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Depressão: um dos males da vida moderna

Quem sofre de depressão sabe muito bem como é difícil viver cabisbaixo e em meio à tristeza. Essa situação proporciona ao indivíduo uma carga negativa, falta de autoestima, autoconfiança e até mesmo problemas com sono e apetite.

Luciene Fogaça, psicóloga clínica, explica que a doença pode ser classificada em três graus: leve, moderado ou grave, de acordo com a classificação internacional das doenças. “É fundamental compreender a depressão como um episódio, um momento na vida do sujeito, pois isso possibilita novos olhares para a cura”, diz.

Alguns dos sintomas são rebaixamento do humor, redução da energia e diminuição das atividades. Além disso, há a alteração da capacidade de experimentar o prazer, perda de interesse, diminuição da capacidade de concentração, associadas em geral à fadiga, mesmo após um esforço mínimo. Observam-se em geral problemas do sono e diminuição do apetite.

Existe quase sempre uma diminuição da autoestima e da autoconfiança e frequentemente ideias de culpabilidade e ou de indignidade, mesmo nas formas leves. Três graus de um episódio depressivo O episódio depressivo leve usualmente sofre com a presença dos sintomas citados anteriormente, mas provavelmente será capaz de desempenhar a maior parte das atividades de rotina. No episódio depressivo moderado geralmente estão presentes quatro ou mais dos sintomas citados anteriormente e o paciente aparentemente tem muita dificuldade para continuar a desempenhar as atividades de rotina.

No episódio depressivo grave, vários dos sintomas são marcantes e angustiantes, tipicamente a perda da autoestima e ideias de desvalia ou culpa. Atos suicidas são comuns e observa-se em geral uma série de sintomas “somáticos”. “Crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos estão suscetíveis a estes episódios, por isso é fundamental detectar rapidamente os sintomas e procurar tratamento”, destaca Luciene. Nestes casos são indicados acompanhamentos diários e frequentes de familiares e psicólogos, que transmitem confiança para o paciente depressivo. Com a falta de autoconfiança o paciente deverá confiar em alguém para poder expressar seus sentimentos, sejam eles de angústia ou alegria.

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