Perigos no Carnaval: abuso de substâncias e álcool - Hospital Santa Mônica
Estamos passando por uma instabilidade no telefone fixo. Entre em contato no número (11) 99667-7454
Hospita Santa Mônica

Olá, bem-vindo. Escolha um setor para falar conosco.

Depois do Réveillon, muitos foliões já ficam de olho em uma das festas mais populares do país. E, claro, isso tem tudo para ser motivo de alegria. Contudo, também há perigos no carnaval: o abuso de substâncias e álcool. Nessa época do ano, o consumo de drogas lícitas e/ou ilícitas aumenta, assim, vale ficar atento para curtir a brincadeira com responsabilidade, sem colocar em risco a sua saúde.  

Em um primeiro momento, tais substâncias provocam sensações aparentemente positivas. No entanto, com o passar do tempo, aparecem os efeitos negativos. As consequências podem ser desde uma ressaca leve ao aumento da violência doméstica e de acidentes de trânsito. Quedas, lesões provocadas por mergulho em águas rasas e afogamentos também estão nessa lista.

No post de hoje, veja como evitar que o abuso de substâncias e álcool atrapalhem a sua folia. Boa leitura!

O que são as drogas?

Apesar de terem diferentes significados, elas são definidas, em termos farmacológicos, como qualquer substância que pode afetar o funcionamento de seu organismo. Por isso, é costume chamar de drogas as que atuam no nosso cérebro, afetando nossa percepção e/ou comportamento.

De acordo com o seu tipo de controle, as drogas são classificadas em três tipos: ilícitas, lícitas e prescritas. As ilícitas são as substâncias proibidas, ou seja, seu consumo, produção, distribuição e comércio não são permitidos para uso recreativo.

Já as lícitas são aqueles não proibidas, embora também estejam sujeitos ao controle do Estado, como o álcool e o tabaco. As prescritas, por sua vez, são utilizadas e comercializadas mediante prescrição médica, visto que são capazes de causar dependência ou graves problemas de saúde.

Quais são os seus efeitos?

A partir de seu efeito sobre o sistema nervoso central (SNC), as drogas são divididas em três tipos:

  • Estimulantes: Aumentam a atividade do SNC, deixando o indivíduo mais ativo. A cafeína, a cocaína (droga estimulante que é extraída das folhas da coca) e as anfetaminas são exemplos dessas substâncias.
  • Depressoras: Diminuem a atividade do SNC, logo, a capacidade dos neurônios de responderem a um estímulo também é reduzida. A pessoa fica sedada, com sono. O álcool, os opioides e os sedativos são alguns deles.
  • Perturbadoras: Alteram a qualidade do funcionamento do SNC. Em outras palavras, em vez dessas substâncias impactarem a intensidade das atividades dos neurônios, elas afetam o tipo de atividade. O LSD, a DMT e, para algumas pessoas, a maconha, estão nessa categoria. O Ecstasy, por exemplo, é uma droga à base de MDMA, sendo um estimulante com propriedades psicodélicas.

Quais são os principais perigos no carnaval?

Álcool

São consideradas bebidas alcoólicas aquelas que contêm etanol produzido por leveduras com base na fermentação de açúcares, grãos, frutas ou outras matérias-primas. As destiladas, por sua vez, são as que passam por um processo a mais, a fim de aumentar sua concentração de etanol.

Inicialmente, sua intoxicação provoca uma sensação de desinibição, euforia e relaxamento. Em seguida, aparecem os efeitos sedativos, que são o sono, a fala enrolada, a falta de equilíbrio e a dificuldade de coordenação motora. 

O álcool também prejudica a capacidade de tomada de decisão e o registro de memórias. E, a longo prazo, seu consumo pode causar dependência, tornando-se um fator de risco para o desenvolvimento de doenças psiquiátricas, câncer, cirrose, diabetes e doenças cardiovasculares. Vale lembrar que ele está muito associado a casos de violência e acidentes de trânsito.

Cocaína

É um estimulante encontrado nas folhas de coca, arbusto característico da região da cordilheira dos Andes (Bolívia, Colômbia e Peru). Já o pó branco é o cloridrato de cocaína, que é um sal produzido a partir do refino da pasta base de coca. Quando nesse estado, sua molécula é solúvel em água, sendo usada por inalação ou injetada. Costuma ser misturada com cafeína, benzocaína, bicarbonato de sódio ou fermento em pó. 

Segunda droga ilícita mais usada no país (maconha é a primeira), a cocaína gera o aumento dos batimentos cardíacos e da pressão sanguínea. Pode causar convulsão, parada cardiorrespiratória e derrame. Mesmo em curto prazo, há risco de morte por overdose.

Além disso, produz tolerância rapidamente e síndrome de abstinência (insônia, depressão e agressividade) até mesmo em uma única noite. A longo prazo, seu consumo está relacionado a comportamento violento, doenças cardiovasculares, depressão e suicídio.

Ecstasy

São comprimidos que contém uma substância sintética estimulante e psicodélica chamada metilenodioximetanfetamina (MDMA). O MDMA também é comercializado na forma de cristais e, embora tenham efeito parecido, costumam apresentar menos impurezas do que o Ecstasy.

Conhecido como “droga do amor”, o MDMA é capaz de produzir sensações mais intensas de sons e toques, além de mais sociabilidade. Seu efeito aparece em cerca de 30 minutos, durando de seis a oito horas. Como parte dele está ligado à liberação excessiva da dopamina, tal neurotransmissor pode ficar escasso por alguns dias seguintes. Daí a sensação de tristeza de seus usuários, a “blue tuesday” (em português, terceira-feira triste).

O Ecstasy provoca o aumento da pressão arterial, do ritmo cardíaco e da temperatura corporal. Tem baixo potencial de causar dependência e, a longo prazo, há risco de depressão, problemas de memória e imunidade.

LSD

Criado em 1938, o LSD, também chamado de ácido lisérgico, é uma substância de efeito psicodélico. De maneira ilegal, costuma ser vendido em quadrados pequenos de papel absorvente ou em gotas.

Nos primeiros 30 minutos, a sensação é de euforia leve e tontura. Depois de uma hora, o indivíduo tem ilusões visuais e sonoras, além de alterações de consciência. Tais impressões cessam aproximadamente quatro horas depois, contudo, seus efeitos levam até 12 horas para desaparecerem por completo.

Os principais riscos do LSD são psicológicos, já que os batimentos cardíacos e a pressão sanguínea permanecem estáveis durante o seu consumo. Não há risco de dependência ou síndrome de abstinência.

Os usuários podem ter delírios potencialmente perigosos, como achar que podem voar, e/ou a “bad trip” (em português, viagem ruim), que é qualquer tipo de mal-estar, mais frequente quando a pessoa está em um contexto desfavorável. Outro risco é o fenômeno mais raro de flashback, em que há retorno à experiência mesmo sem o consumo da droga.

Agora que você já conhece os perigos no carnaval e está ciente das suas consequências, assuma a responsabilidade pela sua saúde. Em caso de abuso de substâncias e álcool, procure ajuda e tratamento especializado.

Este post sobre perigos no carnaval foi útil para você? Ficou alguma dúvida? Então, entre em contato com o Hospital Santa Mônica.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Planos de Saúde

CARE PLUS
SBC Saúde
Amil
Interclinicas do Brasil
Vale Saúde
Unimed Intercâmbio
Unimed CT Nacional
Unimed ABC
Transmontano
SulAmérica
Sompo
Sinpeem
Sepaco
Saúde Caixa
Santa Amália
Sabesprev
Prodesp (GAMA)
Prime Saúde
Prevent Sênior
Plan-Assiste (MP FEDERAL)
Panamed Saúde
Omint
NotreDame Intermédica
Nipomed
Metrus
Mediservice
Master Line
Mapfre Saúde
Life Empresarial
Intermédica
Green Line
Gama Saúde
EMBRATEL
Economus
Correios / Postal Saúde
Caixa Econômica Federal
Bradesco Saúde
Banco Central
APCEF/SP
AMAFRESP
Alvorecer Saúde
ABRASA
Ver todos