50 anos do Hospital Santa Mônica: meio século à serviço do bem-estar

50 anos HSM

Nos 50 anos do Hospital Santa Mônica, importantes valores e virtudes foram agregados à Missão dessa instituição, cuja imagem foi construída baseada em pilares como o respeito e a ética que regem a prática clínica. Além disso, o atendimento sempre foi marcado pelo dinamismo, atenção e carinho.

Se você é um dos nossos pacientes, profissional de saúde, um parceiro do hospital, ou um visitante de nossa página que almeja conhecer melhor esse meio século de história, este artigo é para você!

Conheça, então, a história do Hospital Santa Mônica e entenda por que a dedicação à promoção da saúde integral é o elo que une passado, presente e futuro! Boa leitura!

O início do Hospital Santa Mônica

A ideia da construção do hospital surgiu pela necessidade de suprir a lacuna deixada pela carência na prestação dos serviços de saúde pública. Diante dessa realidade “triste, mas verdadeira”, como definiu o Dr. Romolo Bellizia, ele e alguns amigos uniram esforços e iniciaram o empreendimento.

O que mais chamou atenção dos médicos empreendedores foi a falta de leitos para internação, de pacientes cujas patologias clínicas estavam em estágio crônico e de pacientes que necessitavam de reabilitação física.

Por isso, o Dr. Romolo Bellizia, juntamente com três amigos compraram um prédio de uma obra abandonada, inacabada, mas que seria a realização do sonho de ter o próprio hospital. Assim, superaram as adversidades e o transformaram em uma Unidade hospitalar destinada ao atendimento de pacientes crônicos e de reabilitação.

Os fundadores venderam cotas do hospital e conseguiram, com o apoio de outros companheiros de jornada, os recursos necessários para iniciar esse grande empreendimento. Com tudo estruturado e registro efetivado, escolheram o Dr. Romolo Bellizia para presidir o Hospital Santa Mônica.

Como a área adquirida era muito extensa, sob orientação da Secretaria da Agricultura, otimizaram o espaço com plantação de frutas e verduras para suprir o consumo interno do hospital. 

O intuito do HSM era oferecer um tratamento terapêutico bem orientado e com possibilidades de retorno às atividades de rotina. O foco era reabilitar pacientes com sequelas neurológicas e ortopédicas a fim de que pudessem recuperar suas funções motoras, profissionais e sociais.

Assim, a implantação e o crescimento dessa renomada instituição comprovam que esses 50 anos do Hospital Santa Mônica marcam uma trajetória positiva e vitoriosa. O empreendedorismo, a coragem, o otimismo e a perseverança dos fundadores demonstram que com iniciativa e trabalho, os objetivos podem ser alcançados.

Um pouco da história dos 50 anos do Hospital Santa Mônica

A sede do Hospital Santa Mônica foi inaugurada em 1969, no município de Itapecerica da Serra, em São Paulo, muito bem localizada — nas proximidades do Morumbi — um dos espaços mais valorizados da região metropolitana da capital paulista.

O hospital foi idealizado pelo Doutor Romolo Bellizia, médico reconhecido pelo seu trabalho diferenciado, o que lhe rendeu vários prêmios e condecorações pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Geral (SBCG) e em 2013, recebeu o Título de Cidadão Itapecericano pela Câmara Municipal de Itapecerica da Serra, SP.

Com um perfil empreendedor, mas dedicado às causas sociais, a trajetória do Doutor Romolo foi marcada por mais de 20 anos de voluntariado na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

Desde que ingressou na Faculdade de Medicina, o Dr. Romolo Bellizia, como é chamado, sempre demonstrou preocupação com a qualidade do atendimento prestado aos pacientes crônicos. Ou seja, ele sempre exerceu um trabalho médico aliado a valores que preconizam carinho, atenção e respeito pelo ser humano.

Assim, o Hospital Santa Mônica já nasceu baseado na solidez desses valores, os quais possibilitam atender de forma diferenciada — com mais respeito e dignidade — os pacientes crônicos que necessitam de internação.

Ao longo de 5 décadas de exercício da atividade médica, o Hospital Santa Mônica passou por importantes momentos que foram decisivos à conquista da posição que hoje ele ocupa no mercado.

Esse período foi intensamente marcado por adversidades, superações e conquistas. Foram muito os desafios vencidos por meio de um trabalho árduo, com dedicação e coragem, mas que trouxe — e ainda traz — excelentes resultados.

O marco de sua expansão foi quando o hospital decidiu se reposicionar no mercado focando atenção em saúde mental. 

A dedicação ao tratamento de pacientes psiquiátricos, sobretudo com o foco na recuperação da saúde de dependentes químicos, foi um salto importante para a construção de uma imagem forte entre as instituições que atuam nesse campo.

Dados e estrutura do hospital

O Hospital Santa Mônica oferece uma ampla estrutura hospitalar e uma equipe multiprofissional especializada em Saúde Mental, composta por: médicos clínicos, psiquiatras, nutrólogo e geriatra, psicólogos, além de enfermeiros, fisioterapeutas, terapeutas em dependência química, assistente social, farmacêuticos, nutricionistas.

Nossa equipe médica e de colaboradores está pronta para auxiliar no processo de recuperação e na construção de uma nova história de vida.

São 220 funcionários distribuídos pelas diferentes espaços e unidades de tratamento com 250 leitos. Nossa média anual de internações é de 1400 pacientes

A excelência no atendimento e a estrutura voltada para o acolhimento tem sido fundamental à reabilitação de nossos pacientes internos, como dos casos mais simples que dependem somente de consulta ambulatorial.

Conheça, agora, a estrutura oferecida pelo Hospital Santa Mônica. Estamos em uma área de 83 mil m², da qual 50 mil m² é composta por Mata Atlântica nativa preservada. Confira nossas instalações:

  • Unidade Integrativa Santa Mônica, ambulatório médico localizado na Vila Nova Conceição, em São Paulo/SP;
  • Unidade de Cuidados Agudos em Saúde Mental;
  • Unidade de Dependência Química;
  • Ambulatório;
  • Unidade de Internação;
  • Pronto Atendimento;
  • Serviço de Farmácia, Nutrição, Fisioterapia;
  • Laboratório de Análises Clínicas em parceria com o Grupo Fleury;
  • Espaço bem-estar (beleza e autoestima).

Para auxiliar no resgate da autoestima e no controle emocional de nossos pacientes crônicos, disponibilizamos atividades que objetivam à reabilitação física e a reintegração à sociedade.

Todas as atividades terapêuticas do hospital são monitoradas por profissionais capacitados, e têm extrema relevância para a recuperação da saúde. Logo, além dos benefícios de proporcionar lazer e recreação, promovem também a interação com outros pacientes.

Confira quais são as atividades lúdicas e desportivas que complementam o tratamento em nosso hospital:

  • grupos terapêuticos conduzidos por psicólogos como terapia assistida por cães, dançateria, jogos, dentre outros;
  • campo de futebol, quadra de vôlei, academia de ginástica, piscina, pilates e alongamento para atividades com fisioterapeutas;
  • espaço bem-estar (beleza e autoestima);
  • atividades de pintura, artesanato, terapias manuais e lúdicas com acompanhamento da terapeuta ocupacional.

Especialidades médicas e tratamentos oferecidos

Nesses 50 anos do Hospital Santa Mônica, a instituição precisou passar por diversas mudanças. A capacidade de organização e de planejamento da gestão do hospital assegurou o necessário suporte à evolução do empreendimento.

Foram aprendizados constantes e sucessivas evoluções que resultaram no fortalecimento da marca e na conquista do respeito adquirido desde a fundação do hospital.

O Dr. Romolo Bellizia sempre se preocupou em selecionar parceiros altamente capacitados, bem treinados e formados nas melhores instituições de ensino do país para compor o corpo clínico do HSM.

Atualmente, o foco do hospital está voltado à recuperação da Saúde Mental, no tratamento para vencer os desafios da dependência química e no atendimento aos pacientes crônicos. Observe as peculiaridades de cada uma dessas especialidades. Confira!

Saúde Mental

Uma das áreas de atuação em que o Hospital Santa Mônica se destaca é o tratamento especializado em Saúde Mental. Tanto a infraestrutura quanto o trabalho multidisciplinar são diferenciados e adequados para atender pacientes com transtornos psiquiátricos e outras para atender casos de dependência química, a partir dos 8 anos.

Nos 50 anos do Hospital Santa Mônica, a experiência adquirida com os inúmeros casos clínicos foi fundamental para direcionar condutas mais assertivas nessa área. No entanto, o tratamento clínico integrado ao psiquiátrico favorece respostas mais rápidas ao paciente.

O HSM foi uma das primeiras instituições a implantar tratamentos para a reabilitação mental na rede privada em São Paulo.

Uma das áreas de atuação do HSM é o auxílio contra os impactos negativos da dependência química na vida de jovens e de adultos. Por ser uma questão delicada e influenciada por diversos fatores, ela exige um tratamento personalizado e diferenciado.

O apoio e a participação dos familiares são imprescindíveis ao processo de recuperação, visto que esse é um problema muito difícil de ser superado sozinho. Por isso, nosso hospital dispõe de diferentes metodologias terapêuticas e que são aplicadas conforme o perfil dos pacientes.

O objetivo das intervenções terapêuticas propostas pela equipe multiprofissional do Hospital Santa Mônica é trabalhar os fatores relativos ao comportamento do paciente. Desde a primeira consulta, ele é submetido a um processo avaliativo que direciona os profissionais à conduta mais adequada.

Outro diferencial é a equipe de psicólogos e terapeutas que atuam em Dependência Química, alguns sendo ex-adictos, oferecem aos pacientes uma nova perspectiva de que é possível com garra, determinação, apoio técnico e da família, vencer o desafio contra o vício.

O tratamento contra a dependência química é realizado em várias fases. Em todas as etapas são utilizadas metodologias psicoterapêuticas. Estas são associadas ao uso de medicamentos para conter os efeitos danosos da toxicidade ao organismo do usuário.

Certificação

O reconhecimento e a credibilidade à solidez são os marcos dos 50 anos de história do Hospital Santa Mônica de São Paulo. Ele foi o primeiro hospital privado do Brasil, especializado em Psiquiatria, a conquistar a certificação ONA (Organização Nacional de Acreditação).

Essa acreditação é um sistema de avaliação do nível de qualidade nos serviços de saúde prestados à população a partir de critérios pré-definidos. Esse é um processo voluntário no qual a própria instituição demonstra o interesse em se submeter à avaliação.

A conquista desse título é fundamental à credibilidade da marca e ajuda na segurança dos pacientes em se submeter aos tratamentos em uma instituição qualificada e reconhecida por entidades certificadoras.

Após a certificação, os serviços de saúde oferecidos pelo hospital continuam sendo avaliados durante todo a vigência do certificado. A ONA certifica a qualidade de serviços de saúde no Brasil, tendo como foco principal a segurança do paciente.

A metodologia utilizada para avaliação atende aos padrões internacionais de qualidade e de segurança propostos pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Em termos de assistência clínica, a atenção a esses quesitos é fundamental à excelência e à responsabilidade nos procedimentos hospitalares.

Essa certificação atesta que a instituição segue criteriosamente os requisitos exigidos para a qualificação da assistência dos seus pacientes. Evidencia, ainda, que o HSM é uma instituição focada no aprimoramento contínuo em prol da capacitação e da atualização de seus profissionais.

Convênios credenciados

Entre os serviços e comodidades oferecidas pelo nosso hospital estão vários parceiros que integram a nossa lista de credenciados. São planos de saúde e laboratórios para análises clínicas, por exemplo.

Aceitamos inúmeros convênios para facilitar o acesso ao tratamento qualificado e diferenciado oferecido pela nossa instituição.

Pela ocasião dos 50 anos do Hospital Santa Mônica, surgiram novas propostas de credenciamento. O intuito do hospital é ampliar possibilidades, facilitar a adesão ao tratamento e crescer cada dia mais.

Qual é o principal valor do hospital?

Nosso maior diferencial é a estrutura hospitalar, bem como o funcionamento assistencial. Na prática, o hospital oferece um suporte duplo, visto que cada um dos pacientes tem sempre um médico psiquiatra e um clínico.

O apoio de uma equipe multidisciplinar em tempo integral na assistência confere mais segurança e tranquilidade aos pacientes internados. Além do mais, esse cuidado garante o socorro imediato caso surja eventuais intercorrências.

O foco de nossa conduta clínica é inteiramente voltado à recuperação e à reintegração do paciente ao convívio familiar e social após a alta hospitalar. Valorizamos também a humanização na relação com o paciente, o que é essencial para assegura o bem-estar e a qualidade de vida.

Portanto, ao longo dos 50 anos do hospital Santa Mônica, priorizamos à adequação aos valores defendidos em nossa Missão: atenção, respeito e excelência nos serviços. Trabalhamos com uma equipe altamente qualificada, atualizada e comprometida com a qualidade de vida dos pacientes.

Gostou deste artigo? Entre em contato com o Hospital Santa Mônica e conheça nossos serviços diferenciados!

Depoimento da Maria de Fátima: ex-paciente da ala de saúde mental do Hospital Santa Mônica

depoimento de paciente

No Brasil, 12% da população — ou seja, 23 milhões de pessoas — sofrem de transtornos mentais e, por isso, precisam de algum tipo de tratamento. Engrossa essa estatística Maria de Fátima, que buscou auxílio em uma instituição para cuidar da sua saúde mental. Como foi essa experiência você confere nesse depoimento da ex-paciente do Hospital Santa Mônica.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a prevenção do sofrimento mental entre adolescentes e jovens adultos é importante — e começa com o conhecimento e compreensão dos primeiros sinais de alerta, que indicam transtornos mentais.

Aliás, estudos apontam que em algum momento da vida, 20% da população mundial vai sentir os impactos dessas doenças mentais. Mas é possível encontrar uma saída?

Confira o relato de Maria de Fátima e entenda por quais razões optar por uma instituição de saúde mental estruturada contribui como parte do trabalho e é um diferencial para a conquista de bons resultados.

A gratidão de Maria de Fátima

Ao final de 2018, enquanto muitos se planejavam para as festas e celebrações tradicionais para a época, Maria de Fátima estava focada em se manter bem e estável. A emoção naquele momento em que se despedia do Hospital Santa Mônica era de gratidão. “Essa casa tornou-se parte da minha família — a família que Deus me permitiu escolher”, disse.

Mas a sensação de estar em família e protegida, sempre com um pensamento que servia como norte para a conquista da estabilidade emocional, foi alinhada à força de vontade da ex-paciente da instituição.

Um olhar generoso, para uma experiência desafiadora

Para Maria de Fátima, os dias e noites na ala de saúde mental do Hospital Santa Mônica foram de muita superação, que se transformou em gratidão à todos os colaboradores que participam, de maneiras distintas, desse processo de recuperação.

Entre os mitos e verdades que rodeiam o tratamento psiquiátrico, o depoimento da ex-paciente é um compilado de registros e momentos que retratam a vivência de uma mulher que soube tirar o máximo de uma experiência desafiadora.

Em carta de agradecimento, iniciada com as palavras de quem está carregada de generosidade — “deixo aqui registrada minha profunda e eterna gratidão” —, Maria avaliou a estrutura da instituição, seus colaboradores e tudo aquilo que faz do Hospital Santa Mônica o que ele é: um instituição de reabilitação que é escolhida por respeitar o paciente.

A valorização da equipe da instituição

Para Maria de Fátima, não são apenas as dependências ou a equipe médica que fazem parte do valor de uma clínica para tratamento de saúde mental.

Sua passagem pelo Hospital Santa Mônica, aliás, marcou a todos pelo seu olhar generoso, que lhe permitiu enxergar muito além dos serviços prestados — a ex-paciente encontrou uma instituição feita por pessoas, e para pessoas.

“Desde a excelente equipe de jardinagem, limpeza e manutenção, todos realizam um trabalho impecável”, ressalta. O contato com a natureza permitido pelo ambiente é apenas um dos pontos positivos do local.

Sobre a alimentação e os serviços prestados, não faltam boas lembranças. “O que dizer da equipe de cozinha, que se desdobra em milhão para sempre procurar encaixar o perfil de cada paciente em seus deliciosos pratos?”, lembra Maria de Fátima.

Também sobre a lanchonete, recorda uma peculiar solicitação que foi prontamente atendida. Ela pediu tanto por alimentos sem lactose, quando açúcar, em respeito a sua diabetes — “sem contar nos 6kgs que deixei só na lembrança”, brinca.

É por essas razões que, para Maria de Fátima, a instituição segue “padrões de excelência, sempre buscando a perfeição”.

“Muito obrigada pela humanização do tratamento”

Ao destacar a humanização do tratamento — e consciente da importância da internação nos casos de transtornos de saúde mental — Maria de Fátima guarda recordações dos momentos difíceis, que foram vencidos nos tempos em que enfrentou seus monstros, no Hospital Santa Mônica.

“Agradeço aos que, no momento em que fraquejei, me mantiveram de pé e não permitiram que eu desistisse”, conta. Agradece, ainda, aos que atuaram diretamente no auxílio e cuidado de sua saúde física e mental: “cheguei ao Hospital Santa Mônica literalmente quebrada. Mas saio pronta para uma maratona”.

Para a turma que atua na farmácia, também não faltaram elogios. “Sempre rápida, e com equipe muito eficiente, garantia que nossos medicamentos chegassem na máxima brevidade possível”, recorda.

“Profundo, amplo e irrestrito agradecimento à equipe médica”

O sentimento de agradecimento envolve, também, o reconhecimento de que cuidar da saúde mental deve ser uma prioridade na vida das pessoas. É por isso que Maria de Fátima comenta que a equipe “surpreende com a grande generosidade, atenção e auxílio nos momentos bons e nos mais difíceis”.

Apesar de tudo, a ex-paciente tem plena consciente de que os dias na ala de saúde mental de uma instituição de tratamento não são fáceis para ninguém — ainda que a experiência ganhe outros ares, quando o time de colaboradores trabalha focado para que a busca por ajuda não seja em vão. “Os funcionários estão sempre atentos, na tentativa de auxiliar”.

“Profissionalismo impecável e irretocável”

O depoimento da ex-paciente do Hospital Santa Mônica reforça o que já foi dito por outras pessoas que também tiveram uma chance de recomeço, após o tratamento.

“A equipe é calma e que compreende os momentos difíceis enfrentados pelo paciente”, explica Maria de Fátima, que destaca, ainda, que “pulso firme, e olhos nos olhos, fizeram toda a diferença”.

Apesar de tudo isso, não é apenas o auxílio direto no tratamento que impactou positivamente no tratamento descrito com tantas boas lembranças. A ex-paciente lembra outras conquistas. “Sou grata, também, pela assistência social que realizou várias ligações, intermediou e insistiu no meu auxílio junto ao INSS”, recorda.

Nem mesmo a equipe de atendimento da instituição de saúde foi esquecida, quando Maria lembra que “eles cortam um dobrado para atender, além dos pacientes, suas impacientes famílias”.

“O tratamento salvou minha vida”

Ao lembrar da equipe médica do Hospital Santa Mônica, as palavras da ex-paciente remetem a “dias de paz e conforto”. A gratidão reflete a sensação de que o tratamento trouxe nova vida.

Antes de se despedir, Maria de Fátima resgatou algo que escutou durante sua passagem pela instituição. Ela deixa o ensinamento de que, “esqueça o dito popular que diz que o bom filho à casa torna, — e passe a adotar: a boa casa faz com que o filho sinta-se seguro para retornar”, finaliza.

Se o profissionalismo por parte da equipe médica do Hospital Santa Mônica trouxe resultados tão sólidos e palpáveis para Maria de Fátima, fica a certeza de que é preciso identificar as características do transtorno mental em questão, além de encontrar uma equipe que esteja apta para abordar o diagnóstico em questão da melhor maneira possível.

Esse foi o depoimento de Maria de Fátima, ex-paciente do Hospital Santa Mônica. Entre várias conquistas, conseguiu restaurar sua confiança, regularizar exames clínicos e voltar a ter uma visão positiva e otimista quanto ao meio no qual está inserida.

O que você achou do depoimento da ex-paciente do Hospital Santa Mônica? Deixe uma mensagem para Maria de Fátima!

Conheça como é a assistência da enfermagem na área de saúde mental

enfermagem saúde mental

Dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que a depressão impacta cerca de 322 milhões de pessoas no mundo. Só no Brasil, 5,8% da população é afetada com esse tipo de problema. Ainda de acordo com a mesma pesquisa, 18,6 milhões de brasileiros enfrentam problemas de ansiedade — o que representa mais de 9% da população.

Quando o assunto é dependência química, os números também chocam. Existem 29 milhões de adultos dependentes de drogas no mundo, de acordo com levantamento do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC). Neste cenário, o papel da assistência da enfermagem na saúde mental é de grande importância.

É o enfermeiro quem desenvolve uma atuação de grande importância no restabelecimento da saúde física e mental de um paciente, em parceria com toda a equipe médica. Sua presença é percebida desde o momento da internação até no cuidado com questões relacionados ao ambiente familiar. Por isso, características como zelo e tolerância são esperadas no profissional.

Mas como é, na prática, o trabalho do enfermeiro que atua com o resgate da qualidade de vida cognitiva e emocional do paciente? Explicaremos, neste post, como a assistência da enfermagem colabora para os bons resultados dos atendimentos em um hospital de saúde mental.

Saiba qual é o papel da assistência de enfermagem na saúde mental

“A enfermagem é peça fundamental no tratamento do paciente psiquiátrico”. Quem define o papel do enfermeiro na área de saúde mental é o gerente de enfermagem no Hospital Santa Mônica, Anderson Christhian Lazinho — especialista em psiquiatria.

Na área de saúde mental, o enfermeiro é o profissional que promove uma supervisão segura do paciente, bem como a administração de medicamentos e o aporte emocional.

Além disso, ele também faz a ponte entre os membros da equipe terapêutica e compartilha informações precisas de como o paciente se comporta no decorrer dos dias de internação.

Para o gerente de enfermagem, a atuação é estratégia. Afinal, é “desta forma que a equipe terapêutica consegue conduzir o tratamento”, explica.

A atuação é muito específica e direcionada, por isso se diferencia daquela praticada por um enfermeiro tradicional.

Entenda quais as diferenças de um profissional voltado à saúde mental

Ainda que todos os profissionais que atuem na enfermagem sejam extremamente importantes para o restabelecimento da saúde do paciente, o responsável pela saúde mental tem alguns diferenciais em sua forma de trabalhar.

“A enfermagem na saúde mental se diferencia pela atenção aos sinais comportamentais que o paciente apresenta antes de um surto ou piora do quadro, podendo assim tomar algumas ações preventivas”. 

Anderson Lazinho explica que o enfermeiro pode antecipar-se ao surto, demonstrando tolerância para lidar com os diversos transtornos e conflitos que um paciente possa ter e carinho no tato com o paciente. “A atuação é feita sempre ouvindo com paciência e atenção o paciente, suas queixas e apontamentos”, relata o enfermeiro especialista em psiquiatria.

Atuação voltada para um tratamento amplo e definitivo

O foco no paciente fica claro quando o assunto é saúde mental. Mas existe um cuidado que vai além do ambiente hospitalar — e é aí que também atua o enfermeiro.

A equipe de enfermagem especializada em saúde mental deve orientar para que o ambiente em que o paciente vai permanecer após a alta seja adequado. “Esse ambiente deve ser avaliado por meio de atendimento familiar em consultório. Para tal, são levantados todos os aspectos do paciente em casa, como iniciou a doença e qual a dinâmica familiar que o paciente está envolvido”, descreve Lazinho.

Para tal, a equipe de enfermagem em saúde mental promove também grupos voltados aos familiares. Assim, são feitas orientações e trocas de informações entre esses familiares com pacientes de mesma características.

Suporte orientado para todas as fases do tratamento

Outro ponto importante é a licença terapêutica, realizada com orientação da equipe terapêutica. Trata-se daquele momento da internação no qual o paciente vai para casa por curto período e retorna para internação após este período pré-determinado.

Anderson Lazinho lembra que “essa também é uma ferramenta importantíssima em um tratamento psiquiátrico” e complementa que “é por meio dos feedbacks trazidos pela família e pelo próprio paciente quando retornam de casa que a equipe terapêutica consegue avaliar se o paciente vem apresentando melhora e maior tolerância ao ambiente em que vive”. Assim torna-se possível aprender a lidar com as frustrações de uma forma funcional.

Outra atuação do enfermeiro está na facilitação da participação em terapias externas e a verificação do uso correto de medicações, sem burlar o tratamento. “De nada adianta o hospital tratar único e exclusivamente o paciente e devolvê-lo para um ambiente doente”, finaliza.

Por todas essas razões, para aqueles que querem atuar com enfermagem na saúde mental, características como dedicação, tolerância, carinho, respeito, atenção e zelo são prioritárias. Anderson Lazinho lembra que “o profissional desta área deve saber que o mínimo descuido em supervisionar um paciente, principalmente nos mais agudos, pode custar uma vida”, explica.

Em todos os casos, a saúde mental passa pela adequação do ambiente hospitalar às necessidades e peculiaridades do atendimento.

Compreenda quais as principais características de um hospital de saúde mental

No momento de escolha de um hospital voltado para a saúde mental, alguns pontos importantes devem ser avaliados. Entre eles está a escolha de uma instituição que seja capaz de dar uma atenção especial a família do paciente. “Muitas vezes a família não sabe como lidar com o transtorno ou simplesmente está tão abalada psicologicamente quanto o paciente”, explica Anderson.

É importante lembrar que um hospital psiquiátrico trata não só o indivíduo, como também o ambiente e pessoas que cercam este indivíduo. “Nenhuma instituição de saúde mental consegue sucesso no tratamento do paciente psiquiátrico se não entender e tratar seu ambiente de convívio”.

Outro ponto que diferencia um hospital geral de um psiquiátrico é que ele conta com ambientes mais fiscalizados que um hospital geral. Isso acontece porque seus pacientes apresentam muitas vezes riscos a si e a outras pessoas — “devendo todos os profissionais zelar pelo paciente”, alerta o especialista em psiquiatria.

Além disso, para melhor atenção ao paciente, alguns setores de um hospital psiquiátrico precisam ser mais fechados, minimizando assim riscos aos pacientes mais graves (aqueles que estão instáveis). Existem casos nos quais esses pacientes apresentam riscos importantes a própria vida ou a vida de terceiros, seja por agressividade excessiva, alucinações auditivas e visuais importantes ou até mesmo ideação suicida.

Conheça o Hospital Santa Mônica

O Hospital Santa Mônica é uma instituição referência, com 50 anos de história dedicada à psiquiatria e recuperação da saúde física e mental.

Com uma equipe altamente qualificada, a instituição tem como missão contribuir para a reabilitação da saúde física e mental do paciente. O atendimento é realizado é uma área de mais de 80 mil m2, com 50 mil m2 mata nativa preservada. É um ambiente que contribui para uma mudança de vida, com condições de bem-estar.

A equipe multiprofissional é orientada para um tratamento humanizado, amplamente alinhado com novidades e congressos de eventos internacionais.

Outros diferenciais do Hospital Santa Mônica são:

  • estrutura hospitalar completa;

  • equipe especializada no atendimento de pacientes infantojuvenis, adultos e idosos;

  • oferta de atividades que contribuem para a reintegração sociofamiliar;

  • ações que visam a reabilitação física e recuperação da autoestima.

No mais, a excelência do time de enfermagem na saúde mental, atuante no Hospital Santa Mônica, faz com que a instituição seja um espaço seguro para atender até os casos mais delicados. Esse é um facilitador para o relacionamento da família com o paciente e contribui para a conquista de resultados sólidos e duradouros.

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Anderson Lazinho

“A enfermagem é peça fundamental no tratamento do paciente psiquiátrico”

Hospital Santa Mônica anuncia novo diretor clínico

carlos zacharias

O psiquiatra Carlos Eduardo Zacharias assume a diretoria clínica

O Hospital Santa Mônica (SP) referência no tratamento em Saúde Mental infantojuvenil e adulto (transtornos mentais e dependência química), anuncia a contratação do Psiquiatra Carlos Eduardo Kerbeg Zacharias, para a Diretoria Clínica.

Formado em Medicina pela Faculdade de Medicina da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (Faculdade de Medicina de Sorocaba – Centro de Ciências Médicas e Biológicas/CCMB da PUC/SP), com título de especialista em Psiquiatra pela Associação Brasileira de psiquiatria (ABP)/ Associação Médica Brasileira (AMB)Conselho Federal de Medicina (CFM) e Bacharel em Direito pela Universidade de Sorocaba (UNISO).

Com mais de 30 anos de experiência na área médica como psiquiatra em hospitais públicos e privados; atuou de 1990 até novembro de 2018, como Supervisor do Serviço de Psiquiatria do Conjunto Hospitalar de Sorocaba/CHS (hospitais clínicos da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo); Psiquiatra da Secretaria da Saúde do Município de Sorocaba e foi membro da Câmara Técnica de Psiquiatria do Conselho Federal de Medicina (CFM).

Associado atual da ABP, Presidente do Centro de Estudos Psiquiátricos Vera Cruz (CEPVC); em 2006 foi um dos relatores das “Diretrizes para Um Bom Atendimento Psiquiátrico no Brasil” (documento elaborado pela Associação Brasileira de Psiquiátrica/ABP e referendado pelo Conselho Federal de Medicina); participa da Comissão de Emergências Psiquiátricas e da Comissão de Defesa Profissional da ABP.

Dentre os desafios à frente da Diretoria Clínica, estão o aperfeiçoamento dos processos e procedimentos médico-hospitalares, dos indicadores de performance e o estabelecimento de planos estratégicos para o aprimoramento constante com foco no tratamento dos pacientes que procuram o Hospital Santa Mônica. Tem a missão de promover constantemente a melhoraria do atendimento objetivando manter a excelência no tratamento dos doentes, inclusive com a progressão e manutenção da certificação ONA já obtida pelo Hospital, além de procurar obter níveis de certificação cada vez mais elevados.

O doutor Carlos Eduardo Zacharias, novo diretor clínico do Hospital Santa Mônica, salienta que “Há anos estamos lutando para desestigmatizar as Doenças Mentais e seus tratamentos, visando a recuperação da Saúde Mental das pessoas adoentadas e diminuir o preconceito contra a internação psiquiátrica, que ao contrário do que que dizem, é um direito garantido a todo cidadão brasileiro pela “Lei Federal 10.216, de 6 de abril de 2001 que dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental.”

Quais as atividades terapêuticas do HSM?

atividades terapeuticas

[Extensão 1000] - Quais as atividades terapêuticas do HSM?

O processo de restabelecimento da saúde de um paciente não depende apenas dos tratamentos médicos. O ideal é mesclar a intervenção clínica com  atividades terapêuticas que possam complementar o tratamento.

Nesse sentido, escolher um hospital que disponibilize diariamente práticas recreacionais e lúdicas que favoreçam a recuperação física e o bem-estar mental dos pacientes é fundamental. Além de desenvolver o ser humano em sua totalidade, essas atividades têm alto poder reparador e curativo.

Nessa perspectiva, apresentaremos as principais atividades terapêuticas oferecidas pela equipe multiprofissional do Hospital Santa Mônica. Confira a importância de cada uma delas e veja como elas são essenciais à reabilitação da saúde integral. Acompanhe!

Conheça as atividades terapêuticas oferecidas pelo Hospital Santa Mônica

O HSM conta com profissionais qualificados nas mais diversas áreas de apoio ao tratamento da Saúde Mental. O trabalho psicoterapêutico oferece atendimento individualizado e grupos diversos com temáticas voltadas à reflexão e à análise crítica do paciente.

Além das terapias convencionais, os fisioterapeutas integram as equipes de atividades externas como futebol, vôlei, basquete, recreação em piscina e o acompanhamento nas modalidades de ginástica da nossa academia.

Junto aos outros profissionais, os terapeutas ocupacionais executam para reabilitação clínica ligada à sua área específica. Eles também integram as equipes de apoio na aplicação das atividades recreativas e lúdicas para o paciente.

Listamos algumas das atividades oferecidas diariamente pelo nosso hospital. Veja quais são!

Musicoterapia

É uma técnica terapêutica que utiliza a música e os instrumentos musicais para reabilitação da saúde mental e física. Essas atividades promovem o relaxamento, melhoram a comunicação, auxiliam na expressão e integram os pensamentos, sentidos e emoções.

Desse modo, a aplicação da musicoterapia adquire significativa relevância sobre o controle do processo de adoecimento, bem como na involução dos quadros clínicos de diferentes atividades.

Algumas regiões cerebrais responsáveis pela liberação de substâncias moduladoras das emoções — como a serotonina, por exemplo — podem ser estimuladas por meio da música. A melodia atua em todas as áreas do cérebro e, por conseguinte, favorece o alcance de bons resultados durante a intervenção clínica.

Terapia com cães

Na atualidade, os animais domésticos têm sido amplamente utilizados como ponto de apoio emocional para melhorar a saúde e o bem-estar, sobretudo de indivíduos que têm constantes crises depressivas ou de ansiedade.

Esses bichinhos servem de companhia e de interação nos momentos de lazer entre adultos e crianças. Os cães treinados para essa finalidade são dotados de habilidades que auxiliam bastante nos processos de reabilitação da saúde, principalmente no que se refere ao controle emocional. Vale ressaltar que os cães adotados para complementar os tratamentos terapêuticos são criteriosamente treinados para participar desse tipo de terapia.

Algumas características são essenciais para que o animalzinho assegure os benefícios positivos ao tratamento. Antes dos procedimentos, os cães são devidamente avaliados para que atendam a expectativa dos profissionais — médicos psiquiatras e psicólogos — e dos pacientes envolvidos nesse método terapêutico.

Os animaizinhos escolhidos para essa finalidade precisam ser obedientes, ágeis, dóceis, atenciosos e gentis. Além de gostar de brincar, é imprescindível que estejam com todas as vacinas em dia.

Hidroginástica

Além de recreacional, a hidroginástica tem seu papel extremamente terapêutico. Essa atividade utiliza as propriedades da água como complemento das terapias convencionais. Os exercícios são realizados em piscinas com a água em temperatura confortável, e são indicados como auxílio no tratamento de diferentes doenças.

Tanto as enfermidades físicas como as de ordem emocional ou psíquica podem ser controladas por meio da prática da hidroginástica. Pessoas de todas as idades e perfis tem relatado significativa melhora na saúde com a adesão a essa atividade.

Os médicos indicam e apostam nos benefícios da hidroginástica para pacientes com AVC, Alzheimer, Parkinson e outras condições clínicas típicas da idade avançada.

Por meio de movimentos suaves na água, os pacientes conseguem atingir diretamente as regiões mais complexas do sistema nervoso e de todo o corpo. Com a melhoria das funções cerebrais, em pouco tempo outros benefícios são percebidos.

Pilates

Muito procurado nas academias, o pilates também é bastante recomendado para a reabilitação de pacientes acometidos por diferentes doenças. Essa metodologia torna-se bem eficaz ao combinar exercícios de fisioterapia, técnicas da ioga, aparelhos e acessórios específicos.

Seu objetivo está voltado para o tratamento de dores, idosos e pessoas com déficits neurológicos como os causados por derrames.

Dançaterapia

A dançaterapia é uma modalidade de atividade terapêutica que está em expansão nas clínicas de reabilitação de diferentes segmentos. O orientador explora, com bastante habilidade técnica, o uso da dança e a execução de movimentos como complemento das intervenções clínicas.

Assim como a música, a dança tem o poder de infiltrar intimamente em algumas regiões cerebrais e modular os reflexos negativos considerados gatilhos de diversas enfermidades.

Por conseguinte, o paciente vai evoluindo mentalmente e superando importantes estágios clínicos que possibilitam a recondução dos sentimentos. Fatores como o equilíbrio das emoções, o controle do estresse, a cognição e até mesmo propiciar o reconhecimento da própria identidade podem ser recuperados pela prática da dança terapêutica.

Práticas desportivas

Nosso hospital atua em três modalidades de tratamento voltados à reabilitação da saúde integral: saúde mental da criança e do adulto, recuperação de dependentes químicos e doenças do envelhecimento.

Em todas essas áreas recomenda-se — de acordo com o perfil e a condição clínica do paciente — a prática de exercícios físicos em diferentes modalidades. São incontáveis os benefícios físicos e psicológicos resultantes de modalidades como o futebol, vôlei e basquete, por exemplo.

Além de promover a interação com outros pacientes, esses jogos detêm o poder de recuperar importantes valores. Entre eles, destacam-se a disciplina, o respeito mútuo, a superação de desafios e muitos outros necessários à reestruturação da saúde.

Veja como essas atividades auxiliam especificamente os tratamentos

A adesão a essas atividades visam trazer ao paciente autonomia, autoconhecimento e principalmente, o autocontrole. O foco na recuperação da estabilidade emocional torna o indivíduo mais ativo em seu tratamento e, por conseguinte, eleva a sua autoestima perante a sociedade.

Para estimular a participação da maioria dos internos, o hospital disponibiliza uma programação terapêutica personalizada para cada público. O paciente deverá cumprir estas atividades e, no decorrer do tratamento, ele vai se habituando e superando o ócio. Tais medidas auxiliam consideravelmente o empoderamento e faz com que o indivíduo recupere o sentimento de ser “dono” de sua vida.

Quanto ao tipo de atividade escolhida, isso fica a critério de cada um. Cabe ao hospital formular um cronograma com os horários das atividades e incentivar a adesão. Entretanto, cada paciente precisa “cumprir´ algumas tarefas que são sugeridas pela equipe multidisciplinar.

Porém, são inúmeras opções e horários que podem ser escolhidos de acordo com a preferência. Geralmente, no decorrer do tratamento, os próprios pacientes vão demonstrando interesse e se encantando por algumas atividades antes até desconhecidas.

Para o tratamento contra a dependência química, as atividades têm uma importância em regrar o indivíduo que, não raro, burla ou negligencia suas responsabilidades. Assim, essas intervenções amenizam os efeitos das drogas no organismo e tornam o paciente mais confiante, calmo e seguro.

Já para os pacientes com mais idade, essas atividades são peças fundamentais para vencer o ócio e para promover a recuperação da autonomia do idoso. Atividades mais leves como caminhada em grupo, alongamento e hidroginástica são as mais indicadas para a superação dos problemas da terceira idade.

Quanto às influências dos exercícios físicos na reabilitação da saúde mental, o objetivo é trazer o paciente para uma realidade que, por ora, parece perdida e distante.

O empoderamento, a valorização da autoestima e o estímulo à superação dos pensamentos negativos e de tristeza são quesitos essenciais, e que podem ser trabalhados por meio das atividades terapêuticas e lúdicas.

Conheça a estrutura do Hospital Santa Mônica

O HSM oferece atividades através de programação terapêutica que o paciente recebe desde o momento de sua internação. É como se fosse “um diário de bordo”, no qual a programação é especificada.

Para maior controle dessas atividades, o paciente recebe um caderno e uma caneta para anotar cada passo do seu tratamento. Isso possibilita a percepção de sua constante melhora. Para motivar a adesão a essas alternativas terapêuticas e lúdicas, nossa programação é oferecida diariamente das 08 às 20h.

Oferecemos uma estrutura hospitalar que favorece um atendimento completo e mais qualificado. O objetivo maior é promover a recuperação da saúde integral e o bem-estar de nossos pacientes. Confira!

Infraestrutura oferecida pelo Hospital Santa Mônica:

Serviços especiais voltados para as atividades terapêuticas:

  • piscina;
  • salão de beleza;.
  • quadra de vôlei;
  • espaço conviver;
  • campo de futebol;
  • espaço bem-estar;
  • academia de ginástica;
  • espaço de terapia ocupacional.

Confira os benefícios proporcionados pelas atividades terapêuticas do HSM

Veja quais são os benefícios mais relevantes resultantes das atividades terapêuticas.

  • diminui a fadiga;
  • reduz o estresse;
  • melhora  o humor;
  • alivia dores crônicas;
  • diminui a ansiedade;
  • combate a depressão;
  • promove a interação social;
  • aprimora a coordenação e as habilidades motoras.

Percebe-se, por fim, que todas atividades terapêuticas do HSM desempenham um papel fundamental para evolução do quadro de saúde dos pacientes. Por isso, um dos pontos mais relevantes ao sucesso do tratamento de recuperação da saúde mental é a escolha de uma instituição especializada nessa área.

Agora que você já conhece nossas atividades terapêuticas, que tal entrar em contato com o HSM e conhecer, mais de perto, os tratamentos oferecidos? Aguardamos sua visita!

Hospital Santa Mônica de São Paulo fecha parceria com Grupo Fleury

Os clientes do Hospital Santa Mônica de São Paulo, já podem contar com uma gama mais ampla e diversificada de exames. Isso graças à parceria fechada com o Grupo Fleury, instituição reconhecida pela qualidade dos serviços e que passa a ser responsável técnica pelos exames de análises clínicas.

“A parceria é uma das ações estratégicas previstas no processo de melhoria contínua da qualidade dos serviços prestados aos clientes, reforço acabamos de nos tornar o primeiro hospital psiquiátrico privado a receber a certificação ONA.  Também está atrelado ao reposicionamento no mercado do Hospital Santa Mônica, referência em saúde mental infanto-juvenil e adulto e dependência química no país” Suzana B. Amaral, CEO do Hospital Santa Mônica.

Sobre o Hospital Santa Mônica de São Paulo

Com mais de 48 anos de história, o Hospital Santa Mônica é um dos poucos hospitais no Brasil com foco em saúde mental e dependência química, além de atuar como Hospital de Transição para o cuidado com o idoso. Oferece assistência diferenciada para pacientes a partir dos 12 anos, com todo o cuidado e conforto que o paciente precisa.

  • Estrutura hospitalar completa, situado em uma área com mais de 80 mil m2, sendo 50 mil m2 de mata nativa preservada, academia de ginástica, quadra de futebol e voleibol, piscina, com grade terapêutica diária para os pacientes;
  • Qualidade assistencial integral prestada por médicos clínicos, psiquiatras e geriatras, além de equipe multipro​f​issional especializada no atendimento aos pacientes com transtorno mental, dependência química e geriatria; Unidade de Internação Infantojuvenil e adulto;
  • Unidade de Dependência Química e Unidade de Cuidados Agudos em Saúde Mental;
  • Ampla cobertura nacional com mais de 40 operadoras credenciadas;
  • Hospital de Transição para pacientes geriátricos, internados diretamente no hospital ou provenientes de outras instituições hospitalares e empresas de home care;
  • Unidade Avançada Externa Ambulatorial – Unidade ​Integrativa Santa Mônica.

Sobre o Grupo Fleury

Com 90 anos de história, o Grupo Fleury consolida-se como uma das mais tradicionais organizações de medicina e saúde do País, referenciada pela comunidade médica, pacientes e opinião pública por sua excelência médica e de atendimento, inovação e desenvolvimento sustentável. Atua por meio das marcas Fleury Medicina e Saúde, Clínica Felippe Mattoso, Weinmann Laboratório, a+ Medicina Diagnóstica, Labs a+, Diagnoson a+ e Grupo Papaiz, no segmento de diagnóstico por radiologia odontológica. Mais informações: http://www.grupofleury.com.br.

3 razões para confiar em um hospital que possui a certificação ONA

certificação ona

A Organização Nacional de Acreditação (ONA) é uma entidade privada e sem fins lucrativos que coordena o Sistema Brasileiro de Acreditação. O método de avaliação e certificação ONA visa garantir a qualidade e a segurança da assistência no setor de saúde.

Os padrões de qualidade e a metodologia da acreditação ONA são reconhecidos internacionalmente, pois a nova versão do Manual Brasileiro de Acreditação das Organizações Prestadoras de Serviços de Saúde recebeu o aval da International Society for Quality in Health Care (ISQua) —instituição que certifica as organizações acreditadoras no mundo.

Os hospitais brasileiros também podem ser acreditados por programas internacionais, como o Joint Commission International (JCI), o National Integrated Accreditation for Healthcare Organizations (NIAHO) e o Accreditation Canada (AC).

Como o processo de acreditação é voluntário, cabe ao gestor da instituição ou do serviço de saúde se candidatar ao programa nacional ou internacional que atenda melhor às suas expectativas, estratégias e demandas, levando em consideração as especificidades de cada um.

Ao se submeter aos processos de avaliação e certificação, a organização de saúde demonstra compromisso e responsabilidade com a assistência ao paciente. Conheça abaixo mais 3 razões para confiar em um hospital acreditado pela ONA.

1. Segurança do paciente

Para receber a certificação ONA, a instituição de saúde precisa estar de acordo com requisitos legais e técnicos, como mapeamento e padronização dos processos, existência de instrumentos de controle e identificação de riscos. Esses fatores contribuem não só para o aumento da segurança dos pacientes, mas também dos profissionais.

Ser atendido em um hospital acreditado é a garantia de credibilidade e assistência de qualidade, que segue rígidos padrões de segurança reconhecidos internacionalmente para minimizar a ocorrência de eventos adversos.

2. Capacitação profissional

A reorganização dos processos internos é essencial para que as organizações de saúde se adequem aos critérios de avaliação da ONA. Nessa etapa, a capacitação dos profissionais ajuda a definir e a padronizar as atividades, gerando aperfeiçoamento e agilidade nos processos.

Esse esforço coletivo em atingir um objetivo comum fortalece a instituição de saúde, pois gera um ambiente organizado e seguro de trabalho e convivência entre gestores, profissionais e outros colaboradores. Já os pacientes são beneficiados à medida que o foco do hospital se volta para a segurança e a qualidade do sistema de atendimento.

3. Melhoria contínua

Mesmo conquistando a certificação ONA, o hospital precisa amadurecer continuamente os seus processos e estabelecer um planejamento estratégico para alcançar padrões cada vez mais altos de qualidade e segurança.

Por isso, a acreditação não é considerada uma forma de fiscalização, mas sim um processo educativo que fortalece a cultura organizacional e valoriza as necessidades dos pacientes e dos profissionais da saúde.

O Hospital Santa Mônica foi o primeiro hospital psiquiátrico privado do país a ser acreditado pela ONA por atender aos critérios predefinidos de segurança do paciente em todas as áreas de atividade, englobando tanto aspectos estruturais quanto assistenciais.

Agora que você já sabe as razões para confiar em instituições de saúde com certificação ONA, entre em contato conosco para receber orientações, tratamento e assistência de qualidade comprovada.

Hospital Santa Mônica é o primeiro hospital privado psiquiátrico a conquistar certificação ONA

Certificação Acreditado Ona

O Hospital Santa Mônica de São Paulo é o primeiro hospital privado psiquiátrico do país a conquistar a certificação ONA (Organização Nacional de Acreditação).

A acreditação é um sistema de avaliação da qualidade de serviços de saúde a partir de critérios pré-definidos. O processo é voluntário, ou seja, é a instituição que manifesta o interesse em ser avaliada. Após a certificação, os serviços de saúde continuam sendo avaliados periodicamente durante todo o período de validade do certificado.

certificado ona

A ONA certifica a qualidade de serviços de saúde no Brasil, tendo como foco principal a segurança do paciente. Sua metodologia de avaliação atende a padrões internacionais de qualidade e segurança. O manual de acreditação ONA é reconhecido pela ISQua (Sociedade Internacional pela Qualidade no Cuidado à Saúde, na sigla em inglês), instituição parceira da OMS (Organização Mundial da Saúde) e que tem entre seus membros especialistas e organizações de saúde de mais de 100 países.

A certificação conferida pela Organização Nacional de Acreditação – ONA atesta que a instituição segue rígidos padrões de segurança e qualidade na assistência dos seus pacientes. Evidencia o Santa Mônica como uma instituição focada no aprimoramento contínuo, na adesão aos protocolos médicos e na capacitação dos seus profissionais.

“Esse resultado confirma o nosso compromisso em promover uma assistência de qualidade na área de saúde mental e dependência química, em seguir rígidos padrões de qualidade e segurança na assistência, a fim de proporcionar uma rápida reabilitação e socialização do paciente na sociedade” afirma Suzana Bellizia Amaral, vice-presidente Administrativa do Hospital Santa Mônica.

Durante o processo de certificação, muitos avanços foram conquistados e novos desafios para o ano de 2018, já estão nos planos do Hospital.

Sobre o Hospital Santa Mônica

O Hospital Santa Mônica é um dos poucos hospitais no Brasil com foco em saúde mental e dependência química, além de atuar como Hospital de Transição para o cuidado com o idoso. Oferece assistência diferenciada para pacientes a partir dos 12 anos, com todo o cuidado e conforto que o paciente precisa.

Estrutura hospitalar completa, situado em uma área com mais de 80 mil m2, sendo 50 mil m2 de mata nativa preservada, academia de ginástica, quadra de futebol e voleibol, piscina, com grade terapêutica diária para os pacientes; Qualidade assistencial integral prestada por médicos clínicos, psiquiatras e geriatras, além de equipe multiprofissional especializada no atendimento aos pacientes com transtorno mental, dependência química e geriatria; Unidade de Internação Infantojuvenil e adulto; Unidade de Dependência Química e Unidade de Cuidados Agudos em Saúde Mental; ampla cobertura nacional com mais de 40 operadoras credenciadas;

Hospital de Transição para pacientes geriátricos, internados diretamente no hospital ou provenientes de outras instituições hospitalares e empresas de home care; Unidade Avançada Externa Ambulatorial – Unidade Integrativa Santa Mônica.

Sobre a ONA

A Organização Nacional de Acreditação (ONA) é uma entidade não governamental e sem fins lucrativos que coordena um processo de certificação voltado para a qualidade de serviços de saúde, que tem como foco principal a segurança do paciente. Sua metodologia de acreditação é reconhecida pela ISQua (International Society for Quality in Health Care), associação parceira da OMS e que conta com representantes de instituições acadêmicas e organizações de saúde de mais de 100 países. Fundada em 1999, a ONA se consolidou como a principal acreditação de saúde do país. Seus manuais são específicos para diversos tipos de estabelecimentos: hospitais, ambulatórios, laboratórios, serviços de pronto atendimento, home care, clínicas odontológicas, clínicas de hemoterapia, serviços de terapia renal substitutiva e serviços de diagnóstico por imagem, radioterapia e medicina nuclear. A ONA também certifica serviços de apoio a instituições de saúde, como lavanderia, dietoterapia, esterilização e manipulação, bem como programas da saúde e prevenção de riscos.

Quer saber mais sobre o Hospital e seus serviços? fale conosco!