Especial Hospital Santa Mônica 50 anos: conheça a história de Sérgio Silva - Hospital Santa Mônica

“Estou limpo e me mantenho limpo”. As palavras são de Sérgio Silva, musicista e diretor musical que comemora a sua passagem pelo Hospital Santa Mônica. A passagem pela instituição marcou uma nova fase em sua vida.

O abuso de drogas ou a dependência química pode ser diagnosticado a partir de alterações no humor, como depressão, ansiedade e até mesmo problemas de sono. Mudanças físicas, como olhos vermelhos, fadiga constante e perda de peso, também são alguns dos outros elementos que indicam que algo não vai bem.

O tratamento e a reabilitação, em casos de toxicodependência, não é simples, mas é possível. Este processo engloba, em alguns casos, a desintoxicação, terapias comportamentais, aconselhamento para o dependente químico e membros da família, além do apoio médico de longo prazo.

O primeiro passo para a recuperação da saúde física e mental do dependente químico é a busca de ajuda, com o acompanhamento de familiares e, também, de profissionais capacitados para tal. Conheça a história de Sérgio Silva e entenda qual foi a contribuição do Hospital Santa Mônica em sua recuperação.

Os desafios no tratamento da dependência química

Os programas de tratamento para a dependência química são complexos. A toxicodependência faz com que não seja possível, simplesmente, parar de usar a droga. Essa, no entanto, é apenas uma das vertentes do processo de recuperação que, geralmente, é baseado no tipo de substância abusada. Para Sérgio Silva, isso não foi diferente.

“Eu era um ex-morador de rua. Então, só a condição na qual eu me encontrava já dizia por si só”, explica o musicista. Ele, no entanto, lembra que a dificuldade para a comunicação com os familiares, assim como a inserção em um ambiente desconhecido, trouxeram aflições. “Eu sentia certa solidão”, revela.

Sérgio conta que, durante seu tempo no hospital, experimentou uma solidão diferente, por estar entre pessoas que não conhecia. “Houve uma dificuldade em falar, em me comunicar com o mundo externo. Mas hoje eu acredito que tudo isso fez parte do tratamento — consigo, por isso, ver que foi algo louvável”.

Ainda que no momento causasse cerca angústia, Sérgio compreendeu que tudo fazia parte de um contexto maior. Por isso, conseguiu relevar e seguir firme pelo seu propósito.

Um ambiente novo, por uma vida nova

Estar reunido com pessoas de várias etnias, credos e histórias de vida também se mostrou um obstáculo para Sérgio. “A multipluralidade foi, no início, dificultosa. Mas, com o passar do tempo, foi positiva para que eu pudesse me enxergar e me perceber”.

Após adaptação, Sérgio, ainda como paciente, pôde aprender a se relacionar e conviver com os diferentes egos e jeitos de ser do ser humano.

“Aceitar o tratamento implica em aceitar as condições que são impostas”

A compreensão sobre a forma na qual o tratamento foi estruturado, pelo bem maior do paciente, ficou clara após algum tempo no Hospital Santa Mônica. Tomar o remédio, comer o que faz parte da dieta para desintoxicação, a atividade física, a fisioterapia… Todas essas partes do processo foram lembradas pelo musicista, que citou a importância de todo o tratamento.

No caso específico da medicação, Sérgio afirma que essa foi uma dificuldade ainda maior. Mas a equipe qualificada auxiliou no processo de adaptação. “O Hospital Santa Mônica tem profissionais especialistas em transtornos, depressões crônicas, entre todas outras doenças que compõem a psique e, claro, fazem parte da comodidade do dependente químico”.

A equipe de apoio ajudou no caminho de compreensão do problema. “Eu percebi que eu precisava de medicação, porque não existia apenas o fato mental, psíquico e metafísico. Existia, também, a questão fisiológica dos hormônios produzidos pelo cérebro que, durante muito tempo submetidos à ação e sob o efeito de drogas psicoativas, foi desconfigurado” Para Sérgio, a forma pela qual a equipe lidou com tudo isso foi uma vitória.

Vivência no Hospital Santa Mônica

Como paciente, Sérgio encarou e abraçou o tratamento, que considerou excelente e muito eficaz. “Tudo o que foi sugerido dentro do processo da internação se deu 100% efetivo. Então, eu posso qualificar a instituição como excelente, por conta da alimentação e ambiente, entre outros fatores”, pontua.

No entanto, a abordagem com os interlocutores também foi outro ponto que agradou o produtor musical. “Os profissionais do hospital transmitiam aos meus pais, meus interlocutores, tudo o que eles precisavam saber ao meu respeito. Isso contribuiu para um diagnóstico mais preciso — essa análise mais profunda do meu quadro, para que eles pudessem saber o que era necessário ser feito para mim”, explica.

A estrutura da instituição e a organização da rotina também foram pontos que agradaram Sérgio Silva, e auxiliaram na sua história de recuperação. “A forma que as atividades foram organizadas, entre almoço, recreação, fisioterapia, me chamou atenção”.

“O que é oferecido em conjunto com o quadro de funcionários é que faz toda diferença”. Sérgio lembra que “não adianta nada ter uma boa quadra, um bom campo, e não ter proveito com o apoio de uma boa equipe”, destaca — sem esquecer de como foi importante a inserção da família em todo o processo.

“Minha família foi minha base, porto-seguro e alicerce”

Antes do tratamento, Sérgio revela que estava praticamente incomunicável. “Meus pais não tinham notícia de como eu vivia ou onde eu estava”. No entanto, a partir do tratamento no Hospital Santa Mônica o cenário mudou.

“Conseguimos criar um elo sob uma perspectiva boa e produtiva, um olhar diferente a respeito de mim, da minha vida, e eu acho que o diálogo entre a instituição, a minha família, e a minha história foi muito importante”, disse.

O ex-paciente conta que com a participação todos puderam compreender, naquele momento, que existia uma patologia crônica. “Eu sou um dependente químico. Reconhecer isso foi muito importante para que a gente pudesse entender todo esse processo, que é verdadeiramente complexo”.

Um futuro com boas perspectivas

“Hoje eu estou muito bem”, afirma. Aos 42 anos, Sérgio sente que sua vida caminha, tanto profissionalmente, como músico, quanto na esfera particular. “Dou aula de música, de saxofone, e também tenho um novo projeto, de uma startup de educação musical”.

No processo de reestruturação de sua história, Sérgio afirma que está “tranquilo e satisfeito”, resgatando a confiança dos familiares, filhos e, da mesma forma, a confiança em si mesmo.

“Vez ou outra me perguntam, mas você adorou o Hospital Santa Mônica? Claro! Porque me recuperou. Os problemas enfrentados não são nada perto do que eu ganhei. A experiência que eu vivo, hoje, é que é importante”, finaliza.

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