07 de abril é Dia Mundial da Saúde - Hospital Santa Mônica
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No Dia Mundial da Saúde nosso alerta – Cuide também da sua saúde mental!

O principal objetivo desta data é conscientizar as pessoas sobre a importância da preservação da saúde para ter uma melhor qualidade de vida.

Anualmente, o Dia Mundial da Saúde é destinado a discutir um tema específico que representa uma prioridade na agenda internacional da Organização Mundial da Saúde – OMS.

Neste ano, o lema é “Saúde universal: para todas e todos, em todos os lugares”.  Em 2018, o tema escolhido foi “Saúde para todos”, o que resumiu o objetivo da OMS ao longo dos seus 70 anos de existência.

Em 2017, o tema do Dia Mundial da Saúde foi a Depressão. Nesta ocasião, o lema oficial do evento Let’s Talk (“Vamos Conversar”, em português), teve como objetivo conscientizar as pessoas sobre a necessidade de ter conhecimentos que ajudam a prevenir esta doença, a qual pode trazer diversas consequências graves.

Todos os assuntos debatidos durante o Dia Mundial da Saúde são prolongados ao longo de todo o ano, através de atividades e palestras instrutivas e educacionais, por exemplo.

Origem do Dia Mundial da Saúde

O Dia Mundial da Saúde foi criado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), em 1948, devido a preocupação de seus integrantes em manter o bom estado de saúde das pessoas em todo o mundo, e também alertar sobre os principais problemas que podem atingir a população mundial.

Oficialmente, o Dia Mundial da Saúde é comemorado em 7 de abril desde 1950.

De acordo com o conceito definido pela OMS “a saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença ou enfermidade”.

Saúde Mental

A doença mental não é nada para se envergonhar. É um problema médico, como doença cardíaca ou diabetes. As Doenças Mentais são problemas de saúde que envolvem mudanças no pensamento, emoção ou comportamento (ou uma combinação destes). As Doenças Mentais são associadas com angústia e/ou problemas de funcionamento na vida social, trabalho ou atividades familiares. A doença mental é comum e é tratável. A grande maioria dos indivíduos com doença mental continuam a viver suas vidas normalmente.

Envolve o funcionamento eficaz nas atividades diárias, resultando em:

  • Atividades produtivas (trabalho, escola, prestação de cuidados);
  • Relacionamentos saudáveis;
  • Capacidade de adaptação à mudança e lidar com a adversidade.

Refere-se coletivamente para todos os transtornos mentais diagnosticáveis – condições sanitárias que envolvam:

  • Mudanças significativas no pensamento, emoção e / ou comportamento;
  • Aflição e / ou problemas de funcionamento na vida social, trabalho ou atividades familiares.

A Saúde Mental é a base para o pensamento, comunicação, aprendizagem, resiliência e autoestima. É também essencial para os relacionamentos, o bem-estar pessoal e emocional e contribuir para a comunidade ou a sociedade. Muitas pessoas que têm uma Doença Mental não querem falar sobre isso, mas não é nada para se envergonhar! É uma condição médica, tal como a doença cardíaca ou diabetes. E, Saúde Mental é tratável.

A Medicina constantemente avança a compreensão de como o cérebro humano funciona, bem como sobre os tratamentos disponíveis para ajudar as pessoas a gerenciar com sucesso as condições de saúde. A Doença Mental não discrimina, podendo afetar qualquer pessoa independentemente da sua idade, sexo, renda, status social, raça/etnia, religião/espiritualidade, orientação sexual ou qualquer outro aspecto da identidade cultural. Pode ocorrer em qualquer idade, no entanto, a prevalência maior (75% de todas as doenças mentais) começa aos 24 anos.

A médica psiquiatra Tatyana Nolasco, Diretora Clínica do Hospital Santa Mônica salienta que as doenças assumem muitas formas, algumas são bastante leves e só interferem de forma limitada com a vida diária, tais como certas fobias (medos anormais).

Outras condições de saúde mental são tão graves que uma pessoa pode precisar de cuidados em um hospital e, neste, caso os especialistas do Hospital Santa Mônica estão aptos a ajudar, orientar e indicar o melhor tratamento para o paciente. O

 Estudo intitulado Psiquiatria:

Epidemiologia dos Transtornos Mentais, de autoria de Jair de Jesus Mari e Miguel Roberto Jorge (2011), apontou que a entre as mulheres são mais comuns os transtornos de ansiedade (9%), os transtornos somatomorfos (3%) e os transtornos depressivos (2,6%). Na população masculina a dependência ao álcool (8%) aparece como o problema mais importante, seguido dos transtornos de ansiedade (4,3%). O estudo concluiu que na população, há concentração de ansiedade e depressão nas mulheres e de dependência ao álcool entre os homens.

Os transtornos psiquiátricos são mais frequentes na população feminina, aumentam com a idade e apontam para um excesso no estrato de baixa renda. Diagnóstico Condições de Saúde Mental são tratáveis e a melhora é possível. Muitas pessoas diagnosticadas com este tipo de problema retornam ao pleno funcionamento e controle das suas vidas.

Nem sempre é claro quando um problema de humor ou pensamento, torna-se grave o suficiente para ser considerado um problema de Saúde Mental. Às vezes, por exemplo, um humor deprimido é normal, como quando uma pessoa experimenta a perda de um familiar ou alguém muito querido. Mas se esse humor deprimido continua a causar sofrimento ou atrapalhar o funcionamento normal da vida, a pessoa deve buscar cuidados profissionais. Algumas Doenças Mentais podem ser relacionadas ou imitar uma condição clínica. Portanto, um diagnóstico de saúde mental geralmente envolve uma avaliação completa, incluindo um exame físico. Isso pode incluir o exame de sangue e/ou testes neurológicos.

Tratamento e autoajuda

A necessidade de tratamento leva em consideração a gravidade dos sintomas, quando os sintomas causam sofrimento e afetam a qualidade de vida, os riscos e os benefícios de tratamentos disponíveis e outros fatores. Tratamento de saúde mental é baseado em um plano individualizado desenvolvido em colaboração com um médico de saúde mental (psiquiatra) e o paciente e/ou membros da família. Pode incluir psicoterapia (terapia da conversa), medicação ou outros tratamentos. Muitas vezes, uma combinação de terapia e medicação é mais eficaz. Terapias alternativas e complementares são também cada vez mais utilizadas.

Autoajuda e apoio pode ser muito importante para enfrentamento, a recuperação e o bem-estar do paciente. Um plano de tratamento abrangente pode incluir também ações individuais (por exemplo, mudanças de estilo de vida, grupos de apoio ou exercício físico) que melhoram a recuperação, autoestima e o bem-estar. Os médicos de cuidados primários, psiquiatras e outros clínicos de saúde mental, ajudam os pacientes e as famílias a compreenderem melhor a doença e compreender o que eles podem e devem fazer para controlar ou lidar com os sintomas, a fim de melhorar a saúde e o bem-estar.

Sinais e sintomas  

Sinais de Alerta Precoce de Doença Mental O Hospital Santa Mônica (HSM) relacionou alguns sintomas ou sinais que se estiverem ocorrendo com você ou com um parente ou amigo próximo, sugerimos que procure a opinião de um profissional de saúde mental e, se necessário, o acompanhamento regular. O Hospital salienta, no entanto, que um ou dois dos sintomas abaixo relacionados, por si só, não podem prever ou indicar uma Doença Mental.

No entanto, se uma pessoa está experimentando vários de uma só vez e os sintomas estão causando sérios problemas na capacidade de estudar, trabalhar ou de se relacionar com os outros, a pessoa deve procurar o especialista. Pessoas com pensamentos suicidas ou que expressem intenção ou ainda com pensamentos que visem prejudicar os outros, precisam de atenção imediata. Acompanhe quais são estes sintomas:

  • Isolamento: Perda recente pelo interesse social ou de estar com outras pessoas;
  • Queda do Rendimento: Uma queda incomum no funcionamento que pode ser na escola, no trabalho ou nas atividades sociais, como parar de praticar atividades esportivas, dificuldades em acompanhar a escola ou dificuldades para executar tarefas familiares, antes realizadas com facilidade;
  • Problemas de Concentração: Problemas de concentração, memória ou pensamento lógico e fala que são difíceis de explicar;
  • Aumento da sensibilidade: Aumento da sensibilidade para enxergar, ouvir, sentir cheiros ou ao toque; situações de evasão ao excesso de estimulo;
  • Apatia: Perda de iniciativa ou do desejo de participar de qualquer atividade:
  • Sentindo-se desconectado: Uma sensação de estar desconectado de si mesmo ou com os que estão ao seu redor; uma sensação de irrealidade;
  • Pensamento ilógico: crenças incomuns ou exageradas sobre poderes pessoais para compreender significados ou influenciar eventos; ilógico ou “mágico” pensar típico da infância em um adulto:
  • Nervosismo: Medo ou desconfiança dos outros, ou um sentimento de nervosismo forte e por vezes fora do controle;
  • Comportamento incomum: Adoção de um comportamento estranho com maior regularidade;
  • Sono ou do apetite alterações: Alterações no sono e no apetite sem razão aparente;
  • Mudanças dramáticas ou declínio em cuidados pessoais;
  • Alterações de humor – ou rápidas mudanças dramáticas nos sentimentos.

Fonte: Hospital Santa Mônica e American Psychiatric Association

Tome uma atitude, obtenha ajuda

Mais de uma década de pesquisa ao redor do mundo tem demonstrado que a intervenção precoce pode muitas vezes minimizar ou atrasar os sintomas, evitar hospitalização e melhorar o prognóstico. Mesmo se uma pessoa que ainda não demostra sinais claros de uma Doença Mental diagnosticável, estes sintomas de alerta servem como “bandeira vermelha”, mas pode ser assustador e perturbador para quem sofre ou para os seus familiares e amigos. Encorajar a pessoa a:

  • Passar por uma avaliação de um profissional da área de saúde mental;
  • Procure mais informações sobre Doença Mental, incluindo sinais e sintomas;
  • Receba aconselhamento de apoio sobre a vida e estratégias para a gestão do estresse diário, saiba como lidar com ele, ou como prevenir;
  • Ser cuidadosamente monitorizado para condições que requerem cuidados mais intensivos.

A situação de cada indivíduo deve ser avaliada com cuidado e tratamento individualizado, cada caso é um caso. Realizar tratamento para prevenir os sintomas iniciais de progressão de uma doença grave pode incluir o indivíduo em aconselhamento familiar, apoio profissional e educacional, participação em atividades em grupo de resolução de problemas, e medicação, quando apropriado.

Os membros da família são valorizados e parceiros que devem ser envolvidos sempre que possível. Aprender sobre a doença mental e o que está acontecendo no cérebro pode ajudar os indivíduos e a família a compreender o significado dos sintomas, como uma doença pode desenvolver e que pode ser feito para ajudar.

Assim como ocorre com outras doenças, a intervenção precoce pode fazer uma diferença crucial na prevenção de que poderia se tornar uma doença grave.

Dados:

No Brasil Aproximadamente: 46 milhões de pessoas sobrem algum tipo de problema de Saúde Mental (dos mais leves aos mais graves) – Associação Brasileira de Psiquiatria – 2015; isso significa 1 a cada 5 brasileiros. Os dados do IBGE apontam que a população brasileira é de 200,4 milhões de habitantes; 12,6% dos brasileiros entre 6 e 17 anos apresentam sintomas de transtornos mentais importantes.

30% é a taxa de prevalência de transtornos mentais no Brasil.

10% taxa de proporção dos casos de Transtornos Mentais considerados graves na Região Metropolitana de São Paulo.

15-59 anos – prevalência de transtorno mental (índice elevado de transtornos da ansiedade, do humor e os transtornos relacionados ao uso de substâncias psicoativas). (Ministério da Saúde – 2010); 3% da população geral brasileira sofrem com TM graves e persistentes (Ministério da Saúde – 2010); 6% apresentam transtornos psiquiátricos graves decorrentes do uso de álcool e outras drogas e 12% necessitam de algum atendimento, seja ele contínuo ou eventual (Ministério da Saúde – 2010); 13% índice de utilização dos serviços de saúde (Ministério da Saúde – 2010). No Mundo: 10% da população global tem distúrbio de saúde mental – OMS – Organização Mundial de Saúde (2015)

Fonte:

http://agencia.fapesp.br/grande_sao_paulo_tem_alta_prevalencia_de_transtornos_mentais/15215/ http://saudeakira.blogspot.com.br/2009/08/psiquiatria-epidemiologia-dos.html Saúde mental…

Fonte: Dra. Tatyana Nolasco, psiquiatra e Diretora Clínica do Hospital Santa Mônica; Instituto Nacional de Saúde Mental (NIMH) e Abuso de Substâncias e Saúde Mental Administration Service (SAMSHA).

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