O caso do cão Orelha, em Florianópolis, gerou comoção nacional e levantou uma pergunta urgente: como a psiquiatria compreende episódios de crueldade extrema cometidos por adolescentes?
Neste vídeo, a Dra. Ana Luiza Molina, psiquiatra do Hospital Santa Mônica, fala diretamente ao público para esclarecer um ponto fundamental:
👉 entender fatores psicológicos não é justificar a violência. Ao longo do vídeo, você vai entender:
Por que esse episódio não pode ser tratado como um ato isolado
O que a psiquiatria observa quando há repetição, planejamento e ausência de empatia
A diferença entre o termo popular “psicopatia” e o que a ciência chama de transtorno de personalidade antissocial
Por que a crueldade contra animais é um dos principais sinais de alerta para violências futuras
A importância de unir responsabilização legal e intervenção em saúde mental
⚠️ Minimizar, relativizar ou romantizar comportamentos violentos é permitir que eles se repitam e se organizem.
Este conteúdo é um convite à reflexão, especialmente para pais, responsáveis, educadores e profissionais da saúde, sobre a necessidade de olhar para a saúde mental dos jovens com seriedade e responsabilidade.
📍 No Hospital Santa Mônica, contamos com equipes especializadas para acolher, avaliar e orientar adolescentes e famílias em situações complexas como essa.
▶️ Assista ao vídeo completo.
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