Você sabe qual é a diferença entre Remoção Psiquiátrica Voluntária e Remoção Involuntária? - Hospital Santa Mônica
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Em situações nas quais a saúde mental está excessivamente abalada, pode ser necessário recorrer a uma remoção psiquiátrica a fim de proporcionar segurança e bem-estar ao paciente que enfrenta problemas.

Sintomas como agressividade, surto psicótico, tentativas de suicídio e alterações muito intensas de comportamento podem levar a situações de risco para a pessoa que sofre com o transtorno e para todas aquelas próximas a ela. Por isso, a estabilização requer uma abordagem profissional, humanizada e extremamente cuidadosa.

Entenda a seguir o que é a remoção psiquiátrica e como ela pode auxiliar em diferentes casos.

Como é feita a remoção

O procedimento é realizado por uma equipe composta de enfermeiros e médicos especialistas em psiquiatria, com atendimento profissional e humanizado, a fim de identificar os problemas apresentados pelo paciente e manter seu quadro estável.

Podendo ser voluntária, involuntária ou compulsória, a remoção psiquiátrica consiste no transporte em segurança para um hospital especializado, no qual é realizado o tratamento psiquiátrico. Sua principal função é estabilizar o quadro sem causar danos ao paciente, de forma a oferecer tranquilidade e confiança.

Quais as diferenças entre remoção simples psiquiátrica e remoção UTI psiquiátrica?

A remoção de Pacientes Psiquiátricos fica categorizada apenas em Remoção Voluntária, quando o Paciente está solicito em aceitar ajuda para se tratar, e Remoção Involuntária (Compulsória) quando o Paciente não aceita ajuda, sendo este levado contra sua vontade para a instituição médica, pelo qual receberá tratamento adequado ao problema pelo qual esta passando.

Comportamentos relatados como Agressividade, Distúrbio Psicótico acabam se enquadrando na remoção Involuntária (Compulsória), assim como os pacientes dependentes de álcool e drogas que não aceitam nenhum tipo de intervenção médica.
Remoções que necessitam de Ambulâncias Suporte Avançado – UTI acabam sendo direcionadas aos Hospitais Gerais e Prontos Socorros, para tirar do grau de emergência em que os pacientes se encontram e, depois são transferidos para os hospitais psiquiátricos.
O Médico Psiquiatra somente acompanha as remoções, quando há a necessidade de se medicar o paciente após avaliação médica no local onde o paciente se encontra. No entanto, como há um risco elevado de se mascarar a Avaliação Médica para onde o paciente será levado, essa prática de se encaminhar medicado não costuma ser indicada pois, o paciente pode chegar sonolento, calmo ou por vezes dormindo impedindo assim, uma avaliação real e precisa do estado de saúde do paciente junto ao médico psiquiatra que o avaliará, na Instituição para o qual foi encaminhado para tratamento.
Podendo o Médico da Instituição não admiti-lo pelas razões expostas acima.
Neste caso a Família do Paciente acaba tendo o custo da remoção e acaba tendo que retornar com o Paciente para a residência sem tratar o problema.
Por isso a indicação é que caso o paciente esteja agressivo, confuso, desconexo, que se encaminhe assim, neste quadro, para que o médico psiquiatra possa avalia-lo de forma precisa, sem interferências.

A importância do tratamento após remoção psiquiátrica

A remoção tende a ser o passo inicial em um tratamento psiquiátrico que reabilite, de fato, o paciente que sofre de distúrbio mental. Após a estabilização do quadro, um hospital especializado, com equipe multidisciplinar, auxilia no processo.

Nele, cada indivíduo tem a chance de minimizar seus sintomas e enfrentá-los, para ter uma vida mais saudável por meio de bons hábitos alimentares, da prática regular de atividades físicas e de uma relação harmônica com a família, a fim de aprender a lidar com as dificuldades da mente.

Somente com estrutura completa, terapia, acompanhamento médico e resgate da autoestima o paciente consegue enfrentar o transtorno mental. A remoção psiquiátrica, assim, pode ser uma medida fundamental durante o processo. Mas lembre-se de escolher uma equipe altamente capacitada, como a do Hospital Santa Mônica.

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