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Doença do Sofá: os riscos do sedentarismo para a saúde dos idosos

Resumo

Passar muitas horas sentado pode trazer consequências importantes para a saúde física, cognitiva e emocional dos idosos. Neste vídeo, Natalie de Souza Andrade, Diretora Terapêutica do Hospital Santa Mônica e especialista em envelhecimento, explica o que é a chamada “Doença do Sofá” e como a inatividade física e social pode acelerar a perda de força muscular, aumentar o risco de quedas, favorecer o isolamento social e impactar a memória e a cognição. O conteúdo também apresenta estratégias simples para promover um envelhecimento mais ativo e saudável.

Você já ouviu falar na chamada “Doença do Sofá”? Embora não seja um diagnóstico médico formal, o termo é utilizado para chamar atenção para um problema cada vez mais frequente: o impacto do sedentarismo na saúde dos idosos.

Passar grande parte do dia sentado, com pouca atividade física e reduzida interação social, pode acelerar perdas importantes relacionadas ao envelhecimento, comprometendo a autonomia, a mobilidade e a qualidade de vida.

Neste vídeo, Natalie de Souza Andrade, Diretora Terapêutica do Hospital Santa Mônica e especialista em envelhecimento, explica como a inatividade física e social pode afetar a saúde dos idosos e quais medidas ajudam a prevenir esse processo.

Assista ao vídeo completo

O que você vai aprender neste vídeo

  • O que é a chamada Doença do Sofá;
  • Como o sedentarismo afeta a saúde dos idosos;
  • A relação entre inatividade e perda de autonomia;
  • O impacto da falta de movimento na força muscular e no equilíbrio;
  • Como o isolamento social pode influenciar a saúde mental;
  • Estratégias para promover um envelhecimento mais ativo.

Como o sedentarismo afeta os idosos?

A falta de movimento pode provocar uma série de alterações físicas e cognitivas ao longo do tempo. Quanto menor o nível de atividade, maior tende a ser a perda de força muscular, equilíbrio e capacidade funcional.

Isso aumenta a dificuldade para realizar atividades cotidianas e pode reduzir progressivamente a independência do idoso.

Entre os principais riscos estão:

  • Perda de força muscular;
  • Redução da mobilidade;
  • Maior risco de quedas;
  • Diminuição da autonomia;
  • Agravamento do isolamento social;
  • Redução da estimulação cognitiva;
  • Impactos na memória e na atenção.

O isolamento também afeta a saúde

Além da inatividade física, a diminuição das interações sociais pode favorecer sentimentos de solidão, tristeza e desmotivação.

O convívio com familiares, amigos e grupos sociais é um importante fator de proteção para a saúde mental e para a preservação das funções cognitivas durante o envelhecimento.

Como prevenir a Doença do Sofá?

A boa notícia é que pequenas mudanças na rotina podem trazer benefícios significativos.

Algumas estratégias incluem:

  • Realizar atividades físicas compatíveis com a condição de saúde;
  • Caminhar regularmente;
  • Participar de atividades sociais;
  • Estimular a leitura, jogos e outras atividades cognitivas;
  • Manter contato frequente com familiares e amigos;
  • Evitar longos períodos sentado sem interrupção.

Mesmo mudanças simples podem contribuir para preservar a independência, a funcionalidade e a qualidade de vida.

Envelhecimento saudável exige movimento

O envelhecimento não precisa ser sinônimo de perda de autonomia. Manter-se fisicamente ativo, mentalmente estimulado e socialmente conectado é uma das formas mais importantes de promover saúde e bem-estar na terceira idade.

Assista ao vídeo completo e descubra como identificar os riscos da Doença do Sofá e quais atitudes podem ajudar a construir um envelhecimento mais saudável e ativo.

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