Fator de risco de suicídio e as doenças mentais - Hospital Santa Mônica
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Um fator de risco bem estabelecido é a relação entre suicídio e doença mental. Não é à toa que os transtornos mentais, principalmente os transtornos afetivos, como depressão e transtorno bipolar, estão presentes nas vidas de adolescentes que se suicidam. Hoje, de acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS), o suicídio é a terceira principal causa de morte entre adolescentes de 15 a 19 anos.

Além disso, os transtornos mentais que levam ao suicídio, podem estar relacionados à dependência de múltiplas drogas incluindo álcool, maconha e tabaco, bem como a conflitos psicológicos experimentados por jovens e adultos.

É importante ressaltar, por exemplo, que na população de adolescentes gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transgêneros, o índice de suicídio tem sido notável. Em muitos casos, estes adolescentes convivem com algumas angústias particulares como a descoberta e o entendimento de sua sexualidade ou identidade de gênero, além de terem que conviver com o preconceito e a dificuldade da família em ajudá-los.

Para saber mais sobre fatores de risco de suicídio e as doenças mentais, continue a leitura de nosso artigo a seguir.

Qual a relação entre suicídio e doença mental

Anualmente, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 800 mil pessoas morrem por suicídio. Os números são ainda maiores quando se fala a respeito de tentativas mal sucedidas, que geram fatores de risco para instituições ligadas à saúde.

Em se tratando de suicídio e doença mental, mais especificamente, a dificuldade de lidar com o transtorno e com seus sintomas não tratados pode fazer com que os pacientes sintam o desejo mais intenso de tirar suas vidas.

A depressão, por exemplo, que causa uma sensação de tristeza profunda e apatia em relação à vida, se não tratada, gera mais riscos. Além dela, a ansiedade, acompanhada da dificuldade de o paciente lidar com situações difíceis em sua vida, pode causar uma angústia que o leve a buscar a morte.

Casos de dependência química, ademais, devido a alterações biológicas provocadas pelas substâncias no organismo e aos sintomas ligados a cada tipo de droga, como picos de euforia seguidos por episódios de depressão, aproximam a possibilidade de um suicídio.

Quais são os principais fatores de risco para o suicídio

Para avaliar o risco de suicídio, é importante considerar, primeiramente, que há alguns grupos em que ele é mais incidente, segundo informações oficiais do Ministério da Saúde, como:

  • pacientes com idade de 14 a 24 anos, especialmente homens;
  • grupos sociais mais suscetíveis a preconceito, como negros, indígenas, homossexuais, bissexuais e transexuais;
  • transtornos mentais, com destaque à depressão;
  • adolescentes com falta de perspectiva no futuro, o que é mais recorrente em países subdesenvolvidos ou naqueles que vivenciam crises econômicas.

Quais são os sinais de alerta para suicídio

Além desses fatores, aqueles que convivem com quem vive uma situação de sofrimento devem se atentar às mudanças de comportamento e aos sintomas que podem levar a uma tentativa de suicídio.

Diminuição do autocuidado

Aqui, fala-se sobre a negligência com o cuidado de forma geral. Pode ser um sinal representado pela diminuição dos hábitos de higiene, desânimo no que diz respeito à vaidade ou mesmo indiferença a hobbies e a atividades que o paciente costumava adorar.

Isolamento do convívio social

A falta de vontade de viver a própria vida e a desconexão a ela podem levar a um isolamento do convívio social. Assim, é importante se atentar a sinais como recusas frequentes de estar próximo a outras pessoas, afastamento da família, dos amigos e de parceiros amorosos.

Alterações bruscas de humor

Oscilações que antes eram atípicas também costumam chamar atenção. Vale citar aqui atitudes inesperadas de violência, alteração de alegria para tristeza súbita, bem como quaisquer mudanças inusitadas que possam levar a crer que há risco de suicídio.

Automutilação

A automutilação é especialmente comum entre jovens e deve ser acompanhada de perto, já que pode indicar também a existência de algum transtorno mental.

Abuso do uso de drogas

Seja pela ingestão excessiva de álcool ou pelo uso abusivo de quaisquer outras drogas, é importante que família e amigos se atentem a esse indivíduo que pode estar sofrendo e considerando a possibilidade de se suicidar.

Ao fim, embora seja um assunto difícil de se discutir e encarar, a ligação entre suicídio e doença mental pode ser revertida com tratamento multidisciplinar e apoio daqueles que amam o indivíduo que vive uma fase difícil. Instituições como o Hospital Santa Mônica, especialista há mais de 50 anos em psiquiatria e saúde mental, podem ajudar.

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or de risco bem estabelecido é a relação do suicídio com doenças mentais. Estudos apontam que 75% dos adolescentes que se suicidaram tinham algum tipo de transtorno mental, principalmente os transtornos afetivos, como depressão e transtorno bipolar. Dependência de múltiplas drogas incluindo álcool, maconha e tabaco estão associados a um aumento do risco de tentativas de suicídio em adolescentes.

Também é importante ressaltar que na população de adolescentes gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transgêneros o índice de suicídio tem aumentado nos últimos anos. Em muitos casos estes adolescentes convivem com algumas angústias particulares como a descoberta e o entendimento de sua sexualidade ou identidade de gênero, além de muitas vezes ter que conviver com o preconceito e a dificuldade da família em ajudá-los.

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