Depoimento da Maria de Fátima: ex-paciente da ala de saúde mental do Hospital Santa Mônica

depoimento de paciente

No Brasil, 12% da população — ou seja, 23 milhões de pessoas — sofrem de transtornos mentais e, por isso, precisam de algum tipo de tratamento. Engrossa essa estatística Maria de Fátima, que buscou auxílio em uma instituição para cuidar da sua saúde mental. Como foi essa experiência você confere nesse depoimento da ex-paciente do Hospital Santa Mônica.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a prevenção do sofrimento mental entre adolescentes e jovens adultos é importante — e começa com o conhecimento e compreensão dos primeiros sinais de alerta, que indicam transtornos mentais.

Aliás, estudos apontam que em algum momento da vida, 20% da população mundial vai sentir os impactos dessas doenças mentais. Mas é possível encontrar uma saída?

Confira o relato de Maria de Fátima e entenda por quais razões optar por uma instituição de saúde mental estruturada contribui como parte do trabalho e é um diferencial para a conquista de bons resultados.

A gratidão de Maria de Fátima

Ao final de 2018, enquanto muitos se planejavam para as festas e celebrações tradicionais para a época, Maria de Fátima estava focada em se manter bem e estável. A emoção naquele momento em que se despedia do Hospital Santa Mônica era de gratidão. “Essa casa tornou-se parte da minha família — a família que Deus me permitiu escolher”, disse.

Mas a sensação de estar em família e protegida, sempre com um pensamento que servia como norte para a conquista da estabilidade emocional, foi alinhada à força de vontade da ex-paciente da instituição.

Um olhar generoso, para uma experiência desafiadora

Para Maria de Fátima, os dias e noites na ala de saúde mental do Hospital Santa Mônica foram de muita superação, que se transformou em gratidão à todos os colaboradores que participam, de maneiras distintas, desse processo de recuperação.

Entre os mitos e verdades que rodeiam o tratamento psiquiátrico, o depoimento da ex-paciente é um compilado de registros e momentos que retratam a vivência de uma mulher que soube tirar o máximo de uma experiência desafiadora.

Em carta de agradecimento, iniciada com as palavras de quem está carregada de generosidade — “deixo aqui registrada minha profunda e eterna gratidão” —, Maria avaliou a estrutura da instituição, seus colaboradores e tudo aquilo que faz do Hospital Santa Mônica o que ele é: um instituição de reabilitação que é escolhida por respeitar o paciente.

A valorização da equipe da instituição

Para Maria de Fátima, não são apenas as dependências ou a equipe médica que fazem parte do valor de uma clínica para tratamento de saúde mental.

Sua passagem pelo Hospital Santa Mônica, aliás, marcou a todos pelo seu olhar generoso, que lhe permitiu enxergar muito além dos serviços prestados — a ex-paciente encontrou uma instituição feita por pessoas, e para pessoas.

“Desde a excelente equipe de jardinagem, limpeza e manutenção, todos realizam um trabalho impecável”, ressalta. O contato com a natureza permitido pelo ambiente é apenas um dos pontos positivos do local.

Sobre a alimentação e os serviços prestados, não faltam boas lembranças. “O que dizer da equipe de cozinha, que se desdobra em milhão para sempre procurar encaixar o perfil de cada paciente em seus deliciosos pratos?”, lembra Maria de Fátima.

Também sobre a lanchonete, recorda uma peculiar solicitação que foi prontamente atendida. Ela pediu tanto por alimentos sem lactose, quando açúcar, em respeito a sua diabetes — “sem contar nos 6kgs que deixei só na lembrança”, brinca.

É por essas razões que, para Maria de Fátima, a instituição segue “padrões de excelência, sempre buscando a perfeição”.

“Muito obrigada pela humanização do tratamento”

Ao destacar a humanização do tratamento — e consciente da importância da internação nos casos de transtornos de saúde mental — Maria de Fátima guarda recordações dos momentos difíceis, que foram vencidos nos tempos em que enfrentou seus monstros, no Hospital Santa Mônica.

“Agradeço aos que, no momento em que fraquejei, me mantiveram de pé e não permitiram que eu desistisse”, conta. Agradece, ainda, aos que atuaram diretamente no auxílio e cuidado de sua saúde física e mental: “cheguei ao Hospital Santa Mônica literalmente quebrada. Mas saio pronta para uma maratona”.

Para a turma que atua na farmácia, também não faltaram elogios. “Sempre rápida, e com equipe muito eficiente, garantia que nossos medicamentos chegassem na máxima brevidade possível”, recorda.

“Profundo, amplo e irrestrito agradecimento à equipe médica”

O sentimento de agradecimento envolve, também, o reconhecimento de que cuidar da saúde mental deve ser uma prioridade na vida das pessoas. É por isso que Maria de Fátima comenta que a equipe “surpreende com a grande generosidade, atenção e auxílio nos momentos bons e nos mais difíceis”.

Apesar de tudo, a ex-paciente tem plena consciente de que os dias na ala de saúde mental de uma instituição de tratamento não são fáceis para ninguém — ainda que a experiência ganhe outros ares, quando o time de colaboradores trabalha focado para que a busca por ajuda não seja em vão. “Os funcionários estão sempre atentos, na tentativa de auxiliar”.

“Profissionalismo impecável e irretocável”

O depoimento da ex-paciente do Hospital Santa Mônica reforça o que já foi dito por outras pessoas que também tiveram uma chance de recomeço, após o tratamento.

“A equipe é calma e que compreende os momentos difíceis enfrentados pelo paciente”, explica Maria de Fátima, que destaca, ainda, que “pulso firme, e olhos nos olhos, fizeram toda a diferença”.

Apesar de tudo isso, não é apenas o auxílio direto no tratamento que impactou positivamente no tratamento descrito com tantas boas lembranças. A ex-paciente lembra outras conquistas. “Sou grata, também, pela assistência social que realizou várias ligações, intermediou e insistiu no meu auxílio junto ao INSS”, recorda.

Nem mesmo a equipe de atendimento da instituição de saúde foi esquecida, quando Maria lembra que “eles cortam um dobrado para atender, além dos pacientes, suas impacientes famílias”.

“O tratamento salvou minha vida”

Ao lembrar da equipe médica do Hospital Santa Mônica, as palavras da ex-paciente remetem a “dias de paz e conforto”. A gratidão reflete a sensação de que o tratamento trouxe nova vida.

Antes de se despedir, Maria de Fátima resgatou algo que escutou durante sua passagem pela instituição. Ela deixa o ensinamento de que, “esqueça o dito popular que diz que o bom filho à casa torna, — e passe a adotar: a boa casa faz com que o filho sinta-se seguro para retornar”, finaliza.

Se o profissionalismo por parte da equipe médica do Hospital Santa Mônica trouxe resultados tão sólidos e palpáveis para Maria de Fátima, fica a certeza de que é preciso identificar as características do transtorno mental em questão, além de encontrar uma equipe que esteja apta para abordar o diagnóstico em questão da melhor maneira possível.

Esse foi o depoimento de Maria de Fátima, ex-paciente do Hospital Santa Mônica. Entre várias conquistas, conseguiu restaurar sua confiança, regularizar exames clínicos e voltar a ter uma visão positiva e otimista quanto ao meio no qual está inserida.

O que você achou do depoimento da ex-paciente do Hospital Santa Mônica? Deixe uma mensagem para Maria de Fátima!

Hospital Santa Mônica anuncia novo diretor clínico

carlos zacharias

O psiquiatra Carlos Eduardo Zacharias assume a diretoria clínica

O Hospital Santa Mônica (SP) referência no tratamento em Saúde Mental infantojuvenil e adulto (transtornos mentais e dependência química), anuncia a contratação do Psiquiatra Carlos Eduardo Kerbeg Zacharias, para a Diretoria Clínica.

Formado em Medicina pela Faculdade de Medicina da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (Faculdade de Medicina de Sorocaba – Centro de Ciências Médicas e Biológicas/CCMB da PUC/SP), com título de especialista em Psiquiatra pela Associação Brasileira de psiquiatria (ABP)/ Associação Médica Brasileira (AMB)Conselho Federal de Medicina (CFM) e Bacharel em Direito pela Universidade de Sorocaba (UNISO).

Com mais de 30 anos de experiência na área médica como psiquiatra em hospitais públicos e privados; atuou de 1990 até novembro de 2018, como Supervisor do Serviço de Psiquiatria do Conjunto Hospitalar de Sorocaba/CHS (hospitais clínicos da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo); Psiquiatra da Secretaria da Saúde do Município de Sorocaba e foi membro da Câmara Técnica de Psiquiatria do Conselho Federal de Medicina (CFM).

Associado atual da ABP, Presidente do Centro de Estudos Psiquiátricos Vera Cruz (CEPVC); em 2006 foi um dos relatores das “Diretrizes para Um Bom Atendimento Psiquiátrico no Brasil” (documento elaborado pela Associação Brasileira de Psiquiátrica/ABP e referendado pelo Conselho Federal de Medicina); participa da Comissão de Emergências Psiquiátricas e da Comissão de Defesa Profissional da ABP.

Dentre os desafios à frente da Diretoria Clínica, estão o aperfeiçoamento dos processos e procedimentos médico-hospitalares, dos indicadores de performance e o estabelecimento de planos estratégicos para o aprimoramento constante com foco no tratamento dos pacientes que procuram o Hospital Santa Mônica. Tem a missão de promover constantemente a melhoraria do atendimento objetivando manter a excelência no tratamento dos doentes, inclusive com a progressão e manutenção da certificação ONA já obtida pelo Hospital, além de procurar obter níveis de certificação cada vez mais elevados.

O doutor Carlos Eduardo Zacharias, novo diretor clínico do Hospital Santa Mônica, salienta que “Há anos estamos lutando para desestigmatizar as Doenças Mentais e seus tratamentos, visando a recuperação da Saúde Mental das pessoas adoentadas e diminuir o preconceito contra a internação psiquiátrica, que ao contrário do que que dizem, é um direito garantido a todo cidadão brasileiro pela “Lei Federal 10.216, de 6 de abril de 2001 que dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental.”

Quais as atividades terapêuticas do HSM?

atividades terapeuticas

O processo de restabelecimento da saúde de um paciente depende não só dos tratamentos médicos, é necessário que o hospital proporciona diariamente práticas que favoreçam a recuperação física e o bem-estar mental. As atividades terapêuticas do HSM além de desenvolver o ser humano em sua totalidade, têm alto poder reparador e curativo.

Desse modo, mostram-se importantes para o aumento da autoestima, reintegração sociofamiliar, profissional e para tornar o tratamento mais agradável. Para informar você melhor sobre essas atividades, preparamos este post para explicar as características de algumas delas e seus benefícios. Continue a leitura!

Principais atividades terapêuticas do HSM

Musicoterapia

Trata-se de uma técnica terapêutica que utiliza a música e os instrumentos musicais para reabilitar, promover a comunicação, auxiliar na expressão e integrar os pensamentos, sentidos e emoções prevalentes no processo de adoecimento e internação. A melodia atua em todas as áreas do cérebro, por esse motivo, consegue proporcionar grandes resultados que fazem a diferença na recuperação do paciente.

Terapia com cães

Esse recurso terapêutico consiste na utilização de cães como ponto chave para melhorar a saúde e o bem-estar. Os animais têm a função de fazer companhia, interagir e distrair os pacientes, o que gera efeitos bastante positivos, principalmente no sentido emocional.

Vale ressaltar que para participar desse tipo de terapia, o cão deve ter características específicas, bem como atender a alguns critérios — precisa ser obediente, ágil, dócil, gentil, estar com as vacinas em dias e saudável.

Hidroginástica

A hidroginástica é uma atividade que usa as propriedades da água como complemento das terapias convencionais. Os exercícios são realizados em piscinas e são indicados como auxílio no tratamento de AVC, Alzheimer, Parkinson e outras condições.

Isso porque a água consegue atuar diretamente no sistema nervoso e corpo, como fonte de calor ou frio, e melhora as funções cerebrais.

Pilates

Muito procurado nas academias, o pilates também é utilizado na reabilitação de pacientes. O método combina exercícios da fisioterapia, técnicas da ioga, aparelhos e acessórios específicos.

Seu objetivo está voltado para o tratamento de dores, idosos e pessoas com déficits neurológicos como os causados por derrames.

Dançaterapia

A dançaterapia se refere ao uso da dança e execução de movimentos como complemento das intervenções clínicas, para reconduzir os sentimentos, o equilíbrio, a cognição e até propiciar o reconhecimento da própria identidade.

Benefícios proporcionados pelas atividades terapêuticas

Por trabalhar simultaneamente diversos aspectos que ficam em evidência quando se está em ambiente hospitalar, as atividades terapêuticas promovem uma série de benefícios aos pacientes e podem, inclusive, diminuir o tempo de internação. Veja a seguir os principais:

  • alivia dores;
  • melhora o humor;
  • reduz a fadiga;
  • diminui a ansiedade;
  • combate a depressão e o estresse;
  • aprimora a coordenação e habilidades motoras;
  • incentiva o contato social.

Perceba então que as atividades terapêuticas do HSM desempenham um papel fundamental para evolução do quadro de saúde dos pacientes. Desse modo, ao precisar de atendimento especializado, procure uma instituição de referência como o Hospital Santa Mônica, para que todo o suporte necessário seja oferecido e garanta uma plena recuperação.

Agora que você já conhece as atividades terapêuticas do HSM, aproveite para entrar em contato conosco e saber quais tratamentos oferecemos. Até a próxima!

Hospital Santa Mônica de São Paulo fecha parceria com Grupo Fleury

Os clientes do Hospital Santa Mônica de São Paulo, já podem contar com uma gama mais ampla e diversificada de exames. Isso graças à parceria fechada com o Grupo Fleury, instituição reconhecida pela qualidade dos serviços e que passa a ser responsável técnica pelos exames de análises clínicas.

“A parceria é uma das ações estratégicas previstas no processo de melhoria contínua da qualidade dos serviços prestados aos clientes, reforço acabamos de nos tornar o primeiro hospital psiquiátrico privado a receber a certificação ONA.  Também está atrelado ao reposicionamento no mercado do Hospital Santa Mônica, referência em saúde mental infanto-juvenil e adulto e dependência química no país” Suzana B. Amaral, CEO do Hospital Santa Mônica.

Sobre o Hospital Santa Mônica de São Paulo

Com mais de 48 anos de história, o Hospital Santa Mônica é um dos poucos hospitais no Brasil com foco em saúde mental e dependência química, além de atuar como Hospital de Transição para o cuidado com o idoso. Oferece assistência diferenciada para pacientes a partir dos 12 anos, com todo o cuidado e conforto que o paciente precisa.

  • Estrutura hospitalar completa, situado em uma área com mais de 80 mil m2, sendo 50 mil m2 de mata nativa preservada, academia de ginástica, quadra de futebol e voleibol, piscina, com grade terapêutica diária para os pacientes;
  • Qualidade assistencial integral prestada por médicos clínicos, psiquiatras e geriatras, além de equipe multipro​f​issional especializada no atendimento aos pacientes com transtorno mental, dependência química e geriatria; Unidade de Internação Infantojuvenil e adulto;
  • Unidade de Dependência Química e Unidade de Cuidados Agudos em Saúde Mental;
  • Ampla cobertura nacional com mais de 40 operadoras credenciadas;
  • Hospital de Transição para pacientes geriátricos, internados diretamente no hospital ou provenientes de outras instituições hospitalares e empresas de home care;
  • Unidade Avançada Externa Ambulatorial – Unidade ​Integrativa Santa Mônica.

Sobre o Grupo Fleury

Com 90 anos de história, o Grupo Fleury consolida-se como uma das mais tradicionais organizações de medicina e saúde do País, referenciada pela comunidade médica, pacientes e opinião pública por sua excelência médica e de atendimento, inovação e desenvolvimento sustentável. Atua por meio das marcas Fleury Medicina e Saúde, Clínica Felippe Mattoso, Weinmann Laboratório, a+ Medicina Diagnóstica, Labs a+, Diagnoson a+ e Grupo Papaiz, no segmento de diagnóstico por radiologia odontológica. Mais informações: http://www.grupofleury.com.br.

3 razões para confiar em um hospital que possui a certificação ONA

certificação ona

A Organização Nacional de Acreditação (ONA) é uma entidade privada e sem fins lucrativos que coordena o Sistema Brasileiro de Acreditação. O método de avaliação e certificação ONA visa garantir a qualidade e a segurança da assistência no setor de saúde.

Os padrões de qualidade e a metodologia da acreditação ONA são reconhecidos internacionalmente, pois a nova versão do Manual Brasileiro de Acreditação das Organizações Prestadoras de Serviços de Saúde recebeu o aval da International Society for Quality in Health Care (ISQua) —instituição que certifica as organizações acreditadoras no mundo.

Os hospitais brasileiros também podem ser acreditados por programas internacionais, como o Joint Commission International (JCI), o National Integrated Accreditation for Healthcare Organizations (NIAHO) e o Accreditation Canada (AC).

Como o processo de acreditação é voluntário, cabe ao gestor da instituição ou do serviço de saúde se candidatar ao programa nacional ou internacional que atenda melhor às suas expectativas, estratégias e demandas, levando em consideração as especificidades de cada um.

Ao se submeter aos processos de avaliação e certificação, a organização de saúde demonstra compromisso e responsabilidade com a assistência ao paciente. Conheça abaixo mais 3 razões para confiar em um hospital acreditado pela ONA.

1. Segurança do paciente

Para receber a certificação ONA, a instituição de saúde precisa estar de acordo com requisitos legais e técnicos, como mapeamento e padronização dos processos, existência de instrumentos de controle e identificação de riscos. Esses fatores contribuem não só para o aumento da segurança dos pacientes, mas também dos profissionais.

Ser atendido em um hospital acreditado é a garantia de credibilidade e assistência de qualidade, que segue rígidos padrões de segurança reconhecidos internacionalmente para minimizar a ocorrência de eventos adversos.

2. Capacitação profissional

A reorganização dos processos internos é essencial para que as organizações de saúde se adequem aos critérios de avaliação da ONA. Nessa etapa, a capacitação dos profissionais ajuda a definir e a padronizar as atividades, gerando aperfeiçoamento e agilidade nos processos.

Esse esforço coletivo em atingir um objetivo comum fortalece a instituição de saúde, pois gera um ambiente organizado e seguro de trabalho e convivência entre gestores, profissionais e outros colaboradores. Já os pacientes são beneficiados à medida que o foco do hospital se volta para a segurança e a qualidade do sistema de atendimento.

3. Melhoria contínua

Mesmo conquistando a certificação ONA, o hospital precisa amadurecer continuamente os seus processos e estabelecer um planejamento estratégico para alcançar padrões cada vez mais altos de qualidade e segurança.

Por isso, a acreditação não é considerada uma forma de fiscalização, mas sim um processo educativo que fortalece a cultura organizacional e valoriza as necessidades dos pacientes e dos profissionais da saúde.

O Hospital Santa Mônica foi o primeiro hospital psiquiátrico privado do país a ser acreditado pela ONA por atender aos critérios predefinidos de segurança do paciente em todas as áreas de atividade, englobando tanto aspectos estruturais quanto assistenciais.

Agora que você já sabe as razões para confiar em instituições de saúde com certificação ONA, entre em contato conosco para receber orientações, tratamento e assistência de qualidade comprovada.

Hospital Santa Mônica é o primeiro hospital privado psiquiátrico a conquistar certificação ONA

Certificação Acreditado Ona

O Hospital Santa Mônica de São Paulo é o primeiro hospital privado psiquiátrico do país a conquistar a certificação ONA (Organização Nacional de Acreditação).

A acreditação é um sistema de avaliação da qualidade de serviços de saúde a partir de critérios pré-definidos. O processo é voluntário, ou seja, é a instituição que manifesta o interesse em ser avaliada. Após a certificação, os serviços de saúde continuam sendo avaliados periodicamente durante todo o período de validade do certificado.

certificado ona

A ONA certifica a qualidade de serviços de saúde no Brasil, tendo como foco principal a segurança do paciente. Sua metodologia de avaliação atende a padrões internacionais de qualidade e segurança. O manual de acreditação ONA é reconhecido pela ISQua (Sociedade Internacional pela Qualidade no Cuidado à Saúde, na sigla em inglês), instituição parceira da OMS (Organização Mundial da Saúde) e que tem entre seus membros especialistas e organizações de saúde de mais de 100 países.

A certificação conferida pela Organização Nacional de Acreditação – ONA atesta que a instituição segue rígidos padrões de segurança e qualidade na assistência dos seus pacientes. Evidencia o Santa Mônica como uma instituição focada no aprimoramento contínuo, na adesão aos protocolos médicos e na capacitação dos seus profissionais.

“Esse resultado confirma o nosso compromisso em promover uma assistência de qualidade na área de saúde mental e dependência química, em seguir rígidos padrões de qualidade e segurança na assistência, a fim de proporcionar uma rápida reabilitação e socialização do paciente na sociedade” afirma Suzana Bellizia Amaral, vice-presidente Administrativa do Hospital Santa Mônica.

Durante o processo de certificação, muitos avanços foram conquistados e novos desafios para o ano de 2018, já estão nos planos do Hospital.

Sobre o Hospital Santa Mônica

O Hospital Santa Mônica é um dos poucos hospitais no Brasil com foco em saúde mental e dependência química, além de atuar como Hospital de Transição para o cuidado com o idoso. Oferece assistência diferenciada para pacientes a partir dos 12 anos, com todo o cuidado e conforto que o paciente precisa.

Estrutura hospitalar completa, situado em uma área com mais de 80 mil m2, sendo 50 mil m2 de mata nativa preservada, academia de ginástica, quadra de futebol e voleibol, piscina, com grade terapêutica diária para os pacientes; Qualidade assistencial integral prestada por médicos clínicos, psiquiatras e geriatras, além de equipe multiprofissional especializada no atendimento aos pacientes com transtorno mental, dependência química e geriatria; Unidade de Internação Infantojuvenil e adulto; Unidade de Dependência Química e Unidade de Cuidados Agudos em Saúde Mental; ampla cobertura nacional com mais de 40 operadoras credenciadas;

Hospital de Transição para pacientes geriátricos, internados diretamente no hospital ou provenientes de outras instituições hospitalares e empresas de home care; Unidade Avançada Externa Ambulatorial – Unidade Integrativa Santa Mônica.

Sobre a ONA

A Organização Nacional de Acreditação (ONA) é uma entidade não governamental e sem fins lucrativos que coordena um processo de certificação voltado para a qualidade de serviços de saúde, que tem como foco principal a segurança do paciente. Sua metodologia de acreditação é reconhecida pela ISQua (International Society for Quality in Health Care), associação parceira da OMS e que conta com representantes de instituições acadêmicas e organizações de saúde de mais de 100 países. Fundada em 1999, a ONA se consolidou como a principal acreditação de saúde do país. Seus manuais são específicos para diversos tipos de estabelecimentos: hospitais, ambulatórios, laboratórios, serviços de pronto atendimento, home care, clínicas odontológicas, clínicas de hemoterapia, serviços de terapia renal substitutiva e serviços de diagnóstico por imagem, radioterapia e medicina nuclear. A ONA também certifica serviços de apoio a instituições de saúde, como lavanderia, dietoterapia, esterilização e manipulação, bem como programas da saúde e prevenção de riscos.

Quer saber mais sobre o Hospital e seus serviços? fale conosco!

 

Hospital Santa Mônica adere a Campanha #JaneiroBranco

Janeiro Branco

Vamos falar de Saúde Mental sem preconceito!

O Hospital Santa Mônica apoia a realização da Campanha #JaneiroBranco, mês da conscientização da saúde mental que tem por objetivo mobilizar a sociedade em favor da saúde mental. A campanha foi criada em 2014, em Minas Gerais, por um grupo de psicólogos.

O assunto ainda é pouco discutido pela sociedade e ainda há muito tabu em volta do tema. É preciso compreendermos o conceito de saúde mental de forma ampliada, como um estado de equilíbrio que proporciona bem-estar ao indivíduo e a sociedade como um todo.

Com essa ideia em mente, o Janeiro Branco pretende colocar o tema da saúde mental ao máximo em evidência durante esse primeiro mês do ano, fazendo com que as pessoas reflitam, discutam e atualizem suas ideias sobre o que é a saúde mental na verdade.

Cada vez mais cresce o número de pessoas com depressão, ansiedade, fobias, pânico e dentre outras doenças. Isso mostra que as pessoas precisam começar a cuidar também de aspectos mentais e emocionais de sua vida.

POR QUE JANEIRO E POR QUE BRANCO?

O mês de janeiro foi escolhido a dedo para a campanha. Por alguns motivos. O primeiro é que em janeiro, as pessoas têm a sensação de um novo começo, novos planos e novo estilo de vida. Os criadores da campanha quiseram aproveitar esse clima para que as pessoas comecem o ano pensando também em sua saúde mental. Além disso, muitas pessoas passam pela melancolia de fim de ano, e janeiro é um momento em que muitas pessoas estão fragilizadas por isso, sendo esse o momento ideal para buscar ajuda profissional e começar a cuidar da mente.

Já a cor branca representa o quadro em branco, o papel em branco, no qual escreveremos ou desenharemos uma nova história da saúde mental, sem os tabus e preconceitos que a cercam.

Quem cuida da mente, cuida da vida!

Os 5 objetivos da Campanha Janeiro Branco:

1 – Fazer do mês de Janeiro o marco temporal estratégico para que todas as pessoas e instituições sociais do mundo reflitam, debatam, conheçam, planejem e efetivem ações em prol da Saúde Mental e do combate ao adoecimento emocional dos indivíduos e das próprias instituições;

2 – Chamar a atenção de todo o mundo para os temas da Saúde Mental e da Saúde Emocional nas vidas das pessoas;

3 – Aproveitar a simbologia do início de todo ano para incentivar as pessoas a pensarem a respeito das suas vidas, dos seus relacionamentos e do que andam fazendo para investirem e garantirem Saúde Mental e Saúde Emocional em suas vidas e nas vidas de todos ao seu redor;

4 – Chamar a atenção das mídias e das instituições sociais, públicas e privadas, para a importância da promoção da Saúde Mental e do combate ao adoecimento emocional dos indivíduos;

5 – Contribuir, decisivamente, para a construção, o fortalecimento e a disseminação de uma “cultura da Saúde Mental” que favoreça, estimule e garanta a efetiva elaboração de políticas públicas em benefício da Saúde Mental dos indivíduos e das instituições.

Como o Janeiro Branco pode ajudar as pessoas?

1 – Colocando os temas da Saúde Mental e da Saúde Emocional em máxima evidência na sociedade.

2 – Construindo, fortalecendo e disseminando uma “cultura da Saúde Mental” na humanidade.

3 – Contribuindo para a valorização da subjetividade humana e o combate ao adoecimento emocional das pessoas.

4 – Contribuindo para o desenvolvimento e a disseminação do conceito de ‘psicoeducação’ entre as pessoas e as instituições sociais.

5 – Contribuindo para o desenvolvimento e a valorização de políticas públicas relativas aos universos da Saúde Mental em todo o mundo.

Princípios básicos da Campanha Janeiro Branco

1 – As ações em nome da Campanha e no contexto da Campanha serão todas de forma gratuita, totalmente sem fins lucrativos.

2 – Não serão cobrados, nem será feita publicidade, de valores simbólicos, “valores sociais”, nenhum tipo de cobrança para os participantes das ações em nome da Campanha.

3 – Para confecção de materiais de divulgação, as pessoas envolvidas poderão conseguir ajuda de gráficas e pessoas interessadas a doar os materiais para a Campanha.

4 – O que tem sido feito todo ano é uma “vaquinha” solidária e voluntária entre os profissionais para a compra dos materiais de divulgação (ou busca de ‘apoios’ e ‘patrocínios’ como ocorre em Congressos): balões brancos com tema da campanha, laços brancos com alfinetes, banners, panfletos etc. e cada profissional comprou sua camiseta da campanha.

5 – Custo de deslocamento, alojamento e alimentação para as palestras e demais ações é de responsabilidade dos palestrantes ou das instituições que os convidam, por isso, antes de se disponibilizar para dar palestras em nome do Janeiro Branco e no contexto da Campanha, observar se o deslocamento e todos os custos serão possíveis dentro da gratuidade da colaboração prestada à Campanha.

6 – O Janeiro Branco é uma Campanha dedicada a promover a psicoeducação das pessoas e das instituições, promovendo a Saúde Mental e combatendo o adoecimento emocional dos indivíduos e instituições por meio de debates, reflexões, mini palestras, palestras relâmpago, rodas de conversa, oficinas, caminhadas, corridas, piqueniques, cineclubes, entrevistas à mídia, murais de poesias, distribuição de balões brancos, panfletos, fitas brancas e várias outras formas de ações e intervenções urbanas que tenham como tema central a Saúde Mental, a Saúde Emocional, a valorização da subjetividade humana, a criação de uma cultura da Saúde Mental entre os seres humanos (a nível individual, institucional, social e coletivo), a valorização de políticas públicas em nome da Saúde Mental, a valorização da Saúde Mental no SUS e nas redes públicas e privadas de saúde no Brasil e no mundo.

7 – A Campanha Janeiro Branco é uma Campanha gratuita, democrática, horizontal, espontânea, desburocratizada, descentralizada, social, solidária, voluntária, inclusiva, laica, humanista, apartidária, multidisciplinar, transdisciplinar, colaborativa e caracterizada pela pluralidade e diversidade de temas, direta ou indiretamente, ligados aos universos da Saúde Mental e Emocional dos seres humanos e suas instituições.

8 – O Janeiro Branco respeita, aplaude e reverencia todas as lutas e conquistas dos movimentos passados e atuais relativos ao universo da Saúde Mental – seu papel é ampliar e aprofundar as estratégias de comunicação com a humanidade a respeito desses temas, conforme o Outubro Rosa o fez com a temática da “prevenção ao câncer de mama”, por exemplo.

9 – A Campanha Janeiro Branco nasceu em Minas Gerais e a metáfora do TREM a identifica: psicólogos(as) são a locomotiva da Campanha que, em sua integralidade e por seu caráter multidisciplinar e transdisciplinar, também possui inúmeros vagões a constituí-la com a necessária e oportuna participação de outros cidadãos e profissionais capazes de enriquecer as suas potencialidades e possibilidades em relação ao universo da Saúde Mental e Emocional dos indivíduos e instituições.

10 – A Campanha Janeiro Branco está sempre em construção. Toda colaboração ao seu crescimento, desenvolvimento, amadurecimento e enriquecimento é extremamente bem-vinda. Manifeste-se e engate novos vagões temáticos ao TREM DA SAÚDE MENTAL que partiu de Minas Gerais com destino ao mundo.

Dados de Saúde Mental 

De acordo com estimativas da Organização Mundial de Saúde, cerca de 300 milhões de pessoas em todo o planeta sofrem depressão e 50 milhões têm demência. A esquizofrenia acomete 23 milhões, e o distúrbio bipolar atinge 60 milhões. Das dez doenças que mais incapacitam o ser humano, cinco estão ligadas à saúde mental. Ainda assim, prevalecem o “estigma e o preconceito”.

Fonte: janeirobranco.com.br