Hospital Santa Mônica é o primeiro hospital privado psiquiátrico a conquistar certificação ONA

Certificação Acreditado Ona

O Hospital Santa Mônica de São Paulo é o primeiro hospital privado psiquiátrico do país a conquistar a certificação ONA (Organização Nacional de Acreditação).

A acreditação é um sistema de avaliação da qualidade de serviços de saúde a partir de critérios pré-definidos. O processo é voluntário, ou seja, é a instituição que manifesta o interesse em ser avaliada. Após a certificação, os serviços de saúde continuam sendo avaliados periodicamente durante todo o período de validade do certificado.

certificado ona

A ONA certifica a qualidade de serviços de saúde no Brasil, tendo como foco principal a segurança do paciente. Sua metodologia de avaliação atende a padrões internacionais de qualidade e segurança. O manual de acreditação ONA é reconhecido pela ISQua (Sociedade Internacional pela Qualidade no Cuidado à Saúde, na sigla em inglês), instituição parceira da OMS (Organização Mundial da Saúde) e que tem entre seus membros especialistas e organizações de saúde de mais de 100 países.

A certificação conferida pela Organização Nacional de Acreditação – ONA atesta que a instituição segue rígidos padrões de segurança e qualidade na assistência dos seus pacientes. Evidencia o Santa Mônica como uma instituição focada no aprimoramento contínuo, na adesão aos protocolos médicos e na capacitação dos seus profissionais.

“Esse resultado confirma o nosso compromisso em promover uma assistência de qualidade na área de saúde mental e dependência química, em seguir rígidos padrões de qualidade e segurança na assistência, a fim de proporcionar uma rápida reabilitação e socialização do paciente na sociedade” afirma Suzana Bellizia Amaral, vice-presidente Administrativa do Hospital Santa Mônica.

Durante o processo de certificação, muitos avanços foram conquistados e novos desafios para o ano de 2018, já estão nos planos do Hospital.

Sobre o Hospital Santa Mônica

O Hospital Santa Mônica é um dos poucos hospitais no Brasil com foco em saúde mental e dependência química, além de atuar como Hospital de Transição para o cuidado com o idoso. Oferece assistência diferenciada para pacientes a partir dos 12 anos, com todo o cuidado e conforto que o paciente precisa.

Estrutura hospitalar completa, situado em uma área com mais de 80 mil m2, sendo 50 mil m2 de mata nativa preservada, academia de ginástica, quadra de futebol e voleibol, piscina, com grade terapêutica diária para os pacientes; Qualidade assistencial integral prestada por médicos clínicos, psiquiatras e geriatras, além de equipe multiprofissional especializada no atendimento aos pacientes com transtorno mental, dependência química e geriatria; Unidade de Internação Infantojuvenil e adulto; Unidade de Dependência Química e Unidade de Cuidados Agudos em Saúde Mental; ampla cobertura nacional com mais de 40 operadoras credenciadas;

Hospital de Transição para pacientes geriátricos, internados diretamente no hospital ou provenientes de outras instituições hospitalares e empresas de home care; Unidade Avançada Externa Ambulatorial – Unidade Integrativa Santa Mônica.

Sobre a ONA

A Organização Nacional de Acreditação (ONA) é uma entidade não governamental e sem fins lucrativos que coordena um processo de certificação voltado para a qualidade de serviços de saúde, que tem como foco principal a segurança do paciente. Sua metodologia de acreditação é reconhecida pela ISQua (International Society for Quality in Health Care), associação parceira da OMS e que conta com representantes de instituições acadêmicas e organizações de saúde de mais de 100 países. Fundada em 1999, a ONA se consolidou como a principal acreditação de saúde do país. Seus manuais são específicos para diversos tipos de estabelecimentos: hospitais, ambulatórios, laboratórios, serviços de pronto atendimento, home care, clínicas odontológicas, clínicas de hemoterapia, serviços de terapia renal substitutiva e serviços de diagnóstico por imagem, radioterapia e medicina nuclear. A ONA também certifica serviços de apoio a instituições de saúde, como lavanderia, dietoterapia, esterilização e manipulação, bem como programas da saúde e prevenção de riscos.

Quer saber mais sobre o Hospital e seus serviços? fale conosco!

 

Hospital Santa Mônica adere a Campanha #JaneiroBranco

Vamos falar de Saúde Mental sem preconceito!

 

O Hospital Santa Mônica apoia a realização da Campanha #JaneiroBranco, mês da conscientização da saúde mental que tem por objetivo mobilizar a sociedade em favor da saúde mental. A campanha foi criada em 2014, em Minas Gerais, por um grupo de psicólogos.

O assunto ainda é pouco discutido pela sociedade e ainda há muito tabu em volta do tema. É preciso compreendermos o conceito de saúde mental de forma ampliada, como um estado de equilíbrio que proporciona bem-estar ao indivíduo e a sociedade como um todo.

Com essa ideia em mente, o Janeiro Branco pretende colocar o tema da saúde mental ao máximo em evidência durante esse primeiro mês do ano, fazendo com que as pessoas reflitam, discutam e atualizem suas ideias sobre o que é a saúde mental na verdade.

Cada vez mais cresce o número de pessoas com depressão, ansiedade, fobias, pânico e dentre outras doenças. Isso mostra que as pessoas precisam começar a cuidar também de aspectos mentais e emocionais de sua vida.

POR QUE JANEIRO E POR QUE BRANCO?

O mês de janeiro foi escolhido a dedo para a campanha. Por alguns motivos. O primeiro é que em janeiro, as pessoas têm a sensação de um novo começo, novos planos e novo estilo de vida. Os criadores da campanha quiseram aproveitar esse clima para que as pessoas comecem o ano pensando também em sua saúde mental. Além disso, muitas pessoas passam pela melancolia de fim de ano, e janeiro é um momento em que muitas pessoas estão fragilizadas por isso, sendo esse o momento ideal para buscar ajuda profissional e começar a cuidar da mente.

Já a cor branca representa o quadro em branco, o papel em branco, no qual escreveremos ou desenharemos uma nova história da saúde mental, sem os tabus e preconceitos que a cercam.

 

Quem cuida da mente, cuida da vida!

 

Os 5 objetivos da Campanha Janeiro Branco:

1 – Fazer do mês de Janeiro o marco temporal estratégico para que todas as pessoas e instituições sociais do mundo reflitam, debatam, conheçam, planejem e efetivem ações em prol da Saúde Mental e do combate ao adoecimento emocional dos indivíduos e das próprias instituições;

2 – Chamar a atenção de todo o mundo para os temas da Saúde Mental e da Saúde Emocional nas vidas das pessoas;

3 – Aproveitar a simbologia do início de todo ano para incentivar as pessoas a pensarem a respeito das suas vidas, dos seus relacionamentos e do que andam fazendo para investirem e garantirem Saúde Mental e Saúde Emocional em suas vidas e nas vidas de todos ao seu redor;

4 – Chamar a atenção das mídias e das instituições sociais, públicas e privadas, para a importância da promoção da Saúde Mental e do combate ao adoecimento emocional dos indivíduos;

5 – Contribuir, decisivamente, para a construção, o fortalecimento e a disseminação de uma “cultura da Saúde Mental” que favoreça, estimule e garanta a efetiva elaboração de políticas públicas em benefício da Saúde Mental dos indivíduos e das instituições.

Como o Janeiro Branco pode ajudar as pessoas?

1 – Colocando os temas da Saúde Mental e da Saúde Emocional em máxima evidência na sociedade.

2 – Construindo, fortalecendo e disseminando uma “cultura da Saúde Mental” na humanidade.

3 – Contribuindo para a valorização da subjetividade humana e o combate ao adoecimento emocional das pessoas.

4 – Contribuindo para o desenvolvimento e a disseminação do conceito de ‘psicoeducação’ entre as pessoas e as instituições sociais.

5 – Contribuindo para o desenvolvimento e a valorização de políticas públicas relativas aos universos da Saúde Mental em todo o mundo.

Princípios básicos da Campanha Janeiro Branco

 

1 – As ações em nome da Campanha e no contexto da Campanha serão todas de forma gratuita, totalmente sem fins lucrativos.

2 – Não serão cobrados, nem será feita publicidade, de valores simbólicos, “valores sociais”, nenhum tipo de cobrança para os participantes das ações em nome da Campanha.

3 – Para confecção de materiais de divulgação, as pessoas envolvidas poderão conseguir ajuda de gráficas e pessoas interessadas a doar os materiais para a Campanha.

4 – O que tem sido feito todo ano é uma “vaquinha” solidária e voluntária entre os profissionais para a compra dos materiais de divulgação (ou busca de ‘apoios’ e ‘patrocínios’ como ocorre em Congressos): balões brancos com tema da campanha, laços brancos com alfinetes, banners, panfletos etc. e cada profissional comprou sua camiseta da campanha.

5 – Custo de deslocamento, alojamento e alimentação para as palestras e demais ações é de responsabilidade dos palestrantes ou das instituições que os convidam, por isso, antes de se disponibilizar para dar palestras em nome do Janeiro Branco e no contexto da Campanha, observar se o deslocamento e todos os custos serão possíveis dentro da gratuidade da colaboração prestada à Campanha.

6 – O Janeiro Branco é uma Campanha dedicada a promover a psicoeducação das pessoas e das instituições, promovendo a Saúde Mental e combatendo o adoecimento emocional dos indivíduos e instituições por meio de debates, reflexões, mini palestras, palestras relâmpago, rodas de conversa, oficinas, caminhadas, corridas, piqueniques, cineclubes, entrevistas à mídia, murais de poesias, distribuição de balões brancos, panfletos, fitas brancas e várias outras formas de ações e intervenções urbanas que tenham como tema central a Saúde Mental, a Saúde Emocional, a valorização da subjetividade humana, a criação de uma cultura da Saúde Mental entre os seres humanos (a nível individual, institucional, social e coletivo), a valorização de políticas públicas em nome da Saúde Mental, a valorização da Saúde Mental no SUS e nas redes públicas e privadas de saúde no Brasil e no mundo.

7 – A Campanha Janeiro Branco é uma Campanha gratuita, democrática, horizontal, espontânea, desburocratizada, descentralizada, social, solidária, voluntária, inclusiva, laica, humanista, apartidária, multidisciplinar, transdisciplinar, colaborativa e caracterizada pela pluralidade e diversidade de temas, direta ou indiretamente, ligados aos universos da Saúde Mental e Emocional dos seres humanos e suas instituições.

8 – O Janeiro Branco respeita, aplaude e reverencia todas as lutas e conquistas dos movimentos passados e atuais relativos ao universo da Saúde Mental – seu papel é ampliar e aprofundar as estratégias de comunicação com a humanidade a respeito desses temas, conforme o Outubro Rosa o fez com a temática da “prevenção ao câncer de mama”, por exemplo.

9 – A Campanha Janeiro Branco nasceu em Minas Gerais e a metáfora do TREM a identifica: psicólogos(as) são a locomotiva da Campanha que, em sua integralidade e por seu caráter multidisciplinar e transdisciplinar, também possui inúmeros vagões a constituí-la com a necessária e oportuna participação de outros cidadãos e profissionais capazes de enriquecer as suas potencialidades e possibilidades em relação ao universo da Saúde Mental e Emocional dos indivíduos e instituições.

10 – A Campanha Janeiro Branco está sempre em construção. Toda colaboração ao seu crescimento, desenvolvimento, amadurecimento e enriquecimento é extremamente bem-vinda. Manifeste-se e engate novos vagões temáticos ao TREM DA SAÚDE MENTAL que partiu de Minas Gerais com destino ao mundo.

Fonte: janeirobranco.com.br

Unidade Integrativa a partir de agora, passa a atender clientes Economus

Hospital Santa Mônica por meio de um acordo comercial com o Economus, passa a atender os clientes na Unidade Integrativa Santa Mônica

 

O Hospital Santa Mônica, comunica aos clientes e ao mercado que acaba de firmar um acordo comercial com oEconomus, para a extensão dos serviços prestados de assistência na área de saúde mental, incluindo dependência química, aos seus clientes, para a sua unidade avançada localizada no bairro da Vila Nova Conceição, em SP, a Unidade Integrativa Santa Mônica – atendimento ambulatorial.

Economus

O Economus – Instituto de Seguridade Social, é uma Entidade Fechada de Previdência Complementar, constituído em setembro de 1977 como política de recursos humanos do antigo Banco Nossa Caixa S/A, adquirido em 2009 pelo Banco do Brasil. O Instituto também administra a assistência médico-hospitalar dos funcionários e seus dependentes.

Unidade Integrativa

Para a Unidade Integrativa Santa Mônica, unidade avançada do Hospital Santa Mônica, prover assistência médica de qualidade na área da saúde mental e dependência química, para os funcionários e familiares do Banco do Brasil, por meio do Economus, é um importante diferencial, afirma Alexandre Bellizia, Diretor Institucional do Hospital Santa Mônica e da Unidade Integrativa!

 

 

 

Hospital Santa Mônica tem novo Diretor Clínico

Dr. Fernando Alfieri Júnior assume a Diretoria Clínica

O Hospital Santa Mônica (SP) anuncia a contratação do médico cirurgião Fernando Alfieri Júnior, para a Diretoria Clínica. Formado em Medicina pela Faculdade de Medicina da USP, Pós-graduado em Cirurgia Geral e Gastroenterologia, pelo Hospital das Clínicas, FMUSP e com MBA em Marketing pela FIA-FEA/USP. Fez atualização em transplante renal, em Houston, Texas, em Esclerose Múltipla, em Málaga, Espanha.

Com mais de 22 anos de experiência na área médica como cirurgião e na área de gestão de assuntos médicos e regulatórios em hospitais e na Indústria farmacêutica, ocupou o cargo de Diretor Clínico e Técnico no Hospital Leforte e de Diretor Médico e de Pesquisa Clínica na indústria farmacêutica em empresas como Teva Farmacêutica e Pfizer (Laboratórios Wyeth Whitehall).

Dentre os desafios à frente da Diretoria Clínica, estão a implementação de processos e procedimentos médico-hospitalares, métricas, principais indicadores de performance e o estabelecimento de planos estratégicos para o aprimoramento constante do foco de atuação do Hospital Santa Mônica, que é referência hospitalar em psiquiatria infanto-juvenil e adulto e em dependência química, e atingir a excelência no tratamento de nossos pacientes com a obtenção da certificação ONA.

Abril Verde

No dia 28 de abril, pessoas de todo o mundo celebram o “Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho”.

A data foi instituída por iniciativas de sindicatos canadenses e escolhida em razão de um acidente que matou 78 trabalhadores em uma mina no estado da Virgínia, nos Estados Unidos, em 1969. No Brasil, em maio de 2005, foi promulgada a Lei No. 11.121, criando o Dia Nacional em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho.

No dia 07 de abril é celebrado o dia Mundial da Saúde, instituída pela Organização Mundial da Saúde, que define: a saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença ou enfermidade. Criada em 1948, a data tem como objetivo conscientizar a população a respeito da qualidade de vida e dos diferentes fatores que afetam a saúde populacional.

Em memória

Em 28 de abril nós lamentamos aqueles que morreram. No entanto, as mortes no trabalho também são um lembrete de que todos os níveis de governo são fundamentais para fazer mais por leis de saúde e segurança e vigorosamente julgar violações quando um trabalhador é morto ou gravemente ferido.

É tempo de tratamento justo e igualitário perante a lei para mortes e acidentes de trabalho.

 

Fonte: Abril Verde

Dia Internacional da Mulher

Em comemoração ao dia internacional da mulher, preparamos um infográfico sobre a Saúde Mental das Mulheres.

Veja só:

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O dia 8 de março é o resultado de uma série de fatos, lutas e reivindicações das mulheres (principalmente nos EUA e Europa) por melhores condições de trabalho e direitos sociais e políticos, que tiveram início na segunda metade do século XIX e se estenderam até as primeiras décadas do XX.

No dia 8 de março de 1857, trabalhadores de uma indústria têxtil de Nova Iorque fizerem greve por melhores condições de trabalho e igualdades de direitos trabalhistas para as mulheres. O movimento foi reprimido com violência pela polícia. Em 8 de março de 1908, trabalhadoras do comércio de agulhas de Nova Iorque, fizeram uma manifestação para lembrar o movimento de 1857 e exigir o voto feminino e fim do trabalho infantil. Este movimento também foi reprimido pela polícia.

No dia 25 de março de 1911, cerca de 145 trabalhadores (maioria mulheres) morreram queimados num incêndio numa fábrica de tecidos em Nova Iorque. As mortes ocorreram em função das precárias condições de segurança no local. Como reação, o fato trágico provocou várias mudanças nas leis trabalhistas e de segurança de trabalho, gerando melhores condições para os trabalhadores norte-americanos.

Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o “Dia Internacional da Mulher”, em homenagem ao movimento pelos direitos das mulheres e como forma de obter apoio internacional para luta em favor do direito de voto para as mulheres (sufrágio universal). Mas somente no ano de 1975, durante o Ano Internacional da Mulher, que a ONU (Organização das Nações Unidas) passou a celebrar o Dia Internacional da Mulher em 8 de março.

 

Objetivo da Data 

Ao ser criada esta data, não se pretendia apenas comemorar. Na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos os avanços, elas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história.

 

Conquistas das Mulheres Brasileiras

Podemos dizer que o dia 24 de fevereiro de 1932 foi um marco na história da mulher brasileira. Nesta data foi instituído o voto feminino. As mulheres conquistavam, depois de muitos anos de reivindicações e discussões, o direito de votar e serem eleitas para cargos no executivo e legislativo.

Dia Mundial do Diabetes

O Dia Mundial da Saúde de 2016 enfoca o combate ao diabetes, uma doença crônica que atinge 62 milhões de pessoas nas Américas, o que representa um em cada 12 pessoas. A maior parte dos casos de diabetes, entretanto, está ligada a fatores comportamentais e estilo de vida, e é, portanto, passível de prevenção.

O diabetes é uma doença crônica grave, que ocorre ou quando o pâncreas não produz insulina suficiente ou quando o corpo não usa eficazmente a insulina que produz. Existem três tipos principais de diabetes: diabetes tipo 1, que é o mais frequente entre crianças e adolescentes; diabetes tipo 2, que é o mais frequente entre os adultos e está ligado à obesidade ou excesso de peso, falta de atividade física e má nutrição; e o diabetes gestacional que é uma complicação da gravidez que afeta aproximadamente 10 por cento das gestantes globalmente.

O diabetes de tipo 2 representa cerca de 90-95 por cento dos casos, e esta enfermidade pode ser evitada através da redução dos principais fatores de risco: (a) excesso de peso e obesidade, o que contribui para 44 por cento dos casos; (b) inatividade física, que contribui com 27 por cento dos casos; e outros fatores de risco como o tabagismo, abuso de álcool, história familiar e fatores desconhecidos (33 por cento).

Prevenção
A maior parte dos casos de diabetes está ligada a fatores comportamentais e estilo de vida, e é, portanto, passível de prevenção.

Prevenção individual – A obesidade e o excesso de peso são os principais fatores de risco para diabetes tipo 2, que afeta de 90 a 95 por cento das pessoas com diabetes. Manter um peso saudável e estilo de vida baseado em uma alimentação saudável e atividade física regular pode prevenir muitos casos de diabetes tipo 2. Para as pessoas que já têm diabetes, é importante manter um nível de glucose adequado no sangue, a fim de prevenir ou retardar complicações crônicas como a cegueira, neuropatia, doença renal ou insuficiência vascular periférica, que podem conduzir a amputações de membros, entre outras sequelas.

Prevenção do ponto de vista da saúde pública – A prevenção primária do diabetes pode ser favorecida pela implementação de políticas públicas para prevenir a obesidade ou excesso de peso, tais como aqueles que aumentam a disponibilidade e o acesso a alimentos saudáveis e atividade física. Além disso, para a prevenção secundária, é importante reforçar as políticas que melhorem o acesso ao diagnóstico de diabetes, cuidados médicos, bem como medicação acessível.

Controle
Diabetes é uma doença que tem um enorme impacto econômico sobre indivíduos, famílias e governos. Estima-se que as despesas de saúde causadas pelo diabetes nas Américas totalizaram aproximadamente US$ 383 bilhões em 2014, e esse número deve aumentar para US$ 486 bilhões em 2040. Os custos médicos associados com o diabetes resultam do fato de ser uma doença complexa, uma vez que tem repercussões em vários órgãos e tecidos.

Diabetes e outras doenças crônicas exigem o bom funcionamento dos serviços de saúde, que oferecem atenção contínua e serviços de acompanhamento proativos pelas equipes médicas. Para atingir este objetivo, os sistemas de saúde devem ter o apoio de seus líderes, além do estabelecimento de políticas de saúde que garantam o acesso a medicamentos e serviços. Redes integradas de serviços de saúde são um mecanismo ideal que une vários níveis de cuidados de saúde e respondem com serviços de qualidade à demanda de cuidados de diabetes e outras doenças complexas.

Os profissionais de saúde precisam receber treinamento através de programas de formação contínua, incluindo atualizações frequentes sobre a gestão da diabetes, bem como o uso de insulina, cuidados com os pés, e formação para apoiar pacientes que necessitem de autogestão. A autogestão em diabetes é tão importante quanto o tratamento médico para atingir um ótimo controle da doença. As equipes de cuidados primários de saúde devem ser apoiados por guias e protocolos baseados em evidências científicas recentes, bem como ferramentas para o monitoramento contínuo de pacientes através de um sistema de informação clínica.

Associações de grupos de autoajuda da comunidade e pacientes podem, idealmente, complementar os serviços de saúde, ajudando os pacientes a entender e viver melhor com o diabetes. Em muitos países das Américas pesquisas populacionais indicam que mais de 50 por cento dos pacientes que tem diabetes não chegam a um controle glicêmico adequado de acordo com protocolos internacionais. É por isso que os estes países têm de fazer um esforço para ajudar os pacientes a alcançar estes objetivos terapêuticos. Políticas Públicas para prevenção do excesso de peso O principal fator de risco para diabetes tipo 2 é a obesidade.

As razões mais importantes são alimentação inadequada e sedentarismo, e os ambientes obesogênicos onde estes ocorrem. Pessoas em toda a região estão consumindo maiores quantidades de bebidas açucaradas e alimentos hipercalóricos pobres em nutrientes, além de ser fisicamente pouco ativos. Portanto, as políticas públicas enfocadas em mudar o ambiente para fazer da escolha saudável a escolha fácil são essenciais. Políticas públicas para prevenção do excesso de peso e obesidade promovidas pelo Plano de Ação da OPAS para prevenir a obesidade em crianças e adolescentes incluem:

1) Promoção do aleitamento materno e alimentação saudável;
2) Melhoria da alimentação escolar e ambientes de atividade física;
3) Regulação e fiscalização da comercialização de alimentos e rotulagem;
4) Outras ações multissetoriais; e
5) Vigilância, investigação e avaliação.

Além disso, a amamentação reduz diretamente o risco de diabetes tipo 2 em mulheres e crianças; mulheres que amamentam e crianças amamentadas têm risco 32 por cento e 35 por cento menor, respectivamente. Diabete gestacional Diabetes melitus gestacional (DMG) é uma condição temporária que inclui risco a longo prazo de diabetes tipo 2. Ela ocorre quando os valores de glicose no sangue da mulher grávida estão acima do normal, mas ainda inferiores aos de diagnóstico de diabetes. Mulheres com diabetes gestacional estão em maior risco de complicações durante a gravidez e parto.

O diabetes gestacional é diagnosticado através da triagem pré-natal de glicose no sangue, ao invés de sintomas relatados. Estima-se que entre 1-2 casos de diabetes gestacional ocorram em 10 períodos gestacionais. Situação mundial do diabetes Em 2014, a prevalência global de diabetes foi estimada em 9 por cento entre os adultos acima de 18 anos. Em 2012, cerca de 1,5 milhões de mortes foram causadas diretamente pelo diabetes. Mais de 80 por cento das mortes por diabetes ocorrem em países de baixa e média renda. A OMS estima que o diabetes seja a sétima causa de morte em 2030. Adotar uma dieta saudável, atividade física regular, manter um peso corporal normal e evitar o uso de tabaco podem prevenir ou retardar o aparecimento da diabetes tipo 2.

Fonte: Página da OPAS/OMS sobre o Dia Mundial da Saúde 2016

Comunicado – NotreDame Intermédica Saúde

O Hospital Santa Mônica comunica aos seus clientes e familiares, membros do corpo clínico e funcionários que acaba de firmar um novo acordo comercial com a NotreDame Intermédica Saúde S/A, do Grupo NotreDame Intermédica, e a partir deste momento, passa a atender também o convênio Intermédica, além do NotreDame já anteriormente credenciado ao Hospital.

A NotreDame Intermédica Saúde S/A, é pioneira em Medicina Preventiva e proporciona qualidade de vida e bem-estar ao estimular a adoção de hábitos saudáveis, evitando que as pessoas fiquem doentes. A Divisão NotreDame dispõe diversos planos de abrangência nacional, com livre escolha e reembolso em uma ampla e qualificada rede credenciada, além de assistência em viagens e benefícios adicionais gratuitos.

Desde abril de 2015, a NotreDame Seguro Saúde e a Intermédica passaram a atuar sob uma única marca, a NotreDame Intermédica, oferecendo uma gama ainda maior de produtos, personalizados e voltados para as diversas necessidades, com os diferenciais que os mais de 3 milhões de beneficiários do Grupo NotreDame Intermédica já usufruem. Para nós do Hospital Santa Mônica, é um prazer poder prover assistência médica de qualidade aos clientes da Intermédica!