Alzheimer: a doença, sintomas e avanços no tratamento - Hospital Santa Mônica
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Doença de Alzheimer é um transtorno neurodegenerativo progressivo. Ela se manifesta por meio da deterioração da memória e da cognição do paciente, comprometendo suas atividades cotidianas. A doença é fatal e apresenta uma série de sintomas neuropsiquiátricos, além de mudanças comportamentais.

Doença de Alzheimer é um transtorno neurodegenerativo progressivo. Ela se manifesta por meio da deterioração da memória e da cognição do paciente, comprometendo suas atividades cotidianas. A doença é fatal e apresenta uma série de sintomas neuropsiquiátricos, além de mudanças comportamentais.

O Alzheimer surge no corpo humano quando certas proteínas do sistema nervoso central começam a ser processadas erroneamente. A consequência disso é a perda de neurônios em determinadas áreas do cérebro e, a partir daí, começam a surgir os sintomas da doença.

Neste texto, vamos mostrar quais são os principais sintomas e tratamentos para Alzheimer. Se você quer saber mais sobre essa doença ou pretende ajudar algum paciente, acompanhe a leitura!

Quais são os sintomas do Alzheimer?

Existem três estágios do Alzheimer — inicial, moderado e avançado —, e cada um deles tem os próprios sintomas. Confira as listas a seguir.

Estágio inicial

Esse período costuma durar de dois a quatro anos e apresenta os seguintes sintomas:

  • menor disposição para realizar atividades;
  • perda de interesse no trabalho e em interações sociais;
  • perda de memórias recentes;
  • dificuldade para traduzir os pensamentos em palavras;
  • problemas de coordenação motora;
  • dificuldade para realizar atividades rotineiras;
  • mudanças de humor que envolvem depressão ou falta de interesse;
  • episódios em que a pessoa se perde na rua ou se esquece de caminhos que lhe são familiares.

No entanto, mesmo que uma pessoa apresente alguns desses sintomas, isso não quer dizer que ela sofra com Alzheimer. Outras condições causam problemas como esses, como abuso de drogas, doenças na tireoide e estresse.

Estágio moderado

Esse estágio é caracterizado pela perda severa de memória, que começa a causar problemas no dia a dia do paciente. Ele dura de dois a 10 anos e apresenta estes sintomas:

  • fala lenta;
  • troca de palavras durante a fala;
  • dificuldade para resolver problemas ou fazer planos;
  • confusão em relação a datas e hora;
  • irritabilidade e sensibilidade excessivas;
  • problemas para dormir; 
  • alucinações, como achar que pessoas próximas querem lhe machucar.

Estágio avançado

O último estágio é o que apresenta sintomas mais severos e pode durar de um a três anos. Confira a lista com os principais sintomas:

  • grande dificuldade em diferenciar o passado do presente;
  • incapacidade de expressar pensamentos;
  • perda de memória e incapacidade de processar informações;
  • problemas para engolir;
  • incontinência urinária;
  • mudanças extremas de humor;
  • alucinações; 
  • dificuldade para se mexer.

Como diagnosticar o Alzheimer?

O diagnóstico da doença é feito por meio de alguns testes e exames laboratoriais. Segundo estudo, essas ferramentas têm o objetivo de determinar com precisão se os sintomas correspondem à Doença de Alzheimer ou a outros males que podem ter acometido o paciente.

Esses testes podem incluir:

  • exame físico;
  • exame neurológico;
  • testes psicológicos;
  • testes comportamentais;
  • ressonância magnética;
  • tomografia;
  • outros exames de imagem.

Entretanto, o diagnóstico só é dado com total certeza após a morte do paciente, quando é possível examinar microscopicamente seu cérebro.

Quais são os tratamentos para Alzheimer?

Como você pode perceber, a Doença de Alzheimer é complexa — e não tem cura. Além disso, a probabilidade de que a administração de medicamentos traga resultados muito satisfatórios é pequena, segundo pesquisas americanas.

O tratamento geralmente é focado na manutenção da qualidade de vida do paciente, na tentativa de preservar suas funções mentais, controlar sintomas comportamentais e atrasar a evolução dos demais indícios da doença.

Essas alternativas podem oferecer conforto, dignidade e independência ao paciente por um prolongado período de tempo. No entanto, é preciso entender que nenhuma dessas medidas vai conseguir deter totalmente a evolução da doença nem curá-la.

Além do tratamento com remédios, atividades com estímulos cognitivos também são benéficas. Conheça melhor cada uma das duas linhas de tratamento.

Tratamento farmacológico

Como falamos, o Alzheimer é causado por erros no processamento de uma substância. Acredita-se que boa parte dos sintomas apareça como consequência da falta da acetilcolina. Por isso, um dos modos de tratá-los é por meio de medicações que inibem a degradação dessa substância.

No Brasil, as drogas aprovadas para esses casos são a rivastigmina, a donepezila e a galantamina. Cada uma delas apresenta vantagens e desvantagens — para o uso seguro, é extremamente necessário buscar orientação médica. A memantina também é uma substância bastante utilizada no combate aos sintomas do Alzheimer.

Já os sintomas comportamentais e psicológicos são tratados com medicações específicas e controladas. Geralmente, esses medicamentos são usados no controle de alucinações, mudanças no humor, agressividade, ansiedade e depressão.

Tratamento não farmacológico

O treinamento de funções cognitivas como atenção, linguagem, memória e orientação é uma estratégia que pode trazer resultados positivos para o paciente de Alzheimer. Há evidências em estudos que demonstram que essas atividades de estimulação cognitiva beneficiam a manutenção dessas habilidades.

Contudo, deve-se tomar cuidado com a quantidade excessiva de estímulos. Às vezes, na intenção de ajudar o ente querido que sofre de Alzheimer, algumas pessoas sobrecarregam os pacientes, que podem criar resistência ao tratamento ao associá-lo a momentos de tensão e desprazer.

Também é preciso chamar atenção para o fato de que o objetivo desse tipo de tratamento não é fazer com que a pessoa funcione da mesma forma como era antes da doença, e sim ajudá-la a viver da melhor forma possível. 

Esses estímulos podem ser:

  • cognitivos: atividades que estimulam o pensamento, a memória, a linguagem e o raciocínio lógico;
  • sociais: iniciativas que estimulam a comunicação, a integração e o afeto;
  • físicas: fisioterapia e atividades de equilíbrio e flexibilidade; 
  • de organização do ambiente: diminuição de ruídos e estímulos luminosos, limpeza e organização.

Quando a internação é necessária?

É natural que as pessoas próximas ao paciente estejam dispostas a cuidar dele. No entanto, a rotina de cuidados pode trazer um grande desgaste emocional para a pessoa saudável. Por isso, é importante que não só o paciente receba tratamento. Se você tem dado apoio a alguém que sofre com a doença, procure ajuda de um cuidador externo, de psicólogos ou grupos de apoio.

Em relação ao paciente, é preciso também estar atento à sua qualidade de vida. No momento em que ele não tiver mais acesso a toda a infraestrutura e ajuda profissional necessárias para sua qualidade de vida, o mais indicado é a internação.

Isso acontece quando a pessoa já não consegue se alimentar e realizar a higiene pessoal, sofre com excesso de agitação ou agressividade e corre riscos como se perder fora de casa.

Agora que você já conhece os tratamentos para Alzheimer, que tal assistir a uma entrevista de um dos maiores especialistas na doença do Hospital Santa Mônica? No vídeo, ele fala sobre sintomas, tratamento e tira algumas dúvidas.

Se você conhece alguém que tem a Doença de Alzheimer e quer saber mais sobre as opções de tratamento, entre em contato conosco e converse com nossa equipe!

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