Amor Patológico - Quando amar demais pode fazer mal - Hospital Santa Mônica
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Amor patológico é uma doença que causa dependência, como se fosse uma droga, sendo a parceira ou parceiro o entorpecente. Esse amor doentio não é restrito a casais, pode atingir pais, irmãos e até amigos. Algumas mães gostam tanto dos filhos que acabam com o relacionamento amoroso deles e alguns amigos têm ciúme doentio pelo outro.

Para saber se alguém tem amor doentio é só analisar o relacionamento. Chega a um ponto que o amor fica obcecado e a pessoa deixa a sua vida para viver a do outro ou não permite que o parceiro tenha vida própria.

Quando a pessoa deixa os amigos, o parceiro passa a ocupar mais espaço do que a família, o trabalho e outros afazeres, ou o medo da relação acabar é incontrolável e se começa a seguir e vigiar o outro, é certo que o amor deixou de ser algo saudável e se transformou num vício.

Pesquisas mostram que as áreas do cérebro que são ativadas quando se está interessado por alguém são as mesmas da obsessão. É uma sensação química e quando o amor passa a ser doentio a pessoa tem crises se está longe ou sem o parceiro, tem sentimento de culpa. É como se fosse uma droga que não se pode ficar sem.

É difícil perceber que o limite saudável de uma relação está sendo ultrapassado devido a uma questão cultural de que em um relacionamento amoroso, principalmente no início, é normal amar exageradamente, demonstrar que ama e fazer uma série de coisas pelo outro.

É como o consumo de álcool que é uma droga aceitável e consumida socialmente. No começo você bebe e não percebe nada porque está dentro do normal, com o passar do tempo sua vida começa a girar em torno disso e você não percebe que está passando do limite.

A pessoa doente se torna impulsiva e compulsiva devido ao vício. O amor se transforma em um sentimento destrutivo para o casal e que em alguns casos pode ocasionar tragédias como crimes e suicídios.

O amor patológico pode atingir, principalmente as mulheres com mais de 30 anos e que não têm um relacionamento estável. As mulheres estão mais seletivas e depois de determinada idade, quando encontram um parceiro, ficam doentes por ele e são capazes de fazer tudo para não perder essa relação.

Características do Amor Patológico

A psicoterapeuta e pesquisadora do Ambulatório do Amor em Excesso (Amore) da USP, Eglacy Sophia, destaca alguns sintomas dos ‘doentes de amor’:

– Sintomas de abstinência (como angústia, taquicardia e suor) na ausência ou no distanciamento (mesmo afetivo) do amado;
– O indivíduo se preocupa excessivamente com o outro;
– Atitudes para reduzir ou controlar o comportamento de cuidar do parceiro são mal-sucedidas;
– É despendido muito tempo para controlar as atividades do parceiro;
– Abandono de interesses e atividades antes valorizadas;
– O quadro é mantido, apesar dos problemas pessoais e familiares.

Descubra se você está passando do limite do amor saudável

A psicoterapeuta e pesquisadora do Ambulatório do Amor em Excesso da Faculdade de Medicina da USP, Eglacy Sophia, destaca algumas questões para um auto-avaliação e análise de uma espécie de “dosagem do amor”, para saber se o sentimento está passando ou não do limite.

Avalie a dosagem do amor com relação ao seu parceiro:
– Você costuma se sentir satisfeito com a quantidade de atenção e tempo que despende ao seu parceiro ou percebe que fez mais do que gostaria?
– Você acha que a quantidade de atenção que dirige ao seu parceiro está sob seu controle ou é comum tentar diminuir e não conseguir?
– Você mantém outros interesses e relacionamentos ou abandonou pessoas e funções em decorrência da sua vida amorosa?
– Você continua se desenvolvendo pessoal e profissionalmente após o início de seu relacionamento amoroso?

Se respondeu “não” à maioria das questões, é um sinal de alerta para o amor patológico. Nesse caso, existe a necessidade de realizar uma avaliação clínica mais aprofundada com um especialista.

Fontes: http://psiquiatras.com.br/transtornos/amor-patologico.htm

https://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2011/08/04/
homens-sao-metade-dos-meus-pacientes-diz-especialista-em-amor-patologico.htm

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