atenção aos dois quadros, visto que quando ocorrem juntos, oferecem ainda mais prejuízos ao bem-estar. Portanto, ao notar qualquer sintoma suspeito, procure um profissional o quanto antes.

E aí, gostou deste conteúdo? Se você precisa de ajuda ou conhece alguém que sofre com o transtorno bipolar e dependência química, entre em contato conosco agora mesmo! Temos uma equipe multidisciplinar capacitada para atendê-lo e para promover saúde e qualidade de vida.

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