Açúcar pode causar depressão - Hospital Santa Mônica

Uma das doenças modernas de maior peso na sociedade é a depressão, segundo dados da Organização Mundial de Saúde. A depressão é um distúrbio que acompanha a humanidade ao longo de sua história. No sentido patológico, há presença de tristeza, pessimismo, baixa autoestima, que aparecem com frequência e podem combinar-se entre si. É fundamental o acompanhamento médico tanto para o diagnóstico quanto para o tratamento correto.

Segundo um estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition, o que se come pode contribuir para o aparecimento da doença. Um grupo de investigadores da Universidade da Columbia concluiu que dietas ricas em alimentos com um alto índice glicêmico estavam associadas a uma maior probabilidade de depressão. Mas nem todos os açúcares são maus. Açúcares presentes em grãos integrais, fibras, frutas, vegetais e na lactose podem ter efeitos protetores contra a depressão. O investigador principal neste estudo, James E. Gangwisch, explica que quando era criança era um viciado em doces e notou que se comesse muitos, no dia seguinte sentia-se desanimado. Como noticia a Time, James e uma equipe de investigadores analisaram questionários sobre alimentação e uma escala que mede os sintomas de problemas de depressão realizada através do estudo Women’s Health Initiative. Com informação de cerca de 70 mil mulheres, o estudo sugere que os açúcares refinados e adicionados aumentam as probabilidades de desenvolver depressão.

Ao contrário do que normalmente se pensa, os fatores psicológicos e sociais, muitas vezes, são consequência e não causa da depressão. Vale ressaltar que o estresse pode precipitar a depressão em pessoas com predisposição, que provavelmente é genética. Os casos de depressão numa população é estimada em 19%, que significa que aproximadamente uma em cada cinco pessoas no mundo apresentem o problema em algum momento da vida. Um dos maiores problemas relatados por profissionais e pessoas próximas aos indivíduos que estão com depressão é assumir a necessidade de tratamento médico. Reconhecer o problema e procurar ajuda de um especialista pode ser fundamental para a cura.

 

Alguns sintomas de depressão:
• Humor depressivo ou irritabilidade, ansiedade e angústia.
• Desânimo, cansaço fácil, necessidade de maior esforço para fazer as coisas.
• Diminuição ou incapacidade de sentir alegria e prazer em atividades anteriormente consideradas agradáveis.
• Desinteresse, falta de motivação e apatia. • Sentimentos de medo, insegurança, desesperança, desespero, desamparo e vazio.
• Pessimismo, ideias frequentes e desproporcionais de culpa, baixa autoestima, sensação de falta de sentido na vida, inutilidade, ruína, fracasso, doença ou morte.
• Dificuldade de concentração, raciocínio mais lento e esquecimento.
• Diminuição do desempenho sexual (pode até manter atividade sexual, mas sem a conotação prazerosa habitual) e da libido.
• Perda ou aumento do apetite e do peso.
• Insônia (dificuldade de conciliar o sono, múltiplos despertares ou sensação de sono muito superficial), despertar matinal precoce (geralmente duas horas antes do horário habitual) ou, menos frequentemente, aumento do sono (dorme demais e mesmo assim fica com sono a maior parte do tempo).

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